História Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson
Tags Álcool, Amizade, Amor, Ciume, Clichê, Comedia, Conflitos, Drama, Drogas, Fanfic, Ira, Louis, Louis Tomlinson, Mentiras, Obsessão, Romance, Tomlinson
Visualizações 451
Palavras 2.527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esta é uma adaptação da ficção adolescente que eu havia feito e apaguei do Wattpad (ZquaDirectionerFly), portanto se virem algo igual em outro lugar que não seja no Wattpad nessa conta que eu mostrei por favor DENUNCIEM ^^

Espero mesmo que gostem! Aposto que vcs são bem simpáticas como algumas garotas que comentaram nas minhas outras histórias 😍●﹏●

Capítulo 1 - 1 - Chris Menson


Fanfic / Fanfiction Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 1 - 1 - Chris Menson

E lá estava ele. Sentado e sozinho. Aposto que esperando a namorada, Alice Sheldon.

Se fosse há alguns meses atrás e essa mesma cena estivesse acontecendo eu iria lá conversar com ele sobre coisas diversas; fazê-lo falar um pouco, talvez, e não seria problema nenhum ir agora se... se eu não tivesse me apaixonado por ele.

É, se eu não tivesse me apaixonado por ele.

Era uma coisa que eu não era capaz de explicar. Simplesmente tinha acontecido...

Voltando ao passado novamente: se a Taylor Hampton tivesse pensado na possibilidade de se apaixonar pelo seu melhor amigo, sabe o que ela faria?

Não, ela não choraria por não poder ter nada com ele ... e sim, ela riria como uma hiena, provavelmente, pedindo para contar outra piada.

Não vou enganar ninguém, pois quando eu percebi que algo estava errado e que eu não o via mais como apenas um amigo já sabia que daria merda. Mas sabem o que eu fiz?

Eu não fiz nada.

Pensei na possibilidade de ele sentir algo por mim também, mesmo sabendo do seu enorme amor peque ela namorada.

Fui uma babaca por pensar nisso.

E agora estou pensando seriamente em ir lá onde ele está para tentar trazer de volta a amizade que eu estraguei há uns meses atrás, nas nossas férias

Quando me dei conta o par de olhos dele estavam em mim, confusos e surpresos.

     — Christian...
     — Taylor? Mas... o que está fazendo aqui? — ele me interrompeu e levantou-se rapidamente, talvez com medo da minha aproximação.
     — Eu preciso conversar sobre aquilo. Eu...
     — Sobre aquilo? Mas já conversamos sobre aquilo, não lembra? — perguntou, impaciente.

Me surpreendi com toda a pressa na qual ele queria que eu saísse dalí. Era como se estivesse prestes a sair correndo e gritando: "Socorro! Uma louca está aqui para me sequestrar! Socorro!". Aquilo me mostrava que além da amizade estragada, em bônus veio um Christian cheio de ódio e de coisas que eu pensava que ele nem sabia que existiam (do tipo ser um grosso).

     — Escute, eu não tenho culpa, OK? — me defendi, antes que ele me interrompesse novamente.
     — Mas é claro que você tem — me olhou, parecendo irritado ou frustrado —, consegue perceber o quanto isso é loucura? Você sabia de toda a consideração que eu tinha por você, o quanto eu gostava da nossa amizade, e... do nada me deparo com esse seu papo de "estou apaixonada por você". Mas o que deu em você, Taylor? — me perguntou, perplexo.

Eu tinha culpa mesmo?

     — Desculpe por isso... mas é verdade... eu sei o que sinto por você — murmurei, sentindo um pouco de humilhação. Não era para eu estar aqui. Louis e Jane estavam me esperando e olhem onde eu vim parar: definitivamente eu estava implorando por uma amizade que eu sabia que não iria mais existir.
     — Não,  você não sabe. Isso é coisa da sua cabeça. Só está confusa — ele tentou me fazer pensar como ele.
     — Você sempre acreditou em mim. Por que logo agora resolveu não acreditar...? — eu quis saber, perplexa. Ele era uma pessoa tão boa, ele era fofo comigo e me ouvia sempre... por que ele estava tão surpreso com os meus sentimentos?
     — Porque eu sei que não pode ser verdade — respondeu ele, parecendo ciente do que estava falando. — Eu tenho uma namorada e você sabe o quanto eu a amo. Eu e ela estamos juntos há quatro anos e, por mim, vamos continuar juntos para sempre... Isso que você quer, Taylor,  não vai existir... — continuou, percebendo que estava sendo insensível, mas sem se importar.

Ele atacou mesmo o meu coração. Atacou com uma metralhadora.

Chorar para mim era a única coisa que me dava na telha agora.
     — Por que está sendo tão grosso comigo? Você não era assim — lembrei ele, tentando não parecer sentimental.

E não estava exagerando. Ele era a pessoa mais paciente que eu já havia conhecido. Eu poderia fazer a mesma pergunta mil vezes, mas ele sempre me responderia, sem problema algum. Eu poderia discutir com ele mesmo estando errada, e no fim de tudo ele sempre iria me pedir desculpas. E eu tinha consciência disso, sabia o quanto ele preservava a nossa amizade.

Por um lado ele tinha razão, acho, provavelmente eu poderia ter trocado tudo. Agora eu estava mais confusa ainda... Uma parte tem certeza desse amor que eu sentia, outra parte sabia que tudo isso era uma bobagem e que não passava de uma fase. Qual a parte pior das duas? Bom..., com certeza era a que estava ganhando no quesito Coração Quebrado.
     — Eu só quero que entenda... — ele falou, parecendo querer manter a calma.
     — Mas o que está pensando? Eu não vim aqui para obrigar você a me amar... eu só quero a nossa amizade de volta, eu sinto falta disso... — confessei, cruzando os braços e respirando fundo.
     — Eu não vou conseguir... agir como antes.
     — Nós podemos tentar... — sugeri, com um pouco de esperança.
     — Não vai dar certo. Vai ser muito estranho e você ficaria na friendzone.
     — Eu não ficaria na friendzone... — menti, mexendo nos dedos.
     — Olhe, esqueça isso... Sinto muito, Taylor. — Ele colocou as mãos nos bolsos da calça e abaixou a cabeça. Provavelmente estava sentindo vergonha por mim.

Senti o meu celular vibrar e o ignorei. Os momentos que tive com Christian me passavam na cabeça e eu já sentia os meus olhos ficarem marejados. Eu estava sentindo muita falta daquilo...

     — Tudo bem... — sussurrei, por fim,  depois de longos minutos.
     — É melhor você ir, Alice já deve estar voltando... — falou, sem me olhar.

Fiquei sem palavras e sem saber se isso havia acontecido mesmo, talvez eu estivesse apenas sonhando?

O celular voltou a vibrar e isso me despertou um pouco. Com certeza não era um sonho. Meus amigos estavam me esperando e não imaginavam a idiotice que eu havia acabado de fazer.

Respirei mais uma vez e abri a boca a fim de revidar e falar qualquer coisa, porém consegui evitar e voltei a fechá-la novamente. O que eu ainda estava fazendo ali? Eu já estava mal o suficiente e agora ele havia me deixado bem pior. Ele deixou claro que não deveríamos mais ter nenhum tipo de contato e eu tinha que aceitar isso.

E... talvez seria fácil, não seria?

JANE ON


     — Ela não atende o celular — reclamei, revirando os olhos. Estávamos ligando para Taylor e ela simplesmente não atendia. Era para estar aqui há dez minutos atrás.
     — Mas onde ela se meteu? — perguntou Louis. — Sinceramente, já estou começando a me arrepender de ter entrado nessa, vocês duas poderiam dar conta sozinhas — ele retrucou, tirando alguns de seus livros que estavam na cama e colocando-os em sua estante de vidro, iluminada com LED de cor vermelha.
     — Nem pense nisso! Você e o Sr. Roberts se dão super bem — lembrei.

Combinamos de ir na casa do nosso professor de física. Ele estava interessado na Sra. Hampton, a mãe de Taylor, e queria nossa ajuda, pois  ela não conseguia perceber que ele estava sempre a chamando para reuniões sobre o comportamento de Taylor com o intuito de vê-la. Isso não estava sempre acontecendo por aí, é claro, mas o Sr. Roberts parecia estar bem apaixonado pela tia Tânia e eu achava tudo isso super fofo da parte dele.

Não vou mentir, pois Tay odiava física e sempre dizia que o nosso professor estava pegando no pé dela. Ela estava quase cem por cento correta, mas tudo isso era por causa da paixão dele pela sua mãe. Bem, e também por Tay não estar indo tão bem em física...

     — Mas a mãe não é minha — revidou ele.
     — Oh, Louis, agora não, OK? Olhe! Ela atendeu! — exclamei, colocando o celular no ouvido e observando o meu amigo murmurar coisas. — Taylor! Onde você está? Estamos atrasados — falei rapidamente.
     — Então... eu — ela começou e jurei que tinha a ouvido fungar —, já estou a caminho — continuou e  franzi o cenho.
     — Ahn... você estava chorando? — perguntei, preocupada. Do nada senti o celular deixar a minha mão e olhei Louis colocar o mesmo no ouvido.

     — O que aconteceu de errado para estar demorando tanto assim? — ele perguntou e o observei ouvi-la falar, sem um pingo de paciência. — Como é? Eu não acredito que fez isso, Taylor... Por favor, diga que está zoando com a minha cara — ele colocou a mão na testa, parecendo frustrado. O que ela tinha feito? — Não! Lógico que não! — exclamou, andando de um lado para o outro. — Olhe, é melhor chegar aqui o mais rápido possível... — terminou e me entregou o celular, de mau grado.
     — Mas o que aconteceu? — perguntei, vendo-o andar de um lado para o outro e coçando a nuca.
     — Você não sabe o que a sua amiga fez — ele disse, olhando para mim. Um medo me invadiu e perguntei a ele o que ela tinha feito, sentindo um receio enorme. — Pedimos para que ela o deixasse e tentasse esquecê-lo, mas sabe onde ela estava? — perguntou e antes que eu respondesse ele me informou: — É, tentando reatar a amizade dela com aquele cara. — Vi sua irritação nítida e uma preocupação me preencheu.

Reatar a amizade com o Christian... Eu jurava que ela tinha esquecido todo essa papo. Realmente pensei que tinha seguido o meu conselho e o do Louis.

Mas parecia que não.

     — Oh, meu Deus — choraminguei, dando um pequeno tapa na minha própria testa. — Olhe só, seja lá o que você for falar, por favor, tente não deixá-la pior. Pelo jeito que ela falou no telefone pareceu não ter sido uma experiência bem pensada — comentei a última frase tentando imaginar Taylor conversando com o Christian, depois do que passou a acontecer nos meses atrás.
     — Tudo bem... Não vou falar nada — ele disse, com uma sobrancelha arqueada. Eu já sabia que estava mentindo, mas resolvi não falar nada.

Depois de apenas mais uns minutos a porta do quarto de Louis foi aberta e Taylor apareceu. Tentei decifrar sua expressão e pelo que conhecia dela parecia que iria explodir em lágrimas a qualquer momento.

Me aproximei, mostrando minha preocupação nítida e lhe tocando nos ombros.
     — Você quer conversar sobre isso...? — perguntei, receosa.
     — Acho melhor não... Vamos até a casa do Sr. Roberts, estamos atrasados demais — ela disse e deu meia-volta. Franzi o cenho e olhei para Louis, que não tinha expressão nenhuma no rosto.

Descemos as escadas em espiral e vi tia Diana sentada no sofá, assistindo a um programa de talentos. Era sábado e apenas oito e cinco da noite. Tínhamos que chegar logo na casa do professor, ou ele iria pensar que estávamos zoando com os sentimentos dele.

     — Já estamos indo, mãe, volto mais tarde — Louis despediu-se de sua mãe e seguimos nosso caminho em direção à sua BMW.

[...]

     — As luzes estão apagadas — Taylor falou quando finalmente chegamos.

Seguimos até a porta e Louis observou a parte da frente da casa.

     — Olhem só quem está vindo ali — falei, chamando a atenção deles dois para o Sr. Roberts (vestido em um terno bastante chique e como eu nunca o vi). Percebi que o frio não era uma de suas preocupações.
     — Wow — Taylor se surpreendeu.

Nosso professor se aproximou da gente com um sorriso contagiante e nos cumprimentou com um aperto de mão.

     — Fui entregar um depósito no vizinho. Vocês demoraram e eu quase desisti... mas pensei bem antes de devolver o terno — ele comentou, arrumando o mesmo.
     — Desculpe, houveram alguns contratempos — expliquei, olhando para Tay, que logo abaixou a cabeça.
     — Tudo bem. Você conversou com ela, Srta. Hampton? — ele perguntou à Taylor.
     — Ahn... sim, ela está agora mesmo esperando o senhor na minha casa — ela respondeu, cruzando os braços.
     — O senhor tem certeza mesmo de que não vai avisar que o senhor é o senhor antes de aparecer? — Louis perguntou, intrigado.
     — Bem, Sr. Tomlinson, acho que ela ficará surpresa, mas o que tenho em mente com certeza irá derreter o seu coração — ele respondeu, com um sorriso enorme e um brilho no olhar. Sorri também e ouvi Taylor murmurar coisas, mostrando não estar de acordo com tudo isso. Fiz questão de lhe dar uma cotovelada enquanto o Sr. Roberts ia em direção ao seu carro.
     — Tiago não vai gostar nada disso — ela sussurrou e fomos para o carro de Louis, a fim de espionarmos tudo de longe quando chegássemos em casa.

Acredito que tia Tânia ficará bem surpresa mesmo quando o Sr. Roberts aparecer lá para pegá-la, e se ela não gostar será tarde demais, pois pelo o que eu conheço dela a sua educação não deixaria que a mesma recusasse o pedido de um homem apaixonado.

[...]

     — Oh, estou arrependida disso. Minha mãe vai me matar! — Taylor berrou do banco de trás e a observei pelo retrovisor colocar uma jaqueta de Louis no rosto, logo deitando no acento do carro.
     — Depois ela vai agradecer a você, acredite — declarei, com um sorriso de satisfação. Eu era a favor dos dois, pois achava que fariam um belo casal e Taylor tinha que parar de ser tão casca dura, na verdade, ela e Tiago deveriam parar de ser tão cascas duras. A mãe deles merecia tentar se relacionar com outras pessoas, principalmente por ter passado o que passou com o pai deles.
     — Não sei se devo falar o mesmo — Lou murmurou ao meu lado. — Eles estão há alguns minutos dentro de casa, ele não disse que a levaria para jantar ou algo do tipo? — continuou.
     — Bem, eles devem estar conversando um pouco... — deduzi, com um pouco de esperança.

E para minha alegria eles apareceram na porta da casa de Taylor. Tânia mostrava surpresa e consegui ver um sorriso torto em seu rosto. Ah, nem preciso falar do Sr. Roberts, certo?

     — Olhem só os dois! — exclamei e Taylor levantou-se num pulo, tirando a jaqueta do rosto.
     — Estão vendo algum vestígio de fumaça saindo do rosto dela? — ouvi ela perguntar perto do meu ouvido, bem focada na sua mãe e no seu futuro padrasto.
     — Com certeza não — Louis respondeu, pausadamente.
     — Isso é muito estranho!
     — Não é não, Tay — discordei.
     — E então, vamos ficar aqui? — Lou perguntou, impaciente, depois que percebemos o carro do Sr. Roberts sair.
     — Vamos entrar, se vocês quiserem — Taylor o respondeu e senti uma pequena tensão crescer dentro do carro.
     — Bom... eu vou entrar, precisamos conversar mesmo. — Louis saiu do carro e eu já imaginava como ia terminar tudo isso.

Se eu o conheço bem ele iria apenas criticá-la e, por fim, os dois iriam acabar discutindo.

Mas ele tinha razão: precisávamos mesmo conversar, independente de brigas ou não Taylor tinha que nos ouvir dessa vez.


Notas Finais


Prometo tentar deixá-la o mais descontraída o possível 😄

P.S.: depois eu arrumo um tempo pra colocar imagens nos capítulos. Bjocas 😚♡♡


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