História Frankenstein - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chaz Somers, Jensen Ackles, Justin Bieber, Vanessa Hudgens
Personagens Personagens Originais
Tags Criatura, Frankenstein, Justin Bieber, Releitura, Vanessa Hudgens
Visualizações 114
Palavras 1.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OBRIGADO PELOS 100 FAVS! AMO VOCÊS!
Capítulo não revisado. Portanto, perdoem os erros.

LEIAM AS NOTAS FINAIS!

BOA LEITURA :)

Capítulo 7 - 06. Você não é tão ruim quanto pensa;


Fanfic / Fanfiction Frankenstein - Capítulo 7 - 06. Você não é tão ruim quanto pensa;

“Há algo na minha alma que não entendo.”
一 Mary Shelley.


É inevitável pensar o quanto ele é estranho. Porém, a parte mais enigmática é a forma que me sinto fascinada por cada detalhe seu. Nenhum ser humano, em sã consciência, permaneceria ali, de frente para algo tão insólito quanto aquilo. Seu jeito esquivo é ainda mais incomum, mas também não deixa de ser atrativo.

一 Não irei fazer nada a você. 一 Diz, baixo. 一 A não ser que me obrigue.

Alguma coisa me convence de que não há maldade dentro dele. Talvez sua íris amarelada me passasse uma confiança inexplicável. Tento me induzir a pensar ao contrário, graças a sua aparência avernal. Entretanto, é como forçar algo que não sou capaz de fazer.

一 Vai me matar assim como fez com aquele homem? 一 Indago, arqueando uma das sobrancelhas.

一 Não faço isso porque quero. 一 Replica. 一 Sou obrigado a fazer isso todos os anos. 一 Ele ergue as mangas de seu moletom, revelando seus braços descorados. 一 Tenho uma doença degenerativa chamada Esclerodermia. Meu tecido se decompõe, como se estivesse morto. Por isso, tento renová-los sempre que posso. 一 Sinto uma lástima dominar meu coração conforme escuto suas palavras. 一 Então, se me der licença, podemos fingir que esse encontro jamais aconteceu, e eu posso pegar o que, agora, é meu. 一 Ao tentar passar por mim, é impedido assim que espalmo seu peito.

一 Espera! 一 Me encara, enraivecido por ser interrompido mais uma vez. 一 Posso te ajudar a repor seu tecido de outra forma, mas com uma condição. 一 Atento às minhas palavras, sua expressão se tranquiliza. 一 Nós vamos enterrar o corpo desse cara.

一 E como irá me ajudar nisso? 一 Permanece me encarando, estranhando a proposta.

一 Tenho alguns membros escondidos próximos daqui. Posso costurá-los para você. 一 Falo, mas ele simplesmente caminha até o corpo sem dizer uma só palavra.

Com sua força inconcebível, pega o cadáver sem vida com um dos braços, e volta até mim.

一 Espero que também tenha duas pás por lá. 一 Fala, tomando frente e invadindo novamente a floresta.

[...]

Depois de terminarmos o trabalho sujo, conseguimos dar um enterro para o cara. O levei até o trailer, seguindo o caminho que havia traçado com o galho 一 por mais que ele parecesse conhecer a floresta como a palma da sua mão. Coloco em algumas sacolas térmicas, e saio dali de dentro, o encontrando encostado no tronco de uma das árvores. Não tirou a touca ninja por mais nenhum minuto. Pelo visto não se sente confortável com sua aparência mesmo.

一 Por que não tira essa touca? 一 Pergunto, enquanto tranco a porta.

一 Por que não para de fazer perguntas? 一 Semicerro os olhos. 一 Já viu meu rosto, não precisa ficar dando de cara com isso a todo o momento.

一 Ah, então está me poupando? 一 Digo, usando meu tom debochado.

一 Vamos logo. 一 Fala, passando na minha frente mais uma vez. 一 Tem um laboratório em minha casa. 一 Paro de caminhar assim que escuto aquilo.

Há um laboratório na casa dele. Meu maior sonho é ter um laboratório dentro de casa para realizar meus experimentos.

一 Posso fazer só mais uma pergunta? 一 Corro atrás dele, que já está na frente, e o escuto expirar.

一 Deixo, se prometer que será a última e que ficará de boca calada até chegarmos lá. 一 Concordo.

一 Qual o seu nome? 一 Questiono.

一 Justin Bieber. 一 Responde calmamente. 一 E você, não precisa se apresentar. Já a conheço. Passou a noite na minha casa há alguns dias atrás.

一 Espera. Você é o chefe do Chaz? 一 Ergo a sobrancelha esquerda.

Tudo parece se encaixar perfeitamente em Justin, incluindo a insatisfação com a aparência, e principalmente sua impertinência.

一 Você disse que seria a última pergunta. Esqueceu do trato? 一 Diz, ainda com a expressão séria de sempre.

Bufo.

Justin para em frente a porta de sua casa 一 a qual ainda me recordo muito bem. Sem precisar destrancar, abre a porta e dá espaço para que eu passe. Ao mesmo tempo que é insensível, consegue ser educado. Surpreendente.

Em silêncio, o sigo até outra parte da enorme casa, notando que estou em uma área que não cheguei a conhecer. Contudo, é bem parecida com o restante. O ranger da porta de madeira aberta por suas mãos chama a minha atenção. Sigo para dentro, e encontro uma bela biblioteca. Diversos livros científicos compunham as fileiras intermináveis de estantes. Lembro-me de quando Chaz citou essa tal biblioteca.

一 Onde está o laboratório? 一 Seus olhos encaram os meus.

Ergo as mãos em rendição. Preciso controlar minha língua para não ficar questionando tanto. Como se já fosse de costume, ruma até uma das estantes enormes encostadas na parede, e puxa um dos livros, dando entrada para uma outra parte. O sigo, analisando a escada e me perguntando porque estou seguindo um estranho para dentro de aparentemente um calabouço. Mas, minha ficha cai ao me deparar com o ambiente mais lindo que já vi em toda a minha vida.

Os materiais ali presentes 一 por mais antigos que fossem 一 não deixam de ser fascinantes. Caminho por toda a extensão, analisando tudo ao meu redor, e sorrindo. É o verdadeiro paraíso.

一 Resolvi construir o laboratório aqui embaixo porque as pessoas da cidade não são tão receptivas quando se trata de cientistas. 一 Quebra o silêncio, e eu o encaro. 一 Eu sei que estava se controlando para não perguntar sobre isso.

一 É tão maravilhoso. 一 Digo. 一 Você passa muito tempo aqui?

一 Grande parte. Tento procurar o elixir da beleza, que me cure desses defeitos tão aparentes. 一 Pego um pote para olhar, e Justin o retira das minhas mãos. 一 Já tenho defeitos demais na minha personalidade.

一 Não acho que seja verdade. 一 Falo, e ele se surpreende. 一 Você me ajudou naquela noite, e sou eternamente grata por isso.

一 E te expulsei na manhã seguinte. 一 Seu arrependimento é quase palpável.

Você não é tão ruim quanto pensa. 一 Fricciono os lábios em um breve sorriso, o qual não é retribuído.  

一 Vamos terminar logo com isso. 一 Justin retira a touca, e aos poucos vai se despindo.

Pego-me impressionada com sua pele, mas tento me controlar para ele não achar que estou estranhando tudo isso. É a primeira vez que irei costurar alguém vivo, o que é uma novidade para quem ainda não terminou a faculdade de Anatomia.

Sentou-se na maca, e me fitou. Pego os materiais e higienizo, preparando tudo para começar.

[...]

Após horas, seguro o pedaço da pele e dou a última costurada em seu rosto. Como se já estivesse acostumado, não faz nem sequer careta. Não foram necessários substituir toda a sua pele. Algumas ainda poderiam durar um bom tempo. Consegui melhorar as costuras, e deixar sua aparência um pouco menos assustadora. Pego a tesoura, e corto a linha grossa de origem vegetal.

一 Pronto. 一 Falo, e ele desce da maca e caminha até um banheiro próximo.

Talvez o único que tenha um espelho nessa casa.

Enquanto ele está lá, admirando o meu trabalho, permaneço encantada com o laboratório. Observo as estantes com experimentos, e materiais estupendos. Passo a mão pelas prateleiras de vidro, e me surpreendo ao ouvir seus passos voltando para onde estou.

一 Você é boa nisso. 一 Diz. 一 Tenho que admitir que… 一 Ele para e me fita por um tempo. Em seguida, solta os ombros. 一 Gostou mesmo daqui, não é?

一 Nunca tinha visto algo assim. 一 Respondo, e Justin passa por mim, pegando suas peças de roupas e vestindo.

一 Pode fazer seu trabalho aqui, se quiser. 一 Finalmente fala, deixando-me impressionada com suas palavras. 一 Assim que terminar, pode ir embora.

一 Não sei se posso aceitar isso. 一 Tento conter a felicidade.

一 Receba como agradecimento por isso, e como desculpas por ter te expulsado naquele dia. 一 Veste seu moletom, e encaixa sua touca na cabeça. 一 E além do mais, Chaz vai parar de falar sobre você o tempo inteiro. 一 Rio, sem jeito.

Sair daquele trailer apertado já é totalmente vantajoso. Para melhorar, ainda terei mais recursos para pôr em prática tudo que tenho em mente e, quem sabe, me aproximar mais dos garotos.


Notas Finais


Bom, pessoal, já deu pra perceber que eles vão passar a conviver juntos, então vou poder compensar o tempo que enrolei kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Aviso: os próximos estão bem melosos.

POSTEI UMA FANFIC NOVA! Antes que vocês me xinguem, não irá atrapalhar o desenvolvimento de FK, até porque já está praticamente pronta. Também é uma releitura de um clássico, desta vez da Chapeuzinho Vermelho, onde trouxe tudo para o nosso universo! Se puderem, dê uma passada lá, pleaseeeeee.

LINK DE RED: https://spiritfanfics.com/historia/red-9960207

Por hoje é só, pessoal.
Adios <3


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