História Friends (Romance Gay) - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amigos, Bissexualidade, Dannm, Drama, Faculdade, Festa, Gay, Homossexualidade, Lemon, Nudez, Romance, Sexo, Yaoi
Visualizações 540
Palavras 1.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês.

Boa leitura.

Capítulo 11 - Capítulo XI


O moreno não esperou pelo elevador, subia em dois em dois degraus.

– Vai mais devagar. – pedi tentando acompanhar o maior.

Ele estendeu a mão para mim, na tentativa de me ajudar a subir mais rápido. Eu segurei ela firme, e Luke não demorou em me puxar com toda força para cima e correr para nosso apartamento.

Ele abriu a porta e entrou com toda velocidade me puxando para dentro.

– Só eu e você. – ele começou a retirar a blusa que ele mantinha, exibindo seu tanquinho bem definido e lisinho.

Mordi o lábio o inferior tendo aquela maravilha exposta a mim, e tomei um susto quando o mesmo se aproximou de mim e me agarrou, levando eu para seu quarto.

Ele me deitou sobre sua cama e me ajudou a retirar minha blusa, ou melhor, ele retirou.

Nunca fui de fazer muitos exercícios, mas também não era um sedentário. Eu não tinha um físico muito definido como o de Luke, mas se não fosse por aquela ocasião, eu sentiria muita vergonha.

Eu era magro, mais não esquelético, eu era normal, como qualquer pessoa.

Assim que ele conseguiu se livrar da minha blusa, jogou a mesma no chão do quarto, e subiu na cama já me beijando e alisando as minhas costas com suas mãos firmes.

Eu estava por baixo dele, pois o mesmo se enfiara entre minhas pernas e mantinha seu peito colado no meu.

Ele pediu passagem com a língua e eu cedi. Queria provar mais uma vez aquele gosto embriagador e doce que eu tanto gostei de provar. Aquilo me deixa louco, me fazia querer pedir mais e não parar nunca mais.

Mas com a maldita falta de ar, nos separamos e ele me olhou nos olhos e sorriu safado.

Que sorriso.

Ele se remexeu e eu pude sentir seu membro já ereto na calça dele, e como eu me lembrava, aquilo era enorme.

Uma tensão surgiu nos meus ombros, me deixando nervoso, e meio envergonhado por ser minha primeira vez.

O maior ficou sério de uma hora para a outra, acho que percebendo meu estado.

– O que foi? – ele perguntou.

– Não sou tão experiente quanto você é. – falei – E ainda tem a história de eu ser virgem, e com esse seu ... pênis monstruoso, eu não sei como ficar calmo. – ele deu um sorriso na hora do ‘pênis’ o que pareceu me acalmar.

– Não se preocupa ... – ele deu um beijo rápido no meu pescoço, logo depois vários outros, fazendo uma trilha até a meu queixo – Eu não vou te machucar, confia em mim?

Ele mordeu de leve meu queixo, e veio na direção da minha boca. Me beijou carinhosamente, o que parecia ser milagre para um chato como ele.

Suas mãos desceram suaves para minha cintura, o que fez até cócegas, que acabou tirando um sorriso meu.

– Confio. – falei entre o beijo, mas logo puxei a nuca do morena para não desgrudar mais da minha boca.

O maior começou a retirar os sapatos, o cinto, e por último a calça, sem quebrar o beijo.

Eu me remexi para conseguir tirar minha roupa também, e ele também me ajudou.

Ele me encarava como um olhar desejoso, e eu sorri ao ver o moreno assim.

Com isso, ele desceu a mão para a barra da minha cueca, que fora a única vestimenta que eu ainda estava vestido, e começou a abaixar a mesma.

Eu não impedi, pois era isso que eu queria, era dele que eu precisava.

Quanto por fim ele terminou de retirar minha cueca, ele olhou para meu membro que estava quase ereto, e me mandou um sorriso.

Ele beijou meu peito, depois foi descendo para minha barriga, passou o umbigo, e se arrastou até ficar bem em frente ao meu membro.

Um barulho bem conhecido por mim começou a soar pelo quarto, me fazendo voltar a realidade e pegar o aparelho no bolso da calça, que estava ao meu lado por sorte.

Olhei no vidro do celular, e o nome de Diego estava estampado nele.

– Ah, não Dylan. – bufou Luke – Logo agora.

– Espera só um minuto.

Ele pareceu não gostar do pedido.

Deslizei o dedo pelo telefone, e a voz preocupado do castanho saiu.

– Dylan?

– Oi?

– Onde é que tu tá?

– Tô em casa.

E foi nesse momento em que Luke agiu.

O maior pôs meu membro em sua boca, e fez movimentos repetidos de cima para baixo.

– Em casa porque? – perguntou o garoto do outro lado da linha.

– Eu ... passei mal. – falei com bastante dificuldade, e tentei engolir o máximo de gemidos possíveis – Hum ...

Luke era um sem vergonha mesmo, não parou por um só segundo.

– Tudo bem, já estamos voltando.

Eu desliguei o celular rápido e joguei ele para o lado, me contorcendo em prazer que o maior estava me dando.

– Awnn ... – gemido alto, por todos os outros gemidos que eu não pude dar – Porra.

Segurei firme a colcha da cama com minhas mãos, enquanto o garoto fazia seu serviço.

Ele não só me provocava com a boca, mas também com a mão que ficou na base do meu membro, e ajudava a masturbar o mesmo.

Por fim quando eu não aguentava mais, tentei avisar a ele que dei graças por ter entendido a mensagem e subido até mim para voltar a me beijar.

Ele sem demora retirou a cueca, sem vergonha, fazendo seu membro pular para fora, e ficar entre minhas pernas.

– Eu tenho um lubrificador. – ele apontou com a cabeça para a gaveta ao lado.

Eu estiquei meu braço para pegar a mesma, e puxei de lá um gel.

– Isso? – ele assentiu, e eu entreguei a ele.

O maior derramou um pouco no dedo, e levantou minhas pernas com a outra mão.

No começou deu um pouco de vergonha pelo maior está pondo um dedo na minha entrada, mas o prazer falava tão alto, que eu nem lembrava meu nome.

Ele introduziu primeiro um dedo, depois o segundo, sempre de forma calma.

Ele veio até mim e me deu um selinho, e sorriu mais uma vez depois.

Quando ele retirou os dedos, o garoto se posicionou na minha entrada, e não ultrapassou mais que isso.

– Agora eu não tenho como tirar a dor que você vai sentir, mas vou tentar te fazer esquecer ela. – falou ele.

– Como ... – ele não deixou eu terminar, pois seus lábios estavam colados aos meus.

Uma dor começou a se formar na minha entrada, pois seu membro já estava entrando com leveza e demora.

Eu não senti tanta dor como ele falou, não sei se foi pelo beijo que ele me deu, que me tirou essa dor.

E também com a ajuda do lubrificante, o membro dele não teve dificuldade para encontrar o caminho.

Ele separou nossos lábios quando já estava todo introduzido dentro de mim, e respirou um pouco ofegante, juntamente comigo.

A dor aumentou um pouco quando nos separamos, mas logo passou um pouco e eu dei sinal verde.

Ele começou a se mover lentamente dentro de mim, e isso ainda causava um pouco de dor, mas era uma briga grande entre ela e o prazer que já se manifestava ali.

Ele acelerava os movimentos aos poucos, e com isso meus gemidos ficavam mais altos, e mais prazerosos.

Minha sanidade já havia evaporado tempos atrás, pois o que se passava na minha cabeça era totalmente irracional.

– Ahnwn ... Ah ... Hum ... - eu gemia.

Ele não não parava só aumentava a velocidade.

Ele se abaixou e ficou a altura do meu ouvido.

– Fica de ... quatro pra mim? – pediu ofegante.

Eu assenti sem nem me tocar da pergunta.

Me virei e é pus de quatro, sem se separar dele.

O maior segurou minha cintura e puxava a mesma contra seu membro, que vinha de encontro com minha entrada.

Isso estava me deixando louco, ainda mais quando ele acertava um certo ponto em mim, que deixava minhas pernas bambas, e meus braços moles.

Ele aumentou e ritmo, e eu acompanhava, como em um passo de dança, só que bem erótico.

O moreno continuou a estocar em mim, e urrava as vezes quando entrava com tudo em mim.

Sem nem tocar em meu membro eu acabei gozando na colcha da cama do maior, que pareceu não ligar, ou nem notou.

Ele só se mexia repetidamente.

Eu virava minha cabeça para trás, para o lado, com tanto prazer que ele estava dando.

– Dylan eu ... eu ... – ele deu um urro antes conseguir terminar de falar.

Mas eu soube quando eu senti um líquido quente dentro de mim.

Ele se retirou de mim e se deitou. Eu cai em seu peito suado, e quente, só que confortável.

Me encostei ali debaixo do braço do maior, que pareceu me acolher de bom grado. Eu ainda respirava alto, e sorri quando me encontrei com os olhos negros do moreno.

Ele colocou um pedaço do meu cabelo o que estava na testa atrás da minha orelha e devolveu o sorriso.

Fechei os olhos tentado me lembrar do ‘melhor momento da minha vida’, e tentar repassá-lo várias e várias vezes.

– Melhor você ir se limpar. – pediu o moreno.

– Vem comigo, então. – falei.

– Melhor não, você não aguentaria uma segunda dose. – ele pôs um sorriso no rosto.

Também sorri com o argumento do outro, mais ele tinha razão, eu estava muito cansado e sonolento.

Assenti e sai do quarto do maior, indo em direção ao banheiro me limpar.


Notas Finais


Que hot.

Até o próximo.


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