História Forever Together - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Jonas Brothers, Miley Cyrus
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dallas Lovato, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Joe Jonas, Lauren Jauregui, Miley Cyrus, Nick Jonas, Normani Hamilton
Tags Camren, Diley, Dilmer, Jemi, Lesbian, Lesbian For Demi, Memi
Visualizações 108
Palavras 2.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIA
AS
NOTAS
FINAIS
!!!

Capítulo 8 - Não, não está tudo bem!



Demi

Estava perdida, não sabia ao certo o que deveria fazer, se deveria ligar, mandar mensagens ou ir até Miley. Na verdade, a loira nem deve estar querendo falar comigo, deve? A ultima mensagem que a mesma me mandou foi ontem a noite.

— Que cara é essa, Demi?

Dallas tirou-me de meus devaneios, soltei um longo suspiro a encarando. Não sabia ao certo se devia ou não abrir o jogo com a minha irmã, mas eu precisava de alguma opinião em relação a tudo isso.

— É o Wilmer?

— Não, Dallas. – sentei no sofá e bati no mesmo pedindo para ela sentar ao meu lado. — Lembra que você, mamãe e papai falaram sobre eu e Miley ter saído junto?

— Sim, Demi. Mamãe até ficou um pouco brava porque você sabe como ela é em relação a Miley. – ela sentou ao meu lado

— Pois bem, tenho algumas coisas a contar.

Dallas me encarou atenta, parecendo bem curiosa. Comecei a contar toda minha história com Miley, desde a época da Disney, ninguém da minha família sabia da nossa relação. Nossos amigos muitas vezes até desconfiavam, mas ninguém tinha certeza, ninguém além de nós duas. Demorei pelo menos trinta minutos para conseguir contar tudo que tem acontecido até hoje, Dallas estava surpresa com toda minha revelação.

— Todos sabemos que você é bixessual, mas nunca pensei que você e Miley... Bom, estou surpresa!

— Ela foi minha primeira, Dallas. – expliquei. — Nos gostávamos muito na época.

— Miley parece gostar de você.

— Acha que devo ligar?

A confusão que minha mente estava era horrível.

— Deve sim, ela deixou de ir a uma festa por sua causa! Fora que ela é linda. – sorriu. — Nunca concordei com mamãe sobre ela, você sabe muito bem que eu amava a amizade… Ou seja lá que, que vocês tinham. Miley sempre te cuidou muito.

— Obrigada, Dallas. – sorri por ela me apoiar. — Vou ligar para ela agora mesmo!

— E eu vou fazer algo para comer, estou morrendo de fome.

Reclamou, levantando do sofá em seguida. Peguei meu celular procurando o número de Miley, tremi um pouco assim que fiz a chamada. Eu estava morrendo de nervosismo e fiquei ainda mais quando ela demorou a atender, a chamada estava prestes a cair quando ouvi sua voz rouca do outro lado da linha.

— Alô?!

Seu tom era confuso. Será que ela excluiu meu número?

— Bom dia.

Meu tom era o mais doce possível, já passava do meio dia, mas sabia que ela é muito dorminhoca, deve ter acordado com minha ligação.

— Demi?!

— Pelo menos ainda reconhece minha voz.

Soltei uma pequena risada, nem sei porque fiz isso acho que nervosismo.

— Por que sumiu?

O tom fraco e tristonho que saiu por sua boca me fez suspirar. Me derreti por inteiro sentindo como se fosse a pior pessoa do mundo, quase senti como se tivesse a abandonado em um momento difícil.

— Babe. – miei para ela. — Me desculpa! Eu vim passar um tempo com minha família, eles me levaram para uma fazenda onde não tem sinal muito menos internet.

— Por que não me avisou? Deixou um bilhete, sei lá...

— Desculpa, eu sai quase que correndo da sua casa pro aeroporto, não tive tempo para nada.

Justifiquei ouvindo um suspiro do outro lado.

— Não foi minha intenção te deixar assim, eu juro, babe.

— Me chamando desse jeito não tem como eu não me derreter.

Sorri, sentindo minhas bochechas queimarem de vergonha. Deus, estamos pelo celular, pare de ser tão adolescente, Lovato!

— Mas ainda quero encontrar você para me contar sobre a festa, preciso falar sobre outra coisa também.

— Outra coisa? – franzi a testa

— É, mas então, quando vamos nos ver?

Mudou de assunto.

— Hum... Vou voltar para cidade só daqui a dois dias.

— Ah, isso é muito! Onde está agora?

— Em Dallas, na antiga casa dos meus pais, lembra?

— Muito pouco. – comentou podia jurar que ela estava fazendo uma careta. — Vai ficar ai até que horário?

— Não sei, estou com minha irmã mais velha, mas acho que iremos a noite.

— Queria te ver. – murmurou

Mais um sorriso grande escapou por meus lábios, vi uma movimentação e encarei Dallas que tinha a testa franzida me encarando. Fechei a cara, silabando um “saia”, mas ela não me obedeceu e sentou no sofá que estava antes.

— Eu também queria, mas estamos longe e você deve ter compromissos.

— Só tenho um show amanhã a noite.

— Então, venha me ver!

As palavras pularam de minha boca. O que eu estava fazendo? Eu tenho que voltar para a fazendo se não papai e mamãe me matam. E pra ajudar, minha mãe tem implicância com a Miley por causa do que sai na mídia.

— Eu posso?

O que eu faria agora? Só teria que dizer sim.

— Pode, vou te passar o endereço, ok?

— Ok, até logo, Demi.

— Até, beijo.

Encerrei a chamada, largando meu celular com um suspiro. Encarei Dallas, conseguia decifrar a expressão dela, mas eu já sabia que eu tinha feito uma burrada.

— Pode falar o quanto fui burra.

Bufei, largando completamente meu corpo no sofá.

— Por que acha isso? – olhei para ela que tinha a testa franzida. Como assim? — Pelo que entendi, a garota vai vir aqui só te ver.

— Sim, ela disse que quer me ver e conversar comigo, mas nós temos que voltar e você sabe que a dona Dianna já implicou com a Miley

— A gente da um jeito, fora que você não tem que ligar para o que a mamãe pensa, se acha que Miley é uma pessoa boa, invista nela! Não pense nos outros.

Assenti, amando o conselho que ela acabará de dar. Desde meus problemas com drogas e automutilação Dallas sempre foi a que mais me apoiou, ela sempre está do meu lado. Agradeço muito por ter uma irmã mais velha como ela, quem não sonharia em ter esses conselhos quando precisasse? Fora que se precisar ela enfrenta nossos pais por minha causa, eu sou muito sortuda por a ter como irmã.

— Bom, vamos comer! Enquanto a gente come, você me conta da sua loira.

•••

— Eu atendo!

Dallas saltou quando o interfone tocou, franzi a testa e fui atrás dela. Poderia ser a Miley, o que ela queria atendendo o interfone?

— Sim, pode deixar entrar.

O sorriso sem seus lábios me deixou intrigada, o que ela está pensando? Eu que deveria atender a Miley, outra que elas nunca tiveram nenhuma intimidade, no máximo um “oi”.

— É a Miley? – indaguei curiosa

A loira já havia me mandado uma mensagem dizendo que estava chegando, por que diabos Dallas foi atender o interfone?

— Não, maninha. É um boy, achou mesmo que eu ficaria de vela de vocês duas?

— Dallas, eu e a Miley não...

— Tu acha mesmo que ela vai vir lá de L.A, só pra ficar te olhando? Nos poupe, Demi.

Revirou os olhos. Bufei, entendendo muito bem onde ela queria chegar, eu e Miley não iremos transar se é isso que ela pensa. Sentei no sofá, suspirando até porque quem teria que ficar de vela agora seria eu.

— Oi, lindo.

Ouvi a voz da minha irmã mais velha e o barulho de um beijo sendo estalado, não consegui ouvir direito a resposta do tal homem só os passos dos dois se aproximando.

— Demi, esse é o John.

Encarei os dois de mãos dadas, franzi a testa de imediato. Dallas nunca foi de andar de mãos dadas com seus peguetes, será que... Não, Dallas tomar jeito é impossível.

— Tudo bem? Já ouvi falar muito de você.

— Não da Dallas, eu presumo. – apertei sua mão

— Ela realmente não fala muito da família.

Seu tom era um pouco curioso.

— É que ela é uma ogra, não sei como você vai aguentar, se é que vocês...

— Sim, estamos namorando, maninha. – Dallas sorriu largo. — E irei apresenta-lo para nossos pais o mais rápido possível.

Abri a boca, chocada com sua revelação. Minha irmã realmente está tendo um relacionamento serio? Não que ela nunca tenha tido um, mas enfim, ela é tipo uma Miley que pega os meninos e os larga sem piedade. A mesma só não é muito de beber, mas de resto é igualzinha a Miley.

— Eu e John vamos subir, tchau, maninha.

Ela puxou o homem em direção as escadas, ainda um pouco chocada com sua revelação eu atirei meu corpo no sofá pensando que até mesmo Dallas está tendo um rumo em sua vida amorosa e eu não. Como isso é possível? Tudo bem que ela é mais velha e bem mais acessível, eu tenho que me cuidar porque muitas vezes as pessoas só se aproximam por interesse. Não que eu não esteja feliz por ela, mas porra! Quando será minha vez de ter meu conto de fadas?

Pulei ao ouvir o interfone tocar mais uma vez, só podia ser Miley. Fui até o mesmo, esperei ainda tocar mais duas vezes para não parecer tão ansiosa. Qual foi? Eu não podia dar tanta bandeira assim.

— Senhorita, Lovato?

— Sim, é a Demi.

— Miley Cyrus está aqui.

— Pode deixa-la entrar, estou a esperando.

Desliguei, colocando o interfone em seu lugar. Antes de ir até a porta ainda peguei meu celular e dei uma olhada em meus cabelos, já estou ficando enjoada dessa cor loira. Provavelmente quando eu voltar irei mudar isso. Respirei fundo e fui até a porta, abrindo a mesma. Miley acabará de chegar com seu carro na frente da casa dos meus pais, a mesma estacionou o veículo e saiu, sorrindo para mim.

— Fecha os olhos!

Pediu, ainda perto do seu lado.

— Por que?

— Fecha, por favor.

Pediu fazendo um pequeno beiço nos lábios, soltei um riso negando e fiz o que ela falou. Manti meus olhos fechados por no máximo trinta segundos, ouvi seus passos se aproximando, senti um aroma muito bom e não resisti, abri meus olhos.

— Pra você!

Miley tinha em mãos um típico buquê de rosas vermelhas, clichê? É claro que sim, mas qual mulher não gosta de um clichê dos bem antigos e repetitivos, não importa o que digam, receber flores por mais que sejam sempre as mesmas e da mesma cor será uma surpresa.

— Miley...

— Minha mãe disse que você iria gostar! – sorriu. — E eu espero que você goste.

— Eu amei. – peguei o buquê de suas mãos. — Entra.

Falei, dando espaço para adentrar a casa e a mesma o fez. Fechei a porta e pedi para que ela sentasse, enquanto isso fui até a cozinha e procurei um vaso para colocar as flores. Depois de bem acomodadas, voltei a sala encontrando Miley com seu celular em mãos.

— Então, foi difícil achar aqui? – sentei ao seu lado

— Não, o GPS me ajudou bastante. Só demorei, um pouco longe.

Fez uma pequena careta, deixando seu celular de lado.

— É, você foi bem louca de vir com seu carro.

— Não tinha nenhum vôo naquele horário, não aguentava mais esperar. – os olhos azuis estavam focados nos meus. — Preciso saber o que aconteceu naquela noite.

— Bom, não aconteceu muita coisa... Você só bebeu e dormiu!

Resumi em poucas palavras, Miley franziu a testa.

— Eu sei que bebi, mas não foi tanto para que eu...

— Não, Miley. Você chegou na sua casa e bebeu mais. – ri negando lembrando do seu jeito. — Você até disse que cura um porre tendo outro.

— Serio? – arregalou os olhos e eu assenti. — Desculpa, eu não queria...

— Está tudo bem! – a interrompi. — Você não fez nada, só dormiu mesmo, por fim, eu acabei dormindo no seu sofá.

— Olha, eu realmente não quis fazer nada que te deixasse brava ou...

— Miley! – a interrompi novamente. — Já disse que está tudo bem, o melhor que podemos fazer é esquecer isso.

— Não, não está tudo bem!

Seu tom se alterou e eu me assustei. Miley esfregou sua mão uma na outra, os azuis focaram ainda mais nos meus e eu estranhei sua atitude. A loira estava nervosa demais, tanto que a vi respirar fundo.

— Depois que te mandei aquela mensagem ontem, eu fiquei com raiva e fui a uma festa que me chamaram e...

Miley deixou a frase morrer, suspirando em seguida. Engoli a seco, já entendendo muito bem o que havia acontecido. Por um momento fechei meus punhos os apertando com força e mordi o lábio. Não exploda, Demetria, você não deve cobrar nada dela.

 Passei a noite com uma garota.


Notas Finais


Miley, Miley... Desse jeito fica difícil te defender. Vamos continuar com a meta de 5 comentários ou mais! E agora, eu quero a ajuda de vocês, Demetria deve "perdoar" a Miley? Afinal, elas não tem nada. Enfim, vou esperar os comentários de vocês para escrever o próximo capítulo, me ajudem!


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