História Frerard Project Revolution 2007.( One shot). - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Frank Iero, Gerard Way, My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way
Tags Frank Iero, Frerard, Gerard Way, Lemon, MCR
Exibições 66
Palavras 1.456
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aqui vai o meu primeiro Frerard "postado".
Eu resolvi publicar essa pequena/grande declaração, por que eu quero deixar o publico desfrutar do significado de Frerard para mim.
Eu espero que todos vocês possam entender que o My Chemical Romance teve um fim, não Frerard, bem pra mim eles NUNCA tiveram um fim. (Não gente eu não sou uma psychotic, calma só... faz parte da essência que eles deixaram em mim, como deixaram em todos os fãs.. em cada um de nós).
Se quiserem podem falar tudo oque vocês acharam dessa Historia... eu agradeço é importante pra mim saber oque vocês pensam.
¨Um abraço a todos¨

Capítulo 1 - Who said that Frerard had an end?


Fanfic / Fanfiction Frerard Project Revolution 2007.( One shot). - Capítulo 1 - Who said that Frerard had an end?

Eu simplesmente não queria mais segurar as lagrimas, meu subconsciente gritava para eu deixa-las sair e mostrar não só com palavras e gestos o que ele significava para mim.
 Aquele baixinho tatuado... Sorridente e louco.
 Sua pele estava tão suada no momento em que eu revelei todo esse sentimento.
  Nos encontrávamos no lugar menos provável para uma declaração. Se o destino não fosse tão cruel e perfeito ao mesmo tempo, se eu não soubesse o quanto sem sentido seria toda a existência se nós não conseguíssemos, eu não estaria aqui. Isso seria tão estúpido, que minha existência acabaria em um útero. Por que todos nos nascemos com um propósito.
  Se o meu destino já estava escrito com fama, dinheiro, minha voz, meus desenhos... Se esse fosse meu propósito na vida eu não ligava. A única coisa que o destino mesmo que escrito/traçado não iria me tirar seria ele da minha vida.
     Eu acho que os meus pulmões estavam implorando por ar. Eu não queria respirar, não enquanto o melhor aroma do mundo estivesse a alguns passos de mim.
  Eu estava tão exausto, emocionalmente... rendido. Não de uma forma ruim. Eu finalmente me sentia rendido à vida. Não, eu não estava cansado de lutar, eu nunca me cansaria.
Eu estava cansado de esperar, de ter a certeza de algo que eu já tinha.
 Eu me sentia como se aquele menino a minha frente fosse alguma espécie de remédio, não para meu corpo, e sim para minha alma. Ele era todo o brilho e cura que o meu ser gritava por tal.
   Como um interruptor que finalmente foi aceso, finalmente alguém pressionou o pequeno botão.  No caso nós... nos fizemos isso juntos.
 Aquele era o nosso momento. O momento de o nosso futuro ser traçado em nossas palavras.
 "Nunca jogue palavras tão importantes como essas para fora de seu corpo sem a permissão do seu coração. Se isso não for traçar seu destino, se sua alma não concordar. Por que se você o fizer... vai estar jogando fora toda a sua essência, você será um ser desconhecido, algo não confiável, por você mesmo".
 Sabias palavras Helena... Sabias palavras.
   Eu não poderia esperar até ele assimilar tudo o que estava se passando naquele lugar.
 No momento em que eu poderia (tive a opção) fazer em um lugar mais reservado, um momento de privacidade. Mas, aquelas pessoas que estavam ao nosso redor, acima de ver-nos cair, nos puxar para um abismo e até mesmo virar as costas... nos ver levantar, nos ajudar. Era essa a plateia que merecíamos não as quatros paredes de um quarto de hotel, não as quatro portas de um carro, não em algum banheiro sujo de festas ou eventos. Não no camarim, o ônibus ou em um bar.
 Eu estava em um lugar onde ele pudesse ter certeza que eu nunca seria capaz de atuar. Por que eu NUNCA ATUO  em um palco. E me desculpem caros leitores se eu ainda não citei  a palavra de sentido para todas essas letras escritas.
   A chave para todo o sempre, até mesmo se esse sempre for o sentido da dor. A palavra que cura qualquer ferida da alma se for da verdadeira voz.
 
A palavra que deixa sua voz irreconhecível sempre que citada. 
 Que faz você se destacar entre o mundo.
 Que faz você muito mais que um ser humano.
 A palavra que arranca sangue.
Que traz a morte, mas também traz a vida.
 A palavra que te deixa com borboletas no estômago se dita para alguém/alguns especialmente intimo/íntimos.
 Amantes tem corações fora da leis da consciência. 
 Por que... Quem controla seu coração, para dizê-las a apenas uma pessoa?
-Ninguém...? 
Exatamente!

Calma...  Isso não é o meu caso? Ou...
(Destino seja compreensivo), era tudo o que eu pedia em pensamentos.
 Minha mente, meu corpo, minha garganta, minhas bochechas (molhadas), meu coração, minhas células, meus poros, meu suor, até mesmo meus pelos eriçados e por ultimo e mais importante... Minha alma estavam prontos para deixa-la dançar com minha língua e meus lábios.
 Eu estava sentido como se minha alma fosse capaz de sangrar se minha língua não se movesse.
 Esse era o estante. Agora exatamente agora.
    Olhos aflitos/marejados, mãos tremulas, a adrenalina que ainda percorria seu corpo, a gota de suor escorregando na parte direita de seu rosto, seu a roupa molhada, seus lábios entre abertos, seus ouvidos atentos, seu peito subindo e descendo em movimentos descompassados, sua respiração quase nula. Suas sobrancelhas franzidas e sua pele brilhando... Bochechas coradas em um tom rosa claro e vermelho escuro pelo esforço. Tão memorável.
  Mais de mil sentidos, talvez infinitos?!
 Uma palavra. 

- Eu te amo- Meu tom de voz era ofegante. Fiz uma pequena pausa vendo seu olhar vacilar por menos que segundos, olhei dentro dos seus grandes olhos verdes/castanhos e repeti, por que eu necessitava falar com todas as letras. - Eu. Te. Amo. Frank Iero.
  Eu não tive tempo para ver todos os rostos ao nosso redor, os surpresos, decepcionados, raivosos... Alegres, emocionados, serenos. Não tive tempo para captar oque aquelas milhares de vozes estavam gritando/sussurrando ou apenas falando... Soluçando. Por que Frank era o meu tudo naquele momento.
  Seus olhos não estavam mais presentes no momento em que ele deu passos trôpegos em minha direção... Sua alma estava exposta, através de suas pupilas. 
    Ele parecia tão atingido e descrente, mas acima de tudo... Tão aliviado.
 Eu poderia rir da maneira com que ele caminhou/tropeçou/mancou até mim.
 Se fosse para mim comparar com algo que o descreva seria exatamente como um zumbi.
 Mas ao invés de soltar aqueles zumbidos estranhos por seus lábios, saia apenas palavras desconexas, que eu identifiquei como as minhas... Ele estava repetindo o que eu acabará de dizer/revelar/declarar.
 E de repente sua alma estava igual a minha... demonstrando tudo o que estava sendo reprimido pela incerteza.
 Seus olhos começaram a derramar as respostas e ele continuou a cada passo que dava em minha direção. O sorriso que estava estampado em meu rosto não era por satisfação, era leve.
  Verdadeiramente puro. Uma liberdade que mesmo se não fosse correspondida (o que me mataria) eu estava livre, por finalmente poder me liberar. Por ele saber que eu o amo de verdade
 A pontinha do seu nariz estava levemente avermelhada. Seus lábios estavam gritando em silêncio. Eu tinha total consciência eu atingi sua alma. Seu corpo estava desconexo com seus sentidos.
 Ele estava em um tipo de transe. Ele estava exatamente como sempre esteve, como quando olhava pra mim e imaginava nosso amanhã (ou em um deja vu dos nossos momentos). Como quando consegue ver através de meus olhos... E ele consegue, por que ele sempre consegue.
  Por que ele me enxerga como se eu fosse a própria definição de transparência.
 Ele já sabia de minha alma, mas ele também sabia da confusão que era meu ser. E nós esperamos por essas palavras. Calmo paciente e gentilmente (ele).
  Ele continuou a sua caminhada até mim. Ele estava com o seu melhor sorriso no rosto.
  O sorriso de quando você está orgulhoso. 
  O sorriso de como quando nos conseguimos conquistar nossos sonhos (como por exemplo, a música).
  O Sorriso de quando você ganha o melhor presente de natal. 
  O sorriso que mesmo sem uma crença é o sorriso dos deuses. 
  O sorriso digno de lágrimas.
  O sorriso de gratidão
 -Eu te amo Gerard Way.- Frank diz entre um soluço alto que escapou de sua garganta. E então ele se atirou encima de mim e eu o agarrei. Segurando firme suas laterais da cintura e o pousando com cuidado no chão.
 Eu colei meus lábios ao seus de uma forma delicada e feroz ao mesmo tempo.
 Não era o nosso primeiro beijo, mas eu senti como se fosse novamente.
Bem... Por que a partir desse beijo uma nova fase da minha vida se concretizou. Uma em que a palavra "Amor"  estaria presente em nossas  vozes.
 Eu fazia questão de repeti-las quantas vezes fosse preciso para que meus demônios vissem e acreditassem que eu venci. Que nos vencemos
 Então a todos vocês caros leitores que acreditaram/acreditam no nosso amor (Frerard), eu faço um pedido a vocês, aliás nós dois fazemos.
   " Nunca duvidem que o nosso amor nunca existiu". 
  
O destino não é perfeito a vida é um imenso labirinto. E é por esse motivo que nós não nos casamos, não podemos viver o tão esperado "Final feliz", Mas como eu disse "Amantes tem corações fora das leis da consciência".
    Se eu sou um homem que segue as regras... Não eu não sou. 
     Eu sou um ser humano cheio de problemas em escutar a consciência.

   

      " E quem disse que Frerard teve um fim?
      O My chemical romance teve.
    Mas, Gerard Way e Frank Iero, ninguém nem nada pode parar." 
 

 


Notas Finais


Livre para a espontânea expressão queridos.
Estou curiosa para saber oque acharam.


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