História Forever Rose... - Xiumin (EXO) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Personagens Originais, Xiumin
Visualizações 74
Palavras 4.372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Em dedicatória a ~SraParking !!
Aviso logo que serão poucos caps, porém bem longos então recomendo que leiam tranquilamente e sem que ninguem os interrompam.

Boa longa leitura!

Capítulo 1 - 01


Fanfic / Fanfiction Forever Rose... - Xiumin (EXO) - Capítulo 1 - 01

Folhas que se movem ao suave toque da brisa fresca. Diversos aromas espalhados pelo ar, mas todos eles em perfeita sintonia...

Humanos sempre foram tolos e ambiciosos, sempre querendo o que não podem ter, sempre lutando da forma errada e pelos motivos errados.

Humanos que sempre tem suas ofertas tentadoras e aqueles que são mais tolos ainda caem nas armadilhas feitas pelos homens.

Há muito tempo alguns dos meus foram seduzidos por propostas humanas. Um homem e seus ajudantes vieram ao nosso clã e com eles trouxeram inimagináveis coisas. Alguns de nós ficaram com medo e se esconderam dessas pessoas, já outros deixaram a curiosidade vencer e não resistiram aos encantos dessas criaturas.

Os que viram, tocaram, sentiram e provaram o que lhes foi exposto ficavam cada vez mais admirados com os humanos e com isso queriam descobrir mais e mais sobre eles e como eles vivem.

Esse mercador e seus ajudantes foram seguidos por todos aqueles que deixaram a curiosidade vencer.

Mais da metade de nosso clã tinha partido, a outra metade permaneceu, mas com medo do que poderia acontecer com aqueles que foram embora. O rei de nosso povo, meu irmão, decidiu ir atrás daqueles que foram embora pois escutou rumores de que um certo homem estava vendendo raros órgãos além de corpos que mesmo mortos não entravam em decomposição.

Meu irmão levou consigo as poucas pessoas que haviam restado em nosso lar, me deixando sozinha com a responsabilidade de cuidar de toda a floresta, todo o nosso reino e principalmente o que mantinha nosso reino vivo, ‘’a fonte da juventude’’.

A fonte da juventude se encontra no topo da arvore mãe, a maior arvore dessa floresta a qual suas folhas tem a coloração vermelho vivo. No centro de seu topo protegido por alguns galhos externos se encontra um pequeno reservatório de água pura e mais a frente desse reservatório está o cálice sagrado onde brota a água da fonte suspenso no ar fazendo com que a água eterna que jorra do mesmo sempre regue o coração da arvore mãe para que a floresta nunca venha a morrer.

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- Me desculpe, por fav... – era de se ouvir tais gritos de alguns homens.

Tão frágeis, efêmeras criaturas que são os humanos. Ao mesmo tempo, tão enganadoras, tão lamentantes... assim como violentas.

Por mais de 800 anos vivo em prol da floresta. Meu irmão que havia partido para resgatar os nossos, ainda não retornou e como guardiã protejo essa floresta, assim como ela me protege durante todo esse tempo.

- Uma gota te acrescenta 10 anos, um gole te acrescenta 100, beba toda e nunca mais morrerá!

‘’quanto tempo já se faz desde que alguém conseguiu atravessar a floresta e subir na árvore mãe? ’’

‘’já se passaram 100 anos ou mais? ’’

- E termina aqui! – Risos – Cheguei ao topo!

‘’Que incomum um humano sozinho’’

- Então esse é o tesouro escondido por uma guardiã, a fonte da juventude!

‘’parece que é sempre o mesmo objetivo. Mesmo depois de centenas de anos, os humanos não avançaram’’

- Então os rumores eram falsos, não estou vendo nenhuma guardiã por.. – Vi aquele homem alto olhar para baixo e me notar.

Estou aqui! – me pronunciei.

Você se perdeu por aqui garota? – o mais alto falou fitando os meus olhos.

Estou aqui para proteger a fonte – disse e então flutuei até ficar cara-a-cara com ele – Protegendo de ladrões como você. – Não dei tempo para que ele falasse então levantei minha mão em sua direção e ele foi arremessado para a floresta.

- EU VOU MORRER!!! – ele gritou enquanto durante sua queda livre.

- Não tem problema, mesmo que você morra você continuará vivendo como parte dessa floresta.

(...)

- Uma gota te acrescenta 10 anos, um gole te acrescenta 100, beba toda e nunca mais morrerá!

Mais uma vez pude escutar a voz daquele ladrão subindo pelo tronco da árvore, mas assim que o mesmo chega ao seu topo se deparando comigo, logo levanto minha mão em sua direção e ele é arremessado mais uma vez.

‘’Por que ele continuou vivo?’’

‘’No entanto isso deveria ser...’’

- Uma gota te acrescenta 10 anos...

‘’Não pode ser ele...’’

- Ahhhhhh. – Ouvia-se seus gritos enquanto ele caia novamente.

E assim se sucedeu uma boa parte de minha manhã. Toda a vez que ele tentava subir, ele era arremessado, não sei como sobreviveu a tanta queda.

(...)

Já estava cansada demais de tudo isso, mas mais uma vez lá estava ele subindo e chegando ao topo.

- Já chega disso! – ele gritou se apoiando na base do topo para se levantar e ficar a minha vista.

- Essa fala devia ser minha!! – gritei com ele – Por que você está vivo? Nenhum humano deveria estar bem depois de cair de uma altura dessas!

- Bem, eu fui pego por um galho de uma árvore, caí onde havia um grupo de árvores, ou tive muita sorte em cair em cima de uns cogumelos gigantes. – ele falou dando de ombros e percebi que em seu corpo o máximo que tinha eram alguns arranhões.

- Não tem como essa floresta salvar um humano... – ao falar ouvi sua risada cínica.

- Como se eu soubesse disso! – continuou – E pensar que uma garotinha guardaria esse tesouro... Eu ficarei sério com você. – ao falar isso ele se posicionou e umedeceu seu lábio inferior enquanto sacava uma arma impregnada com magia.

- Matar e roubar... parece que todos os humanos pensam igual. – me posicionei pronta para o arremessar mais uma vez, só que dessa vez ele foi rápido e em um movimento certeiro ele mirou sua arma até o cálice da fonte, conseguindo assim pegar o mesmo.

- Isso não é... álcool, hun? – ele falou ao aproximar seu nariz do cálice e cheirar por cima o conteúdo do mesmo – Então sem demora... Um brinde à vida eterna! – ao ver que ele estava a quase beber da água me desesperei e fiz com que algumas raízes grossas da árvore segurassem seu corpo o imobilizando e o impedindo de beber.

- Hey, me solte! – ele gritava e tentava se soltar, mas de nada valia seu esforço e logo tirei o cálice de sua mão e coloquei de volta em seu devido lugar antes de dar atenção a aquele ladrão.

- Não vou pedir que vocês humanos entendam – me pronunciei furiosa enquanto ele tentava se soltar – Mas se a Fonte da Juventude deixar de existir, toda essa floresta irá perecer! Desista e deixe essa floresta!

- Entendi – me espantei com sua fala

- Você? Entendeu? Como ousa dizer tal mentira?

- Eu falo sério! – vi ele sorrindo.

‘’ Tolo, mal sabe que posso ler a mente das pessoas.’’

‘Acho que não tenho chance, vou desistir. A cerveja feita com as frutas dessa floresta é a melhor. Seria um desperdício viver sem bebe-la’

‘’ Ele não está mentindo’’ – o olhava e seu semblante era baixo – ‘’Que homem estranho’’

Ao ver que ele não estava mentindo e que me olhava de modo sincero, fiz com que ele fosse solto.

- Quem é você? – o questionei.

- Sou um humano – ele deu de ombros – Me chamam de Bandit Min, mas meu nome real é Xiumin. E você garotinha?

- Eu não sou uma criança – falei – Sou Rose.

- Rose como a rosa... – Ao falar isso o homem caiu no chão pronto para dormir.

- Por que está dormindo?

- Estou mesmo muito cansado. – falou já de olhos fechados e com a voz sonolenta.

- Nada de ‘’mesmo’’! Não durma! – gritei um pouco

- Vá embora por favor – de nada adiantava falar pois ele já estava dormindo – Me escute! – mesmo falando alto e o cutucando ele não se movia e nem acordava... e assim se foi meu dia e minha noite inteira.

(...)

- Seu rosto parece cansado essa manhã – finalmente ele tinha acordado.

- Adivinha quem é o culpado... Já que não tem mais o que fazer aqui, vá embora! – falei chateada e de costas para o mesmo que se encontrava ainda deitado a uma distância favorável.

- Rose, quero água – ele me ignorou totalmente e ainda estava sendo debochado. Me virei para ver sua expressão e vi que ele estava apoiado em seus cotovelos e um pouco inclinado para minha direção.

- O que? – perguntei

- Minha garganta está seca, preciso de água – ele falou ainda fazendo pose e exibindo seu tronco nu.

Apontei para as folhas de coloração vermelha da arvore e ele não entendeu. No fim tive que pegar uma das folhas e erguer sobre minha boca para mostrar a ele que saía água delas.

Ele não tardou em ficar impressionado e começou a pegar várias folhas e colocar em sua boca sem jeito, porem ele estava se divertindo com o que tinha descoberto.

- ‘’Tá’’ saindo água da folha!!

- Essas folhas são leves como uma pena, mas são ótimas conservadoras de água – falei – Me pergunto o que se sucedeu para a floresta deixar um humano como você viver... Até agora, ela nunca deixou um humano com malícia entrar...

- Um antigo rei que sonhava em governar pela eternidade mandou um exército para invadir. Um mercador que tentou me iludir e roubar de mim para receber uma fortuna. Também houve uma tribo selvagem que tentou queimar essa floresta junto comigo. – continuei me virando para encarar o humano que agora estava sentado em um galho grosso da árvore – Seu objetivo é... buscar a Fonte da Juventude?

- Pensei que algo bom pudesse acontecer algum dia se eu vivesse a minha vida inútil por tempo suficiente. – Ao ouvir sair de sua boca tais coisas, de modo involuntário adentrei em sua mente e vários flashbacks surgiram. Coisas horríveis já aconteceram a ele desde pequeno, puder ver o quanto ele não teve sorte na vida e o motivo dele ter virado um ladrão.

- Entendo! – comentei – Mas se você conseguisse a imortalidade e mesmo assim, nada bom acontecesse?

Ele fez uma expressão de quem não havia entendido.

- No lugar de meu irmão ausente, o Rei dessa floresta, eu continuei protegendo essa floresta e sua vegetação. E por mais de 800 anos, nem mesmo uma única coisa boa me aconteceu.

- Oitocentos anos??? – ele ficou estático.

- Surpreso? – o questionei

- Você vive num tédio! – ele comentou e não deixei de colocar minha mão em minha testa em reprovação, mas era verdade o que ele dizia.

- Estava pensando no que você iria dizer, mas é isso mesmo que você acha? – continuei indignada – Sim, tudo foi um tédio, tédio, tédio eterno... Nesses 800 eu não faço ideia de como é o mundo lá fora ou muito menos o que acontece nele! – falei alterada e Xiumin caiu do galho em que estava sentado.

- Não consigo lidar com ela – ele falou e fez seu caminho saindo da árvore e de minha vista.

‘’Eu queria ter conversado mais...’’

O resto do dia se passou e mais uma vez eu estava sozinha naquele lugar.

(...)

- Aqui está – abri meus olhos e percebi que já era de noite e que a minha frente estava Xiumin que me mostrava um rótulo de alguma coisa em um livro.

- Essa daqui é a marca da cerveja que eu falei ontem – continuou animado – Ela tem um gosto doce e amargo que vem das ‘’wildberries’’ do fundo dessa floresta e o seu sabor é incrível.

- Xiumin? Como? – perguntei sem acreditar que ele tinha voltado.

- Isso daqui é o tesouro que deixei cair quando você me jogou daqui de cima – me mostrou seu livro - Isso é minha coleção de rótulos de cerveja!

- Não é isso... Por que você voltou aqui?

-  Queria te mostrar isso, logo você que é a rainha do Clã Tédio. – sorri para ele

- Voce vai me mostrar alguns desses? – o perguntei fascinada

- Mostro sim – ele se animou e logo abriu seu livro na primeira página para me mostrar e contar detalhadamente cada sabor, cada fragrância e cada reação que se tinha ao beber de distintas cervejas.

(...)

- Acha mesmo isso divertido? – perguntava de modo tedioso enquanto jogava pequenas rajadas de vento no homem a minha frente que estava segurando em um galho forte e estava se divertindo enquanto era balançado pelo ar.

- Claro que é – ele falou sorridente e ficou a minha frente – Agora é minha vez de te mostrar algo divertido! – ele se afastou bem muito de mim e fez um movimento de como se estivesse agarrando algo com sua mão em que pude sentir uma brisa por dentro de meu vestido fazendo com que o mesmo se levantasse até minha barriga mas que rapidamente se abaixasse. Ele estava a minha frente com o punho fechado na mesma posição, mas estava com uma expressão de surpresa.

- O que você acabou de fazer? – perguntei curiosa vendo ele abrir e fechar sua mão

- Rose... você não está vestindo nada aí embaixo? – ele perguntou ainda olhando para sua mão.

- O que quer dizer com ‘’vestir’’? – não sabia que humanos vestiam algo por debaixo das roupas.

- Ah... esqueça isso! – ele caminhou me deixando com uma dúvida enorme.

(...)

Voltamos a olhar os rótulos das cervejas e Xiumin já se encontrava deitado na grama que havia naquela árvore. Ele estava sempre radiante enquanto falava de cada cerveja que já havia experimentado.

- Engraçado, sempre que começa a falar deitado, acaba dormindo! – falei muito baixo afim de não acorda-lo e me aproximei para retirar seu livro de cima de sua face, mas ao chegar perto o livro pendeu para o lado e ele despertou me encarando e me deixando corada.

- A face de uma pessoa é tão incomum assim? Você não é muito diferente, só o seu tamanho que é muito pequeno comparando com as mulheres e suas orelhas são um pouco pontudas – continuou – Não consegue dormir?

- Não é que eu não consiga dormir – falei

- Então o que é? A fadas não dormem é?

- Nós dormimos... mas não é com tanta frequência como os humanos. – continuei – Porque dormir, mesmo que por poucos minutos já é um desperdício.

Senti seus braços me envolverem por trás e sua respiração pesada contra meu pescoço e logo nós dois estávamos deitados, sendo que ele estava me abraçando e me impedindo de sair de seu abraço.

- Xiumin? – falei com vergonha, nunca estive assim com ninguém antes.

- Não diga coisas infantis, você tem que dormir direito, se não, não vai crescer... – ao falar isso ele pegou no sono. Seu peitoral subia e descia contra minhas costas à medida que ele respirava, porque eu estava achando isso reconfortante? Comecei a sentir algo estranho em meus cabelos, parecia que ele estava os mexendo enquanto dormia. Me movimentei afim de sair dali, mas seu braço forte me prendeu mais ainda contra seu corpo e acabei adormecendo com pouco tempo enquanto ele mexia em meu longo cabelo rosa.

(...)

Ao acordar pela manhã, não o encontrei ao meu lado e decidi ir procurá-lo pela floresta, mas de nada adiantou pois não havia nenhum sinal dele.

Estranho isso pois ele deixou para trás o seu tesouro de coleção de rótulos de cerveja. Será que ele irá voltar? – me perguntei enquanto voltava para a arvore mãe e o esperava já sem esperança.

(...)

Quem diria que o dia ia passar tão devagar. Fechei meus olhos para pensar em várias possibilidades que poderiam ter acontecido a ele pois o sol já estava se pondo.

- Ainda com sono? – sua voz me despertou de pensamentos e ao vê-lo notei que ele estava carregando um saco.

- Teria sido melhor se você nem tivesse voltado. – comentei olhando para outro local.

- Que tal uma bebida? – ele se agachou a minha frente e retirou do saco uma garrafa que tinha um rótulo parecido com um que eu tinha visto em seu livro.

- O que? – perguntei.

- Depois de te mostrar uma boa parte de meu livro, fiquei com vontade de beber e não achei mais juste te trazer, pois você só tinha escutado o que eu havia lhe falado e eu queria que você provasse! – ele falou sorridente me entregando uma garrafa. Assim que a segurei ele abriu e depois tirou outra de mesmo rotulo do saco e abriu para si dando um longo gole no conteúdo e sorrindo em minha direção à espera de que eu provasse.

- Essa cerveja é muito boa mesmo – ele falou todo sorridente e me olhou. Não pude negar e dei um gole naquela garrafa.

- Essa coisa é amarga! – falei fazendo uma careta e sentindo minhas bochechas queimarem e vi o mais alto rindo em minha direção e o acompanhei na sua cativante risada.

(...)

- Da próxima vez me diga onde você vai... – me levantei um pouco tonta pois já estava em minha segunda garrafa – Eu fiquei preocupada! – ele continuou rindo e bebendo.

- Não tem problema, afinal você esperou 800 anos antes de me conhecer – ao falar isso fiquei chateada, mas por nenhum motivo aparente comecei a rir e beber com ele.

Assim como esse, aqueles dias ridículos passaram por nós.

(...)

No decorrer dos dias nos divertíamos sempre, mesmo que não tivesse nenhuma bebida envolvida. Ele me levava para caminhar pela floresta, mesmo eu já conhecendo ela com a palma de minha mão, mas havia algo diferente, ele deixava tudo melhor ao meu redor.

- Vamos dar um mergulho juntos? – ele falou se dirigindo a mim. Já eu estava totalmente paralisada e com o rosto corado vendo ele tomar banho em um pequeno lago que tinha na floresta.

Seu corpo era bem desenhado, seus músculos não eram exagerados e eu estava tendo sensações que nunca havia sentido em toda a minha vida. Eu queria experimentar e saber que sensações eram essas e não neguei o mergulho com ele.

Tratei de retirar meu simples vestido longo e branco de alças feito de seda sem quebrar o contato visual que tinha com Xiumin. Ele por sua vez não desviava os olhos dos meus e quando por fim meu vestido veio ao chão notei que ele analisou cada pedaço de meu corpo despido. Joguei em cima do vestido minha coroa de flores e por mais que eu quisesse simplesmente flutuar até ele, eu fui caminhando em sua direção.

Ele fez o mesmo e veio em minha direção parando na borda no lago, ficando somente de seus joelhos para baixo cobertos pela água.

Ao ficar frente a frente com o mais alto, ele estendeu sua mão e a segurei. O toque de sua mão era suave e quente e lentamente ele fazia com que nossos corpos se colassem e com pouco ele já estava me abraçando a margem daquele lago.

Seu olhar era intenso e me transmitia paz e segurança. Ele sorriu para mim e senti suas mãos descendo até minhas coxas e as suspendendo, fazendo com que minhas pernas ficassem entrelaçadas em sua cintura. Não deixei de ficar corada com sua atitude, mas não queria sair dali de seus braços. E lentamente ele nos levou para o local que ele estava e a água que antes cobria somente seus joelhos, agora cobria metade de seu tronco, deixando à mostra seu peitoral e como eu estava agarrada ao seu pescoço e com minha altura quase semelhante à dele, a água cobria meu tronco mas deixava metade de meus seios à mostra.

Estávamos tão próximos que nos faltava palavras para serem faladas... Mas acho que não precisávamos falar nesse momento. Eu não precisava ler sua mente para saber que nenhum mal ele faria. Eu sabia que ele nunca iria me machucar, nunca iria me magoar, nunca me abandonaria. Eu estava disposta a me entregar por completo a ele.

Ele não falava nada, só mantinha seu contato visual com o meu enquanto continuava segurando minhas coxas para que eu não saísse de seus braços.

Eu tinha que fazer algo. E fiz.

Ainda olhando em seus olhos aproximei nossas faces e selei nossos lábios. Já tinha visto pessoas fazendo isso quando vinham para a floresta e me veio esse desejo de fazer o mesmo com ele, mas eu não sabia como continuar e estava demorando um pouco com nossos lábios colados, e decidi me afastar um pouco do mais alto, mas uma de suas mãos seguraram a minha nuca e colamos mais uma vez nossa boca.

Era uma sensação nova a que experimentava, seus toques eram suaves e seus olhos estavam fechados enquanto nossas bocas se movimentavam, com pouco sua língua adentrou e começou a explorar cada canto de minha cavidade bucal e o retribui acompanhando seus movimentos até nos faltar ar e nos afastarmos por um momento.

- Feche seus olhos e sinta-me! – ele sussurrou em meu ouvido e em seguida mordeu o lóbulo do mesmo me fazendo sentir arrepios que aumentaram ainda mais quando ele me puxou e mais uma vez selou nossos lábios com ternura e cheio de sentimentos.

Era tudo muito novo para mim e não vou mentir e dizer que não sinto um pouco de medo, mas à medida que nossas línguas dançavam esse medo ia embora. A falta de ar se fez presente mais uma vez, mas isso não o impediu de tocar-me o pescoço com sua boca.

Sua respiração era quente e um pouco desregular contra a minha pele. Sentia meu corpo reagir a seus toques de modo que nem sabia que isso poderia acontecer e ao sentir uma pequena mordida em meu ombro acabei arfando e inclinando minha cabeça para o lado, o dando mais espaço para continuar o que estava fazendo.

Me senti um pouco aproveitadora dele e queria retribuir os seus carinhos e por mais que eu não soubesse como prosseguir parece que meu corpo por si só respondia por mim, me fazendo agarrar o cabelo de sua nuca erguendo o seu rosto e ao ver que ele sorriu de lado eu comecei a fazer o mesmo que ele antes fazia em meu pescoço. Começando de sua orelha até o seu peitoral e as vezes o mordendo de leve para não lhe causar dor alguma, mas parece que ele não se importava com isso e quando mordi sua clavícula senti suas mãos apertarem com certa força minhas nádegas e com o pequeno susto fiquei mais uma vez cara a cara com ele, que sorria para mim enquanto me olhava intensamente com seus olhos.

Eu esperava que ele fosse falar algo, mas lembrei do que ele me disse anteriormente ‘’Feche seus olhos e sinta-me!’’.

Mais uma vez nossos lábios estavam colados e agora, sem medo de minha parte, suas mãos passeavam pelo meu corpo, sempre o acariciando e o apertando de modo envolvente.

De certo modo meu corpo inteiro estava quente e necessitava de mais contato com o dele.

Ainda em seus braços, ele fez caminho para sairmos do lago e assim que o fizemos ele me deitou no chão verde e macio com cuidado. Me olhou nos olhos e voltou a distribuir carinho por todo meu corpo. A cada toque de sua mão e sua boca eu sentia minha respiração falhar e meu coração bater mais forte a ponto de eu pensar que ele iria explodir, sentia algo forte e latejante em minha intimidade que quanto mais ele descia seus lábios pelo meu tronco, mais forte ficava essa reação de meu corpo, até que senti algo macio e quente a tocando de uma maneira tão prazerosa que me fez arquear as costas e fazer um som que nunca tinha feito antes.

Ainda com as costas arqueadas e me deleitando daquela ótima sensação vi que aquilo estava sendo proporcionado pela boca do mais alto.

Ele estava me levando a uma loucura, a melhor loucura que um dia já pude viver, fechei meus olhos ao sentir minha entrada se contraindo e arfei pesadamente e soltando mais uma vez um som quando meu interior explodiu de deleite.

O mais velho saiu de onde estava limpando os cantos da boca e ficou por cima de meu corpo, distribuindo várias mordidas e selares pela extensão de minha clavícula e pescoço até chegar em minha boca. Subitamente senti algo roçando perto de minha entrada. Abri os olhos e enquanto ele estava ocupado com meu ombro, olhei de lado e vi o seu membro agora rígido, que por pura curiosidade quis tocá-lo e o fiz. O segurei levemente e senti Xiumin arfar com um som assim como fiz anteriormente.

Ele por sua vez me olhou e tirou minha mão de seu membro. E abrindo mais minhas pernas e se posicionando no meio delas, uma de suas mãos se encontrou com a minha e entrelaçou nossos dedos, a outra ele estava segurando seu falo e o posicionando dentro de mim sem quebrar nosso contato visual.

Aos poucos senti ele me preenchendo. Por um momento pensei que aquilo iria doer muito ou até mesmo me rasgar, mas não, o que realmente senti foi um pequeno incomodo de início, mas que logo virou uma sensação melhor ainda. Ao me preencher por completo ele acariciou minha cintura e eu me inclinei para tomar seus lábios para mim, o que não durou muito pois ele começou a se movimentar dentro de mim e tudo o que eu fazia era aproveitar o que ele estava me proporcionando.

A cada investida, a cada toque, a cada arfar, a cada troca de olhares eu me sentia mais entregue a ele.

Ele inverteu nossas posições mesmo sem sair de dentro de mim e colocou suas mãos em minha cintura ditando os movimentos que eu deveria fazer e assim o fiz. Suas expressões me deixavam com mais vontade de tê-lo e de satisfaze-lo assim como ele estava me satisfazendo. Em movimentos rápidos e as vezes lentos, nós nos uníamos mais ainda e por fim senti mais uma vez minha entrada se contraindo, e mais uma vez meu interior explodiu me deixando com as pernas tremulas, mas mesmo assim continuei me movimentando até que senti algo quente me preencher e Xiumin arfar pesadamente, e mesmo ainda dentro de mim, o mais alto me puxa para que eu ficasse deitada em seu peitoral ofegante enquanto selava minha testa, me fazendo sorrir.

Ficamos daquele jeito por mais um tempo e então me deitei ao seu lado sendo envolvida por seus braços.

 


Notas Finais


E ai... O que acharam?
Grande demais né? hahahahaah me matem


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