História Freak Out - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Avril Lavigne
Personagens Avril Lavigne, Personagens Originais
Tags Ação, Avril, Drama, Personagens Originais, Policial, Romance Policial, Suspense
Exibições 23
Palavras 2.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hoy, tudo bom? *o*
Queria dizer que por enquanto estou atualizando a cada cinco dias (antes eram quatro mas enfim) e não tenho certeza se continuarei nesse ritmo por muito tempo, porém a intenção é atualizar toda semana de alguma forma ~foi só citar que tenho certeza que algo sairá dos planos, fiquem vendo ;-; ~ Ah, escrevi esse capítulo ao som de Who Knows da Avril.

Bem, desejo uma boa leitura! 💜

Capítulo 15 - Quem Sabe?


Fanfic / Fanfiction Freak Out - Capítulo 15 - Quem Sabe?

 

Estava entediada espalhada pelo sofá com os pés em cima da mesinha de centro mudando o canal da tv buscando por algum programa interessante. Afinal, o que houve com o meu sábado? Não tinha muita coisa acontecendo e o tédio estava quase me consumindo por completo quando ouço alguém chegando apressado.

Sentei num pulo, ajeitando a postura. E quando vi quem era, retornei ao estado anterior — Vamos, maninha! Você precisa sair dessa foça, vem – insistiu Matt tentando me convencer a ir em um jogo de basebol com ele.

Emiti um grunhido exaurido — Não quero, toda vez que saio de casa acontece alguma coisa.

— Você está assim por Michelle, certo? – assenti, não sentia disposição em bancar um reencontro nada amistoso com ela no momento — Fique tranquila que Mich nem estará lá.

Arqueei a sobrancelha, desconfiada — Ah é? E como posso ter certeza?

— Está passando o final de semana fora, a briga de vocês duas também mexeu com ela – explicou. Dei de ombros, pouco me importava saber dela — E então, o que me diz? – propôs fazendo uma careta e induzindo-me a aceitar.

Bufei, levantando lentamente do sofá com sua ajuda e indo me arrumar para acompanhar esse mala até o estádio, aposto que estava aprontando alguma! Das últimas duas vezes que ouvi seus conselhos me meti em encrenca das grandes.

 

...

 

Chegando lá, fiquei acomodada assistindo a partida atenciosamente e ao mesmo tempo dispersa, minha mente vagava em outra dimensão. Sentia a culpa me corroendo, queria muito fazer as pazes com minha irmã mas em contrapartida sabia que sua resposta seria um redondo e sonoro não.

Meu irmão saiu por uns minutos. Passei a mão pelo cabelo tentando ajeitar e acabando de bagunçar mais ainda — Avril? – ouvi um chamado, virei a cara apressada buscando por entre os torcedores alguém conhecido pois a voz me era familiar. Ao lado lá estava ele, o moço do estúdio. O que me entregou o boné e até hoje não sei o nome — Tudo bem? – perguntou com um sorriso amigável.

Assenti, sorrindo de volta — Oi! – levantei para cumprimentá-lo — Estou bem e você?

— Bem também.

— Sente-se aqui – ofereci apontando para o espaço vago ao lado. Relutou um pouco antes de aceitar — Não esperava encontra-lo aqui hoje, nem sabia que torcia para nosso time.

— E não torço – respondeu.

Franzi o cenho confusa — Então o que faz aqui? Sai, sai! Fora – tentei o empurrar de leve para frente sem conseguir mover um milímetro.

Riu, desvencilhando-se — Calma, calma! Eu não vou vaiar nem agourar seu time.

— Mas eu vou! Uuuuuh! – coloquei as mãos perto da boca para ressaltar a vaia com mais clareza.

— Não precisa de tanto, pare – tentou me fazer parar e eu escapei vaiando mais alto ainda.

Uma ideia passou por minha cabeça — Sabe que se descobrirem isso você pode ser linchado né?

Assentiu com um olhar meio cauteloso, sussurrando — Mas você vai guardar segredo, certo?

Ponderei, pendendo a cabeça para o lado — Hum... Vou pensar no seu caso!

Dito isso, avistei Matt próximo de nós me encarando por eu ter ocupado seu lugar. Ele me olhou bem fixamente, depois para o cara ao lado para enfim se pronunciar. E antes que emitisse uma só palavra, gesticulei com as mãos — Você poderia pegar uma bebida?

— Eu já estou com duas bem aqui! – ralhou, fuzilando-me com o olhar.

— Ah! – exclamei como se uma lembrança consumisse minha mente — Acho que vi sua esposa ali lá na frente, bem perto lá do outro lado – apontei para a direção oposta.

Fitou-me cético — Tem certeza? Que eu saiba ela está via...

— OI! – levantei num pulo acenando para o nada — Alá, está vendo? – desci o degrau indo em sua direção e o empurrando — Vai, vai! – ele deslocou-se com dificuldade, mas decidiu ouvir meu conselho, afastando-se assim que possível.

Quando retornei ao meu lugar, ele já estava de pé pronto para sair — Acho que já vou indo, não quero atrapalhar. – deu uns passos para frente caminhando por entre as pessoas.

— O quê? Matt? Meu irmão já foi se encontrar com a esposa, atrapalha nada. Eu fiz um favor a ele! – comentei sorrindo forçado e sentando novamente em meu lugar. Encarou-me com certa desconfiança, depois voltou o olhar para trás esboçando uma careta descontente por entre os espectadores. Fora quase a mesma expressão que vi na face de Kendrick outrora vez — Está metido em confusão? Tem algum maníaco atrás de ti? Porque se for, pode ficar bem aí ou muito longe de mim que não quero mais perrengues! – falei um tanto apreensiva, fazendo uma careta.

— O quê? Não, não. Espera, como assim já passou por isso?

— Do que você está falando?! – passei a mão pelo cabelo bagunçando-o novamente.

Sentou ao meu lado, virando em minha direção comentando em um timbre baixo que estava desviando de uma pessoa estranha. Perguntei quem e ele respondeu que não sabia, era uma espécie de fã maluca e obsessiva ou admiradora, nem o próprio sabia explicar, só sentia que estava sendo perseguido havia umas semanas — Por que não contrata seguranças? – perguntei receosa.

— Não sou tão desesperado a esse ponto. É só que sei lá, já vi essa garota em muitos lugares os quais frequento. No começo achei que fosse coincidência, mas agora...

— Não está metido em encrenca não né?

— Eu não!

Fiz uma careta descontente — Ah que pena! Adoro uma confusão – brinquei. Riu dizendo que eu era louca e controvérsia. Depois perguntei quem era a moça e ele a descreveu, apontando discretamente para uma mulher ao longe. Tentei enxergar e distinguir a pessoa, porém não a encontrei. Será que ele estava ficando louco ou havia mesmo alguém atrás dele?!

Não sabia se seria sincera ou mentiria dizendo que a vi para ser educada, por fim acabei dizendo a verdade. Então ele se pôs de pé e pediu para que eu continuasse olhando discretamente para aquela direção e quando passou a dar alguns passos uma mulher que batia com a descrição dada antes fez o mesmo. Em seguida, ele retornou a se sentar no meu lado.

Isso sim era perigoso! Ele mudou de assunto dizendo que esse não era muito adequado ao local, passamos então a acompanhar o jogo. Meu time estava perdendo por bem pouco. Olhei em sua direção — A propósito, eu ainda não sei seu nome. – ele me parecia familiar como se já tivesse visto seu rosto antes.

Voltou o olhar para mim — Brody – pronunciou, sorrindo — Jenner. – completou então, estendendo a mão em minha direção — Prazer em conhecê-la, Avril.

Sorri em resposta, cumprimentando-o — Digo o mesmo! – respondo, depois retornamos a assistir o jogo. Olhei para o céu, o tempo estava fechando formando uma chuva, uma ideia súbita percorreu minha mente — Já sei como despistar!

— Como?

Virei o corpo para trás de frente aos torcedores — Esse cara aqui – apontei para ele — Está participando de uma campanha quase instantânea! Quem ficar mais bem charmoso de pé com o guarda-chuva aberto ganha um prêmio como garoto propaganda de uma revista! – inventei a lorota mais mal feita da face da terra torcendo para que funcionasse.

Os rapazes me olharam descrente, até mesmo Brody possuía uma careta aturdida. E quando menos esperava, eles se levantaram e abriram os objetos. Peguei o meu que estava embaixo do banco e o abri, puxando ele pelas mãos e o conduzindo por entre as pessoas sem olhar para trás.

Saímos da arquibancada indo parar na entrada o estádio. Ele se soltou, contemplando-me com cara de espanto — Essa foi uma boa jogada! Não imaginei que fosse...

— Tão rápida? Pois é, devo ter sido detetive na outra vida! – gabei-me com o peito cheio de ar e mãos na cintura conforme remexia o corpo, rindo.

— Tem razão – caiu no riso também. Foi engraçado e divertido, corremos pelo corredor tão apressados que ele quase escorregou no piso, mas isso era negado de toda forma — Você é muito esperta!

— Obrigada!

Mudou a expressão — Ei, você ouviu isso?

— Isso o quê? – franzi o cenho olhando para os cantos.

Um alto-falante perto de uma barraquinha escancarava um anúncio. Como se uma brilhante ideia o consumisse, Brody olhou para mim — O circo voltou para a cidade por essas semanas, que tal ir ao espetáculo?

— Quem? Eu? – olhei para os lados novamente, apavorada.

— Isso é um não? – pendeu a cabeça, fitando-me.

Mordi o lábio — É... Bem, não estou muito a fim de sair e essas coisas... Sabe, eu quero paz. – respondi tentando não soar grosseiramente, não queria afastá-lo mas também um show no momento não sei se seria uma boa ideia.

— Tudo bem, entendo. Deixa para a próxima – forçou um sorriso amigável, recuando passos e afastando-se aos poucos — Tenho que ir ver o placar, já volto.

— Espera! Para que ver se já sabe que o meu time ganhou?

— Quê? – cessou os passos, observando-me desdenhoso — Você viu os pontos? O meu estava ganhando!

Dei de ombros — De virada é mais prazeroso.

Gargalhou antes de encarar-me cético — Não seja iludida! Quer apostar?

— Não preciso, sei que estou ganhando – virei a face convicta de que havia realmente virado o placar. Baixei os olhos fitando o chão conforme a caixa de som persistia enunciando o circo e suas apresentações. Lembrei-me de Raziel que era uma quiromante e essa época era proveitosa para seus frutos. E agora não seria mais. O que eu estava fazendo comigo? Quem sabe o que vai acontecer? Não precisava de motivo, certo? A única certeza é que amanhã será um novo dia, então o que me resta é viver — Sim.

Franziu o cenho — Sim?

— Eu aceito ir lá... No negócio. Palhaços, malabarismo. Quedas, adivinhações... Buh! – expressei com as mãos elevadas gesticulando as formas.

Seus lábios moldaram um sorriso — Ótimo! Eu lhe pego na sua casa às 20h?

Neguei — Não... Que tal nos encontramos lá? – afinal eu também sabia o local em que seria a apresentação de acordo com a divulgação e não queria que soubesse meu endereço logo de cara. Brody concordou sem hesitar. Trocamos os números pois senão não saberíamos o dia certo. Em seguida, disse que iria embora e perguntou se queria uma carona, respondi que iria aguardar Matt retornar.

Ele se foi e eu ali fiquei encostada na parede perto da saída esperando por meu irmão. Demorou um bom tempo para que nos encontrássemos, resmungou que esteve me procurando esse tempo todo. E depois me convidou para ir jantar numa pizzaria e é claro que eu já estava lá só em comentar.

 

...

 

No dia seguinte, aproveitei para preparar um almoço. De tanto que eu gostava de uma pizzaria até parecia que só sabia disso! Fiz a massa com todo carinho e dedicação, porém na hora de servir percebi que seria apenas eu e apenas... Eu.

Baixei os olhos, sentando-me na cadeira e aproveitando a refeição o máximo possível. Sentia-me solitária, meu pai estava fora da cidade pescando, minha mãe muito provavelmente ocupada em algum lugar, Matt com a família e Michelle que vinha aqui com mais frequência nem quer mais olhar na minha cara.

Decidi não ficar remoendo a discussão, afinal eu errei tanto quanto ela. Após almoçar, pensei em ir visitar os irmãos detetives, tinha dado um tempo para respeitar seu luto mas a curiosidade em saber algo mais sobre a morte da quiromante e relação com Everly.

Estava em frente à porta aguardando ser atendida tinha uns cinco minutos, iria desistir se não ouvisse passos apressados avisando que já vinha. Quem abriu a porta era o mais novo, Benedict — Ah, olá! Entre – exclamou sorrindo apontando para dentro.

Adentrei lentamente pedindo licença — Seus irmãos estão aqui? – perguntei me acomodando no sofá.

Ele assentiu com um sorriso fraco direcionando o olhar para uma porta do outro lado onde vinha uma gritaria — Estão na sala da mamãe resolvendo uns assuntos – falou um tanto forçado como se tivesse algo errado.

De dentro do cômodo ouvi os dois discutindo — Não, Damien! Você não pode se tornar um quiromante!

— Eu posso sim!

— Você nem sabe ler mão!

— Mamãe também mal sabia!

Silêncio por alguns segundos — Não diga isso, mãe Raziel sabia ler mão sim! O que ela não sabia eras as previsões, é diferente! – defendeu agora com o tom de voz mais elevado e irritado.

— Independente disso é o nome de nossa mãe, temos que deixar um legado para ela!

— Você vai estragar o nome dela!

— Eu vou e ponto final. – retrucou, os dois continuaram aos berros lá dentro.

Boquiaberta, fiquei quieta num cantinho esperando a confusão abaixar, Benedict avisou que iria interromper e comunicar minha chegada, insisti que ele aguardasse mas não me ouviu. A discussão dos dois pausou por um momento e então ouvi aquele detetive ralhar — O que aquela tampinha quer dessa vez?!

Levantei do sofá irada, cerrando o punho e gritando de volta — Quem vê você é muito alto né o carcereiro de gaiola! – berrei para ele. A porta se abriu e o infeliz veio em minha direção furioso.

— Olha quem fala, surfista de enxurrada!

— Domador de camarão!

— Alpinista de formigueiro!

Grunhi — Pedreiro de lego!

Deu de ombros — Pelo menos continuo sendo mais alto que você, noiva de bolo.

Sorri desdenhosa — Até seu irmão mais novo é maior do que você!

— Pelo menos não sou eu que tenho 1,55m de altura.

— E você que não tem mais de 1,65m pelo visto? – retruquei.

Deu um passo à frente me encarando — É 1,68m!

Ouvi Misty tossir tapando a boca com a mão — Sete, cof cof!

Benedict interviu — Não era nove?

Damien começou a ficar vermelho de raiva, curvando e grunhindo — CHEGA VOCÊS DOIS! – bradou, gesticulando as mãos para o alto furioso — Pouco importa, eu cresci desde aquele ano ok?! Agora termina com setenta e acabou! – decretou, batendo o pé no chão.

Revirei os olhos, baixinho não assumido. Depois da confusão, a consultora comentou que era bom me ver e tinha novidades para contar. Como por exemplo, havia recebido uma caixa com pistas sobre a primeira vítima e que estava tentando associar à sua mãe — Eu juntei as peças soltas do recorte de jornal utilizado até chegar em um específico de uma universidade. – pronunciou, pousando a caixa na mesinha de centro para que eu olhasse.

Ela era enorme com contorno amarelo. Retirei a tampa — Isso parece ter sido trabalhoso – comentei enquanto retirava uma fotografia de dentro. Virei para analisar se havia algum escrito atrás.

— E foi, ela passou horas e dias vidrada nisso. Enquanto isso, busquei por Daren Hawes, o amante da senhora Devenporth, nas redes sociais. Contudo, ficou difícil pois não faço ideia de como seja o rapaz. – completou o detetive.

— Bolamos um plano e é aí que você entra – anunciou ela apontando para mim. Levei a mão ao peito surpresa enquanto o irmão a reprimia.

— O quê? Você quer por uma testemunha para atrapalhar a investigação? Me dê um motivo para leva-la!

Cruzei os braços arqueando a sobrancelha e batendo o pé no chão — Preciso lembrar que ainda posso lhe denunciar por assédio? – rebati sorrindo triunfante.

Fez uma careta concordando — Está vendo, esse é um bom motivo!

— Espera – agora foi o mais novo que interrompeu — Você assediou ela?!

— Ele invadiu o banheiro feminino – explicou a irmã.

— Mas o que você tem na cabeça?! Por que não me chamou que... – Misty deu a volta e se aproximou dele com a tampa da caixa acertando-o na cabeça com força — Ai!

— Deixa de ser idiota, isso foi arriscado!

Bufei, jogando o corpo no estofado do sofá e perguntando quando é que iriam contar o plano. Os três se arrumaram e deixaram de implicância contando por fim o esquema — Como você é uma figura de prestígio, pensamos em lhe por na escola juntamente com Bene que é jovem e tem esse ar estudantil. Sendo assim, você poderia fingir estar interessada em colocar um primo distante para estudar lá e nós iremos acompanhar para “ajudar” na escolha de nosso irmão – introduziu a consultora parada em minha frente com uma expressão séria — Então enquanto vocês despistam o instrutor, Dam e eu buscamos por alguém que se encaixe no perfil.

Fiz um bico — Mas eu também queria ajudar a procurar!

— E vai, conforme vocês dois vão por um lado, nós iremos em outro. Combinado? – assenti de imediato. Ela sorriu e observou os irmãos pelo canto dos olhos, ambos estavam quietos prestando atenção em sua explicação — E então, vamos caçar um suspeito?

Levantei num pulo retirando a chave do carro do bolso e a elevando para cima, balançando-a — Claro! – exclamei, sorrindo empolgada e acompanhando os três até a saída. 

 


Notas Finais


Who knows what could happen 🎶 // Altura é um assunto delicado ;-;

Espero que tenham gostado, nos vemos no próximo, sim? *u* 💖


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