História Friends? (Scorbus) - Capítulo 44


Escrita por: ~

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Palavras 3.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Fantasia, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, estou postando esse negócio e dormindo ao mesmo tempo porque estou com um puta sono desgraçado kkkk gente eu não sirvo pra essa coisa de só dormir 8h por dia, eu preciso de no mínimo 15 porque senão fico parecendo um zumbi
Pra todos que me desejaram boa sorte na faculdade: obrigada, está sendo legal porém história está de volta em minha vida e eu ODEIO (história, eu te abomino) então passo a aula inteira tentando não morrer de sono.
E eu acordo pra ir pra a faculdade, chego em casa e durmo, e depois eu durmo de novo pra acordar e ir pra a faculdade kkkkkkk eu sou muito preguiçosa mesmo gente eu amo dormir me julguem
Mas cumpri minha palavra e aqui está o capítulo
Tá pequeno? Tá, mas é o que tem pra hoje

Capítulo 44 - Pomos de Ouro e Tarefas


Fanfic / Fanfiction Friends? (Scorbus) - Capítulo 44 - Pomos de Ouro e Tarefas

Yaxley


Era uma terça-feira à tarde e as aulas do dia haviam acabado, a maioria dos alunos do sétimo ano estavam na biblioteca estudando. As duas primeiras semanas de aula foram provavelmente as mais puxadas de todas, os professores nunca haviam passado tanto dever em tão pouco tempo, e para os alunos do último ano era ainda pior. Yaxley estava no salão comunal da Sonserina lendo sobre a poção do morto-vivo, mas aquilo estava extremamente entediante. Scorpius estava na biblioteca estudando com Alvo, Lucas estava no tal clube de arte com Polly, então ele estava sozinho.


Ou talvez não. Uma vontade de falar com James Potter apareceu do nada, então Kevin subiu até o dormitório e pegou a sua jaqueta do time de quadribol da Sonserina. Todos os jogadores dos 4 times de quadribol agora tinham sua própria jaqueta, era uma ideia meio idiota na opinião de Kevin, mas o casaco não deixava de ser bonito. A jaqueta da Sonserina era preta com alguns detalhes em verde nas mangas e uma cobra também verde na frente. O nome do jogador era bordado atrás, no caso de Kevin, na sua havia escrito "K. YAXLEY", era chique, não podia negar. Tão chique que Alvo ameaçou roubá-la várias vezes, obrigando Yaxley a sempre andar com o casaco mesmo que nunca o usasse de fato.


Após amarrar a jaqueta na cintura, Kevin saiu das masmorras e foi até o salão principal que estava meio vazio. Assim que olhou para a mesa da Grifinória, viu James sentado com seus cabelos castanhos (ou ruivos, ou loiros, depende de quem vê) completamente bagunçados, mas era sempre assim, achar os irmãos Potter com os cabelos no lugar era mais difícil do que uma menina dar bola para Lucas Rosier. Kevin se perguntou umas três vezes o que ele estava fazendo ali, mas desistiu de pensar e foi até James, dando um leve cutucão em seu ombro.


— Hm? —James disse virando para Kevin e parecendo realmente surpreso quando viu quem lhe chamava. — Você falando comigo por livre e espontânea vontade? Uau, o mundo vai acabar?
— Eu já estou me arrependendo.
— Senta aí, o que você quer? Pensei que estaria na biblioteca com meu irmão e o Scorpius.
— Eu não quis. —Kevin se sentou na frente de James. — Não quis atrapalhar o namorico.
— Eles iam estudar, não namorar.
— Você conhece seu irmão? Porque eu sim.
— É... realmente, foi um bom ponto o seu.
— O que você está anotando nesse caderno? —Kevin olhou para um bloco de anotações que estava na mão de James.
— Tudo o que o Sr. Burke falou na aula de poções hoje, mas a única coisa que eu entendi foi o "bom dia".
— Eu tenho certeza que ele não disse "bom dia".
— Então eu não entendi nada. —James disse passando a mão no rosto em sinal de derrota, mas ficou feliz ao ver que Kevin tinha rido do que ele falou.
— Você quer jogar quadribol comigo?
— O estádio está livre? Eu pensei que a Corvinal iria treinar hoje.
— Não vão mais, cancelaram pra poder estudar.
— Então tudo bem, vamos lá.


Os dois meninos levantaram e foram até o estádio de quadribol. Aquele dia estava bem frio e com bastante vento, então os cabelos de James não paravam de entrar no seu olho e boca, fazendo-o reclamar a cada 5min. Kevin foi em uma das tendas e pegou o kit de bolas de quadribol do time da Sonserina e logo voltou, encontrando um James Potter tentando tirar o cabelo da boca.


— Dia difícil? —Kevin perguntou colocando o kit no chão.
— Muito difícil, preciso cortar o cabelo. —James se abaixou para observar melhor o kit assim que Kevin o abriu. Era brilhante e extremamente bonito. — Caralho, o da Grifinória é mais velho que eu, o de vocês é tão bonito.
— É pra combinar com os membros da casa.
— Haha, engraçado. Você é artilheiro, não é?
— Sou.
— Eu sou apanhador, como vamos treinar juntos?
— Eu posso dar uma de apanhador uma vez na vida, não tem problema.
— Prepare-se para ser massacrado.
— Eu já estou pronto, eu já não consigo enxergar coisas pequenas de longe normalmente imagina com o vento forte assim.
— Então você usa óculos?
— Não, eu uso lente.
— Então seu olho não é verde de verdade?
— Claro que é, idiota, existe lente transparente, sabia?
— Era só uma dúvida.
— Uma dúvida burra.
— Eu não trouxe minha vassoura, eu não sabia que iríamos treinar.
— Ok, eu pego uma pra você.
— Vocês guardam as vassouras aqui?
— Sim.
— E quem tem a chave?
— O capitão.
— Que seria você?
— Exatamente, que inteligente.
— Eu tento.


Após pegar duas vassouras na tenda da Sonserina, Kevin liberou o pomo de ouro e ele e James voaram vários metros do chão e começaram a ficar de olho tentando achar a pequena bolinha dourada. James tinha um pequeno sorriso nos lábios, ele estava disposto a agarrar aquele pomo o mais rápido possível para impressionar seu novo amigo. Seus olhos focavam em tantas coisas ao mesmo tempo que ele tinha certeza que ficaria com dor de cabeça logo logo. No outro lado do estádio estava Kevin, ele não conseguia enxergar praticamente nada por estar tudo nublado. Na verdade, ele nem tentaria pegar esse pomo, resolveu deixar a glória para James (Não que ele achasse que conseguiria ganhar de James como apanhador, mas resolveu nem tentar). Aproximadamente 10min depois que o pomo foi solto, James conseguiu enxergar um pequeno vulto dourado perto das arquibancadas azuis da Corvinal, não pensou duas vezes e voou para lá o mais rápido que pôde, o vento continuava fazendo seus cabelos ondulados ficarem na frente de seu rosto, mas isso não o incomodou tanto, pois estava 100% focado em pegar aquele maldito pomo e se gabar depois.


James foi parar perto dos aros enquanto perseguia o pomo, ele nem sabia se Kevin estava vindo atrás dele ou não, ele só queria capturar aquele pomo. Ele ficou tão focado que esqueceu até de como era o estádio, apenas saiu voando na maior velocidade que conseguia e várias vezes passava de raspão em algum obstáculo. Até ouviu um "Cuidado" de Kevin, mas sua voz estava bem distante e James não deu muita atenção, até que deu de cara com o poste gigantesco de apoio dos aros.


O grande apanhador James Potter apagou na hora e caiu de sua vassoura, indo de encontro à grama. Antes mesmo que James batesse no poste, Kevin estava voando ao seu encontro porque tinha quase certeza que isso iria acontecer, e bem, aconteceu. A sorte do menino Potter foi que Kevin o segurou antes que se espatifasse no chão, já da vassoura não podemos dizer o mesmo.


Alguns minutos depois James retomou sua consciência, se vendo deitado na grama do estádio. Ele olhou para seu lado direito onde Kevin estava sentado com o pomo de ouro em uma das mãos.


— Eu caí? —James perguntou enquanto tentava se sentar, então sentiu uma dor de cabeça enorme e um frio do cão. — Caralho. —Ele disse botando a mão na cabeça.
— Você deu de cara com o poste, gênio, que belo apanhador você é.
— Você não me deixou cair no chão, deixou?
— Não, mas deveria.
— Por quanto tempo eu apaguei?
— Uns 40min talvez, foi o tempo de eu conseguir pegar o pomo. Eu deveria ter batido em você por ter me obrigado a pegar essa bola maldita. —Kevin disse guardando o pomo em seu lugar no kit de bolas de quadribol.
— Foi mal. —James riu fraco e passou a mão nos braços a fim de se esquentar. — Tá frio, muito frio.
— E onde está o seu novo casaco de time?
— No dormitório, o casaco da Grifinória é muito feio, não vou usar aquilo. —James disse olhando para a grama, e então percebeu que Kevin estava entregando um casaco preto pra ele. — Ué, o que é isso?
— Você não está com frio?
— Vai realmente me ceder seu casaco? Uau, eu estou realmente surpreso.
— Não vou mais. —Assim que Kevin ia puxar seu casaco de volta, James o pegou.
— Vamos ver o casaco da Sonserina. —James estendeu em suas duas mãos, deixando visível toda a parte de trás do casaco. — Eu odeio vocês, sabia? Por que tudo da Sonserina tem que ser mais bonito? Que saco! Por que o casaco de vocês é preto? Deveria ser verde, que merda. O da Grifinória é um vermelho feio do cão.
— Eu já disse, James, não temos culpa de sermos melhores.
— Uau, você me chamou de James. —James olhou para Kevin com um sorriso no rosto.
— E eu deveria te chamar de que? Roberto?
— Você só me chama de Potter.
— Dá pra parar de se surpreender com tudo que eu faço ou falo? Eu não vou fazer mais nada.
— Você é muito chato. —James riu e colocou o casaco de Kevin que ficou um pouco grande. — E aí? Como fiquei?
— A mesma coisa, só que com um casaco bonito.
— Já posso ser um bad boy sonserino?
— Não, pode ser um idiota grifinório com um casaco da Sonserina.
— Chato. Você é muito chato, Kevin Yaxley.
— Você também é, James Potter.
— James Sirius Potter.
— O que?
— É meu nome.
— Foda-se, eu não ligo pro seu nome completo.
— Deixa de ser ignorante e me diz o seu.
— Você já sabe o meu.
— Qual o nome da sua mãe? —James perguntou, mas percebeu que a expressão de Kevin mudou quando James mencionou sua mãe, antes ele estava até feliz comparando com sua expressão habitual, mas agora ele estava de cara fechada de novo. — O que foi? Não gosta de falar da sua mãe?
— Eu preciso ir. —Ele se levantou da grama. — Tchau. —E então começou a andar pra longe sem falar mais nada.
— Ei, o que foi que eu disse? —James disse levantando meio desajeitado. — Ei! Volta aqui! —Mas ele não voltou. — Mas que porra, será que você não podia ser um pouquinho mais fácil não? —James agora já falava para si mesmo.


Scorpius


Scorpius e Alvo estavam estudando na biblioteca há mais de 3h seguidas. É claro que Alvo estava tentando se matar com uma caneta, mas não conseguiu. Ele pediu várias e várias vezes para que eles voltassem para o salão comunal para aproveitarem o pouco do dia que ainda restava, mas Scorpius estava determinado em só sair daquela biblioteca depois que terminasse todos os seus deveres (o que era muita coisa).


— Eu vou embora então, seu chato. —Alvo disse colocando seu caderno e seus livros dentro da mochila esperando obter alguma resposta do tipo "não vá" de Scorpius, mas tudo o que teve foi:
— Ok. —Scorpius disse sem tirar os olhos do livro de Poções, o que irritou Al profundamente.
— É sério? Não vai me pedir pra ficar?
— Se for pra você ficar aqui reclamando o tempo todo é melhor ir embora.
— Você é um saco, a vida não é só estudar, sabia?
— E a vida não é só reclamar da vida, sabia?
— Tanto faz, tchau. —Alvo colocou uma das alças da mochila no ombro e saiu da biblioteca, deixando Scorpius sozinho.


2h depois, Scorpius estava no fim do seu último dever, a felicidade era tanta que mal cabia em si, mas ao mesmo tempo ele estava muito cansado e dolorido de tanto ficar sentado. Resolveu levantar um pouco para beber água e esticar as pernas. Depois de passar uns 10 minutos andando pela biblioteca, Scorpius voltou para a mesa onde estava anteriormente, e encontrou um papel que não estava lá antes. "Al, você não tem o que fazer da vida não?" Scorpius pensou ao sentar na cadeira e abrir o bilhetinho que estava em cima de seu caderno.


"É melhor tomar cuidado, Malfoy. Prewett foi expulso porque era burro, mas eu não sou."


Scorpius leu aquelas palavras de novo e de novo, até bufar, amassar o papel e jogar no lixo mais próximo. "Idiota, foda-se" era o que ele pensava, mas no fundo sabia que estava com um certo medo. Scorpius sempre foi um alvo muito fácil dos bullys, ele era muito dócil e quase nunca revidava. Mas quando ele estava com Alvo as provocações eram mínimas, talvez as pessoas ainda tivessem medo do sobrenome Potter. Bem, não importava, ele sabia que desde que ele estivesse com Alvo, não teria que se preocupar com um monte de idiotas.


Scorpius recolheu suas coisas e saiu da biblioteca, o primeiro andar estava completamente vazio e escuro, dentro da biblioteca não dava pra ter muita noção de que horas eram, mas devia ser bem tarde. Tudo o que ele esperava era não ter perdido o jantar porque sua barriga estava roncando há horas. Quando ele menos esperava, viu um flash de luz azul do nada e foi atingido no rosto. Não doeu tanto, só ardeu. Quando passou a mão onde havia sido atingido, percebeu que estava sangrando. "Que ótimo, muito obrigado." Ele pensou enquanto bufava.


— Uau, depois dessa eu com certeza vou ser hetero! —Scorpius disse no maior tom de ironia da face da terra. — Babaca desocupado. —Ele realmente esperava que a pessoa que tivesse feito aquilo escutasse, ele estava afrontoso.


Finalmente Scorpius havia chegado ao salão principal e o jantar ainda estava sendo servido, os deuses eram muito bons mesmo. Scorpius ocupou seu lugar do lado de Alvo como sempre.


— Oi. —Al disse olhando para Scorpius. — Terminou suas tarefas?
— Sim, estou livre. —Scorpius disse virando para ele, sorrindo.
— O que foi isso no seu rosto? Está sendo atacado por livros agora? —Alvo passou seu dedo levemente pelo novo corte de Scorpius.
— Não, algum babaca resolveu soltar um feitiço em mim quando eu estava no primeiro andar. Não sei quem foi, mas tanto faz, não me machucou.
— Um corte machuca pra mim, não sei pra você.
— Eu já passei por coisa pior, Al, um corte não é nada.
— Foi mal, eu não deveria ter te deixado sozinho... sou um bosta.
— Não, eu não sou um bebê. Eu sei me cuidar, ok?
— Eu só me preocupo, só isso.
— Eu sei, e eu agradeço, mas eu sei cuidar de mim mesmo.
— Então tudo bem, mas me avise se alguém estiver incomodando você, ok?
— Claro, Sr. Segurança.
— Eu sou muito forte.
— Claro que é, eu nunca disse o contrário.
— Hm, acho bom. —Alvo disse rindo e dando um beijo na bochecha de Scorpius.


Scorpius não queria admitir, mas lá no fundo aquele velho medo de nunca ser aceito surgiu novamente. Ele foi muito inocente em achar que tudo seria flores depois de ter se assumido publicamente, mas não podia deixar de ser otimista em relação a isso. Agora ele não tinha mais tanta certeza assim, as pessoas ainda o odiavam e queriam machucá-lo e isso era ruim. Mas ele tinha amigos para protegê-lo, porém ele não estaria acompanhado para sempre. De repente o medo tomou conta de Scorpius, fazendo-o parar de ouvir qualquer besteira que Al falava sobre dragões e começar a olhar para todos os alunos presentes naquele salão. Seus olhos passavam por todas as mesas, Corvinal talvez? Podia ser. Lufa-Lufa? Pouco provável. Grifinória? Muito provável. Sonserina? Não, nem pensar.


— Scorp? Alô? Você tá vivo? —Al perguntou enquanto passava a mão na frente dos olhos de Scorpius, tentando chamar sua atenção.
— Ah, oi, o que foi? —Scorpius saiu de seu transe e voltou a dar atenção para o amigo.
— Você nem prestou atenção na parte que eu falei que um dos dragões dela fugiu! O quão louco vai ser isso? Você acha que o outro menino lá vai achar e domar ele?
— Ah... claro, por que não? —Scorpius não tinha a miníma ideia do que Alvo estava falando.
— Eu ainda acredito que na verdade ele é Blackfyre, o que você acha?
— Blackfyre com certeza.
— Tá muito óbvio, se ele realmente for Targaryen eu vou ficar putasso. Ele sendo um Blackfyre ia ser tão mais interessante.
— Sim, claro, Blackfyre. —Scorpius ainda analisava os alunos um por um.
— Scorp, o que tá rolando? Por que está tão interessado nos outros alunos quando me tem do seu lado?
— Nossa, seu ciúmes chegou nesse ponto agora? —Scorpius riu.
— Eu tô só brincando, mas eu queria saber por que você não para de olhar pra essa plebe.
— Não sei, curiosidade apenas.
— Hm... ok então, mas pode dar um pouquinho de atenção pra mim? Ficou estudando o dia todo e nem quis conversar comigo.
— Porque você também deveria estar estudando e não puxando papo comigo.
— Me desculpe se eu quero ter uma vida, ok?
— Al.
— O que foi?
— Me fale sobre a teoria Blackfyre. —Scorpius disse sem o menor interesse em saber sobre isso, mas só de ver o sorriso aparecendo no rosto de Alvo valia tudo a pena.


James Potter


Logo depois do desastroso fim de encontro no estádio de quadribol, James resolveu voltar para o salão comunal da Grifinória para tentar adiantar uma de suas tarefas. Ao entrar no confortável aposento vermelho, se dirigiu direto para as escadas que dão no dormitório, mas a voz de seu amigo Ryan o parou.


— James. —Ele disse e James se virou para olhar para o amigo que estava sentado em uma das poltronas.
— Oi?
— O que porra você tá fazendo com a jaqueta do Yaxley? —Ryan estava extremamente sério e James realmente tinha esquecido completamente que estava usando a jaqueta de Kevin.
— Ah... eu estava com frio e ele me emprestou.
— Mas por que é que vocês estão amiguinhos agora, hein? Você se amigando com aquelas trepeças amigas do seu irmão eu até tolero, mas agora você tá por aí saindo com o demônio em pessoa? Alô, quem é você e o que fez com James Potter? Ele é nosso inimigo número 1, J, que merda é essa?
— Não temos mais 13 anos, ok? Ele não é nosso inimigo número 1. E eu sou amigo de quem eu quiser, Ryan.
— Ele não presta, você sabe disso.
— Ah é?
— É, você mesmo disse isso várias e várias vezes.
— Eu sei, mas eu mudei minha cabeça.
— É, você está bem mudado ultimamente.
— É, ainda bem. —James deu as costas novamente.
— Nem parece a mesma pessoa que deu a ideia de roubar os remédios do drogadinho do Rosier no quarto ano, né? —Ao ouvir isso, James gelou e olhou para Ryan.
—  Não fale isso de novo, isso não vai sair daqui, ok?
— Seus amiguinhos não sabem não? Poxa, que coisa. —Ryan tinha os braços cruzados e um sorrisinho idiota no rosto.
— Eles não sabem e vão continuar não sabendo, entendeu?
— Entendi, capitão.
— Hm, acho bom. —James finalmente subiu as escadas e foi para o dormitório masculino da Grifinória.
— Você está voando alto demais, James. É hora de alguém cortar suas asinhas. —Ryan falava baixo para si mesmo enquanto estava sozinho no salão comunal.


Notas Finais


Rezem pela minha cabeça que dói o tempo todo agora que voltei a fazer algo da vida kkkkk está foda, pessoal, não há dipirona de 1g que dê jeito.
É James e Yaxley que vocês querem? Então toma
Queria pedir desculpas pra quem está me mandando mensagem aqui e eu tô demorando anos pra responder, é que eu tô sempre dormindo ou pensando em dormir, desculpa, mas juro que amanhã eu tento responder todo mundo kkkkkkkkk
Percebi que várias pessoas começaram a ler a fanfic agora e pra essas pessoas eu digo: bem-vindos, chuchus.
E aí gente? #JamesCuzao? debatam
Beijos


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