História Foxes And Rabbits - Capítulo 10


Postado
Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Abo, Fonnie, Goldentrap, Masoquismo, Toy Frennie, Yaoi
Exibições 102
Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Quebrado


Fanfic / Fanfiction Foxes And Rabbits - Capítulo 10 - Quebrado

||Quebrado

[…]

Plushtrap tinha novamente ido ao parque ter suas aulas com Golden, dessa vez, sem a permissão de Springtrap. Escondido, e com o horário quase contado. Assim que Spring desse sua falta, viria correndo atrás do filho.

Golden o esperava como quase todos os dias, sem desconfiar de tudo que o pequeno fazia apenas para suas aulas de desenho.

Hoje, Golden parecia mais animado que o normal – seu normal era algo do tipo, um cara de vinte e cinco anos com depressão.

— Oi, Golden. — disse o garotinho animado para as suas adoradas aulas de desenho. — O que você irá me ensinar hoje? — indagou com entusiasmo na voz.

Golden sorriu, aquele garoto lhe alegrava como um filho. Até se esquecia por alguns momentos de Spring, mas tão raros eram esses momentos, e logo passavam. Largou o lápis, que usava no seu desenho.

— Hoje não vamos aprender nada. Pensei em tomarmos sorvete, que tal? — ofereceu. — Só para termos um dia de folga nas aulas.

— Claro! Eu acho que trouxe dinheiro e..

— Eu ofereci, eu pago. — suspirou Golden, se levantando. — Eu vou lá comprar, você fica aqui. Qual seu sabor favorito?

— Chocolate está bom. — respondeu Plushie, se sentando no banco enquanto Golden ia embora.

Por curiosidade, abriu a pasta dourada de seu tutor de arte. E viu com carinho o último esboço que ele trabalhava, a paisagem lembrava o parque que eles estavam, mas na imagem tinha um rapaz, quase familiar. Mas seu rosto não estava terminado.

Puxou os outros desenhos, e se chocou. Piscou algumas vezes, até que percebeu. Aquele era Spring? Seu pai, nos desenhos de Golden? Ele conhecia muito bem, cada traço de seu pai, e ali eles estavam tão bem trabalhados, e transbordava paixão do artista.

Muito estranho.. não poderia ser coincidência, os dois provavelmente já se conheceram.. mas o que levaria Golden a desenhar seu pai?

Seu coração acelerou ao pensar nas possibilidades, arregalou os olhos ao receber a sugestão de si mesmo: seria Golden seu pai?

— Eu trouxe os sorvetes. — Golden sentou–se ao lado do menor, encarando–o. — Por que a surpresa? — e só então percebeu o que Plushie tinha em mãos. — Oh, ficou muito ruim?

— Claro que não, ficou perfeito. — Plushie elogia, escondendo seu nervosismo enquanto segurava tremulamente o sorvete que derretia por seus por seus finos dedos. —E obrigado pelo sorvete.

— Por nada. — Golden diz, guardando em sua pasta, os desenhos do amado, e logo suspirou tristemente ao lembra–se mais uma vez de sua principal fonte inspiração.

— Quem é esse? — Plushie pergunta, tentando demonstrar o máximo de desinteresse.

— Springtrap. — o loiro maior responde. — Aquele que.. me abandonou sem mais nem menos.

Hum.. – Plushie resmungava algo enquanto lambia a calda quente do sorvete. — Sem mais nem menos? Ele não te disse nada? Nem um motivo?

— Não.. nenhum.

— Pode.. me explicar melhor? — pediu Plushtrap, voltando a atenção ao maior.

—Claro. – respondeu. — Eu apenas disse que faria a tão sonhada faculdade de artes visuais, e claro, ele ficou feliz pela minha conquista. Então eu prometi à ele que manteria contato pela internet, mas ele simplesmente acabou tudo, e eu fui.. “deletado” de sua vida por motivos desconhecidos até hoje. — Golden explica baixando seu olhar de tristeza.

O menor sentia a dor de suas palavras, uma tristeza mesclada com grande sinceridade vinda de seu possível – provável – pai. Era explícito que seu amor não morrera, via isso em seus olhos, que – na maioria das vezes – refletiam tristeza pela perda do amado. Era lamentável, mas Plushie transbordava em esperanças: finalmente conhecera o próprio pai.

Fugir do problema não era a última solução. Talvez pudesse encará–lo, e finalmente unir os dois mais uma vez. Queria vê–los felizes, mais uma vez.

O menor sorriu ao sentir sua mente clarear com a ideia que tivera. Uma ideia infalível, afinal de contas.

[•••]

Spring terminou de corrigir algumas pesquisas de seus alunos. Quase nenhum aluno trouxera uma pesquisa que se acentuasse das outras, era entediante. Parecia que todos tinham colado um dos outros, mas na verdade, colaram de qualquer site bobo e sem muitas fontes de pesquisa.

Ao olhar a hora, viu que estava ali corrigindo trabalhos medíocres tinha quase duas horas. Se levantou, sentindo seus músculos relaxarem, suspirou.

Onde Plushtrap tinha se metido? A resposta era até óbvia demais, devia ter ido atrás de seu “amiguinho” desenhista. Que não importava quantas vezes Plushie viesse falar sobre ele com os olhinhos brilhando, mas raiva ele tinha desse cara.

Decidiu sair para trazer Plushtrap de volta, e aproveitar e mandar esse tal de “amigo” para o inferno. Saiu do colégio e foi até o parque, na frente da entrada do colégio, quase.

Plushie conversava com um homem – de talvez, mesma idade de Spring – aquilo fôra a gota d'água! No mínimo devia ser um tarado. Foi com raiva até os dois, e assim que Plushie avistou sua “mamãe”, tremeu no banco.

Estava perdido!

[•••]

[Springtrap]

— Plushtrap Harmon! — chamei–o, que pulou vindo até mim. — O que eu disse sobre voltar aqui, hein? — pergunto furioso, e Plushie fica pálido.

— E–eu quis aprender a desenhar com o Golden! Ele é um bom professor! E você o conhece. — ele diz, enquanto olho atentamente ao homem que se levantara e me olhava tão surpreso quanto eu.

— V–você?! — gaguejamos em uníssono. Só poderia ser piada! Estava reencontrando justamente a última pessoa que gostaria.

— Springtrap! — Golden me abraçou, enquanto chorava. Eu tentei ser forte, mas acabei chorando. Não era justo, não, não era. Mas eu não podia sacrificar sua vida como artista.

— Golden. O que você faz aqui? Você não deveria estar em outro país? — pergunto apreensivo.

— Eu voltei. Não consigo viver sem você. — ele se separa de mim. — Plushtrap é seu filho?

— É sim. — respondo.

— Então, Golden é meu pai? — perguntou Plushie, pulando em nós dois com um enorme sorriso.

Ah, droga.

[•••]

[Bonnie]

— Então, er, o que gostaria de fazer? — ele pergunta, me olhando com um sorriso bobo.

— E–eu.. não sei. — respondo tímido, desviando o olhar corado.

Hum.. — ele segura minha mão firmemente, encarando as pessoas que passavam a sua volta. — O que acha de um algodão doce? — Mangle sugere, e eu concordo com a cabeça.

O albino sorriu, enquanto pedia à um idoso dois algodões doces. Tentei pagar com o meu dinheiro, mas Mangle insistiu, dizendo que teria que recompensar o que Foxy me fez.

Nos sentamos em um banco velho, e então conversamos sobre coisas aleatórias enquanto nos deliciavamos com o doce que dissolvia em nossas bocas.

— Meu irmão é um idiota, não pode olhar um ômega sem partir pra cima dele. — ele bufou revirando os olhos, e logo voltou a me encarar, segurando o riso.

— O que foi? – pergunto provavelmente corado.

— Tem algodão doce na sua bochecha. — ele ri, e eu tento acompanhá-lo com uma risada forçada. — Deixe-me ajudar.

O albino se aproximou lambendo minha bochecha, onde ainda possuía restos do doce. Eu coro, e tento empurrá-lo trêmulo.

Ma–mangle, o–o que você.. — ele interrompe, selando nossos lábios.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...