História Frames of Happiness (XiuChen) - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, EXO, F(x), Got7
Personagens Amber Liu, Chen, D.O, Jackson, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Taeyang, Xiumin
Tags Boy Love, Chen, Exo, Gay, Jongdae, Jongdae Kim, Minseok, Minseok Kim, Xiuchen, Xiumin
Visualizações 423
Palavras 1.269
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora, essa semana de provas foi tensa e eu acabei desanimando e quase esse capítulo não sai hoje. ): Não está dos melhores, com certeza, mas é alguma coisa pra não deixar vocês sem nada. Desculpe mesmo. Espero que não desistam daqui. ♡ Terça minhas provas já terminam e espero que consiga retomar o ritmo daí!

Capítulo 42 - POV Taeyang


 

 

Meus dias de folga eram raros e queria aproveita-los ao lado de Jackson, o que claramente não estava acontecendo naquele momento. Meus pais decidiram fazer algo como uma reunião de família, até meus primos estavam vindo para nossa casa e eu realmente não queria estar ali para ter minhas bochechas apertadas por minha tia mesmo eu sendo velho demais para essas coisas.

Enquanto meu pai se ocupava em cortar os alimentos para o almoço aproveitei para digitar algo para Jackson dizendo estar sentindo sua falta e que chegaria atrasado por ter compromisso chato em família. E falando em família, sentia falta de Minseok nesses últimos dias, sua ultima mensagem dizia que estava dando aulas de fotografia para crianças. Era o sonho dele e saber daquilo me deixava muito feliz.

“Boa noite, Min, bom dia aqui. Como você está? Estou com saudade”.

Mandei a mensagem rapidamente e voltei a guardar o celular no bolso quando percebi a presença de minha mãe. Carregava uma porção de porta-retratos e me pus a ajuda-la percebendo a maioria sendo fotos minhas e do meu irmão quando crianças.

— “Pra que isso?” — Sabia que ela havia guardado todas aquelas fotos a pedido de meu pai, pois não queria nada relacionado a Minseok naquela casa depois que ele foi embora.

— “Estou colocando-as de onde nunca deveriam ter saído” — Segurei os objetos enquanto ela os apanhava aos poucos para retornar aos lugares de origem, meu pai observava tudo à distância fazendo cara feia.

— “Sente falta dele?” — Depositei uma das mãos em seu ombro e senti que seu corpo ficou retesado por alguns segundos antes de virar para me encarar, os olhos pequenos estavam cheios de lágrimas. — “Tenho certeza que ele sente sua falta também, omma”.

— “Envergonho-me tanto de ter dito aquelas coisas... De tê-lo impedido de ser feliz” — Falava baixo para papai não nos escutar e aproveitava que já havia colocado cada porta-retrato em seu devido lugar para me abraçar. — “Eu sou uma péssima mãe, Deus deveria me castigar”.

— “Não diga essas coisas, omma... Todo mundo erra, eu também fui muito rude com ele e me arrependo”. — Sentia segurança em dizer aquelas coisas agora que ela também desabafava. — “Na verdade... Tenho falado com ele há algum tempo”. — Seus olhos me encararam curiosos e um pequeno sorriso surgiu nos lábios finos.

— “Mesmo? Como ele está?” — A sua curiosidade era bem visível e tive que leva-la até a sala já que na sua empolgação poderia acabar falando alto o suficiente para papai ouvir.

— “Muito bem. Está estudando e começou a dar aulas de fotografia, ele está tão feliz, omma...” — Suspirei tentando imaginar aquele sorrisinho infantil, não havia mudado muito do que era naquelas fotos. — “E... Está até namorando”.

— “Ah, meu Deus!” — Me assustei inicialmente apenas relaxando quando a vi sorrindo, parecia que as coisas estavam começando a mudar pelo menos com ela. — “Queria estar com ele agora, fico tão aliviada em saber que ele está feliz”.

— “Se a senhora quiser, posso ligar para ele mais tarde e vocês conversam. Agora ele deve estar dormindo”. — Ela assentiu e voltou feliz a ajeitar a casa.

 

Estava me sentindo um pouco melhor em saber que pelo menos minha mãe estava revendo seus pensamentos e decidindo se desculpar com Minseok, ele merecia aquilo depois de ter aguentado tanto tempo o peso de estar sozinho nas costas.

O restante da família estava chegando e fui obrigado a ajudar a arrumar a mesa, meu pai frequentemente me olhava curioso e parecia querer puxar assunto. Tinha medo do que ele tinha a falar e decidi ficar longe o máximo que podia e por um tempo pareceu dar certo.

— “Vai sair hoje de novo? Você não era assim, Youngbae”. — O tom autoritário me dava arrepios e seus olhos pareciam vasculhar cada parte de meu rosto em busca de algum sinal de mentira, dei de ombros e assenti com a cabeça. — “Com quem?”

— “Com alguns amigos” — Peguei uma garrafa de cerveja e levei aos lábios tentando mantê-los ocupados para fugir daquelas perguntas mal intencionadas.

— “Amigos... Nunca mais os trouxe aqui, aliás. Enfim, juízo, garoto”. – Voltei para perto da mesa antes que ele continuasse aquela conversa, talvez estivesse sendo descuidado em sair tanto de casa para ver Jackson, mas não iria me privar de ser feliz.

Apesar daquela conversa assustadora o restante do almoço se passou sem problemas, meus primos mais novos corriam pelo jardim e enchiam a casa com um barulho gostoso de ouvir. Fazia tempos que aquela casa havia se tornado fria e vazia, ninguém sorria, ninguém parecia verdadeiramente feliz.

Conforme a noite chegava todos iam para suas casas e meu pai se disponibilizou para levar meu tio que não estava em condições de dirigir por ter bebido um pouco além do limite. Agradeci aquele momento sozinho com minha mãe, seria uma boa oportunidade de conversar sem interrupções.

A procurei pela casa encontrando-a em meu quarto. Estava sentada na cama que costumava de ser Minseok e ultimamente ela havia frequentado muito aquele local especifico da casa. Tive que sorrir com aquela cena e a acompanhei sentando na cama da frente a qual me pertencia.

— “Desculpe ter entrado sem pedir...” — Sua voz saiu baixa e só então percebi que segurava o travesseiro com força contra o peito.

— “Tudo bem, eu não me importo” — Estiquei minha mão para segurar a sua e levar a meus lábios. — “Mãe, posso falar algo para a senhora?”

— “Claro” — Seus dedos acariciavam a palma de minha mão como fazia quando eu era criança e pedia colo. — “O que você precisar, meu bebê”.

— “Eu...” — Suspirei e neguei com a cabeça, talvez estivesse sendo burro em iniciar aquela conversa e me arrependesse no final. — “Eu não sei como falar sobre isso”.

— “Tudo bem, eu sei” — A olhei confuso encontrando um sorriso calmo em seus lábios. — “Uma mãe conhece os filhos, Youngbae. Jackson é um bom menino, fico feliz que esteja com ele”. — Minha expressão deveria ser a mais idiota possível já que ela começou a rir e se levantou para acariciar meu rosto e deixar um beijo leve em minha testa. — “Vi vocês juntos outro dia”.

— “Ah... A senhora não está brava comigo?” — Recebi carinho nos cabelos em resposta e ela se sentou ao meu lado deixando seu rosto pousar em meu ombro.

— “Perder Minseok por um preconceito foi o pior erro de toda minha vida, um erro que não pretendo repetir” — Seus dedos brincavam em minhas coxas e tinha lágrimas em seus olhos. — “Eu espero que ele possa me perdoar por tudo o que o fiz passar. Não quero que passe pelo mesmo, Bae”.

Mal percebi que a havia abraçado, suas lágrimas molhavam minha blusa e a acompanhei no choro. Senti-me protegido naquele momento abraçando minha progenitora como uma criança que rala o joelho e vai chorando para os braços da mãe. Tive que solta-la para atender meu celular e acabei por nem olhar quem era antes de leva-lo a orelha.

— “Alô? Min? Ah!” — Os olhos de minha mãe saltaram do rosto ao ouvir o nome do filho. — “O que aconteceu? Você parece abatido”.

— “O que ele tem?” — Mamãe parecia preocupada e havia se aproximado para tentar ouvir o que ele falava, aproveitei para acariciar seus cabelos como forma de acalma-la.

— “É a omma?” — Sua voz demonstrava curiosidade e percebi que aquilo o havia animado um pouco, disse que sim e sua respiração tornou-se ofegante.

— “Quer falar com ela?” — Sabia que Minseok temia aquela conversa, talvez por medo de ser julgado mais uma vez. — “Ela perguntou de você o dia inteiro, está morrendo de saudade”.

Por um momento pensei que a ligação havia caído e quando chamei seu nome finalmente tive uma resposta.

— “Eu quero muito”.

 


Notas Finais


Digam sinceramente o que acharam, porque eu realmente estou achando que ficou um lixinho. ;~; Em contraponto, vou indicar uma HunHan maravilhosa, super bem escrita e com uma autora incrível, pode entrar Blood Prince: http://socialspir.it/9197151
Foi ela que fez a capa das minhas fics e que me anima pra escrever toda vez. Obrigada nenê e desculpa por às vezes ser uma idiota. ♡

Leia também:
Artificial Love (Sulay) - http://socialspir.it/9749947
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