História Friends - L3ddy - Capítulo 38


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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas "LubaTV", Lucas Olioti
Exibições 75
Palavras 1.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hehehe oi pessoas que favoritaram e leem a minha fic. Tudo bom com vcs? 3 semanas que a gente não se "vê" né non? Então wujdhd eu quero pedir desculpas por isso. Eu meio que andei ocupada com as provas, trabalhos e essas coisas da escola e eu meio que tava nevouser demais para escrever capítulo por causa da LubaFest, enfim... Tirando que a criatividade tava ( sorry pela expressão) um cu. Ia, vinha, ia, vinha, etc. Eu meio que comecei a escrever um capítulo mas desisti por estar uma merda e eu não admito postar capítulo merda em nenhuma das minhas fanfics :v Ah, pra saberem eu mudei a classificação da história porque não fazia sentido ela ser para maiores de dezoito. Eu meio que era obrigada a colocar essa classificação por causa dos avisos de sexo e insinuação de sexo. Tirei esses avisos pq a coisa que menos tem aqui são essas duas coisas. Ok, tem umas vezes, mas vcs entenderam que não tem a necessidade de um aviso para isso. Agora tá pra quatorze anos porque sim, mas eu deixo o povo de dez anos ler tbm, aqls. Enfim, falei demais, boa leitura e perdão pela demora <3

Capítulo 38 - Side To Side


1 semana depois (Sim, eles tiveram a conversa séria e vcs vão continuar sem saber, por enquanto, porque eu sou má e quero deixar vcs curiosos huehue)

 

T3ddy On

“I've been here all night. I've been here all day. And boy, you got me walkin' side to side” – Canto enquanto escuto a música tocando em meus fones de ouvido.

 

“Jesus Cristo, é a vigésima vez que você tá escutando isso” – Luba diz revirando os olhos, fingindo já estar irritado e cansado disso. – “Vigésima vez e ainda consegue cantar a música toda errada. Não consegue acertar nenhum trecho.” – Ele diz rindo.

 

“Você me respeita que eu tô fazendo curso de inglês”

 

“Nossa, acho que deveria aumentar o seu número de aulas por semana.” – Luba diz ainda entre risos.

 

“Você poderia me dar aulas particulares... Assim eu não precisaria gastar meu dinheiro...” – Dou a sugestão meio que brincando mas ao mesmo tempo falando sério.

 

"Nhe, não." - Luba mostra a língua como uma criança.

 

“Então eu vou continuar cantando essa porra errada e você que me aguente. THESE FRIENDS KEEP TALKING’ WAY TOO MUCH. SAY I SHOULD GIVE YOU UP. CAN’T HEAR THEM NO, CASE I...” - Canto mais alto do que a última vez só parar ver a reação do Luba.

 

“Shiu, para de berrar no meio do aeroporto, caralho!” – Luba diz em um tom de voz mais alto e solta uma risada logo depois. Vejo ele olhando para os lados, meio que para verificar se ninguém havia escutado.

 

“Tem menos de dez pessoas por esse lugar que estamos passando, relaxa. Tirando o fato de que eu não tô berrando, eu tô só cantando em uma oitava à cima”

 

“Você nem ao menos sabe o que isso significa, não é?” – Luba diz ainda rindo baixo e eu dou de ombros, lançando um sorriso para ele.

 

“Não, não sei. O que importa é que eu não estou berran...” – Paro de falar assim que tropeço no meu próprio pé e quase caio de cara. Caio no chão mesmo assim, mas caio de quatro, protegendo pelo menos o meu rosto. Olho ao redor e vejo pelo menos trinta pessoas me encarando. Porra, não tinham nem dez seres aqui em questão de poucos minutos, de onde surgiu tanta gente?

 

Ok, para explicar melhor onde estamos, para onde vamos e o que estamos fazendo , vamos começar do começo.

 

Estamos no aeroporto nesse exato momento para irmos para São Paulo por causa daquela festa do Cellbit.

 

Escuto Luba rindo escandalosamente, provavelmente do meu tombo e faço bico. Olho para os lados o procurando, porém não o vejo. Olho para frente e vejo o mesmo correndo com suas malas para longe de mim.

 

“Espera, caralho” – Digo entre risos enquanto vou correndo atrás dele.

 

“Sai moço, conheço você não”

 

“Ai Luba, credo. Isso tudo é vergonha de mim?” – Pergunto fingindo estar triste.

 

“Nossa, como sabe como eu me chamo?” – Ele pergunta com um sorriso nos lábios. – “Ok, chega. E não, não é vergonha.” – Luba diz deixando suas malas encostadas em um canto e logo depois se senta em uma das cadeiras, esperando a chamada para nosso voo.

 

Me sento ao seu lado e sorrio enquanto o observo. Tiro o celular do bolso e tiro duas fotos de Luba. Um normal e bonita, que coloco como papel de parede do meu celular e uma outra estranha e engraçada que decido postar no snap com um legenda qualquer.

 

“Tem uma parte da música que me lembra a nossa situação atual. Já que você é tão bom no inglês, só de escutar o trecho já vai conseguir traduzir mentalmente e entender o porquê de me lembrar sobre o que estamos passando, certo?” – Digo de modo brincalhão e Luba sorri cínico em minha direção.

 

“Claro que sim, diferente de alguém que eu conheço...” – Luba diz brincando e rindo.

 

“Vai à merda” – Mostro o dedo do meio para ele e rio fraco. – “Tô, pega um dos fones.”

 

Luba faz o que digo e fica me observando.

 

Tiro o celular do bolso e o desbloqueio para colocar no pedaço em que quero, porém Luba tira o celular de minha mão, o bloqueando novamente.

 

“Não. Deixa tocar inteira. Eu gosto dessa música” – Ele diz e devolve meu celular, o colocando em meu colo.

 

“Tava reclamando sobre eu estar repetindo a música por qual motivo então?” -  Arqueio uma sobrancelha.

 

“Porque é irritante a pessoa escutar a mesma música duzentas vezes em menos de quatro horas e porque eu gosto de te provocar” – Luba sorri e eu reviro os olhos, esboçando um sorriso nos lábios logo depois.

 

“Ah, gosta de me provocar de todas as formas possíveis, não é?” – Mordo o lábio.

 

“Claro...” – Ele sorri malicioso e solta uma risada fraca. Rio junto com ele.

 

“Deixa eu colocar na parte que quero que você escute. Depois a gente escuta a música inteira, pode ser?

 

“Pode” – Diz dando de ombros.

 

Desbloqueio o celular e pulo uma parte da música, deixando próximo ao trecho que quero que Luba escute.

 

“Been trying hide it

Baby what's it gonna hurt if they don't know?

Making' everybody think that we solo

Just as long as you know you got me”

 

(Traduzindo fica alguma coisa do tipo: “Estou tentando esconder. Querido, vai doer se eles não souberem? Ficamos fazendo todo mundo imaginar que estamos solteiros. Mas o que importa é você saber que me tem”)

 

“É, realmente lembra um pouco o que estamos passando por esse tempo, mas sabe que não precisamos esconder nada das pessoas quando não tem ninguém que nos conheça, certo? Como agora... Ninguém aqui nos reconheceu durante esses trinta minutos, não acho que seja agora que vá surgir alguém reconheça...” – Luba diz enquanto se aproxima ainda mais, com a intenção de me beijar. Me aproximo dele também e sorrio fraco.

 

Quando nossos lábios estão quase se tocando, me afasto um pouco de Luba assim que vejo uma garota ruiva nos olhando de um jeito estranho e curioso, que sorri largamente em nossa direção, antes de se virar e continuar caminhando para onde quer que seja.

 

Percebo que Luba suspira e vira o rosto, encarando as suas coisas encostadas na parede, próximo ao local em que ele deixou sua mochila como celular dentro para que pudesse deixá-lo carregando.

 

“Aparentemente a conversa que tivemos não adiantou de nada...” - Ele diz como um sussurro, mas mesmo assim consigo escutar e me sinto culpado por deixá-lo triste.

 

...

 

Escuto meu celular apitando quando estou quase pegando no sono já dentro do avião. Resmungo baixo por escutar o barulho mais três vezes seguidas.

 

“A pessoa aparentemente não vai deixar que eu a ignore...” – Penso comigo mesmo e abro os meus olhos. Me ajeito no banco lentamente e com cuidado por Luba estar com a cabeça encostada em meu ombro enquanto ele dorme. Tiro o celular do bolso e o coloco no modo silencioso para não correr o risco de acordar Luba.

 

Nem olho quem estava mandando mensagem, apenas abro o snap e aproveito para tirar uma foto de mim e de Luba nesse momento. Fico observando a foto e a salvo em minha galeria, porém não posto.

 

Penso em ignorar o ser que estava falando comigo até chegar em São Paulo, mas mudo de ideia quando a pessoa volta a me bombardear com mensagens e consigo ver o nome de “Mauro” na parte superior da tela.

 

Dez mensagens, onze, doze... Mas não é possível, alguém morreu? A crush notou ele? Deve ser alguma coisa muito empolgante ou muito séria para ele mandar mensagens de segundo em segundo. Abro a conversa e começo a ler as mensagens

 

Mauro

Oi “sumido”

Quanto tempo, não é?

Será que você ainda se lembra de mim

Aparentemente não porque não mandou nenhuma mensagem pra mim durante duas semanas, mas tudo bem.

Então, eu sou o seu amigo, o Mauro

Ou pelo menos achava que era seu amigo

Quanto tempo que a gente não se fala

Que a gente não se vê

Você ficou fora por tanto tempo

Nossa, duas semanas em Tubarão, né?

Hm... Que interessante isso

E você foi lá à trabalho?

Tinha algum evento lá?

Aparentemente não.

Foi fazer o que então?

 

 

T3ddy

Fui gravar com o Luba

 

Mauro

Gravar durante duas semanas inteiras? Caralho hein

Olha T3ddy, eu queria saber mesmo porque não anda mais me contando as coisas.

Queria entender o motivo de não confiar mais em mim.

 

 

T3ddy

Mas eu confio em você...

 

 

Mauro

 

Se confia, então por que não anda me contando que tá acontecendo?

Por que não me conta a verdade?

Não sei se percebeu, mas eu sei que anda escondendo coisas de mim.

 

 

T3ddy

 

Não ando escondendo nada...

 

 

Mauro

 

Você mente muito mal, espero que saiba disso

Enfim, quando criar confiança em mim e quiser me contar essas coisas que anda escondendo, pode me chamar porque eu vou continuar aqui esperando

 

 

T3ddy

 

Mas eu confio em você, Mauro...

 

 

Mauro

 

Mas não é o que anda parecendo, Lucas.

 

 

Suspiro e bloqueio o celular, deixando o mesmo de lado.

 

Magoei o Luba, perco a confiança do Mauro, qual vai ser a próxima coisa...?



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