História Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson
Tags Álcool, Amizade, Amor, Clichê, Comedia, Drama, Drogas, Fanfic, Louis, Louis Tomlinson, Romance, Tomlinson
Exibições 17
Palavras 2.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Finalmente, né? Desculpem mesmo, eu tenho um sério problema chamado estresse :(

Capítulo 7 - 7 - Pesadelo (Parte Um)


Fanfic / Fanfiction Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 7 - 7 - Pesadelo (Parte Um)

LOUIS ON


     — Eu disse para ficar com ela, Tiago! — exclamei, já irritado. 


Quando Jane havia desligado o telefone na minha cara e pedido para que eu levasse Taylor embora eu já estava fora de mim. Não estava com paciência para absolutamente nada e quando fui até Tiago a fim de pegar a garota bêbada – para que fôssemos para casa – não a encontrei. 

     — Sabe o quanto ela é teimosa! Tentei segurá-la, mas ela me bateu. E quando fui atrás dela ela ameaçou me matar — explicou rápido como um flash, parecendo com medo. 

     — Ela está bêbada — eu disse, óbvio e fechando os olhos. 

     — Mas continua sendo a Taylor de sempre — Tiago falou, respirando fundo e realmente tendo razão. 

     — Tudo bem! Tudo bem — repeti para ele e para mim mesmo, a fim de manter o controle mental. Precisava levá-la agora, já era quase meia-noite... — Vou atrás dela e você — apontei o dedo indicador para ele —, é melhor ir agora para casa, está tarde — continuei, saindo logo depois e recebendo um revirar de olhos. 


Eu estava odiando essa nova versão de Taylor, tê-la bêbada por perto é agora, para mim, uma das piores coisas. Já estava preocupado o suficiente com Jane – que estava em um lugar onde eu não poderia ir – e eu não queria perder o meu tempo com teimosias de uma garota bêbada. 


Olhei o meu relógio de pulso e era exatamente meia-noite em ponto. Apressei o passo e andei em volta da piscina, olhando para todos os cantos. Dar de cara com Isabela era uma das coisas que eu queria por último essa noite, eu não iria me aguentar em não ser rude com ela. Tudo por causa de Taylor...


*


Quando fazia pelo menos vinte minutos que a procurava dentro e fora da casa resolvi, sem vontade, subir para o segundo andar, torcendo para não achá-la dentro de alguns daqueles quartos que haviam ali e fazendo qualquer coisa que eu não queria imaginar. 


Para o meu azar e aumento da minha irritação a vi, finalmente, fazendo algo que nunca pensei ver um dia (não daquela maneira). 


Aquela parte da casa, por incrível que pareça, não havia quase ninguém e as pessoas que estavam ali se encontravam encostadas na parede – por estarem bêbadas demais para continuar na festa. 


Taylor estava no final do corredor, agarrada a um garoto e de costas para mim, parecendo bem envolvida naquilo que estava fazendo... 


Quando percebi que o cara estava ousando demais no lugar onde colocava as mãos me atrevi a ir até lá, sem conseguir me controlar. 


Eu... bem, eu não tinha nada contra Taylor beijar alguém, mas eu apostava a minha vida que ela não fazia ideia de quem era aquele garoto e, principalmente, a intenção que ele tinha com ela. 


Agarrei no braço de Taylor, cortando totalmente o clima e não me contentei em dar um soco na cara do garoto. 

     — LOUIS! — gritou ela, tentando me afastar do cara. 

     — Cala a boca, Taylor — mandei, com os dentes cerrados e lhe dando o pior dos olhares que eu conseguia naquele momento. Ela logo ficou quieta como eu queria e se apoiou na parede, meio tonta. 

     — Me solta, cara! Ela disse que não tinha namorado! — o garoto exclamou depois que o joguei no chão. 

     — Cala a boca você também. — Dei um chute na sua perna e ele se afastou, limpando um excesso de sangue que se acumulava perto da boca. — Considere-se em uma noite boa — falei por fim, apontando o dedo para ele. — E você vai embora comigo agora. — Me virei para Taylor, voltando a pegar no seu pulso. 

     — Sai! Você não manda em mim! — Ela tentou tirar as minhas mãos de seu pulso e logo contraiu as pernas, a fim de querer se sentar no chão para dificultar a minha vida. 

     — Argh! Você está insuportável! — Parei de andar e tentei levantá-la à força. — Está agindo como uma criança! 

      — Eu não quero ir! Você não pode me forçar a nada! — gritou com um pouco de dificuldade. 


Taylor não sabia o quanto eu estava irritado com ela. Muito irritado mesmo. 

     — Isso é o que você pensa! — E assim ignorei alguns olhares – principalmente o do garoto que havia recebido uma surra – quando a peguei pelo colo, colocando-a em meu ombro. 


Voltei a andar, mesmo sentindo os seus socos nas minhas costas e os gritos insuportáveis. 


     — Não precisam parar a festa. Vamos, podem continuar! — mandei, quando percebi que a música havia parado a partir do momento que surgi nas escadas, vários olhares se fixaram em mim e em Taylor. 


A música voltou a aparecer e passaram a fazer o que estavam fazendo assim que comecei a descer as escadas, com todo o cuidado. Peguei minha jaqueta e o casaco de Taylor e saí da casa, ignorando ainda as pessoas que me fitavam e que conseguiam ouvir ela gritar. 


Quando chegamos perto do meu carro a coloquei no chão e a mesma passou a me bater no peito. 


Ela realmente deveria parar de tentar. Aquilo não doía, mas era muito chato. 

     — Odeio você! Odeio, odeio, ODEIO! — gritou e me senti um pouco mal, aquilo de alguma maneira tinha me afetado, porém, não conseguia me irritar mais, já era o meu limite. 


Segurei seus braços e a fiz parar. 

     — Odeia, não é? Não se preocupe, vai se livrar de mim assim que eu deixá-la em casa — debochei e abri a porta do carro, a colocando no banco sem a sua vontade. 

     — Você não tinha esse direito, Louis! Eu vim me divertir e você estragou tudo. — Ela finalmente cansou de me bater a apenas cruzou os braços, esperando eu terminar de colocar o sinto de segurança. 

     — Está zangada? — perguntei, fitando-a assim que terminei de o colocar. 

     — Muito! — gritou, desviando o olhar. 

     — Aposto que não mais que eu — informei, saindo do carro para ir até o banco do carona. 


     — Quero uma bebida — a ouvi murmurar, mas ignorei. 

     — Sabe onde Jane está? — perguntei, antes de ligar o carro, mas já sabendo a resposta. 

     — Não, não sei. Ela me deixou sozinha e não avisou nada — Taylor disse emburrada e só não fiquei irritado com Jane porque já estava preocupado o suficiente. 


***


Passamos o tempo todo calados e eu já estava começando a achar estranho todo aquele silêncio. Olhei para o lado rapidamente e vi Taylor, dormindo e quase babando com a cabeça apoiada na janela fechada. 


Pensava que com toda aquela energia que ela estava – quase pensei que tinham posto energético em sua bebida – ela não iria ter cabeça o suficiente para dormir. 



Assim que chegamos observei a casa para ver se as luzes estavam ligadas, e não estavam. Franzi o cenho e estranhei. A Sra. Hampton não estava esperando por Taylor? Já passava das 00:40.


     — Taylor — a chamei, batendo de leve no seu ombro. Ela choramingou e voltou a dormir, cruzando os braços. Não me admiro que esteja cansada. 


Saí do carro e fui em direção à porta da casa de Taylor, mas estava trancada. 


Espero mesmo que Tiago não tenha levado a chave... 


Me aproximei de um pedaço da grama artificial que havia no jardim e a tirei. Lá estava a chave. Fui até a porta e a deixei aberta, para que não complicasse minha vida quando eu trouxesse Taylor. 


*


Depois que subi as escadas vi que a garota que eu estava levando no colo tinha abrido os olhos, enquanto eu a levava em direção ao seu quarto. 

     — Hum... eu — ela não terminou e percebi que tentava sair dos meus braços. Deixei fazer o que ela queria e assim que pisou no chão saiu correndo. 


O que havia acontecido? 


Assim que entrei no seu quarto ouvi ela chorar no banheiro. 


Estava vomitando. 


     — Já deveria ter imaginado — murmurei, revirando os olhos e entrando no cômodo. Logo me coloquei a segurar os seus cabelos, a fim de ajudá-la. 

     — Louis... — ela me chamou e começou a chorar. 


Aquilo com certeza não era algo bom de se ver e mesmo que eu estivesse morrendo de raiva dela estava odiando vê-la se sentir mal... mas, lembrando do beijo dela com o garoto desconhecido, não deixei de brincar com o seu sofrimento. 

     — Se quiser eu posso trazer outro copo com aquela bebida deliciosa que você estava tomando. 

     — Não... por favor — falou e pelo meu ponto de vista já estava bem mais sóbria, acredito que por causa do seu grande ataque de fúria. 


Ela levantou-se e  se colocou a lavar o rosto, ainda meio tonta e quase caindo.

     — Bem... — comecei, lembrando das palavras que ela disse antes de entrarmos no carro —, eu vou indo. 

     — O quê? Por quê? — Se assustou, olhando para mim e parecendo muito mal com a ressaca que estava começando a se instalar em seu corpo. 

     — Acredito que não me queira aqui — falei, óbvio e saindo do banheiro. 

     — Espera, Louis! Que história é essa de "acredito que não me queira aqui"? — ela imitou a minha voz e se eu não estivesse cansado demais e irritado, talvez riria. 

     — Esquece, Taylor. 

     — Ah, não! — Ela foi para a sua cama, a fim de se sentar. — Nunca lidei com isso. Ninguém melhor que você pode me ajudar — continuou, quase chorando. — E Jane não está aqui e ela também nunca bebeu... Ela... meu Deus... Jane. Onde ela foi? — perguntou, colocando as mãos na cabeça. 

     — Olhe — comecei, pensando no que diabos fazer. Eu estava muito bravo com ela, mas... mas ela estava precisando da minha ajuda. — Não vamos pensar nisso agora, OK? Você precisa ir dormir — continuei, me aproximando da garota que quase dormia sentada e pensando na outra garota que não estava próxima de mim, talvez precisando de ajuda também...  Por que ela não deixou que eu fosse atrás dela!?


     — Tudo bem — Taylor murmurou, fazendo finalmente algo que eu tinha pedido e se jogando na cama – talvez em uma posição não muito adequada para quem usava um vestido curto como aquele...

     — Ahn... vai mesmo dormir de vestido? — perguntei, sentindo-me sem graça e evitando olhar em uma direção que me comprometesse.


Ela não me respondeu e eu revirei os olhos, respirando fundo logo depois. 


     — Tudo bem, já fiz isso várias vezes. Eu consigo... —  sussurrei para mim mesmo e me aproximei, a fim de lhe tirar o all star. Eu não entendia porque estava tão... ansioso, ou... talvez amedrontado...


Tive um problema quando fui tentar tirar o seu vestido. 

     — Ahn... Taylor, preciso que me ajude — pedi, me ajoelhando na cama e lhe puxando para que se sentasse. Ela coçou os olhos e tirou o seu vestido, ficando apenas de calcinha e sutiã, na minha frente... Não consegui me controlar e olhei para a calcinha que ela usava, com vários corações estampados na mesma.


Saí rapidamente daquele lugar que estava me sufocando e peguei o vestido,  dobrando-o em cima do puff roxo de Taylor. Ignorei qualquer pensamento que se atreveu a vir na minha cabeça e sentei na sua cama, a fim de tirar as minhas botas. 


Quando fiquei apenas com minha cueca trunk fui para perto da cama, com a intenção de colocar o lençol sobre a garota que havia experimentado bebida alcoólica pela primeira vez. Assim que o fiz deitei ao lado dela, de barriga para cima e tentando esvaziar a minha mente de tudo o que havia acontecido hoje. 


TAYLOR ON 


Eu estava em uma rua, uma rua escura e iluminada apenas pela luz do luar. Não sabia como tinha chegado até ali, mas sabia que algo ruim estava prestes a acontecer.


Na rua em que eu estava via vários carros abandonados e destruídos, aquilo estava dificultando a minha passagem, mas mais a frente era espaçoso e limpo. E lá havia alguém parado, de costas. 


Aquilo me assustou por um pequeno intervalo de tempo, mas logo percebi que quem estava lá era Christian. Conheci o seu cabelo bem arrumado e curto e o casaco simples que usava. 

     — Christian! — gritei, sem pensar.


Me surpreendi, pois ele deu meia-volta e seu olhar veio direto a mim, junto a um sorriso que eu sempre adorei e que há alguns meses atrás me fazia a pessoa mais feliz do mundo.


Ele estava sorrindo para mim... como se ainda fossemos amigos. Isso era ótimo e o meu coração chegou a dar pulos. Ele finalmente tinha me dado uma chance e poderíamos ser amigos novamente? 


Algo me chamou atenção e tirei o sorriso que nem sabia que tinha do rosto. 


Ouvi um barulho enorme e atrás de Christian havia uma luz forte. 


Era um caminhão, um caminhão enorme e preto. 


Me desesperei com aquilo e tentei correr para impedir o que iria acontecer.

     — Christian! Cuidado! — exclamei, quase sem ar nos pulmões e sem conseguir correr rápido o bastante. 


O que eu temia iria acontecer... Ele seria atropelado se não saísse dalí. 


A essa altura o meu rosto já estava todo molhado por conta do choro. Eu não conseguia fazer nada, não conseguia ajudá-lo. 


Ganhei um último olhar seu e todo o desastre aconteceu. O caminhão bateu de frente com ele e o jogou com força. Aquilo foi o suficiente para eu gritar o tanto que eu podia.


Consegui, finalmente, sair de onde estava e corri para perto de Chris, encontrando-o repleto de sangue e com os olhos abertos, me fitando.


Não iria conseguir viver com aquilo na minha cabeça...


Notas Finais


O capítulo não foi terminado e como já leram no título vai ter uma segunda parte ^^

Bjoooos ♡♡♡


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