História Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson
Tags Álcool, Amizade, Amor, Clichê, Comedia, Drama, Drogas, Fanfic, Louis, Louis Tomlinson, Romance, Tomlinson
Exibições 40
Palavras 2.411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esta é uma adaptação da ficção adolescente que eu havia feito e apaguei do Wattpad (_ZquadDirectioner_), portanto se virem algo igual em outro lugar que não seja no Wattpad nessa conta que eu mostrei por favor DENUNCIEM ^^

Espero mesmo que gostem! Aposto que vcs são bem simpáticas como algumas garotas que comentaram nas minhas outras histórias 😍●﹏●

Capítulo 1 - 1 - Quem nunca?


Fanfic / Fanfiction Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 1 - 1 - Quem nunca?

Lá estava ele. Sentado e sozinho. E aposto que esperando a namorada, Alice Sheldon.

Se fosse há alguns meses atrás e essa mesma cena estivesse acontecendo eu iria lá conversar com ele sobre coisas diversas, fazê-lo falar um pouco, e não seria problema nenhum ir agora SE EU NÃO TIVESSE ME APAIXONADO POR ELE!

É, se eu não tivesse me apaixonado por ele. E...  não sei explicar como aconteceu. Simplesmente aconteceu.

Voltando ao passado novamente: se a Taylor Hampton tivesse pensando na possibilidade de se apaixonar pelo seu melhor amigo sabe o que ela faria?

Não, ela não choraria por não poder ter nada com ele e sim riria como uma hiena, provavelmente, pedindo para contar outra piada.

Não vou enganar ninguém, quando eu percebi que algo estava errado e que eu não o via mais como apenas um amigo já sabia que daria merda. Mas sabem o que eu fiz?

Bem, na verdade eu não diz nada. Pensei na possibilidade de ele sentir algo por mim também, mesmo sabendo do seu enorme amor pela namorada.

Fui uma babaca por pensar nisso.

E agora estou pensando seriamente em ir lá onde ele está para tentar trazer de volta a amizade que eu estraguei há uns meses atrás.

Quando me dei conta o par de olhos dele estavam em mim, confusos e surpresos.

     — Christian...
     — O que está fazendo aqui? — ele me interrompe e levanta-se rapidamente, talvez com medo da minha aproximação.
     — Eu preciso conversar sobre aquilo. Eu...
     — Sobre aquilo? Mas já conversamos sobre aquilo, lembra? — ele me pergunta, impaciente.

Parece que além da amizade estragada, em bônus veio um Christian cheio de ódio e coisas que eu pensava que ele nem sabia que existia (do tipo ser um grosso).

     — Escute, eu não tenho culpa, OK? — falo, antes que ele me interrompa novamente.
     — Mas é claro que você tem — ele me olha, parecendo irritado —, consegue perceber como isso é loucura? Você sabia de toda a consideração que eu tinha por você, o quanto eu gostava da nossa amizade, e... do nada me deparo com esse seu papo de "estou apaixonada por você". Mas o que deu em você, Taylor? — ele pergunta, frustrado.

Eu tenho culpa mesmo?

     — Desculpe por isso... mas é verdade... eu sei o que sinto por você — murmuro, sentindo um pouco de humilhação. Não era para eu estar aqui. Louis e Jane estão me esperando e olhem onde eu estou. Sim, implorando por uma amizade que eu sei que não vai mais existir.
     — Você não sabe. Isso é coisa da sua cabeça, está confusa — ele tenta ne fazer pensar como ele.
     — Você sempre acreditou em mim. Por que logo agora resolveu não acreditar...? — eu quis saber, perplexa. Ele é uma pessoa tão boa, ele era fofo comigo, me ouvia sempre... por que ele está tão surpreso com isso?
     — Porque eu sei que não pode ser verdade — responde ele, parecendo ciente do que está falando. — Eu tenho uma namorada e você sabe o quanto eu a amo, estamos juntos há quatro anos e por mim vamos continuar para sempre... isso que você quer não vai existir... — continua, percebendo que está sendo insensível, mas sem se importar.

Ele atacou mesmo o meu coração,  e com uma metralhadora.

Chorar para mim é a única coisa que me dá na telha agora.
     — Por que está sendo tão grosso comigo? Você não era assim — lembro, tentando não parecer sentimental.

E não estou exagerando. Ele era a pessoa mais paciente que já conheci. Eu poderia fazer a mesma pergunta mil vezes, mas ele sempre me responderia, sem problema algum. Eu poderia discutir com ele mesmo estando errada, e no fim de tudo ele sempre iria me pedir desculpas. Eu tinha consciência disso, eu sabia o quanto ele preservava a nossa amizade. Por um lado ele tem razão, provavelmente eu devo ter trocado tudo e agora ele me deixou mais confusa ainda. Uma parte tem certeza desse amor que eu sinto, outra parte sabe que tudo isso é uma bobagem e que não passa de uma fase. Qual a parte pior das duas? Bem, com certeza é a que está ganhando no quesito Coração Quebrado.
     — Eu só quero que entenda... — ele fala, procurando manter a calma.
     — Mas o que está pensando? Eu não vim aqui para obrigar você a me amar... eu só quero a nossa amizade de volta, eu sinto falta disso... — confesso, cruzando os braços e respirando fundo.
     — Eu não vou conseguir... agir como antes.
     — Nós podemos tentar... — sugiro, com o pouco de esperança.
     — Não vai dar certo. Vai ser muito estranho e você vai ficar na friendzone.
     — Eu não vou ficar na friendzone... — minto.
     — Olhe, esqueça isso... sinto muito, Taylor. — Ele coloca as mãos nos bolsos da calça e abaixa a cabeça. Provavelmente sentindo vergonha por mim.

Sinto o meu celular vibrar e o ignoro. Os momentos que tive com Christian me passam na cabeça e sinto meus olhos ficarem marejados.
     — Tudo bem... — sussurro, por fim.
     — É melhor você ir, Alice já deve estar voltando... — ele fala, sem olhar para mim.

Fico sem palavras e sem saber se isso aconteceu mesmo, talvez eu esteja só sonhando?

O celular volta a vibrar e isso me desperta um pouco. Com certeza não é um sonho, meus amigos estão me esperando e não imaginam a idiotice que eu acabei de fazer.

Respiro mais uma vez e abro a boca a fim de revidar e falar qualquer coisa, porém consigo evitar e volto a fechar a boca novamente. O que eu ainda estou fazendo aqui? Eu já estava mal o suficiente e agora ele me deixou bem pior. Ele deixou claro que não devemos mais ter nenhum tipo de contato e eu tenho que aceitar isso.

Vai ser difícil sim, mas quem nunca passou por isso...?

JANE ON


     — Ela não atende o celular — digo, revirando os olhos. Estamos ligando para Taylor e ela simplesmente não atende. Era para estar aqui há dez minutos atrás.
     — Mas onde ela se meteu? — pergunta Louis. — Sinceramente, já estou começando a me arrepender de ter entrado nessa, vocês duas poderiam dar conta sozinhas — ele berra, tirando alguns de seus livros sobre a cama e colocando-os em sua estante de vidro, iluminada com LED.
     — Nem pense nisso! Você e o Sr. Roberts se dão super bem — lembro.

Combinamos de ir na casa do nosso professor de física, ele está interessado na Sra. Hampton, a mãe de Taylor, e ele quer nossa ajuda, pois ela não consegue perceber que ele está sempre a chamando para reuniões sobre o comportamento de Taylor apenas para vê-la. Isso não está sempre acontecendo por aí, é claro, mas o Sr. Roberts parece estar bem apaixonado pela tia Tânia e eu acho tudo isso super fofo da parte dele.

Não vou mentir, Taylor odeia física e sempre diz que o nosso professor está pegando no pé dela e ela está quase cem por cento correta, mas tudo isso é por causa da paixão dele pela sua mãe.

     — Bem, mas a mãe não é minha — ele revida.
     — Oh, Louis, agora não, OK? Olha! Ela atendeu! — exclamo, colocando o celular no ouvido e fitando o meu amigo murmurar coisas.

     — Taylor! Onde você está? Estamos atrasados — falo rapidamente.
     — É... eu — ela começa e juro que a ouço fungar —, já estou a caminho — continua e eu franzo o cenho.
   — Ahn... você estava chorando? — pergunto, preocupada. Do nada sinto o celular deixar a minha mão e olho Louis colocar o mesmo no ouvido.

   — O que aconteceu de errado para estar demorando tanto assim? — ele pergunta e o observo ouvi-la falar, sem um pingo de paciência. — O quê...? Eu não acredito que fez isso, Taylor. Por favor, diga que está zoando com a minha cara [...] — ele coloca a mão na testa, parecendo frustrado. O que ela fez? — Não! Lógico que não. Porra! [...] É, temos muito o que conversar [...] OK, até logo — termina e me entrega o celular, de mau grado.
   — Mas o que aconteceu? — pergunto, vendo-o andar de um lado para o outro.
   — Você não sabe o que sua amiga fez — ele fala, olhando para mim. Um medo me invade e pergunto a ele o que ela fez, sentindo um receio enorme.
   — Pedimos para que ela o deixasse e tentasse esquecê-lo, mas sabe onde ela estava? — pergunta e antes que eu responda ele me informa:
   — É, tentando reatar a amizade dela com aquele cara. — Vejo sua irritação nítida e uma preocupação me preenche.

Reatar a amizade com o Christian... Eu jurava que ela tinha esquecido todo essa papo, pensei que tinha seguido o meu conselho e o do Louis. Mas parece que não.

   — Oh, meu Deus — choramingo, dando um pequeno tapa na minha própria testa —, olhe só, seja lá o que você for falar, por favor, tente não deixá-la pior. Pelo jeito que ela falou no telefone parece não ter sido uma experiência legal — comento a última frase tentando imaginar Taylor conversando com Christian, depois do que passou a acontecer.

   — Tudo bem... Eu vou ficar quieto — ele fala, com uma sobrancelha arqueada, e já sei que está mentindo.

Depois de apenas mais uns minutos a porta do quarto de Louis é aberta e Taylor aparece. Tento decifrar sua expressão e pelo que conheço dela ela parece que vai explodir em lágrimas a qualquer momento.

Me aproximo, mostrando minha preocupação nítida e lhe toco nos ombros.
   — Você quer conversar sobre isso...? — pergunto, receosa.
   — Acho melhor não... Vamos até a casa do professor Roberts, estamos atrasados demais — ela diz e dá meia-volta. Franzo o cenho e olho para Louis, que não tem expressão nenhuma em seu rosto.

Descemos as escadas em espiral e vejo tia Diana sentada no sofá, assistindo a um programa de talentos. Hoje é sábado e são apenas 8h:05m P.M., temos que chegar logo na casa do professor, ou ele vai pensar que estamos zoando com os sentimentos dele.

    — Já estamos indo, volto mais tarde — Louis despede-se de sua mãe e seguimos nosso caminho em direção à sua BMW.

[...]

   — As luzes estão apagadas — Taylor fala quando finalmente chegamos.

Seguimos até a porta e Louis observa a parte da frente da casa do nosso professor.

   — Olhem só quem está vindo ali — falo, chamando a atenção de Taylor e Louis para o Sr. Roberts, vestido em um terno bastante chique e como eu nunca o vi. Ele não sente frio?
   — Wow — Taylor se surpreende.

Nosso professor se aproxima da gente com um sorriso contagiante e nos cumprimenta com um aperto de mão.

   —  Fui entregar um depósito no vizinho. Vocês demoraram e eu quase desisti, mas pensei bem antes de devolver o terno — ele comentou, arrumando o mesmo.
   — Desculpe, houveram alguns contratempos — explico, olhando para Tay, que abaixa a cabeça.
   — Tudo bem. Você conversou com ela, Srta. Hampton? — ele pergunta à Taylor.
   — Ahn, sim, ela está agora mesmo esperando o senhor na minha casa — ela responde, cruzando os braços.
   — O senhor tem certeza mesmo de que não vai avisar que o senhor é o senhor antes de aparecer? — Louis pergunta, intrigado.
   — Bem, Sr. Tomlinson, acho que ela ficará surpresa, mas o que tenho em mente com certeza irá derreter o seu coração — ele diz, com um sorriso enorme e um brilho no olhar. Sorrio também e ouço Taylor murmurar coisas, mostrando não estar de acordo com tudo isso. Faço questão de lhe dar uma cotovelada enquanto o Sr. Roberts vai em direção ao seu carro.
   —    Tiago não vai gostar nada disso — ela sussurra e vamos para o carro de Louis, a fim de espionarmos tudo de longe quando chegarmos em sua casa.

Acredito que tia Tânia fique bem surpresa mesmo quando o Sr. Roberts aparecer lá para pegá-la, e se ela não gostar será tarde demais, pois pelo o que eu conheço dela a sua educação não deixaria que a mesma recusasse o pedido de um homem apaixonado.

[...]

   — Oh, estou arrependida disso, minha mãe vai me matar quando voltar! — Taylor berra do banco de trás e a observo pelo retrovisor colocar uma jaqueta de Louis no rosto, logo deitando no banco do carro.
   — Depois ela vai agradecer a você, acredite — digo, com um sorriso de satisfação. Eu sou a favor dos dois, acho que fariam um belo casal e Taylor tem que parar de ser tão casca dura, na verdade ela e Tiago devem para de ser tão cascas duras. A mãe deles merece tentar se relacionar com outras pessoas, principalmente por ter passado o que passou com o pai de Taylor.

   — Não sei se devo falar o mesmo — Lou murmura ao meu lado. — Eles estão há alguns minutos dentro de casa, ele não disse que a levaria para jantar ou algo do tipo? — continua.
   — Bem, eles devem estar conversando um pouco... — digo, com um pouco de esperança.

E para minha alegria eles aparecem na porta da casa de Taylor. Tânia mostra surpresa e consigo ver um sorriso torto em seu rosto e, ah, nem preciso falar do Sr. Roberts, certo?

   — Olhem só os dois! — exclamo e Taylor levanta-se num pulo, tirando a jaqueta do rosto.
   — Estão vendo algum vestígio de fumaça saindo do rosto dela? — ouço ela perguntar perto do meu ouvido e bem focada na sua mãe e no seu futuro padrasto.
   — Com certeza não — Louis responde, pausadamente.
   — Isso é muito estranho!
   — Não é não, Tay — discordo.
  — E então, vamos ficar aqui? — Lou pergunta, impaciente depois que percebemos o carro do Sr. Roberts sair.
   — Vamos entrar, se vocês quiserem — Taylor o responde e sinto uma pequena tensão passar pelo carro.
   — Bem, eu vou entrar, precisamos conversar mesmo. — Louis sai do carro e eu já imagino como vai terminar isso. Se eu o conheço bem ele vai apenas criticá-la e, por fim, os dois vão acabar discutindo.

Mas ele tem razão, precisamos mesmo conversar, Taylor tem que nos ouvir dessa vez.


Notas Finais


Prometo tentar deixá-la o mais descontraída o possível 😄

P.S.: depois eu arrumo um tempo pra colocar imagens nos capítulos. Bjocas 😚♡♡


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