História Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson
Tags Álcool, Amizade, Amor, Ciume, Clichê, Comedia, Conflitos, Drama, Drogas, Fanfic, Ira, Louis, Louis Tomlinson, Mentiras, Obsessão, Romance, Tomlinson
Exibições 109
Palavras 1.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooi! Estou de volta! 😂

Capítulo 8 - 8 - Pesadelo | Parte 2


Fanfic / Fanfiction Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 8 - 8 - Pesadelo | Parte 2

Tomei um susto assim quando vi Louis deitado ao meu lado, dormindo como um anjo. Não lembrava o porquê de ele estar ali, portanto acabei dando um grito involuntário.

Percebi que ele estava apenas de cueca – com um bumbum incrivelmente maior que o meu e... bom, bonito e bem redondinho – e que eu também estava quase nua.

Mas o que eu havia feito na noite passada!?

Ele se assustou também e acabou caindo da cama, resmungando alguma coisa incompreensível. Não ri porque um latejar soo forte na minha cabeça, me fazendo sentar novamente e massagear as têmporas.
     — Merda. Como consegue acordar aos gritos? — perguntou ele, perplexo. Logo saindo para o banheiro.

Estava irritado.

Corri até lá, à procura de uma toalha e sentindo uma vergonha enorme. Eu estava com receio de algo ter mesmo acontecido entre nós dois... Ele é meu melhor amigo e me respeita, mas... mas sabe lá Deus como eu fiquei depois que tomei aqueles copos de bebida.

     — Por favor, não me diga que fizemos aquilo... — desejei, enrolando uma toalha no corpo e evitando olhar para o dele. Ele estava jogando água no rosto e também não me olhava de jeito nenhum.
     — O quê? Não, Taylor!
     — Oh... — Suspirei de alívio. Seria bastante constrangedor para mim se algo tivesse acontecido entre nós, comigo naquele estado...
     — Tenho que ir — ele avisou depois de limpar o rosto, com a toalha posta ao lado do espelho, e saindo ainda sem me fitar.
     — O quê? Ir para onde?
     — Escola.
     — Escola? — perguntei, confusa.
     — É, Taylor. — Consegui ver o quanto ele estava impaciente. Por que ele estava daquele jeito? Eu não gritei daquela maneira de propósito e não queria mesmo acordá-lo de um jeito tão errado. Eu não tive culpa.
     — Oh, não. Não aguento ir para a escola hoje — resmunguei, me deitando na cama novamente e sentindo uma sede enorme.
     — Bom, você pode se explicar para a sua mãe depois — ele me disse, colocando suas roupas.

Pensei no fato de ele ter tirado as minhas quando fomos dormir... Isso sim era vergonhoso e eu era uma burra por ter bebido tanto. Não era para ter acontecido. Eu era mesmo uma vacilona.

     — Não acredito que viemos tarde demais — falei, torcendo para eu estar certa, mas percebi pelo olhar de Louis que era totalmente o contrário.
     — Eu sinto muito por isso, Srta. Hampton — debochou, colocando sua jaqueta.
     — Mas por que diabos você está agindo assim? — perguntei, me irritando um pouco. Lembro que estávamos indo bem, comunicativos e, como bônus, de bom humor (pelo menos da parte dele), então por que ele estava assim agora?
     — Eu estou cansado demais para ouvir suas reclamações, OK? — disse, me fazendo abrir a boca por conta do que disse.

Ele havia dito aquilo mesmo...?
     — Até mais, Taylor — ele se despediu e saiu do quarto, levando suas chaves e o celular.

Não consegui me controlar e fui atrás dele, ainda o encontrando atravessando a sala de estar.

     — Meu Deus,  minha cabeça vai explodir! — ouvi meu irmão exclamar da cozinha e assim que ele disse isso a minha passou a doer também. Que tipo de macumba era aquela?
     — Espera, Louis! Vamos conversar — pedi, quase implorando e observando o meu amigo abrir a porta da rua.
     — Depois, está bem? — E assim fechou a porta, me deixando totalmente confusa e parada no meio da sala.

     — TAYLOR, ONDE ESTÃO OS COMPRIMIDOS? — meu irmão gritou novamente, me fazendo revirar os olhos.  Lembrei que vi ele na festa – disso eu não podia esquecer nem a pau.

Fui até a cozinha e o encontrei sentado na cadeira, com a cabeça baixa.
     — Você bebeu!? — perguntei, perplexa e de braços cruzados.
     — Não, não bebi. Apenas não dormi o suficiente — explicou.
     — Vou dizer à mamãe que foi à festa sem avisá-la — ameacei, procurando o depósito de comprimidos no armário.
     — O quê? Não, Taylor! — Ele levantou a cabeça, com medo, e comecei a rir da sua expressão.
     — Ela vai adorar saber disso. — Gargalhei mais ainda, tomando o remédio para dores de cabeça.
     — Ah, é? Se fizer isso digo que você se embebedou e fugiu de Louis! — ele falou e foi tudo para eu parar o que estava fazendo, a fim de cuspir um pouco da água que iria beber.
     — Fugir? — Arregalei os olhos.

Eu não acredito que tinha feito uma coisa dessas. Isso sim explicava o motivo por ele estar tão irritado comigo.
     — Sim,  fugir — repetiu Tiago. — E então? O que acha disso? — deu um sorriso para mim e eu cerrei os olhos.
     — Vamos esquecer isso, OK? — pedi, entregando-lhe o comprimido e um copo com água.

Saí discretamente e fui para o meu quarto, pegando minha bolsa quando vi que ela estava sobre o sofá.

Aquilo definitivamente era uma coisa que eu não seria capaz de fazer enquanto estivesse sóbria, na verdade, eu não teria coragem o suficiente para fugir de Louis.

Não era tão cedo e acredito que minha mãe já tivesse ido trabalhar. Graças a Deus ela não tinha vindo me acordar a fim de saber o que havia se passado por eu ter demorado tanto ontem à noite. Aliás, ela me veria dormindo apenas de calcinha e sutiã ao lado de Louis – isso com certeza seria constrangedor e acho que ela se irritaria com ele.

Olhei meu celular e vi que havia perdido algumas ligações que Jane tinha feito para mim hoje.

Jane...

Aliás, o que havia acontecido com ela? Por que ela tinha me deixado sozinha daquela maneira?

Não gostei nenhum pouco, pois fiquei totalmente perdida naquele lugar, e também não fazia ideia do que eu tinha feito depois do segundo copo de bebida.

Liguei para ela e a mesma atendeu no primeiro toque.

     — Jane! Precisamos ter uma conversa séria, mocinha! — falei, irritada.
     — Você foi para a escola? — perguntou, baixinho, e aquilo já era estranho o suficiente.
     — Ahn, não, não aguentei — surpresa com o jeito que falou eu confessei, dando de ombros.
     — Posso ir na sua casa?
     — O quê? Você sabe que sim, Jane — eu disse, óbvia.
     — Chego aí em alguns minutos — ela informou e, antes que eu dissesse alguma coisa, desligou a chamada.

Olhei para o celular confusa de novo e o coloquei sobre a cama, como se estivesse pegando em uma arma de fogo.

Em seguida fiz uma higiene matinal, depois coloquei minha calça jeans preta, umas botas e uma camisa própria para o frio.

     — Taylor? — alguém me assustou, enquanto eu estava tentando espremer uma espinha na testa.

Era Claire.

     — Ah, bom dia! — exclamei, sem empolgação.
     — Mas o que diabos você também está fazendo aqui? — perguntou e eu fitei os lados sem mexer a cabeça. Como assim o que diabos eu estava fazendo aqui?
     — Eu moro aqui... — respondi, pausadamente e lhe fitando, sem entender a sua pergunta. Esperava que ela não estivesse ficando velha demais ou apresentando sinais de alzheimer.
     — Não, era para estar na escola — comentou e entrou no meu quarto, a fim de pegar as minhas roupas sujas.
     — Ah, bem... eu estava sentindo um mal-estar enorme — expliquei, corada e ouvindo a minha barriga roncar.
     — Meu Deus, você se embebedou garota? — quis saber ela, com os olhos arregalados.
     — Jane disse que era dia de se divertir! — exclamei, em minha defesa.
     — Oh, Deus — ela revirou os olhos e voltou a pegar as roupas sujas.
     — Minha mãe não falou nada, não mostrou estar irritada ou algo do tipo? — perguntei, curiosa, pois eu não queria mesmo ficar de castigo.
     — Por incrível que pareça não — respondeu Claire.

Franzi o cenho e tentei entender. Logo lembrei que ela tinha ido na casa do Sr. Roberts.

Isso explicava...

     — Ah, já sei porque ela não falou nada — comentei, e em seguida o som da campainha soo pela casa.

Corri pelas escadas e me coloquei a abrir a porta.

Com isto feito encontrei uma garota que, praticamente, tinha escrito na testa o quanto estava mal.

Jane estava com olheiras enormes debaixo dos olhos (e isso não era normal), suas roupas estavam folgadas demais no corpo e o cabelo estava muito desalinhado (com certeza estava explícito que algo estava errado). Me assustei com tudo aquilo e me perguntei mentalmente onde tinham colocado a minha amiga Jane Collin.

Me surpreendi quando senti o seu abraço e, logo depois disso, a minha blusa passou a umedecer. Ela estava chorando...

     — Oh, meu Deus! Mas por que está chorando? — perguntei, desesperada e segurando seus ombros, a fim de lhe olhar.

Ouvi passos pela escada e deduzi ser Claire, que logo disse:
      — Ahn. Eu... desculpem ter atrapalhado, vou deixá-las sozinhas. — E antes que eu falasse qualquer coisa ela saiu rapidamente.
      — Vem, vamos subir. — Puxei Jane em direção ao meu quarto e quando chegamos lá eu a fitei, logo a mesma abaixou a cabeça, com os braços cruzados. Parecia com vergonha e isto não era algo típico dela. — Me diga o que aconteceu.
     — Primeiramente... me desculpe por tê-la deixado sozinha na festa daquela maneira, eu me distraí — ela se explicou e eu continuei calada. — Algo horrível aconteceu, Taylor. Eu...
     — Espere, espere, espere... — interrompi, levantando a mão e fechado os olhos. — Estou com medo de ouvir o que você tem a dizer — confessei.

Eu, definitivamente, era uma fraca quando se tratava de problemas. Não conseguia resolver os meus e sempre precisava da ajuda de alguém. Jane e Louis eram os que faziam isso. Claro, quando eles tinham problemas eu aconselhava e tudo o mais, mas raramente isso acontecia, pois eles eram ótimos em questões de resolver problemas pessoais. Apenas desabafavam comigo e pediam minha opinião. Eu não me sentia uma inútil por não ter servido para ajudar, pois sabia que eles conseguiam, sabia que eles eram mais fortes do que eu e controlados – apenas uma vez em que isso foi o contrário: fui obrigada pela vida a ser mais forte, e aconteceu no dia em que uma tragédia abalou a vida de Louis. Aquilo sim foi algo que fortaleceu muito a nossa amizade e que me mostrou que eu era capaz de fazer qualquer coisa para deixá-lo bem.

Mas agora, com Jane naquele estado, eu sentia receio. Eu estava com medo de não saber lidar com o que ela fosse falar. Louis deveria estar aqui para pôr tudo em ordem.
     — Eu não aguento mais ficar com isso dentro de mim, preciso contar a você... por favor... — ela pediu, implorando e com o rosto todo molhado.

Respirei fundo e me preparei psicologicamente. Estalei os dedos e comecei a andar de um lado para o outro, pensando em ligar para Louis. Ele viria até aqui mesmo se estivesse irritado comigo...?

     — Tudo bem, Jan — decidi, parando de andar e a fitando —, pode falar...


Notas Finais


Um pouco de drama não é tão ruim, certo?

Espero q estejam gostando!!! 😊♥


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