História Foxes And Rabbits - Capítulo 9


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Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Abo, Fonnie, Goldentrap, Masoquismo, Toy Frennie, Yaoi
Exibições 336
Palavras 1.419
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Infantilidade


Fanfic / Fanfiction Foxes And Rabbits - Capítulo 9 - Infantilidade

||Infantilidade

[Bonnie]

Foxy surgiu no corredor como um flash, e antes que eu percebesse – ele já tinha puxado Freddy de perto de mim e socou seu rosto com raiva. Foxy parecia furioso, como uma raposa protegendo sua própria comida. Eu, era sua comida, infelizmente.

Freddy revidou, surpreso, porém logo se enraiveceu e partiu para cima do Foxy também. Eles pareciam duas feras selvagens brigando. Eu sem ação, tentei separá–los. Em vão, eles rosnavam como loucos, e infantis.

— Parem com isso! — pedi, me afastando da briga. — Vocês vão se matar! Parem. — implorei, eu tinha que chamar alguém, mas se eu os deixasse tinha medo do que poderia encontrar quando voltar.

Alguém correu até mim, e segurou meu braço com firmeza. Era Mangle, ele parecia com raiva de encontrar seu irmão mais velho brigando como um cachorro briguento com um estudante.

— Foxy! Pare com essa merda, agora. — gritou Mangle, ficando a minha frente. Me protegendo. — Daqui a pouco você irá chamar atenção de um dos superiores e terá que sofrer as consequências.

— Eles não irão parar? — sussurro assustado, apertando a mão de Mangle, antes que eu percebesse estava chorando.

Foxy empurrou Freddy para longe de si, com um olhar maldoso no rosto. Se virou para nós dois e vi um corte em sua bochecha, sangrava em abundância.

— Finalmente pararam com isso. Você não tem vergonha não, Foxy? Olha o que você fez! — berrou Mangle furioso.

— Cala a boca, seu mimado. — bufou Foxy, limpando o rosto com a manga de sua camisa social.

Freddy se levantou, ele tinha alguns hematomas de soco no lado esquerdo do rosto. E um corte superficial no lábio inferior.

— Que porra esse ruivo estourado tem na cabeça? — ele perguntou. — Avançou em mim como um mamute!

— Foi mal. — desculpou–se Foxy. — Eu só me irritei um pouco.

— Por causa do Bonnie? Você é um alfa possessivo. — respondeu Freddy com naturalidade, enquanto eu abaixava a cabeça com vergonha.

— Que porcaria houve aqui? — tremi ao ouvir a voz de Springtrap. — Vândalos!

Foxy e Freddy viraram para o lado de meu irmão, que parecia que iria explodir de raiva a qualquer instante. Mangle continuou me segurando de maneira protetora.

— O 'ruivão ali partiu para cima de mim, eu só me defendi. — respondeu Freddy. — Qual será a nossa punição?

— Eu posso pegar toda a culpa. Eu que ataquei ele, em todo o caso. — Foxy disse.

— Não me importa. Se eu pensar na hipótese de mais uma briga de vocês providêncio a expulsão de você, Fazbear e de você nunca mais entrar dentro desse colégio, Sullivan. — ameaçou meu irmão. — E você Bonnie, o que faz aqui ainda?

— Eu iria embora com o Freddy. Vamos estudar para uma prova juntos depois. — respondi nervoso.

— Estudem outro dia, Freddy parece péssimo. Vá para casa dar um jeito nisso, os dois Sullivan podem sumir das minhas vistas. — bufou entediado. — Eu voltarei a minha sala, porque tenho mais o que fazer.

Todos concordamos e saímos dos corredores. Mangle tentava manter assunto entre mim, Freddy disse que iria no banheiro primeiro. E Foxy me lançava olhares discretos.

Quando saímos pelo portão principal, me despedi dos irmãos e segui o caminho tão familiar para casa. Enquanto escutava música em meus fones de ouvido.

[•••]

[Golden Freddy]

Eu sai de casa apressado, correndo com minha pasta em mãos. Eu tinha marcado um encontro no parque com Plushtrap, para ensiná-lo a desenhar. É uma grande sorte para ele, não ser como eu, quando pequeno.

Sempre quis fazer um curso decente, mesmo que fosse de péssimo ensino, para mim – na época – significava a melhor coisa do mundo. Mas meus pais não estavam de acordo, e sempre insistiam que eu estudasse algo melhor. Entretanto, tive que me virar sozinho, e com isso, aprendi as melhores técnicas em desenho e pintura – fui um dos melhores da classe da faculdade, inclusive.

Encontro–o no banco, distraído com as – belas árvores do parque – até que dariam um belo desenho.

— Olá, Plushie! — cumprimento ofegante, sentando ao seu lado cansado. — Eu tenho uma coisa pra você. — completo, procurando um desenho em minha pasta.

— Um desenho? — adivinhou, observando as folhas em minhas mãos.

— Não “um” desenho. Na verdade, “o” desenho. — corrijo-o, lhe entregando o papel liso, enquanto guardava os outros com todo cuidado para não amassar. — Eu apenas pintei 'pra você, me desculpe, 'tava tão bonito que quis acrescentar detalhes.

— Nossa.. isso 'tá perfeito! — elogiou, olhando atentamente o coelho dourado, que ele mesmo havia desenhado. — Olhe só esses efeitos.

— Você vai aprender tudo, sem exceções. — digo. — Vou te ensinar tudo que aprendi esse tempo, você vai adorar.

— Hoje? — ele pergunta com brilho nos olhos.

— Não hoje, ao longo do tempo. Daqui há pouco, você já vai ser 'profissa. — respondo. — Hoje, será apenas o básico.

— Quanto acha demora 'pra aprender? — Plushtrap pergunta mais uma vez, dobrando o papel com cuidado para não amassar.

— Não sei, Plushie. — eu falo. — Mas você tem o talento, deve ter puxado de alguém da família talvez. Mas no final de tudo, você não vai demorar 'pra aprender.

— Eu não tenho tanta certeza.

— Eu tenho. Estou pondo todas as minhas esperanças em você. — digo. — Eu quero que você chegue longe!

[•••]

[Springtrap]

Eu estava preocupado, faz horas que ele não chega. Desde alguns dias, Plushtrap vive passando a tarde no parque próximo à  escola, mas hoje, estava demorando muito, bem diferente dos outros dias – quem sabe ele não está sendo estuprado? Suspirei, pegando as chaves do carro, mas quando ouvi a porta sendo aberta, junto da silhueta de Plushtrap, eu cruzei os braços a espera de uma reação.

— Oi mamãe! Quer dizer.. – ele fingiu tosse enquanto fechava calmamente a porta. — Oi papai!

— Plushtrap, você sabe que horas são? — pergunto cí­nico, contendo a raiva a espera de uma resposta conveniente.

— Sim, eu sei. — respondeu baixando a cabeça envergonhado.

— Essa é hora de você chegar em casa? — bufei. Minha paciência estava acabando. — O que você tanto faz naquele maldito parque?

— Eu estava apenas aprendendo. — respondeu.

— Aprendendo o quê?

— Aprendendo a desenhar!

— E quem está te ensinando? — pergunto.

— O meu amigo! — respondeu de imediato.

— Plushtrap, eu sempre te digo pra nunca falar com estranhos! Eu terei que repetir isso quantas vezes? — pergunto arqueando a sobrancelha, enquanto batia o pé frequentemente no chão.

— Mas..

— Sem mas! – interrompi. — Olha, você tem que entender, que tudo isso é justamente para o seu bem! Desde criança, eu venho cuidando de você sozinho, e protegendo–o até mesmo de uma mosca. Sabe quantos meses eu te carreguei na barriga? Imagina a dor do parto!

— Eu seu, papai, mas eu confio nele. Ele é meu amigo! — insistiu bufando.

Suspiro pesadamente, me sentando no sofá e fechando os olhos, tentando aliviar o estresse.

— Vai tomar um banho, antes que eu me irrite de verdade. — ordeno por fim.

[•••]

|Uma semana depois

[Bonnie]

Mangle tinha me convidado para sair, dessa vez eu confirmara que era mesmo o Mangle. Nunca mais queria ser vítima de Foxy – nem de seus instintos naturais de alfa.

Sai antes que Spring entrasse xingando Plushie, e coloquei meus fones. Tocava alguma OST de um game qualquer – que com certeza fôra Freddy que me mandou – mas eu gostava da melodia.

Cheguei na frente de um parque imenso, onde Mangle tinha combinado de me encontrar. Ele disse que iria recompensar tudo que Foxy tinha feito para mim, imagino que ele vá devolver minha virgindade.

Me sento em um banco, desbloqueando meu celular. No relógio indicava ser quatro e meia da tarde, exatamente a hora que Mangle combinara de se encontrar comigo.

— Bonnie! — virei para ao lado e vi o albino correr em minha direção ofegante. Faço menção de me levantar, e caminho até sua direção, tirando os fones.

— Oi, Mangle! — aceno animado. — Por que me chamou para cá mesmo? — pergunto, enquanto ele caminhava até o banco onde eu recém estava.

— Pensei que poderíamos fazer algo juntos. Sei lá, eu gosto muito da sua companhia, sabe? — ele riu nervosamente. — Quero ser um grande amigo seu.

Sorrio de sua ingenuidade, e aperto sua bochecha avermelhada.

— Você é fofo! — digo. — Claro que eu quero ser um grande amigo seu, Mangle.

Seu olhar se iluminou e ele me abraçou com força.

— Obrigado pela chance. Serei o seu melhor amigo, pode contar comigo sempre que precisar! — ele diz, segurando minhas mãos com delicadeza.

Aceno com a cabeça em concordância.



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