História Freak - Capítulo 21


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Himuro Tatsuya, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Murasakibara Atsushi, Shougo Haizaki, Takao Kazunari
Tags Aberração, Akakuro, Aokise, Aomine Daiki, Fraternidade, Haizaki Shougo, Kise Ryouta, Midotaka, Murahimu, Universidade
Visualizações 164
Palavras 978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Harem, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então galerinha, deu uma chuva com vento bem fortes aqui onde eu moro, e a antena da internet caiu. Como eu moro em apartamento, a gente precisou esperar o moço vir arrumar, e ele só fez isso hoje de tarde. Desculpeeem!! Não desistam de mim por atrasar assim, juro que nunca é por querer!

No capítulo anterior...
"- Bobagem – disse Himuro sentando-se ao lado do noivo – O que precisam?
Ah, merda. Mãe, vá preparando o meu caixão.
Os olhos de Akashi brilharam e ele se inclinou pra frente enquanto entrelaçava os dedos no colo. Um sorriso brincava em seus lábios.
Sádico maldito.
- Atsushi – virou-se para o gigante, que o encarou com curiosidade – precisamos de uma poção do amor."

Capítulo 21 - Parte 1 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Freak - Capítulo 21 - Parte 1 - Capítulo 21

Aomine Daiki

            - Ele vai me molestar! – gritei enquanto saltava por cima da mesa de centro da sala pelo que poderia ser a segunda ou a vigésima vez, com Himuro atrás de mim, e algemas com peluches cor-de-rosa nas mãos. Eu nem queria saber por quais lugares aquela coisa havia passado.

            - Bobagem – garantiu fechando a passagem para a cozinha e, consequentemente, para a porta dos fundos. Xinguei-o e mudei a direção – Se eu quisesse molestar alguém, iria molestar o Atsushi.

            Gemi.

            - E isso me faz sentir muito melhor.

            Passei pelo sofá, onde tanto Murasakibara quanto Akashi estavam sentados, e era surpreendente a agilidade com que os dedos finos passavam por entre os fios violetas, deixando algumas dúzias de trancinhas pelo caminho.

            - Sabe que se cooperar vai ser tudo mais rápido, e mais fácil – alfinetou meu dito melhor amigo, provavelmente divertindo-se ao tentar me ferrar pela quinquagésima sétima vez seguida.

            Belo melhor amigo.

            Não me leva a mal, eu realmente não acreditava que as tais “poções do amor” que a mãe do gigante vendia pelo preço dos olhos da cara fossem, de fato, poções mágicas. Aquilo era, no máximo, um afrodisíaco bem potente. Se eu dissesse isso para Kise ele iria, basicamente, ficar com uma vontade imensa de cruzar como um animal no cio. Então, se eu fosse ágil o suficiente, estaria lá para ajuda-lo com o pequeno problema – pelo menos, eu achava que era “pequeno” –, ele se apaixonaria por mim, largaria Haizaki (bônus!), tiraríamos a foto, e sairíamos todos felizes daquela história.

            O problema era: eu teria que realmente transar com o cara. Isso definitivamente NÃO era bom. Não sou nenhum gay pra ficar dormindo com homem.

            E mesmo que eu fosse, a Aberração do Campus estaria em último lugar na minha lista de possíveis conquistas.

            Após todos esses argumentos, a única conclusão lógica, e óbvia desde o começo, se você me perguntasse, que se podia tirar daquilo era: o plano de Akashi era horrível, então tínhamos que enterrá-lo e ir embora. Simples assim.

            - Por que não fazemos você beber, então? – gritei de volta – Os resultados seriam os mesmos!

            Seijuurou franziu o nariz.

            - E eu lá tenho cara de quem faria sexo com a Aberração do Campus? – fez uma careta de nojo. Desgraçado – Sou uma existência divina demais para precisar manchar minha dignidade com isso.

            Trinquei os dentes. Eu estava a ponto de fazer a existência divina demais dele desaparecer da face da Terra.

            - Ah, e eu posso? – Akashi deu de ombros, finalizando mais uma carreira de trancinhas no cabelo de Murasakibara.

            - Você é você, Daiki – disse como se não fosse nada, e eu tropecei no tapete felpudo da sala enquanto tentava escapar para o corredor e, quem sabe, me jogar por alguma janela, caindo com tudo no chão – Você está lindo, Atsushi.

            Himuro jogou-se em cima de mim, pouco ligando para meus gritos e súplicas por misericórdia, prendendo meus braços pra trás e me algemando com aquelas coisas nojentas. Merda, eram tão fortes quantos algemas de verdade, com a adição de confortáveis.

            - Obrigado, Aka-chin.

            - Vamos, Aomine, seja um bom menino e fiquei quieto – disse o emo em um tom de voz agradável, como se estivesse comentando sobre o clima, ou sobre os biscoitos que fizera na semana anterior.

            Choraminguei.

            - Eu não sou um cachorro! – gritei, e foi com tristeza que vi o olhar debochado de Akashi na minha direção, como se dissesse Oh, tem certeza disso?

            Como foi que eu vim parar com esse tipo de companhias? Onde estava Midorima quando precisávamos dele, para trazer um pouco de normalidade para a situação?

            Fui jogado no sofá, e os três demônios se ergueram acima de mim. Himuro, com o olho verde cintilando e um sorriso sinistro; Akashi, com uma expressão de satisfação e uma tesoura brilhando perigosamente nas mãos; e Murasakibrara, me encarando com seus olhos preguiçosos ameaçadores e cabelos em uma confusão de trancinhas.

            Nunca fui muito religioso, mas naquele momento eu rezei.

            - Não se preocupe, Daiki. Não vamos fazer nada com você – disse Akashi antes de me amarrar.

            Observei incrédulo enquanto os três se sentavam nos outros sofás e Murasakibara saia para buscar um copo de água ao noivo. Me permiti uma pitada de satisfação. Como quarterback, eu era acostumado a correr e agora nem suava, mas Himuro parecia a um passo de pôr os bofes pra fora. Bem feito pra ele.

            - Então, por que precisam (obrigado Atsushi) da poção do amor? – perguntou Himuro tomando um gole da água e tentando se acalmar. Acenou para onde eu estava – Parece algo sério.

            Akashi deu uma risadinha e expôs a situação, adicionando acontecimentos desnecessários e claramente inventados como: “humilhou-se e foi rejeitado”, ou “deu um pontapé e o chamou de feio”.

             Você vê o quão injustiçado eu sou? Mesmo as minhas intenções sendo as melhores possíveis, veja só o que me acontece.

            Quando a história terminou, Himuro já estava empoleirado no colo de Murasakibara, o cenho franzido e o lábio sendo mastigado entre os dentes. Parecia preocupado, e quase gostei mais dele por aquilo.

            - Mas você não é homossexual, é, Aomine?

            - Não! – berrei, apenas para que não houvessem futuros enganos sobre aquilo.

            O emo assentiu.

            - Como imaginei – entrelaçou os dedos nos do noivo – A poção do amor vai se tornar desagradável pra você desse modo.

            Rolei os olhos e me preparei pra dizer que aquilo era óbvio e que estava pronto para eles me desamarrarem para eu ir esperar no carro, mas Akashi sempre precisa ter a última palavra em tudo.

            - Sim, e embora eu ache que faria bem a ele essa nova experiência...

            - O quê? – gritei, mas ele continuou como se eu nunca tivesse falado.

            - Como o gênio que sou, preciso deixar todos felizes e, naturalmente, tenho um plano – seus olhos coloridos brilharam de animação.

            Deus me ajude.


Notas Finais


Yep, eu sei que esse capítulo não está muito legal, mas quando eu escrevi ele, eu tava bem naquela época em que estava desanimada com a fanfic, e ele acabou indo pra uma direção totalmente contrária a que um imaginava no início. Mas beleza, a estória tá andando bem.

O que acharam?


Próximo capítulo: POV Kuroko, finalmente hehe


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