História Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson
Tags Álcool, Amizade, Amor, Clichê, Comedia, Drama, Drogas, Fanfic, Louis, Louis Tomlinson, Romance, Tomlinson
Exibições 6
Palavras 1.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooi! Estou de volta! 😂

Capítulo 8 - 8 - Pesadelo (Parte Dois)


Fanfic / Fanfiction Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 8 - 8 - Pesadelo (Parte Dois)

Tomei um susto assim quando vi Louis deitado ao meu lado, dormindo como um anjo. Não lembrava o porquê de ele estar ali, portanto acabei dando um grito involuntário. 


Percebi que ele estava apenas de cueca – com um bumbum incrivelmente maior que o meu – e que eu também estava quase nua. 


Meu Deus... o que eu havia feito a noite passada!? 


Ele se assustou também e acabou caindo da cama, resmungando alguma coisa incompreensível. Não ri porque um latejar soo forte na minha cabeça, me fazendo sentar novamente e massagear as têmporas. 

     — Merda. Como consegue acordar já aos gritos? — perguntou ele, perplexo. Logo saiu para o banheiro.


Estava irritado. 


Corri até lá à procura de uma toalha e sentindo uma vergonha enorme. Eu estava com receio de algo ter mesmo acontecido entre nós dois... ele é meu melhor amigo e me respeita, mas... mas sabe lá Deus como eu fiquei depois que tomei aquele copo de bebida. 


     — Por favor, não me diga que fizemos alguma coisa... — desejei, evitando olhar Espere, ree seu corpo e indo jogar água na minha cara, assim como ele. 

     — O quê? Não, Taylor! 

     — Oh... — Suspirei de alívio. Seria bastante constrangedor para mim se algo tivesse acontecido comigo naquele estado...


     — Tenho que ir — ele avisou depois de limpar o rosto com a toalha posta ao lado do espelho, e saindo do banheiro sem me fitar.

     — O quê? Ir para onde?

     — Escola.

    — Escola? — perguntei, confusa.

     — É, Taylor. — Consegui ver o quanto ele estava impaciente. Por que ele estava daquele jeito? Eu não gritei daquela maneira de propósito e não queria mesmo ter acordá-lo de um jeito tão errado. Eu não tive culpa. 

     — Oh, não. Não aguento ir para a escola hoje — resmunguei, me deitando na cama novamente e sentindo uma sede enorme. 

     — Bem, você pode se explicar para a sua mãe depois — ele me disse, colocando suas roupas. 


Pensei no fato de ele ter tirado as minhas quando fomos dormir... Isso sim é vergonhoso e eu sou uma burra por ter bebido tanto. Não era para ter acontecido. Sou uma vacilona mesmo. 


     — Não acredito que viemos tarde demais — falei, torcendo para eu estar certa, mas percebi pelo olhar de Louis que era totalmente o contrário.

     — Eu sinto muito por isso, Srta. Hampton — debochou, colocando sua jaqueta.

     — Mas por que diabos você está agindo assim? — perguntei, me irritando um pouco. Lembro que estávamos indo bem, comunicativos e, como bônus, de bom humor (pelo menos da parte dele), por que ele estava assim agora? 

     — Eu estou cansado demais para ouvir suas reclamações, OK? — disse, me fazendo abrir a boca por conta do que disse.


Ele havia mesmo dito aquilo...?

     — Até mais, Taylor — ele se despediu e saiu do quarto, levando suas chaves e o celular. 


Não consegui me controlar e fui atrás dele, ainda o encontrando atravessando a sala de estar. 


     — Meu Deus, minha cabeça vai explodir! — ouvi meu irmão exclamar da cozinha e assim que ele disse isso a minha passou a doer também. Que tipo de macumba era aquela? 

     — Espere, Louis! Vamos conversar — pedi, quase implorando e observando o meu amigo abrir a porta da rua. 

     — Depois, está bem? — E assim fechou a porta, me deixando totalmente confusa e parada no meio da sala. 


     — TAYLOR, ONDE ESTÃO OS COMPRIMIDOS? — meu irmão gritou novamente, me fazendo revirar os olhos. Lembro que ele estava na festa, disso eu não podia esquecer nem a pau. 


Fui até a cozinha e o encontrei sentado na cadeira, com a cabeça baixa.

     — Você bebeu!? — perguntei, perplexa e de braços cruzados.

     — Não, não bebi. Apenas não dormi o suficiente — explicou.

     — Vou dizer à mamãe que foi à festa sem avisá-la — ameacei, procurando o depósito de comprimidos no armário.

     — O quê? Não, Taylor! — Ele levantou a cabeça, com medo e comecei a rir da sua expressão.

     — Ela vai adorar saber disso. — Gargalhei mais ainda, tomando o remédio para dores de cabeça.


     — Ah, é? Se fizer isso digo que você se embebedou e fugiu de Louis! — ele falou e foi tudo para eu parar o que estava fazendo e cuspir um pouco da água que iria beber. 

     — Fugir? — Arregalei os olhos. 


Eu não acredito que fiz uma coisa dessas. Isso sim explica o motivo por ele estar tão irritado comigo. 

     — Sim, fugir — repetiu Tiago. — E então? O que acha disso? — deu um sorriso para mim e eu cerrei os olhos. 

     — Vamos esquecer isso, OK? — pedi, entregando-lhe o comprimido e um copo com água. 


Saí discretamente e fui para o meu quarto. Aquilo definitivamente era uma coisa que eu não seria capaz de fazer enquanto estivesse sóbria, na verdade, eu não teria coragem o suficiente para fugir de Louis. 





Não era tão cedo e acredito que minha mãe já havia ido trabalhar. Graças a Deus ela não veio me acordar a fim de saber o que havia se passado por eu ter demorado tanto ontem à noite. Aliás, ela me veria dormindo apenas de calcinha e sutiã perto de Louis, isso com certeza seria constrangedor e acho que ela se irritaria com ele. 




Olhei meu celular sobre o criado-mudo e vi que havia perdido algumas ligações que Jane tinha feito para mim hoje. 


Jane... 


Aliás, o que havia acontecido com ela? Por que ela tinha me deixado sozinha daquela maneira? 


Não gostei nenhum pouco, fiquei totalmente perdida naquele lugar e não faço ideia do que fiz depois do segundo copo de bebida. 


Liguei para ela e a mesma atendeu no primeiro toque. 


     — Jane! Precisamos ter uma conversa séria, mocinha! — falei irritada. 

     — Você foi para a escola? — perguntou, baixinho e aquilo já era estranho o suficiente. 

     — Ahn, não, não aguentei — surpresa com o jeito que falou eu confessei, dando de ombros. 

     — Posso ir na sua casa? 

     — O quê? Você sabe que sim, Jane — eu disse, óbvia. 

     — Chego aí em alguns minutos — ela informou e antes que eu dissesse alguma coisa desligou a chamada. 


Olhei para o celular confusa de novo e o coloquei sobre a cama, como se estivesse pegando em uma arma de fogo. 




Em seguida fiz uma higiene matinal e depois coloquei minha calça jeans preta, umas botas e uma camisa própria para o frio. 



     — Taylor? — alguém me chamou enquanto eu estava tentando espremer uma espinha na minha testa e me assustei. 


Era Claire.


     — Ah, bom dia! — exclamei, sem empolgação. 

     — Mas o que diabos você também está fazendo aqui? — perguntou e eu fitei os lados sem mexer a cabeça. Como assim o que diabos eu estava fazendo aqui? 

     — Eu moro aqui... — respondi, pausadamente e lhe fitando, sem entender a sua pergunta. 

     — Não, era para estar na escola — comentou e entrou no meu quarto, a fim de pegar as minhas roupas sujas.

     — Ah, bem... eu estava sentindo um mal-estar enorme — expliquei, corada e ouvindo a minha barriga roncar.

     — Meu Deus, você se embebedou garota? — quis saber ela, com os olhos arregalados. 

     — Jane disse que era dia de se divertir! — exclamei em minha defesa. 

     — Oh, Deus — ela revirou os olhos e voltou a pegar as roupas sujas. 

     — Minha mãe não falou nada, não mostrou estar irritada ou algo do tipo? — perguntei, curiosa. Eu não queria mesmo ficar de castigo. 

     — Por incrível que pareça não — respondeu Claire. 


Franzi o cenho e tentei entender. Logo lembrei que minha mãe tinha ido na casa do Sr. Roberts. 


Isso explica. 


     — Ah, já sei porque ela não falou nada — comentei, e em seguida o som da campainha soo pela casa. 


Corri pelas escadas e me coloquei a abrir a porta. 


Com isto feito encontrei uma garota que praticamente tinha escrito na testa o quanto estava mal. 


Jane estava com olheiras enormes debaixo dos olhos (e isso não era normal), suas roupas estavam folgadas demais no corpo e o cabelo estava muito desalinhado (com certeza estava explícito que algo estava errado). Me assustei com tudo aquilo e me perguntei mentalmente onde tinham colocado a minha amiga Jane Collin. 


Me surpreendi quando senti o seu abraço e logo depois disso a minha blusa passou a umedecer. Ela estava chorando... 


     — Oh, meu Deus! Mas por que está chorando? — perguntei, desesperada e segurando seus ombros, a fim de lhe olhar. Ouvi passos pela escada e deduzi ser Claire. 


      — Ahn. Eu... desculpem ter atrapalhado, vou deixá-las sozinhas. — E antes que eu falasse qualquer coisa ela saiu rapidamente.


      — Vem, vamos subir. — Puxei Jane em direção ao meu quarto e quando chegamos lá eu a fitei, a mesma abaixou a cabeça, com os braços cruzados. Parecia com vergonha e isto não era algo típico dela. — Me diz o que aconteceu. 

     — Primeiramente... me desculpe por tê-la deixado sozinha na festa daquela maneira, eu me distraí — ela se explicou e eu continuei calada. — Algo horrível aconteceu, Taylor. Eu...

     — Espere, espere, espere... — interrompi, levantando a mão e fechado os olhos. — Estou com medo de ouvir o que você tem a dizer — confessei. 


Eu definitivamente era uma fraca quando se tratava de problemas. Não conseguia resolver os meus e sempre precisava da ajuda de alguém. Jane e Louis eram os que faziam isso. Claro, quando eles tinham problemas eu aconselhava e tudo o mais, mas raramente isso acontecia, eles eram ótimos em questões de resolver problemas pessoais, apenas desabafavam comigo e pediam minha opinião. Eu não me sentia uma inútil por não ter servido para ajudar, pois sabia que eles conseguiam, sabia que eles eram mais fortes do que eu e controlados. Apenas uma vez em que isso foi o contrário: fui obrigada pela vida a ser mais forte. Aconteceu no dia em que uma tragédia abalou a vida de Louis. Aquilo sim foi algo que fortaleceu muito a nossa amizade e que me mostrou que eu era capaz de fazer qualquer coisa para deixá-lo bem. 


Mas agora, com Jane naquele estado, eu sentia receio. Eu estava com medo de não saber lidar com o que ela fosse falar. Louis deveria estar para pôr tudo em ordem. 

     — Eu não aguento mais ficar com isso dentro de mim, preciso contar a você... por favor... — ela pediu, implorando e com o rosto todo molhado.


Respirei fundo e me preparei psicologicamente. Estalei os dedos e comecei a andar de um lado para o outro, pensando em ligar para Louis. Ele viria até aqui mesmo se estivesse irritado comigo...?


     — Tudo bem, Jan — decidi, parando de andar e a fitando —, pode falar, eu aguento... 


Notas Finais


Um pouco de drama não é tão ruim, certo?

Espero q estejam gostando!!! 😊♥


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