História Friend? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Tags Slenderman, Sonho, Yuri
Exibições 28
Palavras 623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Cá estou eu trazendo uma nova TF, alguém me mata ;-;
Slender é uma criatura tão incrível, que resolvi fazer uma Fic com esse tema.
Talvez o próximo capitulo só saia daqui a algumas semanas ;-;

Beijinhos *3*

Capítulo 1 - Silêncio -.


Fanfic / Fanfiction Friend? - Capítulo 1 - Silêncio -.

 

Anna corria incessantemente pela floresta escura, porém, não enxergava um palmo a sua frente, pois estava a noite, e especialmente naquela noite, não havia lua nem estrelas no céu.

Corria para fugir de um ser absurdamente alto e magro, com a forma quase humana, mas não tinha rosto, e haviam tentáculos que saiam de suas costas. Ele realmente não era humano.

Enquanto corria, vagas lembranças rodavam a cabeça da jovem, como da primeira vez que o vira.

 

– Você quer ser meu amigo? – Perguntou Anna inocentemente, debruçada na janela do quarto – Não seja tímido, seja meu amigo. Acho que você não fala muito, ‘né? Mas tudo bem, aceito isso como um sim.

Ponderou a cabeça para o lado esquerdo, e deu um sorriso maroto e inocente, subitamente, um tentáculo parou na sua frente e acabou por, não se sabe como, hipnotizá-la.

 

Tropeçou – sem querer – numa pedra que tinha em seu caminho, e como previsto, caiu, com a queda sujou-se de terra e ralou as palmas das mãos no chão úmido da floresta. Era impossível não chorar naquele momento. Levantou-se e tentou correr, mas sentiu uma dor horrível perto do seu calcanhar.

Droga, ela tinha torcido o seu tornozelo.

Aquela era, sem dúvida, a hora mais inoportuna para se ter um tornozelo torcido, agora não tinha mais como fugir dele, estava perdida, o que lhe restava agora era chorar. Rastejou-se até uma árvore perto, sentou-se abraçando os joelhos, e desabou em lagrimas.

Ouviu um grunhido familiar, um arrepio percorreu pela sua espinha dorsal, olhou para os lados, mas nada viu. Estava completamente assustada, outro grunhido se repetiu, mas desta vez, soou mais alto e perto.

 

 

– Mamãe – Falou a pequena, puxando a barra da camisola de sua mãe.

­­– O que foi querida? – Respondeu a jovem mãe com um sorriso doce no rosto.

– Eu… eu fiz um amigo – disse um pouco nervosa.

– Hm… tudo bem pequena, mas quem é ele? E como ele é? – Falou se agachando, até ficar da altura da filha.

– Eu não sei bem como ele é – Respondeu olhando nos olhos da mãe – Ele também nunca disse como é o seu nome, então batizei ele de ‘Homem sem rosto’.

– Como assim você nunca o viu?

– É porque ele sempre aparece à noite, escondido perto das plantas, sempre olhando para mim, mas nunca faz nada.

Ao ouvir tais palavras, a mãe paralisou, mas logo voltou a si, dando um sorriso misto de confusão e medo.

 

Olhou para frente e viu a criatura, a mesma que estava perseguindo-a, de certa forma, a criatura tinha um olhar que prendia Anna, que não a deixava olhar para nenhum lugar, a não ser seu rosto. Tentou, mais uma vez, levantar-se e correr, mas falhou miseravelmente, e caiu no chão pela terceira vez naquela noite sombria. Fechou os olhos e desejou que aquilo tudo fosse um sonho, almejava que aquilo tudo fosse uma ilusão de sua cabeça. Mas não, era tudo real, a dor era real, o medo era real.

 

– Tenha uma boa aula, filha – falou a mãe de Anna, acenando para a mesma que se encontrava dentro do carro, onde quem estava dirigindo era sua outra mãe.

Após se passarem duas horas desde a saída da filha, a mãe recebe uma ligação do colégio, onde a diretora fala que Anna tentou matar sua ‘coleguinha’ de sala.

“Deus, Anna nunca fora assim, o que levara ela a cometer tal ato? ” Pensou a mãe.

Quando Anna chegou, logo se sentou no sofá, jogando sua mochila e lancheira ao seu lado.

– Anna – falou seriamente a mãe, sentando-se ao lado da sua filha – Por que você tentou matar a sua coleguinha?

­– Porque ele mandou, Mamãe – respondeu a criança abaixando a cabeça num sinal de arrependimento – o ‘Homem sem rosto’ mandou.


Notas Finais


Alguém me mata ;-;
Talvez tenha um pouco de Batatipper ¬u¬
Bom, se gostaram, comentem.
A Tia do Café ama vocês *3*


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