História Freaks - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Circo, Citação A Yoonkook, Cross-dresser, Drama, Taegi, Terror, To Sem Ideia De Tag, Tretas, Vjin, Vsuga, Yoonkook
Exibições 269
Palavras 1.440
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTEEEE fiz umas mudanças drásticas na fic (já q os personagens originais tavam meio.... mé)

A Tiffany agora é o Jimin (pra quem lê a fic desdo começo ... tipo, duas pessoinhas)

O Marco agora é o rapmon!

Se quiserem ler de novo para não confundir... mas pf, n abandonem a fic só por preguiça de ler de novo ou de tentar entender. To tão #chateada sabe... melhor parar de falar, ninguém lê isso msm...

Capítulo 4 - Your help




*** Quebra de tempo***


 -Senhoras e Senhores, o mais respeitável público. Sejam bem vindos ao Psyco Circle! Estamos aqui para proporcionar a vocês uma noite inesquecível! - dei uma última olhada no espelho, eu me achava ridículo e … Estranho, não de um jeito ruim. Um frio na barriga incômodo surgiu quando  Tiff me puxou para perto do palco - Então, se segurem em suas cadeiras e aproveitei este dia, que entrem os palhaços!


 Suspirei aliviado, não seríamos os primeiros a nos apresentarmos. Comecei a fazer o aquecimento. Dois anos de treinamentos intensos serviram para algo, aliás, agora eu conseguia fazer diversos tipos de aberturas, mas como ter dificuldade em algumas posições era preocupante, decidimos que na minha primeira apresentação iremos com algo mais fácil : Fitas… Não eram realmente fáceis mas era algo em que tinha confiança. Por acrobacia ser muito ligada ao sexo feminino, me obrigaram a usar uma roupa deste sexo. Minha roupa era de tecido delicado, provavelmente seda e se resumia a : um espartilho, uma saia rodada com babados e rendas, tudo em branco deixando assim, minha pele ainda mais pálida.


 Adornando minhas coxas estava uma meia calça preta, esta que era presa a minhas roupas íntimas por meio de uma cinta liga negra, ambas combinavam perfeitamente com os pequenos detalhes do espartilho. Falsos cachos loiros faziam meu pescoço coçar e a maquiagem me irritava um pouco, mas meu maior medo era que descobrissem que sou homem. Era tão vergonhoso e humilhante… Mas eu não podia fazer nada… Apenas sorrir, fingir estar bem e entreter essas pessoas de uma forma que esse dia fique marcado para sempre na vida dessas pessoas.


 -Que venham nossas musas acrobatas! - ergui o queixo e abri o sorriso mais convincente que consegui. Entrei junto com a morena, exatamente os mesmos movimentos, respirando ao mesmo tempo, tínhamos que ser sincronizadas, impecáveis, pois para muitos, o circo era a escória, mas para poucos uma arte. Enrolei ambas as mãos no tecido preso ao teto que arrastava no chão, antes de subir, prestei atenção no público nos incentivando. Escalei o pano e quando chegamos a cerca de três metros começamos real show.


 Com muito esforço, consegui abrir ambas as pernas, me apoiando apenas no pano preso entre as mãos. Saltos, delicadeza, sutileza, feminilidade, atração. Me disseram para imaginar que o tecido e eu éramos um, me agarrar a ele como se minha vida dependesse dele e dominá -lo como o mais atraente dos homens. Prendi meu pé com um nó rápido e inclinei meu corpo para baixo o suficiente para formar um arco. Querendo ou não o perigo fazia meu corpo arder e os gritos do público me instigavam. Estávamos no final e apenas faltava uma  última acrobacia, prendi o tecido na cintura e num último suspiro me soltei, indo de encontro ao chão.


  A plateia gritou de medo, porém antes de morrer por causa da queda, o pano nos segurou e ficamos suspensos a poucos centímetros do solo. Coloquei os pés no chão, me soltei e dei as mãos a garota morena, nos curvamos brevemente e saímos para os bastidores, as pessoas que nos assistiram ainda gritavam e pediam por mais, aquilo era de certa forma gratificante. A primeira coisa que fiz foi tirar a peruca, ela me incomodava e fazia calor, depois me joguei no chão, para recuperar o fôlego perdido. 


  Várias pessoas transitavam por aquela área, mas mesmo assim não me importei e tirei aquele corpete que machucava. Respirei e inspirei, olhei artistas passando e ouvi as reações das pessoas lá fora, até que pensei em dar uma volta. O picadeiro tinha ficado pronto alguns dias, a estrutura de tecido listrado vermelho e amarelo podia ser vista a quilômetros de distância, muitas pessoas vinham pelas apresentações, outras no entanto vinham apenas para ver os enjaulados. 


 E a ideia de fugir? Descobri que era praticamente impossível. Os uivos que eu ouvia de noite eram cães que rondavam toda a extensão do circo, eram enormes, ferozes e não deixavam ninguém entrar e nem sair. Claro, eles não andavam soltos. Seguranças enormes e parrudos guiavam os animais…. Não sabia se deveria ter mais medo dos homens ou dos cachorros praticamente gigantes.


 Coloquei uma blusa branca, coloquei uma calça e me infiltrei no meio da multidão como se fosse apenas mais um. As coisas que aconteciam por aqui não eram as mais divertidas, cheguei até a ficar com pena dos monstros, que eram covardemente apedrejados sem chances de se defenderem. Andei até escurecer, as pessoas já não podiam mais entrar e os que faziam parte do circo descansavam, a maioria estava jantando assim como eu. 


J hope sentava - se ao meu lado, exibia um grande sorriso, se gabando do sucesso de bilheteria que tinha sido o primeiro dia, mas eu não conseguia compartilhar da mesma alegria e mantinha minha face emburrada - O que foi docinho? - o dono era uma pessoa muito bem humorada, mas em meio a suas piadas, era sempre possível perceber tons maldosos e maliciosos; com certeza ele era muito mais assustador do que aparentava e por isso, eu decidi ficar sempre em alerta perto dele.


 -Nada, só estou um pouco cansado - digo enquanto tentava desvencilhar a mão do mais velho de minhas coxas. Ele já estava extremamente bêbado, mas não percebi isso pelas garrafas vazias ao seu lado e sim pelo seu hálito próximo ao meu pescoço. 


 -Sabe, você conquistou minha confiança nesse breve período de tempo que esteve aqui conosco - agradeço timidamente, não gostava do rumo que essa conversa estava tomando - Não me agradeça, ao invés disso me faça um favor. Pegue o coração mais sangrento que tiver na cozinha, coloque num saco de pano e leve até aquele trailer lacrado. Tome cuidado, pois um mínimo deslize e aquela criatura arranca -lhe a jugular - me deu um molho de chaves e depois voltou a beber. Mordo minha unha, me levanto meio receoso e saio com passos lentos.


 Rodei o objeto em mãos, pensando se deveria mesmo fazer isso “É uma ordem… Deve ser cumprida, não é? ... Desde quando é tão obediente Yoongi? Será que eu acabei mudando e nem percebi? … Talvez”. Fui até a cozinha, peguei com Luca o que me fora pedido e rumei ao trailer mais distante da tenda “Será hoje que descubro o que tem aí dentro?”. Me aproximei com cautela, abri a pequena porta com medo me encolhi com medo de ser atacado. Novamente nada. “Deve estar de brincadeira comigo” jogo a sacola lá dentro de qualquer jeito e depois fecho a porta com o cadeado enferrujado. 


Esperei algo acontecer, depois de um tempo acabei desistindo, apertei o lampião entre os dedos e me afastei aos poucos, iria voltar para a festa, mas uma voz grossa masculina me chama a atenção e faz com que meus movimentos se cessem no mesmo instante  -Quem é você? Seu cheiro não é o mesmo que o do velho  - olho ao redor procurando quem pudesse ter dito isso, porém, eu estava sozinho praticamente no meio do nada e o único lugar que aquilo poderia vir era do vagão.


 -S-Sou Min Yoongi, sou novato aqui no circo… Quer dizer, não por muito tempo. Definitivamente vou arranjar um jeito de sair daqui - digo tentando não transparecer o medo que eu sentia naquele momento, “ tinha alguma coisa lá dentro afinal”.


 -Sabe novato, se eu fosse você não andaria por aí de noite tão desprotegido… Qualquer um poderia te atacar e rasgar essa sua pele. Fincar os dentes não tira -los até ver todo o sangue do seu corpo jorrar para fora - engulo seco.


 -P- por que alguém faria uma coisa dessas?! - aperto minha roupa entre os dedos, eu estava morrendo de medo, mas de alguma forma não conseguia sair do lugar, sentia como se meus pés estivessem colocados rente ao solo. 


 -Diversão, prazer… Ou até mesmo vingança… - ouço um barulho não muito longe - É melhor se apressar ou vai mesmo acabar sendo devorado pelos cães do inferno - ri fraco, mas foi o suficiente para fazer todos os pelos do meu corpo eriçarem. “ Já deu pra mim” começo a correr em direção a um local seguro. 


 Sinto minhas pernas fraquejarem e a grama que antes predominava no solo, se torna mais rala. Adentrei a tenda da Tiffany sem fazer barulho, deitei em minha cama e olhei para os panos pendurados no teto - Definitivamente tenho que sair daqui… Nem que eu morra tentando - roo minha unha e me deito, ainda sentia aquela voz grave ressoar em meus ouvidos… Ah, parece que hoje não durmo. 
 


Notas Finais


to taum desanimada com a fic genti


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