História Freedom - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiieew!!

Tenho sérios problemas em criar fics!
Enton faz um tempinho que estou pensando em criar essa fic, pensei, pensei e enfim a criei.

Essa é a minha primeira fic original :I

Esse cap. ficou pequeno, mas com intenção.

Boa leitura!

Capítulo 1 - O Começo


Freedom

                                                                              Por: CrazyAlgell

" A verdadeira liberdade é um ato puramente interior, como a verdadeira solidão: devemos aprender a sentir-nos livres até num cárcere, e a estar sozinhos até no meio da multidão".

- Massimo Bontempelli


                                                                                                                                                                      

-  Por favor - Insistia Jasmine de joelhos - Vai deixar sua melhor amiga sozinha?   


- Jasmine, não posso ir e ponto final - Dei ombros


- Você nunca pode! - Lamentou, ficando em minha frente - Qual é o problema de você ir? Nada acontece nessas festinhas - Cruzou os braços, em quanto fazia seus bicos.


O sinal me interrompeu - Salva pelo bombo. Jasmine comprimiu os lábios furiosa e seguiu para sua sala, suspirei aliviada, Jas sempre insiste em me levar para essas festa mas a resposta nunca muda "​não". Admito que tenho curiosidade em saber como elas são - Já  que nunca fui em uma ou que não seja da igreja - Porém tenho absoluta certeza que Dayse minha avó jamais deixaria eu ir.


 Coloquei minha mala nas costa e segui para minha sala, agora eu teria educação sexual nessa aula Jas não está na mesma sala que eu então significa que eu fico isolada de todos, não é opção, são eles que ignoram a minha presença tanto alunos como professores.
O caminho até minha sala foi normal, pessoas jogando restos de comida em mim, me chamando de estranha, esquisita e coisas piores, desde sempre foi assim por isso não ligo mais, se eu revidar eles fazem o dobro do que fazem normalmente.


Me sentei na última carteira para não chamar atenção, como costume. Kimberly Clark, Heather Velez e Terrie Ward adentraram a sala, naturalmente a plateia observava cada passo do trio.


Kimberly entre as três é a que se destaca mais, tem excelentes notas, é classificada a garota mais bonita da escola - Sem brincadeira - TODOS a conhece. Se a desafia se julgue uma pessoa morta, pessoas que ousaram falar contra a palavra de Kim não permaneceram na escola. Membra e capitã do time de torcida  dos Tubarões, popularmente conhecidas como Sharks. Kimberly tem o tipico visual dos Clarks cabelos negros e lisos, olhos verdes e curvas de dar inveja. Kim é a a caçula dos Clarks, sendo Scott o do meio e Cloe a mais velha. 


Heather e Terrie também são Sharks. Terrie é uma garota totalmente sem cérebro, passou de ano por um fio - Boatos dizem que ela se entregou para o diretor em troca que a passa-sem, mas nada comprovado. Portadora de cabelos loiros (Falso) e olhos castanhos,  tem curvas, um pouco exageradas para ser sincera. Heather nem sempre foi valorizada, após uma reviravolta no seu visual, Kim se sentiu ameaçada e a trouxe para o grupinho. Heather tem uma gêmea, Avery, a comparação entre as duas é 0%  na personalidade, aparência enfim, tudo, se não as  conhece-se nunca saberia que são gêmeas, muito menos irmã. Heather transparece que sente vergonha de Avery pois nunca ninguém as viu juntas em hipótese nenhuma.


O trio se sentou nas primeiras mesas e inciaram uma conversa um pouco alto de mais sobre seu final de semana, como foi a festa de Cristian Miller - Também do grupinho.


 Assim que o professor Arthur entrou na sala, um silêncio absurdo se alastrou na sala. Tudo por que ele é um rapaz bonito que chama a atenção de qualquer menina, menos eu, claro. Arthur tem cerca de 28 a 30 anos de idade.


- Bom dia - Se manifestou com seu tipico sorriso a orelha a orelha, fazendo meninas bobas se derreteram por ele. 


Um bom dia foi respondido pela classe, além de ser um dos professores mais cobiçados da escola, é um professor divertido, não conheço ninguém que não goste dele.


- Então, como falado nas aulas passadas temos total liberdade em se relacionar com qualquer sexo - Terrie levantou a mão o impedindo de prosseguir - Sim Terrie? 


- Essas aulas andam muito teórica professor - Falou - Que tal usar-mos mais a pratica? - Sorriu com malicia, jogando seus falsos cabelos para trás.


Patética.


- Terrie se não quiser ir para direção trate de fechar essa boca - Arthur revirou os olhos.


A aula continuou bem, Arthur falando sobre a diversidade de sexo, como se relacionar com homem, mulheres - Resumindo uma perda de tempo, odeio essa aula.


Arthur olhou para seu relógio, que por vez estava no pulso, levantou calmamente da cadeira e pegou sua mala azul, tirando de lá uma caixinha branca.


- David, poderia fazer o favor de distribuir essas camisinhas pra sala? Estou cinco minutos atrasado para a próxima aula - Entregou para David a caixinha - Obrigado - Se retirou. 


David se levantou e começou distribuir por fileira as camisinhas, ao chegar em mim ele deu um breve riso.


- Você não precisa disso - Gargalhou - Quem gostaria de transar com você? - Debochou.

Começou.
 
Alguns risinhos escoaram pela sala, apertei fortemente minha mão, fechei os olhos me controlando para não chorar ali mesmo, os abri após respirar profundamente.


- Ah! A cadelinha não vai chorar? - Terrie brotou ao lado de David.


- Me deixem em paz - Pedi baixo, por mais que tenta-se meu tom não se permitia soar autoritário. 


- E como vai a louca da sua avó? - Terrie continuou - Ontem eu a vi chorando na igreja, cochichando coisas sobre você, falando que foi um erro você ter nascido.


E esse foi o ponto que me fez despejar em lágrimas. Por que todos cismam em me fazer sentir que sou um erro? Por que todo dia devo lembrar que sou um erro.


Levantei abruptamente e sai da sala, ouvindo murmúrios  que minha mãe não passava de uma vadia. Corri o mais rápido possível sem olhar para onde ia, eu só queria sair daquele lugar e nunca mais voltar.

 

♪♪


- Comece a fazer o almoço - Mandou Dayse, ao me ver passar pela porta.


- Sim, senhora - Coloquei minha mala no gancho da porta e me dirige para cozinha.


Minha casa é simples. De madeira, com a coloração marrom com um pouco de azul. Contém um banheiro, uma cozinha, e uma sala. O quarto de minha vó se localiza no fim do corredor que segue para o banheiro, já o meu fica no sótão. 


- Tem roupa suja no meu quarto, lave o chão. Prepare o almoço superlativemente bem o padre Antero irá almoçar aqui - Falou indiferente.


- Sim, senhora - Falo cortando tomates.


Dayse se conduziu para seu quarto talvez para se vestir "adequadamente". 


Como pedido preparei um almoço digno. Arrumei a grande mesa e subi para me vestir.
Optei em escolher um vestido simples para baixo do joelho e transei meu cabelo ruivo, eu o odiava diferente de todas as garota de 16 anos meu cabelo é volumoso e bagunçado, desde pequena o detesto.


Pensei em colocar minhas sandálias mas sei que se vovó me vê-se com elas me castigaria por me vestir de um jeito "vulgar" perto do Padre. Então pus minhas sapatilhas pretas.
Olhei-me mais uma vez para o espelho, meus olhos castanhos foi presente de meu pai  e meus cabelos ruivos de minha mãe, a combinação para outros é perfeita como dizem, já pra mim é horrível. Eu me odeio, odeio tudo de mim.


A voz do Padre me fez sai de meus pesamentos, desci correndo e o vi conversando com minha avó.


- Que isso, senhora Hunter - Sorriu - E como está Claire? 


- Oh, como sempre desobediente e agressiva. Quando chegou da escola a pedi ajuda para preparar o almoço, ela me respondeu grosseiramente e subiu para o quarto - Fingiu preocupação - Eu não sei mais o que fazer com ela Padre.


- Existe um grupo na igreja que trabalha com jovens delinquentes senhora Hunter, se quiser levar Claire, podemos tentar ajudar - Confortou com seus sorrisos leves.


- Vou tentar leva-la - De seu jeito insidioso o respondeu.


Subi dois degraus da escada e desci batendo os pés um pouquinho forte para chamar a atenção dos dois, Dayse não ficaria contente se me vesse escutando suas conversas alheias escondida.


- Pequena Claire - Abriu os braços, Padre Antero - Cada dia fica mais linda - Elogiou.


- Obrigada! - Agradeço sorrindo, poucas vezes alguém me elogiava.


Dayse forçou uma tosse e pediu que Padre Antero senta-se. Todos sentamos na mesa.


- Pode me dar o privilégio Padre? - Perguntou docemente Dayse, diferente do seu tom casual frio e seco. 


- Claro! - Levantou da mesa.


Segurei a mão esquerda de minha vó e a direita do Padre, fechei meus olhos e escutei atentamente as palavras de Dayse.


- Agradece-mos ao céus essa comida que nós oferece.....


 


Notas Finais


Pessoas! Se gostou favorite e comente, criticando se gostou ou não, como posso melhorar e tals.

Tenho um probleminha com o tempo, as vezes apareço com 3 cap seguidos ou sumo por uma mês, mas não se preocupem eu não vou abandonar a historia, NUNCA.

Esse cap foi mais pra conta um pouquinho de Claire, okay? Por isso não ouve nada de mais.
As surpresas estão por vir 3;)

Se o mundo cooperar vou postar o próximo amanha, e como já vou entrar em férias, significa que vou ter mais tempo (Amém)

Duvidas? Não hesite é pergunte.

Bjss de luz.


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