História Fraternity - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fraternidade, República, Romance, Universidade, Yaoi
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Palavras 3.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi gente, mais um capítulo!
Não está totalmente revisado, então se tiver muitos erros, me desculpem.
Outra coisa, a musica que o Jayden não sabe qual é se chama Good for You da Selena Gomez, recomendo escutar.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Nunca beba a batidinha


Fanfic / Fanfiction Fraternity - Capítulo 2 - Nunca beba a batidinha

Há vários tipos de silêncio nesse mundo, mas eles se dividem em duas categorias, os incômodos e os agradáveis, e com certeza, para Jayden, aquele dentro do carro era o primeiro, eles tinham acabado de sair de casa, sua mãe dirigia quieta, ele encontrava-se ansioso e aquele silêncio só servia para deixa-lo mais nervoso. Com o intuito de se distrair o loiro resolveu fazer uma das coisas que mais adorava na vida, escutar música.

— Mãe eu vou ligar o som — Avisou apertando o botão ligando o som do carro, ela simplesmente respondeu com um resmungo, Jayden sintonizou o rádio em uma estação que normalmente tocava as músicas que ele gostava, imediatamente a melodia preencheu o ambiente, era uma que ele escutara bastante ultimamente, Me Myself And I do G-Eazy.

 

“I don't need anything to get me through the night”.

“Eu não preciso de nada para passar a noite”.

“Except the beat that's in my heart”.

“Exceto a batida que está no meu coração”.

“Yeah, it's keeping me alive”.

“Sim, isso está me mantendo vivo”.

“(Keeps me alive) (Me mantém vivo)”.

“I don't need anything to make me satisfied (you know)”.

“Eu não preciso de nada para me satisfazer (você sabe)”.

“Cause the music fills me good and it gets me every time”.

“Porque a música me preenche e isso me surpreende toda vez”.

 

Jayden logo se sentiu melhor ao ouvir a canção, olhou a janela ao seu lado e observou a paisagem que ia passando, pensou na mensagem que recebeu. Até quando Logan iria encher seu saco? Tudo entre eles tinha acabado e não queria mais nada com o moreno, não depois do que aconteceu.

O celular vibrou novamente, ele o tirou do bolso, outra mensagem de Logan. Como diz o ditado, “Falando no diabo, chegou o rabo”. Jay decidiu que iria lê-las, a primeira era debochada, assim como a pessoa que a escreveu.

“Loirinho você vai hoje à UCLA? Para de drama e vem me ver, estou louco para te beijar”, aquela criatura era mesmo um filho da puta, Jayden ficou indignado, como assim ele estava sendo o dramático?! Mesmo depois de Logan ter ficado com outra pessoa na frente dele tão descaradamente?! Tudo bem que não eram namorados, porém eles ficavam sérios poxa, pelo menos da parte de Jayden, além disso, Logan sabia que o loiro se apaixonara por ele, e mesmo assim enganava-o dando falsas esperanças. Leu a outra.

“Por que não para de me ignorar? Eu sei que você é louco por mim”, e realmente Jayden era, gostava de Logan, mas mantinha-se disposto a esquecê-lo, começando por a festa que ia ter a noite, ficaria com alguém, e mostraria para si mesmo que Logan não era nada. O loiro não respondeu nenhuma das mensagens, continuaria evitando-o.

— Jayden nós estamos chegando, você quer que eu te deixe na universidade ou na fraternidade do Jack? — Perguntou Emily, ela permanecia concentrada no transito, e não gostava de conversar enquanto dirigia, por isso nem ela nem Jayden falavam muito enquanto estivessem no carro.

— No Jack mãe.

— Tá bom.

Westwood Village era um bairro tranquilo e atraente, com uma mistura de chique e puído, contava com muitas boutiques, restaurantes, teatros e museus. O bairro ficava próximo a lugares famosos, como Beverly Hills e a praia de Santa Monica, contudo o que mais importava mesmo é que a UCLA o tinha como moradia.

A universidade era enorme, tudo muito grande e bonito, a arquitetura antiga transmitia um ar clássico, várias pessoas andavam pelos diversos prédios, outras descansavam nos jardins amplos e impecáveis. Muitas árvores que ficavam em extensos gramados verdes proporcionavam sombra para estudantes que liam.

Alguns alunos estavam praticando esportes nos gigantescos centros de treinamento, que tinha quadra de tênis, vôlei, basquete e futebol. A universidade ainda possuía academia de ginástica, piscinas, um campo de futebol americano com amplas arquibancadas, refeitórios, alojamentos – onde os estudantes que não eram de nenhuma fraternidade moravam – bibliotecas e os polos de estudos de cada área.

As fraternidades e irmandades ficavam na parte mais afastada do campus, em uma espécie de rua, onde havia várias residências, uma em frente da outra, todas tinham suas respectivas letras gregas estampadas na faixada, juntos com cartazes de boas-vindas aos calouros, convidando-os a se juntar a eles.

Os moradores passavam de um lado para o outro, conversando, organizando eventos, chamando os novatos que chegavam por ali, uns se situavam sentados na calçada observando o movimento e outros jogando basquete em cestas improvisadas.

Emily parou o carro em frente a uma casa enorme de tijolos vermelhos, certamente ela tinha três andares, com várias janelas e quatro pilares arredondados sustentando o teto da varanda na frente. Dois grandes arbustos ficavam no gramado e as letras gregas que se encontravam estampadas na porta eram ΚΣΠ, representando Kappa Sigma Pi.

 Jayden logo viu Jack saindo pela porta, parecia que ele havia adivinhado que chegara, Jack era alto, media pelo menos 1,90 de altura, seus cabelos também eram loiros como os de Jay, porém, mais claros e batiam um pouco abaixo dos ombros, mas agora permaneciam amarrados em um coque. Ele tinha um porte físico invejável, com músculos definidos, no entanto não exagerados, o rosto era quadrado, o maxilar era marcado. Uma barba que precisava ser aparada cobria parte de sua face.

Jayden saiu do carro e foi em direção a Jack, Emily também saiu, todavia ficou parada na calçada. O mais alto assim que o viu abriu um sorrisão largo, os olhos azuis brilharam. Não se moveu, só esperou o loirinho chegar até ele, sentiu o abraço e abraçou-o de volta, estava com saudades daquele baixinho.

Dois moradores que saíram junto dele ficaram olhando a cena, se perguntando quem seria aquele garoto que era tão íntimo do seu vice-líder. O abraço foi desfeito e Jack afagou a cabeça de Jayden.

— Você ficou menor ou é impressão minha? — O mais alto falou rindo, imediatamente Jay afastou a mão dele com uma palmada, e fez careta.

— Vai à merda, você que é um gigante! — Jack insistia em brincar com a altura do loiro só para vê-lo irritado.

­— Oi Emily! — Acenou para a mãe de Jayden e ela andou em sua direção, cumprimentando-o com um abraço também.

— Oi Jack, como você está? Vim trazer esse menino, mas logo estou indo embora, preciso trabalhar.

— Ah, eu estou bem, e você?

— Estou ótima. — Ela voltou seus olhos ao filho. —­ Jayden você quer que eu te busque mais tarde? — Perguntou, observando o horário em seu relógio no pulso, parecia com pressa.

— Não precisa mãe, qualquer coisa eu pego um ônibus.

— Eu vou indo agora então, se cuida filho, até mais Jack. — Ela se despediu dos deles e entrou no carro, os dois ficaram olhando ela ir embora, quando não podiam mais ver o carro, Jack passou o braço pelos ombros de Jayden.

— E você, como está em?! Viu a mensagem que eu te mandei de manhã? — O mais baixo olhou para cima, para ver o rosto do outro.

— Eu vi, só não quis responder, e loiro oxigenado é você! —Falou se lembrando da mensagem.

Nesse momento um dos que observava pirragueou para chamar a atenção dos dois, Jack olhou para trás, virando junto com Jay, que permanecia enlaçado em seu braço.

— Você não vai apresentar seu amigo para nós Jack?! — Falou um ruivo, ele também era alto, talvez somente três centímetros mais baixo que Jack, o cabelo era curto, cortado na tesoura, o corpo era forte, pela camiseta apertada, dava para perceber o abdômen trincado, os olhos verdes com nuances castanhas estavam vidrados no loiro menor.

— Foi mal. — Sorriu e tirou o braço ao redor dos ombros de Jay — Esse é Jayden Williams, ele é como se fosse meu irmão mais novo. ­— Jack apontou para o ruivo ­— Jay, esse é Emmett Coleman, o líder da fraternidade, e esse tampinha... ­— Apontou para o outro garoto de pele morena, que tinha olhos castanhos e cabelos pretos, era alguns centímetros mais baixo que Jayden, e tinha músculos definidos, o rosto era jovem, quem olhasse não dava mais que dezoito anos, porém entre os quatro era o mais velho. ­—... É o Arthur Hanson. ­— Hanson mostrou o dedo do meio para Jack, entretanto sorriu com a brincadeira.

­­— Prazer em conhecê-los. ­— Jayden apertou a mão dos dois.

­— Ah! Você é o Jay, Jack falou de você para nós, inclusive que você quer entrar para Kappa Sigma Pi. — Emmett falou olhando Jayden de cima a baixo, avaliando-o.

— Sim, eu quero! — Olhou para o loiro ao seu lado — Fico com medo do que você falou de mim para eles.

— Relaxa, não falei nada de mais, só que você é um baixinho irritadinho.

— Há, há, há, não acreditem em nada do que ele fala, por favor.

— Pelo jeito esse idiota zoa você também — Falou o moreno, se pronunciando pela primeira vez.

— Sim, sempre que ele tem oportunidade.

— Parem de falar de mim, estão me deixando constrangido. — Porém era óbvio que ele não estava, a falta de vergonha na cara era nítida. ­

— Já que você quer entrar para a fraternidade, você está aqui para a festa que vai rolar hoje, certo? — Falou o ruivo.

— Sim, Jack me convidou, ele disse que os possíveis novos membros são escolhidos nessa festa, mas vim também para a cerimônia de boas-vindas para os calouros na universidade, que vai ter a tarde.

— Ah! Por isso você está aqui mais cedo, que horas vai ser? —Perguntou Jack.

— Na verdade daqui uma hora. — Falou olhando no visor do celular.

— Você quer que eu te leve? Mesmo as fraternidades sendo no campus, são um pouco longe da universidade, e aposto que você vai se perder.

— Valeu Jack, eu vou querer, estou meio perdido mesmo.

Os quatro ficaram jogando conversa fora, quando estava quase na hora da cerimonia Jack levou Jayden de moto para a universidade, não demorou nem 10 minutos e ele estacionou na frente do prédio onde o auditório ficava. Jay desmontou da moto e tirou o capacete, entregando-o para o maior.

—Você quer que eu te busque quando acabar? — Perguntou enquanto pegava o objeto.

— Não precisa, eu decorei o caminho, não é tão difícil quanto pensava.

— Beleza, te vejo mais tarde. — Deu partida na moto e rapidamente desapareceu da vista de Jay.

O loiro ficou algumas horas por lá, escutando os discursos infindáveis do reitor, depois foi embora, o caminho para a fraternidade era tranquilo, a brisa batia em seu rosto, o sol estava se pondo e a noite prometia, por onde passava não estava mais movimentado como antes, apenas poucas pessoas transitavam por ali, uma em especial chamou a atenção de Jayden, ele andava na direção contrária à do loiro.

 E ele era lindo, o olhar penetrante em sua direção, os olhos castanhos o observava, o rosto era anguloso e quadrado, ele tinha a mandíbula demarcada e esculpida, a testa larga e o queixo proeminente, o nariz era grande, mas acertava com seu rosto. O cabelo dele tinha a cor de castanho escuro e o corte bonito – gradual dos lados e bem alto no topo da cabeça, formando um topete jogado para trás – o tornava estiloso, a pele era bronzeada.

Tudo naquele homem exalava virilidade, Jayden não parava de olhar para ele, e o outro o correspondia, quando se cruzaram viraram a cabeça para trás ao mesmo instante, o desconhecido sorriu para Jayden, aquele sorriso era tão lindo que fez o loiro sorrir também exibindo o piercing smile. Mas nenhum deles parou, unicamente viraram o rosto e continuaram por seus caminhos.

Quando Jay chegou próximo das fraternidades, o som alto atingiu seus ouvidos, várias casas estavam dando uma festa, contudo exclusivamente três delas chamavam a atenção pelo número de pessoas, a em frente e a do lado da Kappa Sigma Pi e a própria, elas pareciam competir quem colocaria o som mais alto, muitas pessoas dançavam e bebiam dentro e fora das residências.

Jayden foi andando procurando por Jack, encontrou-o na fachada da Kappa, segurando um copo vermelho, conversando com Emmett, no segundo em que chegou a frente do loiro maior, pegou o copo da mão dele e bebeu, a bebida era forte e desceu queimando em sua garganta.

— Ei, ei, como assim você chega roubando minha bebida?! — Jack falou fingindo estar indignado, Emmett riu junto com Jay.

— Roubando ué.

— Vai pegar uma para você!

— A sua estava mais perto. — Jay falou rindo e observando o número de pessoas crescerem no local. — Nossa isso aqui está ficando bem cheio!

— Sim, essas festas são bem conhecidas, por isso acabam lotando. — Disse o ruivo.

— Mas parece que as pessoas estão se concentrando em somente três fraternidades, por que isso? — Jayden estava curioso, queria saber a razão de os outros lugares estarem mais vazios.

— Porque existem três fraternidades mais famosas na UCLA, onde todos querem entrar, a primeira é a nossa, que é a mais legal e eu nem estou falando isso porque moro aqui, imagina. — Era tão nítido que ele estava se mostrando. — A segunda é a Alpha Sigma Pi, eles são um pouco esnobes, nós temos uma certa rivalidade com eles, a casa deles é essa da frente, e a terceira é a Zeta Sigma Pi, a casa ao lado, eles são legais na maioria das vezes, a rivalidade com eles é um pouco mais saudável do que com a Alpha. — Explicou Jack.

— A irmandade Kappa Kappa Gamma, também é bem famosa, praticamente todas as meninas querem entrar nela, mas elas não costumam dar festas. — Emmett complementou.

— Entendi, não sabia que tinha isso de mais famoso, para mim todas eram iguais.

— A tradição das fraternidades que implica em elas serem prestigiadas ou não, mas vamos deixar esse papo para depois, vamos pegar mais bebida. — O ruivo disse entrando na moradia.

Por dentro era mais gloriosa do que por fora, dava para notar que era bem espaçosa, mesmo com tanta gente. Pessoas sentadas conversavam em determinados sofás espalhados estrategicamente pelo cômodo, ao lado esquerdo uma escada estava interditada com uma fita vermelha e uma placa escrita: “Proibido subir”, ao lado direito na parede, um mural enorme decorava a sala, várias fotos de ex-alunos ficavam nele, provavelmente os líderes e lendas que passaram pela fraternidade.

Eles foram meio espremidos até uma mesa próxima da entrada da cozinha, várias garrafas de diferentes bebidas estavam em cima dela, contudo o que chamou a atenção de Jayden era uma jarra grande com um líquido rosa e espumante.

— O que é isso? ­— Perguntou ele.

— É uma batidinha, o Theo sempre faz e só ele sabe o que tem aí, você não o conhece ainda, depois eu te apresento. — O loiro maior disse, pegando mais bebida, já que o baixinho tinha tomado a dele.

— E é boa? — Jay sendo curioso como habitualmente.

— Olha, é gostosa, mas acho melhor você não beber, todo mundo que bebe isso fica bêbado rápido. — Emmett recomendou.

— Ah, vou pegar um pouco só para experimentar. — O baixinho bebeu o resto que estava em seu copo para esvazia-lo e colou a bebida da jarra, tomou um gole. — Isso é gostoso, bem doce.

— Só não exagera Jay. — Jack passou a mão na cabeça de Jay, ele gostava de fazer isso, o cabelo do outro era macio.

Jayden começou a beber mais e se separou dos dois em busca de conhecer novas pessoas, conversou com algumas, conheceu um menino que também queria entrar para Kappa Sigma Pi, ele se chamava Elliott Malone e tinha a mesma idade que o loiro, 18 anos, os olhos dele eram verdes e ele era um pouco mais alto que Jay, os cabelos eram castanhos claro e a pele a branca.

Os dois permaneceram juntos um tempo, no entanto o loirinho não parava de beber aquela batida e lá dentro estava ficando quente demais, decidiu sair para o gramado, quando passou pela porta da entrada, se surpreendeu, tinha tanta gente lá fora que as festas tinham se misturado, agora era uma só, estava saindo um pouco do controle, mas assim ficava mais divertido ainda.

Uma música que o loiro gostava começou a tocar, um remix de Faded de Alan Walker, ele tinha que dançar, e foi isso que fez no meio de todas aquelas pessoas que nem conhecia. O álcool fazia-o ficar desinibido, ele tinha desenvoltura, os quadris eram soltos, olhares de desejo foram lançados em sua direção.

Assim que a música acabou, outra mais sensual iniciou-se, essa Jayden não conhecia, mas mesmo assim continuou a dançar no ritmo, sentiu alguém encostar-se a ele por trás, notou o tronco forte e virou-se para olhar quem quer que fosse. Sua visão estava um pouco embasada, porém reconheceu-o, era o homem que tinha encarado enquanto estava vindo para a festa.

 

“Now you say I got a touch, so good, so good”.

“Agora, você diz que meu toque é tão bom, tão bom”.

 

— Posso dançar com você? — Perguntou o moreno.

Se ele queria dançar, não iria negar, ainda mais para aquele homem tão bonito, Jay enlaçou os braços no pescoço do outro, chegando bem perto, colou a boca no ouvido dele.

— Sabia que seu sorriso é lindo? — Estava se referindo ao sorriso que trocaram horas antes.

— Obrigado, e você, sabia que é inteiramente lindo? Dos pés à cabeça. — A voz rouca arrepiou o loirinho inteiro, moveu sua mão até a cintura de Jay, dançando junto com ele. — Meu nome é Damon e o seu?

 

“And syncopate my skin to your heart beating”.

“E sincronizar minha pele aos batimentos do seu coração”.

 

— Jayden. — Respondeu, uma das mãos que jazia no pescoço foi descendo, passando pelo braço definido e parando no abdômen esculpido, Jayden sentiu vontade de enfiar a mão por debaixo da camisa dele, contudo resistiu com o pouco de sanidade que lhe restava. — Prazer.

— O prazer é meu, você é calouro?

— Sim eu sou, entrei agora na universidade. — A batida da música era contagiante.

 

“You say I give it to you hard, so bad, so bad”.

“Você diz que eu dou para você pra valer, tão boa, tão boa”.

 

— Entendi, isso explica por que nunca te vi por essas bandas. — Damon não parava de olhar para a boca de Jay, estava claro que ele queria beija-lo e não ficar conversando, o loiro percebeu isso e também estava afim, portanto sem enrolação aproximou a sua boca da dele.

 

“Baby, let me be good to you, good to you, uh-huh”.

“Querido, deixa eu te fazer bem, te fazer bem”.

 

O beijo era quente, as línguas se enlaçavam uma na outra, a sincronia era perfeita, os corpos colaram um no outro, a mão de Damon afundou no cabelo loiro, e Jay agarrou a camisa colando mais ainda os corpos, tudo em volta não existia mais para eles, o frio de tesão atingiu em cheio a barriga de Jayden, não queriam se separar, porém o folego acabou.

Afastaram-se e se encararam por alguns segundos, ambos sabiam que queriam mais, beijaram-se de novo, com mais urgência, o beijo partiu novamente.

— Você quer ir pra outro lugar? — Damon sussurrou no ouvido do outro perguntando.

— Aham. — O pequeno nem pensou duas vezes.

— Então não sai daí, vou pegar uma bebida pra mim, você quer? — Jayden assentiu — Já volto! — Jay viu o outro ir em direção a Alpha Sigma Pi, merda, ele tinha ficado com um rival, mas não deu tanta importância naquela ocasião, encontrava-se bêbado e não queria pensar nisso agora, continuou dançando.

De repente seu braço foi puxado e alguém o beijou, ele pensou que fosse Damon, entretanto quando os lábios se separaram viu a burrada que havia feito, quem o beijou foi Logan, e Damon estava com dois copos nas mãos, os observando com cara de poucos amigos.


Notas Finais


Então é isso gente, se gostarem comentem, se não comentem também, a opinião de você é super importante!
Só para esclarecer, irmandades são só para meninas e até onde eu sei fraternidades é só para meninos, mas eu vi em alguns lugares que pode ser mista.
Beijos e até o próximo capítulo :3

Referencias sobre Westwood, para quem quiser saber um pouco mais:
http://www.cafeviagem.com/westwood-los-angeles-ucla/
https://www.airbnb.com.br/locations/los-angeles/westwood
http://pt.thetimenow.com/united_states/california/belvedere


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