História Friends in the Crazy Love (Love To 3) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Matteo, Nico, Personagens Originais, Simón
Tags Agus Bernasconi, Agustín Bernasconi, Michael Ronda, Ruggero Pasquarelli, Sitteo, Sou Luna, Soy Luna
Visualizações 133
Palavras 2.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de vários dias, volto com o quarto capítulo. Como havia dito nas notas finais do capítulo anterior, há novos personagens, um deles apresento hoje. Nesse capítulo saberão de coisas do passado e o que eles querem para o futuro.

Boa leitura, espero que gostem! ❤

Capítulo 4 - Chapter 04


Fanfic / Fanfiction Friends in the Crazy Love (Love To 3) - Capítulo 4 - Chapter 04

                        (POV'S RUGGERO):

 Minha decisão de deixá-lo para pensar saiu do nada. Só achei que passar o dia inteiro o pressionando não pudesse ser bom, ele podia tomar uma decisão errada na pressa e não era isso o que eu queria.

 Não tinha para onde ir e nem ideia do que fazer, apenas sai, para pensar no que fazer se a resposta dele não for a que eu quero que seja.

 Eu o amo, mas eu não posso mais aceitar essa situação. A partir do momento que ele disse "sim" para mim, ele deve ser apenas meu e estar apenas comigo. Se ele queria continuar nessa relação maluca, ele não deveria ter dito o que eu queria ouvir.

 Eu não sinto ódio do Agus e muito menos deixarei de ser amigo dele dependendo da decisão, eu gosto de ambos, mas eu realmente notei uma diferença nas atitudes dele e eu o vi tentando me deixar de fora. Eu não posso aceitar.

 Desci pelas rapidamente escadas ao sair do apartamento, passei pela portaria e caminhei pela rua sem rumo. Apenas saí andando, parei para comprar garrafa de água em uma barraquinha e continuei andando. Cheguei a passar por frente do meu apartamento, resolvi entrar.

 Fui até o banheiro, tirei a roupa e liguei o chuveiro. Eu estava muito soado por ter andado tanto, o sol estava de queimar a pele. Enquanto passo sabão por meu corpo escuto um som vindo do meu celular. Deixo o sabão onde está e vou até minha calça que estava na pia, retirei o celular de lá.

 É uma mensagem, do meu melhor amigo e ex-colega de elenco Jorge Blanco.

 "OI Rugge, estou na cidade. Faz meses que não nos vemos, o que acha de sair pra se divertir hoje a noite?" - li rapidamente e deixei o celular estava.

 Não tenho cabeça para pensar em sair para me diverti.

 Olho para a hora, já faz mais de uma hora que saí e deixei Michael pensando. Pode parecer pouco, mas eu estou ansioso para saber o que ele vai me dizer.

[...]

 Chego no apartamento.

 Entro lentamento, olho para a sala e não vejo ninguém, vou até o quarto e me deparo com o Agus em cima do Michael o beijando.

 Fiquei completamente nervoso, bravo e triste. Me segurei para não chorar, eu realmente não esperava entrar aqui e ver essa cena.

 - Decisão tomada pelo visto! - afirmo e eles se separam assustados.

 Agus saí rapidamente de cima de Michael.

 - Não há nada mais que me faça ficar aqui! - digo voltando por onde vim.

 Eu tive medo disso acontecer desde o começo, mas depois das coisas que ouvi dele tirei essas ideias "malucas" da minha cabeça, mas parece que essas ideias não eram "malucas" como eu achei que fosse.

 Saí rapidamente do apartamento, ouvi os passos dele correndo até mim e o ouvi gritar meu nome, porém não dei atenção e continuei andando.

 A raiva tomou de conta do meu corpo, eu nem sabia o que dizer pra ele, o que eu queria fazer e o que eu devia fazer. Eu simplesmente sai, não apressei os passos e nem me importei com os gritos que ele deu por meu nome no corredor.

 Sinto ele puxar meu braço e me empurrar na parade. Se aproxima de mim, ficando bem perto do meu rosto.

 - Me desculpa, isso não deveria ter acontecido e nem foi culpa minha! - diz ele e vejo lágrimas em seus olhos.

 - Quando um não quer, dois não transam. Não tente me explicar o que está claro, se você não quisesse não tinha permitido! - digo e o empurro.

 Me esforcei para não machucá-lo, mas se machucasse não me importaria e não me sentiria mal. Depois do que ele me fez, ele merece.

 Desço rapidamente pelos seguintes degraus e ele continua me seguindo, me puxa novamente e segura meus dois braços.

 - Me perdoa, eu gosto de você, eu escolho você! - afirma ele chorando e desperadamente.

 Eu não senti pena, não senti vontade de beijá-lo e nem de consolá-lo.

 - Você diz isso agora. Eu realmente gostava de você, não, eu não gostava, EU TE AMAVA. Olha o que você faz, eu fiz de tudo por você, me sacrifiquei por você, me arrisquei por você e você simplesmente não deu valor à mim e nem aos meus sentimentos. Você era a pessoa que eu mais me importava! Eu daria tudo por você, minha vida até, mas você não soube dá valor! Só peço que você me deixe, não me procure, se me ver em algum lugar não me olhe e nem fale comigo. Pra mim, você morreu. - digo sério, segurando com todas minhas forças minhas lágrimas.

 Ele me solta e eu vou embora. Ele não vem atrás de mim dessa vez.

 Eu o amava e faria qualquer coisa por ele, mas ele não me merece e nem meu amor.

[...]

 7 p.m.

 Escuto a campainha tocar e corro rapidamente, ao abrir forço um sorriso, Jorge retribui.

 Nos aproximamos e nos abraçamos. Faz um bom tempo que não nos vemos pessoalmente e nem nos abraçamos, senti falta do meu melhor amigo.

 - Que bom te ver! - afirma ele sorrindo ao nos separar.

 - Não estou pronto, você chegou muito cedo! - digo e ele sorri. - ainda não tomei banho, ainda nem sei o que vou vestir e nem sei se vou querer mesmo sair com você, da última vez que sai com você acabamos nos metendo numa confusão com vários bêbados e cheio de arranhões, por isso parei de beber! - digo e ele rir cada vez mais alto.

 - Tudo bem, vai se vestir e não se preocupa, dessa vez eu não vou bater na bunda de ninguém em um bar, principalmente de uma mulher acompanhada! - diz e eu respiro aliviado.

 Fomos até o quarto, ele se jogou na cama e pegou o controle da TV. Enquanto isso, fui até o guarda roupa e procurei algo para vestir nessa noite. Encontro uma calça jeans e pego uma blusa preta, a coloco em cima da cama.

 Pego uma toalha e vou até o banheiro.

 Retiro minha roupa e a coloco em cima da pia, não fechei a porta e nem acho que seja preciso. Somos amigos, apesar de eu ter gostado dele anos atrás.

 Sim, eu gostei dele. Nunca disse o que sentia e por isso não fiquei com ele, nos afastamos por muito tempo, então consegui superar essa paixão. Ele é muito bonito, sedutor, além de sexy e que qualquer um gostaria de namorar. Porém, ele não é gay e muito menos é do tipo que toparia experimentar.

[...]

 Sai do banheiro com a toalha em volta de minha cintura. A retirei de minha cintura e fiquei totalmente nú. Passei a toalha por meu corpo me secando e o obsevei, ele estava vendo TV e chegou a olhar pra mim uma poucas vezes.

 Me vesti rapidamente, passei desodorante e perfume.

 - Vamos? - digo me sentando na ponta da cama.

 - Vamos! - diz ele ficando de pé, o sigo até a porta.

 Vamos até o elevador, éramos os únicos lá.

 - Você ainda não me disse para onde vamos! - digo e ele sorri.

 - Vamos beber um pouco, eu também não bebi durante esse tempo, isso de sair pra beber era algo nosso. Então eu simplesmente não bebi quando não estava com você! - explica e eu sorrio.

 Meu apartamento é no 15° andar, levaria um tempo pra chegar no primeiro.

 O vejo através do espelho do elevador. Ele leva a mão até o membro e o segura, o movimentando. Coisa que homens costumam fazer quando estão excitados, não achei estranho, é normal ficar excitado por nada. Talvez deve ter pensado em algo que fez com alguma garota.

 - Finalmente! - digo ao ver a porta se abrir.

 Saímos do prédio e pegamos um táxi na porta. Ele diz o endereço de um bar, o mesmo que fomos e que acabamos apanhando.

 - E sua vida amorosa? Faz um bom tempo que não falamos sobre isso! - diz ele me olhando.

 - Estava em uma relação até hoje, mas agora estou livre e vou aproveitar isso hoje, claro, não bateria na bunda de alguém acompanhado, mas irei aproveitar. Beberei muito, passei anos sem fazer isso, então vou aproveitar! - explico e ele sorri.

 É, não estou preso a mais ninguém.

 Vou beber e fazer o que eu quiser.

[...]

 11 p.m.

 - Cara é bom você parar, já bebeu muito! - afirma Jorge puxando meu copo de cerveja.

 - Você me chamou pra vir aqui e eu vim. Não vou parar! Agora me deixa! - digo bravo puxando meu copo de volta.

 Bebi mais um pouco e coloco o copo novamente em cima da mesa.

 O vejo levantar a mão, e fazer um sinal para alguém, olho para trás e vejo que é o garçom.

 - O que está fazendo? - pergunto sério.

 - Você já bebeu muito, misturou várias tipos de bebidas e não era o que eu queria que você fizesse. Essas misturas são extremamente perigosas. É hora de parar! - afirma ele sério e eu reviro os olhos.

 Bebo mais um pouco, dessa vez até secar o copo. O garçom vem até a nossa mesa e vejo Jorge pagar.

 Abaixo a cabeça, apoiando ela na mesa. Senti uma tontura na hora de me levantar e meu estômago estava se revirando.

 - Está bem? - pergunta ele me puxando.

 - Não! - afirmo.

 Sinto que vou vomitar e é o que eu faço ali no chão mesmo. Jorge me segura para que eu não caia, pois estava bem tonto.

 - Está melhor? - pergunta ela novamente.

 - Não, é melhor a gente ir pra casa! - respondo.E pega um guardanapo e passa ao redor da minha boca. Ele fala com o garçom, talvez pedindo desculpa, continuo com a cabeça baixa. Não estava entendendo nada.

 Sinto ele me segurar pela cintura e passar meu braço por seu pescoço, com sua ajuda fiquei de pé. Ele me levou até um táxi e entrou comigo.

Me colocou sentado ao seu lado e disse o endereço para o motorista. Minha cabeça escorregou, indo até o ombro dele. Fechei os olhos e continuei naquela posição. Até que dormi.

[...]

 10 a.m.

 Acordo com uma forte do na cabeça.

 Me sento na cama lentamente e vejo tudo girando, volto a me deitar. Sinto a dor ficar mais forte, tinha esquecido do poder de uma ressaca, principalmente de um ressaca de vários tipos de álcool.

 Nem lembro como tudo aconteceu, só lembro de ter vomitado no bar e dormir no ombro do Jorge no carro.

 Estou completamente nú, percebo isso ao passar minhas mãos por meu corpo. Não estou me sentindo bem e estou demorando para raciocinar, a forte dor na cabeça me impede de raciocinar ou tentar lembrar dos acontecimentos.

 - Finalmente acordou! - diz Jorge passando pela porta com uma bandeja de café da manhã.

 O vejo se aproximar e colocar a bandeja ao meu lado na cama. Ele senta no pequeno espaço que há na ponta da cama.

 - Porque estou sem roupa e porque você está aqui tão cedo? - pergunto e ele sorri.

 Vejo que ele está com uma camiseta branca minha e com uma cueca que também é minha.

 - Você também está minha cueca e minha camiseta, tem algum motivo pra isso? - o questiono.

 - Ao chegar te dei um banho, por isso está pelado, eu não quis te vestir, pois assim estaria mais confortável. Eu dormi aqui, você vomitou em mim enquanto eu dava banho, não achei uma boa ideia te deixar aqui sozinho e já estava bem tarde. - explica. - você acabou me sujando todo, então não tinha o que vestir, peguei uma blusa sua. A cueca eu tive que pegar também porque você acabou rasgou a minha quando caiu no banheiro! - finaliza sorrindo ao dizer a última frase.

 Não lembro de nada disso.

 Passo minha mão por meu braço e sinto um ardor ao passar a mão por cima de uma ferida, claramente deve ter sido na queda do banho.

 - Obrigado por ter ficado, cuidado de mim e estar aqui até agora. Me desculpa pelo mal momento que te fiz passar, imagino que tenha sido bem complicado me trazer, me limpar e cuidar de mim! - digo e ele sorri.

 - Realmente foi e eu estou muito cansado por isso! Nunca mais te levo pra beber, você não é do tipo que bebe apenas por diversão, só para quando está pra morrer! - diz e inevitavelmente eu sorrio.

 Bebi muito para esquecer um pouco do Michael, felizmente consegui por algumas horas. Infelizmente a briga vem a minha cabeça mais uma vez.

 - EI! - diz Jorge estalando os dedos em meu rosto. - preparei isso pra você comer, você deve estar com muita fome! - afirma.

 Realmente estou.

  - Obrigado! - digo pegando a bandeja.

 - Você deve estar com muito dor na cabeça, tenho remédios, vai querer? - pergunta e eu concordo balançando a cabeça.

 Após comer tudo o que ele preparou tomo o remédio e volto a me deitar. Ele estava falando com alguém no telefone.

 Fiquei sozinho por alguns minutos até que ele vem até mim.

 - Se sente melhor? - pergunta.

 - Um pouco... - respondo.

 - Vou tomar um banho, tá? - diz.

 - Claro, a casa é sua. Você sempre teve total liberdade para fazer o que quer aqui! - explico e eEle pega uma toalha minha no guarda roupa e vai até o banheiro.

 Fico sozinho novamente e volto a pensar no Michael e nos problemas que tive. DROGA!

 Eu estou bravo com ele, minha raiva não passou e nem vai passar, não pretendo procurá-lo e muito menos voltar a falar com ele. Ele me traiu, não posso aceitar isso. Não aceitarei.

 Tenho que esquecer do passado, dele, dos problemas e focar no que me faz bem, nas pessoas que realmente merecem meu amor. Talvez uma paixão do passado não esteja morta.

 Me levanto lentamente da cama e com muito cuidado vou até o banheiro. Jorge estava passando sabão em seu membro e sorri ao me ver.

 - Acho que terei que agradecer à você pela vida toda. Nunca me senti tão mal depois de beber, mas graças à você, já me sinto melhor! Obrigado! - explico.

 - Não precisa agradecer, você faria o mesmo por mim! - afirma.

 Me aproximo dele lentamente.

 Ele apenas me observa sem deixar de passar sabão por seu corpo musculoso.

 Me aproximo bastante dele, ficando bem perto de seus lábios. Sentindo sua respiração e vendo seu nervosismo. Ele gosta de mim! Isso está claro!

 Passo minhas mãos pelo abdômen dele, ele sem dizer nada apenas observa. Levo minhas mãos até o pescoço dele e o puxo para um beijo. Foi um beijo apaixonante, o puxei para mais perto e senti meu membro tocar no dele. Ambos eretos.

 Passei minhas mãos por baixo dos braços dele e encontrei minhas mãos em suas costas. Ele fez o mesmo. O senti tão próximo, podia sentir seu membro, seus dedos, seus braços, seus lábios, sua lingua e isso me deixou louco.

 Nos afastamos pela falta de ar e ele me olha surpreso.

 - Eu quero você, eu quero gozar pra você e ver você gozar pra mim, quero te ouvir gemer e te senti dentro de mim, da mesma meneira que quero que me sinta. Me permite? - pergunto e durante esse tempo ele apenas observa meu membro totalmente ereto e chegou à tocá-lo.

 - Faz o que você quiser, sou todo seu! - afirma e eu sorrio.

 Michael? Agora é passado.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo, como havia prometido antes irei adicionando novos personagens aos poucos...

O próximo capítulo deve sair durante esse fim de semana! Até.


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