História Friends in Love. - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias David Luiz, Oscar Emboaba
Personagens David Luiz, Oscar Emboaba
Exibições 364
Palavras 1.465
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi meus amores, cheguei! Agora que a Sofi e o David vão estar meio separados eles vão descobrir o porque gostam tanto de estarem juntos!

Capítulo 7 - Sentimento novo.


David.

Ela não parava quieta e ficava andando de um lado para o outro na sala completamente nervosa, ela estava esperando a Manuela chegar. Sofie havia recebido uma ligação da sua irmã avisando que estava se mudando pra Paris e que queria vir pra vê-la e então ela estava esperando ansiosamente.

- É ela. - ela sorriu quando a campainha tocou.

Quando Manu entrou foi tão lindo o sorriso no rosto de Sofie ao ver a sua irmã mais velha, as duas ficaram num longo abraço até ela vir falar comigo e nós sentamos no sofá pra ela contar como foi morar em outra cidade da França porque era a sua segunda vez em Paris mas dessa vez ela veio pra ficar.

- E eu tenho uma proposta pra te fazer. - ela disse pra Sofi.

- O que? - ela perguntou animada.

- Você lembra que o teu sonho desde pequena era que nós pudessemos morar juntas? - ela perguntou e Sofie assentiu.

- Eu comprei um apartamento aqui em Paris no centro, você quer morar comigo? - ela perguntou e o sorriso de Sofie foi enorme.

Não preciso nem dizer que aquilo me chateou de cara né? Não vou negar que fiquei triste porque eu estava amando a companhia dela aqui e agora eu vou voltar a ficar sozinho nessa casa, enquanto Manu foi ao banheiro Sofi veio até a cozinha onde eu estava.

- Isso é demais né? - ela perguntou sorrindo.

- Sim. - menti.

- Agora eu vou parar de te incomodar e a casa vai voltar a ser sua. - ela disse.

- Você nunca me incomodou, pelo contrário...eu odeio ficar sozinho e você me ajudou com a companhia. - eu disse e ela veio pra me abraçar. 

- Vai ser legal morar com a Manu né? - desviei indo até a pia.

- Ficou chateado? - perguntou. 

- Não...vou ter que sair. - eu disse pegando meu celular na sala.

É óbvio que eu fiquei chateado mas ela parecia feliz e eu não iria estragar o sonho dela até porque em pouco menos de seis meses ela vai estar longe de mim no Brasil, fiquei caminhando pelas ruas durante toda a tarde e somente quando escureceu que eu me dei conta de que deveria voltar pra casa.

- É a minha última noite e você me deixou sozinha. - ouvi sua voz quando fechei a porta. 

- Desculpa, fui resolver umas coisas. - eu disse. 

- A Manu já foi pra casa. - ela disse.

- Eu quero te agradecer por ter me deixado ficar. - ela disse se aproximando de mim.

- Tá tudo bem. - sorri.

- Me leva pra cama. - ela disse.

- Como é? - arregalei os olhos não entendendo o que ela disse. 

- Você vai subir né? Então me leva com você. - ela disse rindo.

Puxei ela pela mão e subimos pro quarto, ela estava bebendo um chá que eu zoei por não ter gosto de nada.

- Faz bem pro organismo. - ela disse.

- Se for pra beber algo sem gosto eu prefiro beber água. - eu disse rindo.

- Prova. - ela disse chegando perto com a caneca.

- Não. - eu disse rindo e fui para o lado da cama.

- Prova. - ela veio rindo e tropeçou no tapete. 

A caneca voou e o chá quente foi parar na minha camisa, eu comecei a rir e tirar a jaqueta primeiro e ela se desesperou. 

- Meu Deus, vai te queimar. - ela correu pra pegar uma toalha.

- Calma, não está totalmente quente. - eu disse tirando a camisa.

- Eu sou muito desastrada. - ela disse rindo.

- Eu sei baby. - sorri.

 Eu estava olhando pra ela e senti minha respiração oscilar com o toque das suas mãos em mim, algo naqueles olhos verdes me deixavam totalmente perdido.

Sofie.

Quando percebi ele me olhando eu parei o que eu estava fazendo e fiquei encarando ele, eu senti meu peito subir e descer quando sua mão envolveu minha cintura me encostando ainda mais no seu corpo.

- Pronto, já sequei. - eu disse desviando o olhar do dele.

- Eu acho que eu vou... vou pro meu quarto tomar um banho. - ele disse e eu assenti.

- Boa noite. - eu disse antes de fechar a porta.

Meu coração estava acelerado e eu fechei os olhos tentando me acalmar mas tudo o que eu conseguia ver era o rosto de David muito próximo ao meu e meu corpo colado no dele e eu tentei ao máximo afastar os pensamentos estranhos que estavam me consumindo e foi assim que eu consegui dormir.

...

Acordei cedinho e arrumei minhas coisas porque depois do café eu iria pra casa da Manu, depois de guardar todas as roupas na mala eu desci e encontrei uma linda mesa de café da manhã e David surgiu sorrindo pra mim.

- Bom dia. - ele disse.

- Bom dia. - sorri.

- Vem, fiz pra você. - ele disse me puxando pela mão. 

Nós tomamos café e ele estava tão lindo essa manhã que eu não conseguia nao olhar pra ele, todos os sorrisos e risos, as palhaçadas e a mão dele na minha por cima da mesa sem nem perceber.

- Eu tenho que ir. - eu disse.

- Eu pego as suas malas. - ele se ofereceu e eu assenti.

Eu ia sentir falta de morar aqui com ele, de conversar e ver series até tarde, de preparar o nosso almoço e ser paparicada por ele o tempo inteiro. Quando ele desceu com as malas foi colocar em seu carro porque ele quem iria me levar para a minha nova casa com a minha irmã porque desde pequena eu imagino nós duas morando juntas numa casa só nossa.

- Foi bem estranho o que aconteceu ontem a noite e eu só queria pedir desculpas. - ele disse e eu tirei meu olhar da janela.

- Não precisa me pedir desculpas. - eu disse.

- É que algumas coisas estranhas ficam acontecendo com a gente, coisas que nunca aconteceram antes. - ele disse. 

- É porque antes a gente não convivia na mesma casa. - eu disse e ele assentiu.

- Não podemos deixar esses lances abalar a nossa amizade. - ele sorriu.

- Exatamente. - eu disse.

Finalmente chegamos e o prédio  era uns vinte e cinco minutos da casa de David e ele me ajudou a por as malas pra dentro, minha irmã comprou o apartamento já com mobília então era bem mais fácil da gente arrumar e ter como dormir essa noite. David ainda ficou nos ajudando até que eu pedi pra que ele fosse porque a gente dava um jeito de terminar as coisas e ele concordou. 

- Tchau David, e obrigada pela ajuda. - Manu sorriu e acenou pra ele.

- Tchau. - ele sorriu pra ela.

- Tchau little little, se cuida tá? Se precisar de alguma coisa você sabe onde me encontrar. - ele disse escorado na porta.

- Eu sei sim, e mais uma vez obrigada pela hospedagem e pelos mimos. - eu disse sorrindo. 

- Fica bem. - ele disse.

Se aproximou de mim e depositou um beijo no meu ombro descoberto me fazendo arrepiar o corpo todo, quando ele se fastou no corredor e entrou no elevador eu entrei e fechei a porta atrás de mim ainda sorrindo.

- Sô, você tá gostando do David? - minha irmã perguntou. 

- Não, gosto de como ele me trata. - sorri e ela gargalhou.

- Sei...eu percebi o jeito que ele te olha. - ela disse e eu neguei.

- Eu e David somos como irmãos. - eu disse.

- Tem certeza? - perguntou e eu assenti. 

- Nunca rolou nada? - perguntou.

- Não. - menti e meu celular vibrou.

"Já esrou sentindo a sua falta, little little!"

Não pude evitar sorrir ao ver aquela mensagem e fiquei olhando a tela do celular alguns minutos pensando no que estava acontecendo comigo.

- Que foi? - Manu disse.

- Oi? - olhei pra ela.

- Porque tá sorrindo pro celular? - ela perguntou arqueando a sobrancelha.

- Notificação do meu banco. - menti.

- E isso te deixa feliz? - ela perguntou rindo. 

- Quando meu dinheiro continua lá em perfeito estado eu fico sim. - eu disse rindo e ela deu de ombros.

- Pensei que fosse o David. - ela disse. 

- Você tá bem paranóica. - eu disse indo ajudar ela.

- Só estou imaginando vocês dois como um casal. - ela brincou.

- Nem nos seus sonhos. - eu disse.

- Pode não ser nos meus sonhos, mas nos seus com toda certeza são. - ela sorriu



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