História Freebase [Meanie] - Capítulo 23


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Seokmin "DK", Personagens Originais, Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN"
Tags Drama, Fluffy, Jeon Wonwoo, Jeongcheol, Jun, Kim Mingyu, Lemon, Love, Meanie, Menção Junshua, Scoups, Soonhui, Vernon
Visualizações 143
Palavras 2.674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura, florzinhas do meu jardim. 💜

Capítulo 23 - Chapter twenty-three


Fanfic / Fanfiction Freebase [Meanie] - Capítulo 23 - Chapter twenty-three

São tão poucas as coisas que deixam Wonwoo com o coração acelerado, poderiam ser contadas a dedo. Mas uma delas, era esperar por Mingyu. O sol brilhava distante, pronto para partir. Aquele balanço velho lhe trazia tantas lembranças, lembranças dos seus dias de adolescente rebelde onde sentava ali para assistir o sol nascer depois de entrar no quarto de Mingyu pela janela e arrancá-lo de lá. Ele sentava no balanço e Mingyu no chão, na sua frente, alisava seus cabelos pretinhos e mais um dia surgia. Mais um dia surgia e Mingyu estava ao seu lado, desejava tanto que aquilo se repetisse por tempo indeterminado. Agora o sol havia se posto e Mingyu não aparecia, estava começando a ficar ansioso. A mensagem foi clara:”Encontre-me no balanço assim que o sol sumir.”.

“O sol já sumiu, Kim! Onde você está?” Jeon se perguntava antes de sentir as mãos quentes rodearem seus olhos. Sentiu alguma coisa ser depositada em seu colo. Um leve selar foi deixado em seus cabelos, era impossível não sorrir. Sentia-se um adolescente tão bobo, completamente apaixonado. Jeon tateou seu próprio colo tentando sentir o que havia sido deixado ali. Sentiu o corpo de Mingyu se mover e os lábios tocarem o lóbulo de sua orelha.

Você tem que adivinhar quem é, hyung! - Mingyu sussurrou.

Kim Mingyu! - Jeon sorria.

Errado! Falta alguma coisa! - Um leve beijinho foi deixado na bochecha rosadinha.

Minnie! - Wonwoo respondeu alargando o sorriso.

Quase lá, hyung! Quase lá! - Mingyu beijou a testa alheia.

Meu amor! - As palavras deixaram os lábios de Jeon num sussurro.

Demorou, hyung!

Kim se posicionou na frente do moreno de bochechas rosadas, tão fofo! Segurou o rosto alheio pressionado suas bochechas para um bico se formar nos lábios rosadinhos.Que bico fofo!”  Guardou seus pensamentos para que o outro não ficasse mais envergonhado do que já estava. Deixou que um pequeno bico formasse em seus lábios antes de sentir os de Jeon. Afrouxou o toque nas bochechas, seu polegar passeou pela bochecha alheia enquanto as línguas se embolam, dando início àquela sensação clichê que sempre agita as borboletas no estômago fazendo-as seguir vôo. Sentiu todo seu pelo eriçar quando os dedos longos de Jeon tocaram seu pescoço num ato possessivo. Um sorriso lhe escapou com o toque fazendo Jeon beijar seus dentinhos.

Jeon separou o beijo ao perceber que seu colo estava vazio, abaixou a cabeça e encontrou a caixinha de formato retangular no chão. Observou Mingyu que lhe observava ansiosamente com um sorriso nada contido nos lábios. Jeon viajou até três dias antes do acidente, estava de pé ao lado do balanço e Mingyu se encontrava sentado nele. Mingyu tagarelava sobre como seus pais haviam lidado com o namoro da irmã, Jeon só conseguia prestar atenção no quanto sua voz é bonita, no brilho de seus, no seus lábios rosados e seus dentes. Mingyu comentou alguma coisa sobre um anel que sua irmã havia ganho do suposto namorado, para oficializar o namoro. Jeon observou a caixinha de veludo e a abriu, revelando uma anel prateado com o símbolo do infinito marcado nele.

Eu estava limpando meu guarda roupas, encontrei esse anel numa caixinha que costumava guardar coisas importantes. Há outro dele. - Mingyu mostrou o dedo indicar com anel nele. — Naquele dia, na sua casa, eu ia te perguntar se sabia algo sobre o anel! Acabei esquecendo, estava voltando para casa quando vi esse balanço e lembrei do porquê o anel estava guardado lá. - Mingyu sorriu para o menor que não tirava os olhos do anel. — Eu ia te dar quando fizéssemos um ano de namoro. - Mingyu sorriu bobo. — Achei que já estava na hora! Eu posso colocar no seu dedo?  

Jeon concordou com a cabeça tirando o anel da caixinha e o colocou na palma da mão alheia. Kim segurou a mão magra com delicadeza, sempre teve a impressão que Wonwoo era delicado demais e poderia quebrar a qualquer momento. Encaixou o anel no dedo indicador e beijou as costas da mão. Ele sentou-se no balanço ao lado do namorado, deixou que os pensamentos tomassem conta dos dois. Era um passo importante, a maior decisão que Mingyu já havia feito em sua vida. Sempre teve dúvidas de muitas coisas, qual faculdade ir, qual carreira seguir, sua cor favorita, qual camisa vestir… Até a vida trazer Jeon de volta. Agora, a faculdade que quer ir é a mais próxima do seu pequeno. A carreira que quer seguir é a que proporcione uma boa vida a ele e seu hyung. Sua cor favorita é castanho, o castanho dos olhos profundos de Wonwoo. A camisa que deve vestir é a que combinar com a de Jeon. Não tinha mais dúvidas de nada, sentia que poderia encontrar em Wonwoo todas as respostas que necessita para suas dúvidas.

Wonwoo só conseguia pensar como destino brinca com as pessoas, como há alguns meses atrás, Mingyu não lembrava de seu nome, de sua história e agora, lá estava Mingyu! Entregou-lhe aquele pequeno símbolo de amor, de carinho, de proteção. Riu! Tinha que rir, se perguntava o porquê dessa volta inteira de acabaria no mesmo ponto de início: Kim Mingyu. Sabia que todo acontecimento era seguido de dois lados. O lado bom de ficar longe de Mingyu? Havia descoberto que pessoa deveria ser se, por acaso, o tivesse de volta. O lado ruim? O lado ruim era acreditar que jamais o teria de volta. Viu a mão de Mingyu mover-se em direção a sua, esticou o braço e laçou os dedos indicadores.

Jeonghan observava o teto do quarto com o fone no ouvido: Foi abandonado! Foi deixado de lado enquanto seu amigo idiota se divertia com seu namorado idiota. Será que eles não viam como está triste? Não por perder as férias, mas por sentir falta de Seungcheol. Cada pedacinho dele, mesmo que involuntariamente, chamava pelo mais velho. Seu subconsciente lhe mostrava isso em sonhos. Desde que chegou a casa de Jeon, Seungcheol era seu único pensamento. Nunca haviam trocado tantas mensagens com ele, nunca tinha passado tantas horas numa ligação com alguém. Suspirou fundo, estava solitário, com saudades, frustrado e sensível. Ouviu o barulho de alguma coisa atingir a janela, removeu os fones para se certificar mas não houve repetição, até de colocar o fone novamente. Chateado por ter sido largado no quarto, caminhou até a janela para saber o que estava acontecendo e viu o que menos esperava ver: Seungcheol lhe sorrindo. Estaria delirando de tristeza? Fechou os olhos e os esfregou com as costas da mão, viu Seungcheol arrumar a mochila nas costas.  

Seungcheol desejou que Jeon tivesse visto as centenas de mensagens que havia deixado em seu celular. Respirou fundo antes de bater a porta, mas foi interrompido por seu nome sendo chamado. Girou, observou Kim com os braços envolta do pescoço de Jeon. Lembrou-se de como Jeonghan gosta essa posição. Jeonghan observava tudo de cima, todos decidiram voltar? Finalmente! Sorriu, de cima, sua visão era privilegiada. Sentiu um arrepio percorrer seu corpo ao notar uma figura de capuz atrás da árvore, forçou a visão tentando ver quem era, mas estava escuro demais. De repente, a figura começou a andar na direção do grupo de amigos.

Então você está com saudades do hyung? - Kim perguntou sorrindo.

Estava enlouquecendo longe dele, preciso vê-lo. - Seungcheol teve sua atenção roubada pela figura encapuzada.

O rapaz removeu o capuz, não era tão rapaz assim. Jeon conhecia aquela figura muito bem, ele fora Tio adotivo de Joshua, deveria estar preso. Mingyu estava começando a ficar preocupado com a forma que o homem observava Jeon. Seungcheol se aproximou dos dois, viu Jeon encolher-se nos braços de Mingyu.

Posso ajudá-lo? - Seungcheol se dirigiu ao homem.

Sim! - sua voz era rouca. — Quero falar com esse moleque.

— Wow! Ele não é um moleque! - Seungcheol estendeu o braço para limitar Mingyu.

— Por que? Não tem nada que você não possa dizer ao Jeon na nossa frente.

— Você o matou, não o matou? - Jeon perguntou com a voz abafada.

— Ele fez isso sozinho, com as mãos que já passaram por seu corpo nojento. - O homem o rebateu.

— O que você fez com ele? - Jeon perguntou sentindo as lágrimas de formarem, mas se recusava a olhar o homem.

Você sabe que algumas palavras podem ser poderosas, principalmente para Joshua. - O homem riu seco. — Eu só disse o que ele tinha medo de ouvir e puff! - Ele fez o sinal de uma corda em volta do pescoço.

Como ele chegou até você, seu monstro?! - Jeon o observava com raiva em seus olhos.

Meu pobre sobrinho estava bêbado, sozinho, triste, cansado, gritava seu nome. Era meu dever cuidar dele, não era?! Levei ele para casa, dei banho nele, cuidei dele da forma que nenhum tio deve fazer, lhe disse coisas sujas.

— Já chega! Você não vai fazer isso com o Wonwoo. Nada disso é culpa dele, você fez isso! Você matou o Joshua! - As veias da garganta de Mingyu eram evidentes.

Seungcheol sabia que tinha de fazer alguma coisa, esse homem é uma assassino, um pedófilo! Ele moveu o celular no bolso e começou a digitar de forma apressada antes que Mingyu batesse no homem. Jeong, traz os pais de Jeon para fora e liga para polícia, anda! - S”

Seu namoradinho é uma vadia! - As palavras daquele homem foram a última gota d'água.

Mingyu sentiu toda a frustração que tinha lhe dar forças, sentiu a pele fria do outro contra seu punho e o faz cair. Viu Jeon segurar sua camisa puxando-o para trás, o afastando da figura. Seungcheol nunca tinha visto Mingyu naquela situação, com os olhos queimando de raiva,o mais novo era sempre tão calmo. Ele empurrou Jeon indelicadamente, estava completamente fora de si. Subiu no homem, cada perna de um lado do seu corpo, e distribui socos pelo seu rosto.

Isso é pelo Joshua. - Um soco.

Isso aqui é pelo meu namorado. - Outro soco.

Mingyu sentiu seus braços serem parados pelas mãos de Seungcheol e o Sr. Jeon. Observou o carro da polícia dando a volta no quarteirão.

Já chega, Mingyu. Já chega! - A voz de Seungcheol o acalmou.

Jeon estava agarrado aos braços da mãe, aos poucos, Mingyu recuperava sua sanidade. Viu Jeon soltar-se de sua mãe e correr para seus braços, estava choroso. Estava inofensivo, como alguém poderia lhe proferir tantas coisas ruins. Beijou-lhe a testa. Sentiu que poderia vomitar a qualquer momento, aquela adrenalina repentina não tinha feito tão bem assim. A pedido dos senhores da casa, os adolescentes entraram e acomodaram-se no sofá da sala.

Apesar dos apesares, Jeonghan estava feliz. Estava feliz porque Seungcheol estava ali, estava feliz porque as coisas haviam sido esclarecidas e Wonwoo teria sua mente livre, estava feliz porque as coisas poderiam voltar a sua ordem natural de calmaria. Só precisavam de tempo, tempo para que as lágrimas secassem. Tempo para que as feridas fossem fechadas, mas aos poucos, isso aconteceria. Sentou-se ao lado de Jeon, tão delicado, tão frágil. Segurou sua mão e beijou-lhe os cabelos. Você é o filho mais complicado que alguém pode ter.” Pensou. Viu os olhos de Mingyu se encherem de lágrimas, não pode lhe negar um beijinho na testa. O menor lhe observou curioso, mas feliz. Então sentou-se ao lado da pessoa que cuidaria dele. Deixou que os braços de Seungcheol rodearem sua cintura, estava com tantas saudades. Beijou-lhe. Os lábios se chocaram, toda a ansiedade, o medo a saudades foram jogados para o lado, sentiu a calmaria dos lábios alheios. Só precisava disso!  

Wonwoo não sabia o que sentia. Estava tão confuso, sentia tanto por Joshua. Sentia tanto por tudo, mas também agradecia por tudo. Agradecia por Mingyu, agradecia por Jeonghan, por Seungcheol. O que seria dele sem eles? Sentiu as lágrimas formarem caírem, sentiu a mão de Mingyu prender a sua e lhe puxar para um abraço, um abraço apertado e carinhoso. Encolheu-se em seus braços, desejava nunca mais sair dali. Viu o policial entrar na sala, pediu para ouvir todos. Jeon não queria falar, sentia que ainda tinha grande parcela de culpa nisso. Deixou que Mingyu dissesse tudo que ao homem, o mais novo explicou toda a situação e o homem de terno deu por satisfeito, minutos depois, a porta fechou. Seus pais estavam ali, alegando que estavam indo arrumar o quarto de hóspedes para Seungcheol e colocaria um colchão para Mingyu. Não era hora de dormir, Jeon subiu as escadas atrás de seus pais, iria pedir para que Mingyu dormisse com ele.

Mãe! Pai! - Parou os dois no meio da escada, seus pais caminharam em sua direção o abraçando com força. — Eu posso dormir…?

— Com a gente? - sua mãe lhe interrompeu. — Claro que sim, eu nunca achei que isso fosse acontecer de novo. Olha, eles nunca crescem de verdade! - Ela estava emocionada.

— Não, mãe. Eu ia pedir para dormir com o Mingyu. - A mulher murchou.

Parece que eles crescem sim. - Seu pai brincou. — Vamos arrumar o colchão para Mingyu no seu quarto. - Ele sorriu.

— Não, ele pode dormir na mes…

— Jeon, nós sabemos que vão dormir na mesma cama, mas deixe seus pais se enganarem e pensar que ainda é uma criança, sim. - Seu pai tinha um tom brincalhão.

Claro, o colchão! - Sorriu.

Mingyu jogou-se na cama de casal, vestia uma roupa surrada do seu namorado. Esticou os braços para cima, Jeon engatinhou pela cama subindo no mais novo. Deixou seus lábios na altura dos dele, sentiu o gosto de pasta de dentes invadir seu paladar. Jeonghan estava com a cabeça repousada do colo de Seungcheol enquanto observava a cena fofinha. Sentia que Mingyu e Jeon haviam nascido um para o outro. Sentiu os dedos de Seungcheol afundarem em seus cabelos. Fechou os olhos aproveitando  o carinho. Seungcheol observava o quanto aquele em seu colo é bonito. O quanto sua expressão serena lhe trazia paz. Sorriu! Jeonghan abriu os olhos e sentia-se completamente constrangido. As mãos de Mingyu passeava pelas costas de Jeon enquanto o beijo se aprofundava, alguns estalos podiam serem ouvidos.

A princípio, Jeon sentia-se exposto. Os seus dois hyungs estavam ali no quarto, mas quando sentiu as mãos de Mingyu em sua cintura, não conseguiu mais pensar em nada. Tudo se tornou pó, tudo foi esquecido, não havia mais nada ali além deles dois. Era uma pena que seus hyungs não pensavam da mesma forma e lhes atingiram com um travesseiro.

Vocês são os piores filhos que alguém pode ter. - Jeonghan murmurou. — Não respeitam os próprios pais.

Nós aprendemos com vocês! Ou acha que esqueci da cena no dormitório, hyung? Eu tenho pesadelos com aquilo! - Mingyu o rebateu.

Era um pouco das 3 horas da manhã, os braço de Mingyu estava envolta de sua cintura, o outro abaixo do seu pescoço, estavam numa espécie de conchinha. Observava o nada, lembrou-se de Joshua, de suas piadas bobas e seu sorriso tímido, sentia falta dele. Não merecia seus últimos minutos de vida, deveriam ter sido uma tortura. Não havia parado para filtrar as palavras daquele homem, mas agora sabia. Agora entendia. Era tão culpado quanto ele, poderia ter feito alguma coisa para ajudá-lo, mas estava cego com seus problemas. “Tudo bem, Wonwoo. Você não pode salvar todo mundo, você teve seus dias ruins e coincidiram com os dele. Está tudo bem! Ele está descansando, descanse também. Guarde os bons momentos, ele gostava mais do seu sorriso.” Sua mente lhe dizia, pela primeira vez em muito tempo, ela era compreensiva. Sentiu os lábios de Mingyu beijarem seu ombro, um arrepio percorreu sua pele.

— O que está pensando, hyung? - Falou baixinho.

No quanto eu te amo.- “Está na hora de descansar, Wonwoo.” Pensou.

Eu também te amo, hyung. Eu também! Está tudo bem? Aquelas palavras daquele homem...

— Está tudo bem, Minnie. Está na hora de descansar. - Sorriu.

— Já passou da hora.




Notas Finais


Deixa eu explicar para vocês um pouco mais sobre a morte do Josh. Como vocês leram, o tio dele encontrou ele e o levou para o apartamento que estava morando. Ele encheu a cabeça do Josh com palavras venenosas e, de forma suja, se aproveitou do momento de fragilidade dele. Quando o Wonwoo disse que ele deveria estar preso, é porque havia casos de pedofilia vindo desse homem.

Enfim, espero que vocês
tenham gostado. Me perdoem, mas esse finalzinho soa como uma despedida, né? Pois é! Estamos pertinho do fim, agora que o assunto Joshua foi explicado, eu não tenho mais pela frente :') Prometo aparecer com mais uns dois ou três capítulos, mas daí pra frente é bem incerto. :')

Obrigada por lerem até aqui, ignorem alguns erros que passam despercebidos!

~ xoxo


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