História Freedom Of The Streets - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Palavras 3.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OOOOOOOOOOOOOOOOPAAAAAAAAAA! Não, gente, eu não decidi voltar antes de ferias de FOTS, mas aconteceu algo muito especial, a fic chegou as 5k visualizações no Nyah e chegou aos 200 favoritos no Social Spirit, e, como eu fiquei muito feliz e agradecida aos meus leitores por isso, decidi postar esse capitulo que é um capitulo bem especial, um capitulo inteiro na visão da nossa querida Sabaku no Queen, Temari! Espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 39 - Choro da Rainha I


“Nunca aceite um homem que seja pra você menos do que eu fui pra sua mãe.” Quem dera eu tivesse escutado o meu pai, eu não taria aqui agora.
— Shika... – coloquei a cabeça dele no meu colo, o Shika me salvou, mas mo... Não, ele não pode ter morrido, eu nunca vou me perdoar por isso, assim como nunca vou me perdoar por ter deixado o Sasori fazer tudo o que fez com a gente. Como que eu deixei tudo isso acontecer? A culpa é toda minha! Você deve se perguntar “como tudo isso começou?”, né não? Bem, senta, pega um lanche, relaxa ai, que o papo é longo!

“Projeto, meu lindo e glorioso projeto! Eu sempre quis ser famosa, ser “cantadora” igual meu pai queria que eu fosse. Sabaku no Rasa, um puta homão da porra, igual o tio Bee, nunca deixou faltar nada pra gente, desde grana e comida, que até seguro de pensão ele fez pra se ele passasse dessa pra melhor mãe não passar fome com nós, muito menos deixou faltar amor. Eu lembro de eu pirralha, ele me carregava pelo morro e sempre fazia eu cantar, aí ele me levava lá no barranco e dizia com um sorriso no rosto e um brilho no olho.
— O mundo toda vai ser teu, Tema, hoje tu é a minha princesa, mas um dia você vai ser uma rainha! – eu era muito apegada no meu pai, ela me via como uma princesinha, era o sonho dele que eu fosse uma cantora famosa, um sonho que virou meu. Quando o tio Bee falou que tava pensando em abrir o projeto cultural, os olho do meu pai chegou a brilhar. – T-tu ensina minha filha ser cantadora, Bee? – era tudo o que ele mais queria, que o Kank fosse como ele, que o Shukaku tivesse um bom emprego e saísse do morro e que eu cantasse, ele conhecia os filho que tinha e eu queria muito que ele tivesse aqui pra ver onde eu cheguei. Meu pai também amava muito a minha mãe, podia vir a cachorra que fosse se oferecendo pra ele, ele só tinha olho pra minha mãe, dona Karura, aquela que fechava com ele nos assalto, ia visitar na cadeia, pariu os três menor que ele queria ter e cuidava da casa dele no amor, um amor grande, apesar dele não valer nada, dentro de casa ele era um pai de família do caralho, dá pra entender o porquê que nós ficou tão mal quando ele morreu, né?
— R-RASA, RASA! – lembro como se fosse hoje, minha mãe caindo de joelho, chorando quando soube que tinham passado pai mais tio Nagato, desesperada como eu nunca tinha visto ela. Lembro dos meus irmãos chorando, Shukaku esfregava os olho com a mão, chamando pelo pai, eu mal conseguia falar nada, eu só queria ver meu pai rindo e me chamando de princesa de novo, já o Kank tinha 9 anos, mas ele já pegava em arma, então ele atirou pro alto, sinal de vingança, por isso minha mãe abraçou nós três. – Vocês são o meu tudo! – nós era tudo o que tinha sobrado daquele que foi o grande amor da vida dela e ela tinha muito medo de perder nós também, alias, tem até hoje. – Rasa...  – depois que ela ficou doente, ela sempre ficava alisando uma foto do pai com saudade, um amor pra vida toda, um amor que eu também queria pra mim, mas eu também queria ser a rainha, a melhor de todas, e foi isso o que me fodeu!
— Yo, parem de brigar! – a Tayuya era cria de Suna, tinha nada que vir aqui no meu projeto tirar onda e me imitar.
— Foi ela que começou, tio Bee! – mil vez nós batia de frente, tretava, nós competia em tudo e eu sempre ganhava, quando o assunto foi homem, eu não ia ficar pra trás.
— Gatinha... – o Sasori deu papo nas duas e eu dei trela só porque sabia que ela era meio caída na dele, esse foi o meu erro. Sabe, no começo ele era um cara da hora, bonzinho, romântico, mas era tudo fachada, depois que nós começou colar junto mesmo ele mostrou a cara. – Você vai trocar de roupa sim, não vai andar igual puta do meu lado não! – ele apertou meu braço de um jeito que ficou marca. – Assim que eu gosto! – ele começou assim, controlando o que eu trajava, depois com quem eu falava, depois onde eu ia e, quando eu fui ver, ele já fazia eu refém. – TA ME TIRANDO DE OTÁRIO, SUA INUTIL? – a primeira vez que ele me bateu foi um tapa, porque me viu de papo com o Deidara, que era meu melhor amigo, mas ele fez eu afastar, disse que eu tinha que ser como a mãe dele, que ou obedecia o pai dele ou entrava no pau. Eu tentei terminar sim, mas aí ele começou a ameaçar, saca? – Vai terminar o caralho, te mato antes! – na hora eu imaginei minha mãe chorando em cima do meu caixão e morrendo de dor, e, porra, não queria nem correr o risco de dar essa dor pra minha coroa, decidi ficar mesmo sabendo que ele tava longe der ser o cara que eu queria e ainda mais longe de ser como o meu pai. 
— Favelada, você é uma favelada! – quando Shukaku colou com Loira uns tempo atrás, ela me irritou de cara.
— Eu vou te mostrar a favelada! – eu armei o tapa e foi aí que eu conheci ele, o Shika, quando eu vi aquele cara todo marrento, tomando tapa no lugar da irmã, eu só paralisei e esperei o revide, mas ele só protegeu ela.
— Briga de mulher é feio, sabia? – eu tava tão acostumada a apanhar que ele me conquistou só de não botar a mão em mim. Como a gente se aproximou? – O que é isso no seu braço? – um dia a manga do meu casaco abaixou e ele ficou pistola quando viu as marca do meu braço. – Eu vou botar ele no lugar dele, onde já se viu levantar mão pra mulher? – ele queria subir Konoha só pra pegar o Sasori e me defender, tinha como ficar melhor? Tinha! – Tá, eu vou te respeitar e não vou falar nada, mas eu não vou deixar de cuidar de você. – olha como ele é um príncipe tipo das história que tio Bee contava pra nós? Foi ai que eu comecei a me apaixonar por ele, ele me ouvia, me cuidava, sempre me trazia uma flor ou um bombom, teve uma vez que ele me levou num parque, desses que tem brinquedo, só porque eu nunca tinha ido, nós até tirou uma foto que ele tem até hoje, o Shika era o homem dos meus sonhos, ele era um homem como o meu pai, por isso eu decidi me entregar pra ele. – Eu te amo! – foi maravilhoso, ele era do jeito que eu sonhava, carinhoso, gentil, cheio de amor, sabe o homem que te faz sentir legal? Então! O Shika era o meu anjo, mas eu ainda tinha o meu demônio.
— Deu pra ele, sua piranha? – quando o Sasori me viu com o Shika, ele me bateu tanto, mais tanto, que se duvidar marca até hoje no corpo, na alma a marca nunca vai sair, eu preferia que ele tivesse me matado, era melhor do que ele ter me deitado.
— Para, eu não quero! – eu chorava, tentava sair debaixo dele, mas ele não tava nem ai, só me bateu.
— Vai ter que dar pra mim também! – ele foi um monstro, ele... Ele me destruiu por dentro! O Shika nunca mais me ligou, Sasori vivia jogando na cara que ele so tinha me usado e jogado fora, afinal, eu era uma... Como que ele falava mesmo? – Tu não passa de uma estragada que não vale merda, acha que vai ser cantora mas não serve nem pra fazer uma comida! – é, lembrei! O Sasori era o cão, fazia eu trampar e dar a grana pra ele, me fez entrar na Akatsuki e render as cana dele, me fez largar o que eu mais amava. 
— Eu só tava cantando! – ele me arrastou quase do projeto quando os mano tava se focando na noticia que tio Bee tinha fechado com a gravadora e ia produzir uns som maneiro lá.
— Tava era se mostrando! – ele sacou a pistola e apontou, mesmo longe, pra cabeça do tio Bee. – Se eu te ver aqui de novo, eu mato o preto! – como eu ia arriscar a vida do cara que faz tudo pela quebra, me fez “cantadora”, firmava geral? Se eu não falava nada pros meus irmão de sangue? Menor, Kank dorme mais nas cadeia da vida que em casa, Shukaku? – Se abrir o bico eu faço teu irmão com cara de guaxinim rodar. – Shukaku sempre foi limpo, o orgulho da minha mãe, nunca mexeu com nada errado, quando vai visita lá em casa, ela limpa os quadro onde ela pôs os diploma e o contrato dele e ri toda orgulhosa.
— Essas são as conquistas do meu caçula, menino bom, nunca fez nada errado! – como eu ia dar pra ela esse desgosto de ver ele cair? Minha vida era uma merda, mas algo me fez sorrir!
— Você está gravida de 9 semanas, parabéns! – era do Shika, eu ia ter um filho do Shika, um bebê que eu já amava, ele era tudo pra mim, quando o Sasori me surrou e me jogou no hospital, tudo o que eu queria era que por um milagre ele estivesse bem, mas...
— O meu bebê... – o milagre não veio e minha alma chora sangue até hoje, que culpa o meu filho tinha? Desde então só tava existindo, ia pra reforma só pra não ficar perto dele, eu me sentia um nada, não tinha meu filho, o Shika não me queria, achava eu, eu não podia nem falar com a minha mãe, eu não tinha amigos e nem esperança da vida melhorar, mas, aí, um dia...
— Tema! – menor, a Barbie foi outro anjo na minha vida! Se não fosse ela me dando coragem de falar, eu não tinha chegado tão longe, devo tudo a ela e ao Kyuubi, se eu posso dar uma vida melhor pra mamãe, tratamento, essas parada, é graças aos dois. Pela primeira vez eu tinha com quem falar e em quem confiar, quando ela tinha trago o Shika a primeira vez eu fiquei meio de cara, mesmo com as magoa, eu ainda amava, quando ele disse que só sumiu por causa do tiro e por que achou que eu tava morta, me deu o quadro e depois me beijou dizendo que ia fazer de tudo por mim, eu voei, ele ainda era o meu príncipe encantado. Ele, assim como a Barbie que quase foi deitada, me salvou aquela vez e, agora, ele enfrentou a morte pra me salvar de novo.”

Ele ta respirando bem fraco, mas ta começando a abrir os olhos. Vivo, ele ta vivo!
— Meu amor... – ele ta quase morrendo...
— E-ele não vai mais... A-a-atrapalhar... – olhei pra ele, morreu como o animal que ele era, bem feito, chega me dá nojo, ânsia, mas deixa ele, o foco agora é o meu anjo, meu príncipe de cavalo branco que veste armadura brilhante. Ele fez tudo por mim, como meu pai faria tudo pela minha mãe, ele é o homem certo.
— Porque você fez isso? – ele fez carinho no meu rosto, bem fraco.
— Q-que ho-homem eu... S-seria se dei... Deixasse ele machucar... A-a um-mulher que eu amo? – um verdadeiro anjinho de luz. – S-se eu morrer... A-ao menos eu... T-tirei você da... E-escuridão que ele era! – beijei ele, eu não posso perder esse homem! 
— Shika... – fiz cafuné nele, a sujeira da cara dele saiu todinha com as lagrima. Ele tragou seco, meio tonto.
— E-eu não to... S-se-sentindo as minhas pernas! –n-não, será que até morto aquele traste vai infernizar a nossa vida?
— V-vai passar... – o Shika acabou de virar jogador, sonho de criança igual o meu, eu não posso ter destruído o sonho dele, ou, melhor dizendo, o Sasori não pode ter destruído o sonho dele, vai ver é por causa das dor...
— Tema... – isso foi o Saru?
— Tema... – Canibal...
— Canibal, Saru, eu to aqui! – esse meu príncipe, mesmo com dor, ainda me cobriu com os trapo dos pano que eu tava usando, cuidando de mim... Que homem! Quando vi, Saru entrou igual bala e me vestiu com o casaco dele. – Ele, leva ele! – eu to destruída, eu espero que ele esteja bem, apesar de ter desmaiado de novo. Canibal botou ele nas costa e Saru pegou eu no colo, espero nunca mais vir aqui na vida. La embaixo tinha multidão já esperando nós.
— Tema... – porra, queria ter dado esse nervoso pra Barbie não, mina prenha...
— Cadê a minha menina, cadê... FILHA! – mamãe... Ela me abraçou forte, limpando minhas lagrima, alisando meu rosto como se eu fosse uma boneca, assim como ela e pai sempre me enxergou. – Ele te fez mal, princesa? – fez, tocou nonde mais dói em mim.
— O Shika, o Shika me salvou, mamãe, agora salva ele, por favor... – só vi quando botaram nós num carro. Porque tudo tinha que ser assim? Porque eu tinha que ficar com o Sasori? Como eu deixei tudo rolar? No primeiro apertão de braço, no primeiro empurrão, no primeiro grito, eu devia ter denunciado, devia ter gritado aos 4 canto, se eu tivesse dito antes, não tinha chegado nesse ponto. E se eu tivesse escutado o meu pai? E se eu não tivesse ficado com o Sasori? E se eu tivesse denunciado antes?  E se o meu bebe tivesse vivo? E se o Shika mo... Não, não quero pensar nisso, alias, não adianta nada pensar nos “e se” da vida, agora já era, agora já foi. Levaram o Shika correndo pra operar e me botaram na enfermaria, pela primeira vez na vida eu não consigo falar nada, só consigo chorar, é como se eu tivesse mergulhado em sombra, as sombra que o Sasori me pôs e o Shika fez tudo pra me tirar, mesmo tendo caído dentro dela. Eu ouço o choro dos pais dele, eles nunca vão me perdoar por isso, o Shika nunca vai me perdoar por isso, eu nunca vou me perdoar por isso. Maldita hora que aquele ruivo entrou no meu caminho... Ruivo?
— Calma, Tema, sou eu, Shukaku! – eu já tava encolhida só de ver os cabelo vermelho.
— S-shukaku... – to parecendo a Dona quando tava doente. – E-ele...
— Tá em cirurgia, você fez uns exame, eu to te rendendo aqui... – ele ta meio mal, acho que ta preocupado com... LOIRA! – A Ino, pra onde levaram a Ino? 
— K-kiba, Da-darui, outro carro! – devem ter levado ela pra julgar em Suna, eu espero que não, mas... É que la eles deitam as mina “pra aprender”, enquanto nós tem honra, Suna só tem escoria. Mano passou as mão nos rosto, no cabelo, meio desesperado.
— Eu falei pra ela não ir, eu falei! – será que eles tavam de butuca? Vai ver ontem quando eu vi o traste os outros dois também deviam ta la. Essa porra dessa demora só ta me deixando de noia, to meio tonta, ver aquilo tudo me deixou enjoada, eu quero ver o Shika, eu quero ir pra casa, eu quero esquecer de tudo, eu quero voltar no tempo e me impatar de fazer merda, eu queria nunca ter nascido, eu... Eu só queria o meu pai comigo!

“Cai no sono e sonhei que eu tava brincando com o Saru novinho, devia ter uns dois ano, aí seu Hiruzen catava ele e então eu via lá embaixo, meu pai tinha ido na tia Mebuki e eu queria abraçar ele, por isso eu corri.
— Papa Rasa! – eu cai, mas sempre que eu caia e me ralava, ele vinha, me levantava, me ensinava a bater a poeira e me dava um pirulito.
— Minha princesa, a vida vai te derrubar mil vez, mas num fica no chão e nem espera ninguém te levantar, levanta sozinha, quando te machucarem, limpa a ferida, sacode a poeira e segue em frente rindo, isso não vai destruir tu. - meu pai nunca foi pra escola, mal sabia ler e escrever, mas falava umas parada da hora igual seu Cegueta.
— Eu sou indestrutível, papa Rasa! – ele beijou minha testa e fez carinho na minha bochecha.
— Minha menina linda, cê parece uma boneca, Tema, nunca deixa homem nenhum no mundo tirar esse sorriso do teu rosto, papai nunca te relou a mão, não vai ser vagabundo que vai relar! – porque eu não ouvi você, papai? Tudo ia ter sido tão diferente...
— Eu vou proteger ela, papai... – o Kank me abraçou no sonho, lembrança, sei la. – Se um dia alguém tocar nela ou na mamãe, vai se ver comigo!
— Meu garoto! – o Kank é uma copia do papai, tem todo o jeito.
— Um dia eu vou crescer e vou tirar a mamãe e a Tema do morro pra ninguém machucar elas... – esse sempre foi o sonho do Shukaku.
— Mas não esquece de Konoha, hein! – pai disse bagunçando os cabelo dele.
— E eu vou ser a rainha do mundo! – eu abri os braço, rodando enquanto eles ria.
— E o papai vai ta sempre olhando cês! – eu queria tanto ele comigo... – Ó, um dia tu vai ter quem te libre dos BO, Kank... – seu Kakashi. – Tu, Shukaku, um dia tu vai fechar num trampo bom com um patrão da hora que vai te fortalecer e levar longe... – tio, Dona... – E cê, minha pequena, um dia tu vai ter uma amiga igual tua mãe tem Mebuki, ta ligado? Pra fechar contigo sempre... – Barbie. – E um dia tu vai encontrar um macho parça, ele vai fechar contigo, mas ó, depende dele pra porra nenhuma não, mas ele vai gostar de tu, te respeitar e ser pra tu igual eu sou pra Karura. – Shika... Como que ouvindo tanto dele eu cai tão baixo, menor? Será que o papai, onde tiver, ta feliz de tudo ter acabado como ele disse?
— Rasa, crianças! – nessa hora a mãe gritou chamando nós. – O comer ta pronto! – Kank pulou nas costa de pai, que pegou eu e Shukaku nos braço, levando nós pra casa e beijando a mãe como sempre. Eu queria muito ter um casamento igual o deles, ter meus menor... Eu quero casar com o Shika, como nós tava preparando pra casar daqui uns três mês, tentar ter um menor ou pegar pra criar, eu quero que tudo fique bem.”

Quando eu acordei, quem tava comigo não era o Shukaku, era a Barbie, com aquele risinho dela, segurando a minha mão.
— Você acordou... –ela parece um anjo as vez e ela é, de verdade, né a toa que Kyuubi gosta tanto dela.
— Barbie! – ela me abraçou e o bebê dela mexeu, coisa mais linda. – Mina, por kami, dá uma noticia boa? – não botaram ela aqui a toa, eles sabem que ela é minha melhor amiga e que ela tem jeito de dar noticia forte.
— Bem, já que você quer uma noticia boa... – ela riu e botou a mão na minha barriga. – Parabens, Tema!
— E-eu to gravida? – faz tempo que eu não tinha uma felicidade dessas, so sei que eu ri efiz carinho na minha barriga, melhor noticia impossível! Eu vou ter um filho do meu príncipe, do meu Shikamaru, a gente vai ter um filho pra abraçar, pra amar, cuidar, chamar de nosso... Cade o Shika? Eu preciso contar pra ele! – E-eu preciso falar isso pro Shika, Barbie, ele tem que... – essa cara dela, o que ta pegando?
— Calma, você não pode se alterar, quase perdeu esse bebezinho com o nervoso de hoje... – o-o-o q-que? Não, eu não posso perder esse bebê também... – Fica calma... – ela disse me dando colo. O que será que aconteceu com o meu Shika?
— O-o Shika, cadê o Shika, Barbie? – eu to sentindo um troço ruim... – Me fala o que aconteceu, Barbie! – eu já to chorando de novo e ela também ta sentindo minha dor, segurando minha mão.  – Fala logo, Barbie, o que aconteceu com o Shika? – ela respirou fundo, tomando força.
— O-o Shika saiu vivo da cirurgia, passa bem, ta se recuperando, mas... – porque ela ta chorando tanto? –Temari, o Shika vai precisar muito de você e do bebe de vocês agora!
— Barbie, pelo teu filho, me diz logo o que aconteceu com o meu Shika... – eu to implorando, porra. Ela segurou as lagrima, respirou fundo e me olhou no olho.
— O Shika... – aí, Kami! – O Shikamaru perdeu o movimento das pernas... – N-NÃO! – O Shika não vai mais andar. - NAAAAO!


Notas Finais


Temari passou poucas e boas, não acham? Essas lembranças dela foram fortes, ela superou muita coisa e, agora, que finalmente se livrou do Sasori, pimba, ele ainda deixou um problema depois de morto, Shikamaru está paraplégico! O que acharam dessa noticia? Espero comentários, beijos!


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