História Friends With Benefits - Capítulo 78


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Norminah, Trolly, Vercy
Exibições 420
Palavras 3.872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Para @LaurenJauregui, com todo amor e carinho:

Tu pensou que eu não ia continuar escrevendo fanfic Camren, né safada? Pensou errado KKKKK aqui é Camz da Lolo, Lolo da Camz. Te situa, vagabunda.

Brincadeira, mozão, te amo.

Resposta de Lauren Jauregui para @May:

@May, Thank you.

Poxa, Jureg. Assim não dá, viada.

Capítulo 78 - Aniversário de casamento


POV Camila

- O que eu já disse sobre deixar a toalha na cama? Parece que não presta atenção no que eu falo de propósito.

Reclamei pela milionésima vez, ao fato de Lauren nunca se lembrar de que o lugar de toalha molhada não é na cama. Depois ela tinha a cara de pau de falar que a mais bagunceira era eu, sendo que ela não se dava o trabalho nem de estender uma porcaria de uma toalha. Depois a cama ficava molhada, os lençóis molhados, e se alguém não tivesse o trabalho de trocá-los, não iria ficar com um cheiro muito agradável. E quem era esse alguém que trocava os lençóis? Exatamente, eu. E ai se eu não trocasse. A minha querida mulher ainda tinha a cara de pau de reclamar por tal coisa. Vocês acreditam?

- Você não se cansa de ficar reclamando sozinha? - Lauren perguntou, ao adentrar o nosso quarto.

Sua atenção nem ao menos foi voltada à mim, e o fato dela estar zoando com a minha cara, me trouxe ao meu limite. Nem mesmo aquela cueca feminina junto com a blusa social que estava aberta três botões, me fazendo ter a visão do seu sutiã vermelho, e o seu coque extremamente bagunçado junto com aqueles óculos que me tiravam do sério resolveram ajudá-la nessa situação.

Peguei a maldita toalha com uma raiva que não cabia em mim e joguei com tudo em direção ao seu rosto. Lauren, que até então estava lendo alguma coisa naqueles documentos que estavam em suas mãos, levou um susto daqueles, se atrapalhando e soltando todos os documentos no chão.

Sua cara de incredulidade me faria rir, se a situação não fosse aquela. Desde manhã aquela branquela estava me irritando. Largando documentos por onde andava, deixando louças e talheres ao redor da casa toda, deixando roupas espalhadas pelo nosso quarto, andando semi-nua sem nem ao menos se importar se algum de nossos filhos a vissem daquele jeito.

Não me dava atenção, não dava atenção para os nossos filhos, vivia com algum papel idiota em mãos e não parava quieta em um lugar. Ainda assim, ainda tinha a ousadia de fazer a porra de uma bagunça que ela não iria bagunçar porque segundo ela: eu estou atolada de trabalho. 

Oh, isso não parece o suficiente pra vocês? Então vamos lá. Lauren Jauregui, a pessoa pelo qual eu havia me casado, a pessoa que me jurou amor eterno e que jurou me amar e respeitar na alegria e na tristeza, havia esquecido que hoje era o dia da porcaria do nosso aniversário de casamento! Ela havia es-que-ci-do.

COMO QUE UMA PESSOA ESQUECE O ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO, ME DIZ?

- Camz? O que você... Camila!

Se não fosse pelo seu ótimo reflexo, o despertador que estava sobre o criado-mudo tinha lhe acertado em cheio. Isso pareceu me irritar mais ainda, pois eu peguei tudo que estava sobre a minha visão e joguei em sua direção. Isso ia de travesseiros à porta-retratos. Até o seu celular voou em sua direção, o que lhe rendeu a sua típica cara de indignação, pois ela tinha comprado aquele maldito celular há pouco tempo.

Entre esquivas e rapidez, Lauren se aproximou de mim apressadamente. Ela empurrou o meu corpo em direção a parede mais próxima, em seguida pegou minhas mãos e me imobilizou, levando elas ao topo de minha cabeça e as mantendo erguidas. O que foi extremamente fácil, pois Lauren era maior e muito mais forte do que eu. Seu corpo me mantinha presa, não me dando escapatória, pois ele estava extremamente colado ao meu corpo.

- O que foi, porra? - ela perguntou irritada.

Seu pescoço pálido estava soado e as veias saltavam dali. Seu rosto vermelho e a voz ameaçadora me fez perceber que ela também estava irritada. E se Lauren que era a mais paciente da relação estava irritada, dali não sairia coisa boa.

- Me solta. - vociferei ameaçadora, tentando inutilmente reverter a situação.

- Só irei lhe soltar quando você me falar o porquê de estar parecendo um cachorro raivoso. - ela sussurrou devagar, porém a raiva ainda se fazia presente em sua voz.

- Cachorro raivoso é a sua madrinha, Michelle. Agora, me solta, porra!

- Me chamar de Michelle não te ajuda em muita coisa, Karla. - Lauren alfinetou debochada.

Agora um sorrisinho cínico brincava em seus lábios, me fazendo ter uma vontade enorme de lhe acertar pelo menos uns 100 socos pra ver se ela continuaria de deboche pra cima de mim.

- Por que você não me solta e vai tomar um banho? Deixar louças ao redor de casa, andar semi-nua sem se importar com nada, deixar esses papéis espalhados por aí ou até mesmo esquecer a toalha molhada na cama. Afinal, você é muito boa em esquecer, não é? - perguntei irritada. Odiei o fato de transparecer uma certa mágoa em minha voz.

Lauren segurou em meu queixo, o aproximando de seu rosto. Os nossos olhares estavam mantidos, como se estivessem em guerra. Pode parecer infantil, porém sempre fazíamos aquilo para ver quem desviava o olhar primeiro. Quem quebrasse a troca de olhares sairia como o perdedor. Só que Lauren esqueceu-se que eu não estava pra brincadeiras, pois nem mesmo me importei em parecer fraca demais por perder uma maldita brincadeira.

- Vamos lá, o que te incomoda? - ela perguntou cautelosamente. Sua respiração pesada batendo contra o meu rosto diante da nossa posição e aproximação.

- Você. Você me incomoda. Pode fazer o favor de me soltar? - perguntei impaciente, tentando novamente sair daquela posição.

Como da primeira vez, foi totalmente falho.

- Você fica tão sexy assim. - ela falou, levando seus lábios em direção ao meu pescoço. Tentei inutilmente fazer com que o contato fosse mínimo, porém Lauren segurou o meu maxilar com força e me manteve parada diante de seus lábios, fazendo com que a sua tarefa fosse concluída - Nem mesmo o fato de você pensar que eu esqueci o nosso aniversário de casamento tira isso de você. - ela sussurrou, fazendo com que o meu coração errasse as batidas - Porque eu estou extremamente molhada só de pensar em te comer agora. Nessa posição, com você irritada assim.

- Não ouse. Me solte agora, Lauren. - falei firme, porém meu corpo contrariava totalmente as palavras que saíam de minha boca.

Enquanto eu ordenava para que ela me soltasse, meu corpo ardia vergonhosamente clamando por ela, por seus toques. Porém a raiva ainda se fazia presente, e era a raiva que estava me dando razão.

- Eu vou te comer do jeito que você gosta, amor. Bem firme, bem gostoso e com força. Muita força. Não é assim que você quer que eu te coma? - ela perguntou, agora mantendo contato visual.

- Vai pro inferno, Lauren. - falei, me debatendo para fugir daquela situação.

- Não antes de te foder. - ela falou, com um sorriso de lado lhe dando charme.

Lauren aproximou os nossos lábios, tentando um contato mais íntimo. Porém eu não lhe permiti isso, comprimindo os meus lábios e não lhe dando chance de fazer tal coisa.

Lauren pareceu se divertir com isso e sorriu debochada, levando a sua mão - a que não estava me mantendo imobilizada - até o meu peito esquerdo, o apertando com uma força descomunal. Meus lábios se abriram surpresos, fazendo com que um suspiro escapasse dali. Isso foi o suficiente para que Lauren colocasse a sua língua na minha boca com tudo, sem se fazer de rogada.

Sabe aquele momento em que a razão tem uma briga interna com os comandos do seu corpo? Era exatamente o que estava acontecendo comigo. Enquanto eu tentava a todo custo não retribuir aquele beijo fervente e que deixava bem claro quais eram as suas intenções, o meu corpo estava inquieto com aquela situação. Ora tentando sair dali, ora tentando apertar o seu corpo contra o meu. Ora a xingando entre o beijo, ora me deliciando com a sua língua veluda acariciando a minha e logo em seguida a chupando de um jeito que ela sabia que me enlouquecia.

Me enlouquecia tanto quanto ela esquecer do nosso aniversário de casamento.

Minha consciência retornou novamente, fazendo com que eu tentasse mais uma vez afastar o corpo da Lauren de perto do meu. Não deu certo. Tentei soltar os meus pulsos novamente. Não deu certo. Já cansada daquele joguinho, retribui o beijo com tamanha devoção e gula. Quando Lauren pensou que eu já havia realmente desistido de lutar contra e adentrou a sua língua em minha boca, mordi a sua língua com toda a força que pude, a pegando de surpresa. 

Lauren se afastou rapidamente, como se tivesse levado um choque. Lhe presenteei com o meu melhor sorriso debochado, quase me arrependendo por ter mordido a sua língua quando vi os seus olhos lacrimejados e a sua expressão de dor. O gosto metálico que estava na ponta da minha língua só me deu a certeza de que eu apliquei mais força do que deveria. Porém não me arrependia. A culpa era dela, afinal. Não esperei que ela se recuperasse da pequena surpresa e lhe dei as costas, indo em direção à saída do nosso quarto.

Fui totalmente surpreendida quando os seus braços possessivos abraçaram a minha cintura, me puxando em direção ao seu corpo novamente. O aperto estava mais forte e eu sentia o coração de Lauren acelerado drasticamente em minhas costas, indicando a sua alteração de humor. Sua respiração pesada batia contra o meu ouvido, fazendo com que eu me arrepiasse da cabeça aos pés sem o menor controle para poder impedir aquilo.

- Você gosta de ser tratada como uma puta? - ela perguntou raivosa - Pois você vai ser tratada como uma.

Antes que eu reclamasse por tal atrocidade, Lauren me virou de frente pra ela, não me dando tempo para fugir dos seus lábios que esmagavam os meus com tamanha violência. Eu sabia perfeitamente que daquela vez não tinha como fugir, mas quem disse que eu iria cooperar com ela?

Em um movimento rápido e violento, afastei os nossos lábios. Antes de fazer tal coisa, Lauren mordia o meu lábio inferior com tamanha força que quando eu quebrei o beijo, os seus dentes puxaram o meu lábio inferior violentamente. Resultado, meu lábio inferior estava latejando como nunca, e para comprovar o que eu já imaginava, senti o gosto metálico quando minha língua umedeceu meu lábio inferior.

Lauren tinha um sorrisinho debochado ao ver a pequena arte que ela tinha feito em meu lábio. Aquilo me tirou tanto do sério que eu não hesitei em lhe dar um tapa certeiro em seu rosto. Seu rosto virou com o impacto da minha mão, mas assim que ela tornou a manter contato visual, o seu sorriso - que agora estava perverso e assustador - me fez ter a certeza de que eu havia extrapolado todos os limites. Porém, a marca vermelha da palma de minha mão em seu rosto foi o suficiente para fazer com que um sorriso irônico a chamasse pro desafio.

E, por Deus, eu me peguei mais do que nunca querendo aquilo.

Lauren emaranhou os seus dedos em meus cabelos, os puxando em uma pegada que era digno de Lauren Jauregui. A força aplicada foi tanta, que eu não me contive ao fechar os olhos e deixar com que um suspiro escapasse dos meus lábios. Se o suspiro foi de dor ou excitação, aí eu já não seria capaz de dizer.

- Sinto muito por você, Camz. - Lauren sussurrou.

O tom rouco se fazendo mais presente do que nunca, me dando a certeza de que ela estava excitada com a situação e com os nossos joguinhos.

Em um movimento rápido - tão rápido que mal tive tempo de processá-lo - uma de suas mãos puxou a minha camiseta pra baixo, enquanto a outra mão puxou uma parte da camiseta ao lado contrário. Resultado? Nem a melhor costureira iria conseguir deixar a minha blusa como antes, pois o rasgo foi feio. Seria mentira se eu falasse que não gostaria que ela fizesse com o que ela tinha me prometido. Me comer bem firme, bem gostoso e com força. Eu estava extremamente molhada só com aqueles joguinhos, imagina quando ela colocasse o seu plano em prática.

Seus olhos desceram em direção aos meus seios que estavam cobertos por um sutiã vermelho de renda. A fome e a  gula deixando bem claro o que ela faria em seguida.

- Lauren, não ouse --

E não esperando que eu completasse a minha ordem, ela também rasgou o meu sutiã de renda. O que foi totalmente fácil graças ao seu material. Ou quem sabe, Lauren chegou realmente ao limite tanto à ponto de não ter paciência para procurar o fecho do sutiã e abri-lo como uma pessoa normal abriria uma coisa tão simples.

Lauren empurrou o meu corpo em direção a porta do nosso quarto, colando o seu corpo ao meu em seguida. Uma de suas pernas se ergueu, fazendo uma pressão torturante na minha intimidade. 

- Queria que você tivesse a visão que eu estou tendo. - Lauren sussurrou.

Uma de suas mãos estava sobre o meu pescoço. Não o apertando, somente repousando sobre ali, pois ela sabia que daquela vez eu não tentaria fugir da situação, pois eu estava totalmente entregue.

- Tão entregue, tão submissa. Nem parece que estava tão indomável há pouco tempo. - seus lábios passeavam pelo meu pescoço, fazendo com que a sua respiração pesada passasse por ali também - Os seios clamando por mim, com os bicos totalmente eretos. - seus lábios afastaram-se do meu pescoço, porém eu não me dei o trabalho de abrir os olhos para olhar suas feições, sei que aquilo seria demais pra mim - Sei que está extremamente excitada, pois sinto a sua excitação na minha coxa apesar de estar vestida. - ela sorriu. Puta. - Mas eu quero que me fale o quanto que está clamando por mim, tudo bem, Camz? - ela perguntou em um falso tom de inocência.

Minha vontade de falar que eu estava tão excitada ao ponto de que somente com algumas palavras sujas eu estaria me derramando por ela vergonhosamente, nunca se fez tão presente. Porém, eu tinha um ego, assim como Lauren também tinha. E apesar da tensão sexual, o joguinho sujo ainda se fazia presente. Apesar de meu corpo estar implorando por seus dedos, sua língua, seus beijos, suas carícias, eu não me daria por vencida tão rápido.

- Eu estaria tão excitada quanto estou agora somente por assistir um vídeo de dois velhinhos de idade avançada transando. - falei irônica, agora mantendo o contato visual.

Incredulidade era o que se resumia a expressão de Lauren. Afinal, quem não sentia seu ego atingido ao ser comparado na hora do sexo com dois velhinhos transando? Com Lauren não era diferente.

Enquanto ela mantinha uma guerra entre o verde e o castanho, senti suas unhas arranharem o meu abdômen, indo em direção à minha intimidade. Logo em seguida o short do meu pijama estava inacansável ao meu corpo, assim como a calcinha.

Lauren levou os seus lábios até o meu ouvido, ao mesmo tempo em que os seus dedos chegaram à minha intimidade. Ela fez com que uma de minhas pernas ficasse à altura de sua cintura, lhe dando total liberdade de fazer o quê que ela estava planejando fazer. Seus dedos foram da entrada da minha intimidade até o meu clitóris, o acariciando em uma velocidade totalmente torturante pra mim. Tive que morder os lábios com força, somente pra evitar com que um gemido vergonhoso escapasse dali. Meu corpo se mantinha parado, quando a minha maior vontade era de rebolar nos dedos dela, clamando por mais.

- Sabe como eu sei que você está mentindo? - sua voz rouca soou ao pé do meu ouvido - Sua boceta está pingando por mim, Camila. - ela falou meu nome de uma forma tão arrastada, que foi impossível conter o gemido.

Aquilo foi o suficiente pra dar um basta naquele jogo. Estava claro que eu nunca teria controle, não quando se tem Lauren Jauregui te masturbando e te provocando como se não houvesse amanhã.

- Lauren...

- Porém eu ainda quero escutar da sua boca. - ela tornou a falar, agora mantendo contato visual.

Já que ela já tinha ganhado aquilo, por que não provocar um pouco, não é mesmo?

Fiz a minha melhor expressão de "eu quero que você me coma, agora" e deixei com que um sorriso malicioso brincasse em meus lábios. Inclinei levemente o pescoço, lhe fazendo um convite mudo para que ela degustar-se dele. Logo em seguida falei do jeito mais arrastado possível:

- Você não sabe o quanto que eu quero que você coloque os seus dedos dentro de mim e me foda do jeito que somente você sabe fazer. Eu sinto que estou chegando lá só de imaginar você fazendo tal coisa. - quando os lábios de Lauren já passeavam pelo meu pescoço, o beijando, eu prossegui - Me come, Lolo? Por favor. - implorei manhosa, pois sabia que aquilo seria o limite de Lauren.

Com um último beijo em meu pescoço, ela abaixou um pouco o seu tronco, capturando o meu mamilo esquerdo logo em seguida. Lauren circulou a sua língua em meu mamilo rígido tão suavemente, que eu mal sentia os seus toques. Quando eu já iria reclamar por tal coisa, ela sugou o meu mamilo com tamanha vontade e gula, que eu não contive o gemido que estava preso em minha garganta.

Impaciente como sempre, Lauren me pegou no colo sem esforço algum, fazendo com que aquele delicioso barulho de sucção se fizesse presente graças ao movimento. Minhas pernas automaticamente rodearam a sua cintura, enquanto minhas costas arderam pelo movimento brusco contra a porta. Meus seios agora estavam à altura de seu rosto. Totalmente expostos e clamando por ela.

Lauren não se fez de rogada. Deu um beijo leve e suave no meu mamilo direito, logo em seguida abocanhando todo o mamilo por completo. Sua língua o rodeava pra cima e pra baixo. Pro lado, pro outro. Enquanto a sua outra mão apertava o meu outro seio. O massagendo devagar, para logo em seguida aplicar mais força. De vez em quando ela o beliscava, me fazendo saltar em seu colo tamanha excitação que eu estava sentindo com suas carícias que não continha nenhum pingo de carinho. Estava mais claro que nós duas não fazíamos amor.

Nós duas estávamos fodendo.

E como se estivesse lendo o meu pensamento, dois de seus dedos me invadiram sem o menor aviso. Cumprindo o que ela me prometeu, suas estocadas estavam fortes, brutas, firmes.  Me deixando à beira do precipício, pois logo em seguida o seu polegar massageava o meu clitóris. A cada investida mais forte, as minhas costas se  movimentavam mais bruscamente contra a porta de madeira do nosso quarto. Minhas costas queimavam, ardiam. Mas quem disse que aquilo era ruim? A dor estava deixando o momento mais prazeroso do que nunca.

Talvez eu fosse um pouquinho sado-masoquista, afinal.

Lauren deu uma estocada relativamente forte, indo mais profundo do que as outras. Logo em seguida ela curvou os dedos dentro de mim, acariciando o meu ponto G. O meu gemido pareceu motivá-la, pois ela fez o mesmo processo duas vezes em seguida, fazendo com que eu me derramasse em seus dedos. Isso foi o suficiente para que ela dá-se por satisfeita? Não, pois ela continuou com as estocadas.

Eu estava tão sensível, que os gemidos agoniados já escapavam sem o menor pudor. Minhas mãos estavam adentradas sobre a camisa de Lauren, arranhando as suas costas com a maior vontade que cabia em mim. Meus lábios chupavam o seu pescoço, deixando marcas que ficariam difíceis de esconderem.

Minha sensibilidade me deu um orgasmo mais rápido do que o primeiro. O meu corpo tremia violentamente, minhas pernas tão fracas que escorregaram da cintura de Lauren. Se não fosse o seu aperto firme que Lauren mantinha em minha cintura, com toda a certeza do muneo eu estaria no chão, já que eu não conseguia nem ao menos me manter em pé.

Lauren segurou o meu queixo firmemente, fazendo com que os nossos olhos se encontrassem. Os olhos de Lauren estavam banhados em um verde escuro muito forte, que denunciava o seu nível de excitação. Ela levou os seus dedos - que antes estavam me levando a loucura - aos meus próprios lábios, fazendo com que eu degustasse do meu próprio gosto. Lauren mordia o próprio lábio, tentando - talvez - conter a excitação que ela estava sentindo com a cena que lhe era proporcionada.

- Muito bom, Lolo. - falei satisfeita, ao lamber e chupar os seus dedos com tamanha devoção. Lauren suspirou pesadamente com o meu falso tom de inocência se fazendo presente em minha fala.

- Você gosta do seu gosto? - ela perguntou. Sua voz rouca mais grave do que antes.

- Gosto. - falei, com a intenção de ainda provocá-la.

- Pois eu gosto mais. - ela falou, com um tom malicioso que fez com que o meu centro ficasse úmido novamente.

Lauren ficou de joelhos à minha frente, pegando uma de minhas pernas e colocando sobre o seu ombro. O seu olhar me fazia ter a certeza de que o meu terceiro orgasmo viria logo em seguida. Sem paciência para rodeios, levei uma de minhas mãos aos seus cabelos, segurando de um jeito tão firme, que Lauren sorriu maliciosa diante da minha pegada.

- Sem gracinhas. - ordenei, levando o seu rosto em direção à minha boceta em seguida.

Lauren seguiu a minha ordem, lambendo toda a extensão da minha intimidade. Ela depositou um beijo tímido em meu clitóris, somente para degusta-lo com vontade em seguida. Seus lábios sugaram o meu clitóris para dentro de sua boca, enquanto sua língua o massageava no ritmo que me levava a perdição. Ora circulando sua língua sobre o meu clitóris, ora a passeando para cima e para baixo. Lauren Jauregui sabia fazer uma oral digna dos deuses.

O meu corpo se encontrava ainda mais sensível diante dos dois orgasmos sem pausa que a minha mulher me proporcionou. Não demorou muito para que o meu corpo indicasse que eu já estava chegando lá. Lauren não se fez de desentendida e aumentou mais ainda a velocidade das lambidas e sugadas, me levando ao terceiro orgasmo logo em seguida.

Meu sexo pulsava, incomodava, estava muito sensível diante dos três orgasmos e das violentas estocadas de Lauren. Porém ela ainda ousou beber de todo o meu gozo rapidamente, parecendo, finalmente, se dar por vencida.

Os seus braços rodeavam a minha cintura, pois eu ainda tentava me recuperar dos orgasmos múltiplos, ou até mesmo triplos que Lauren me proporcionou. Seus lábios beijavam as minhas bochechas, meu pescoço, minha testa, indicando que independente de qualquer coisa, do momento, o carinho ainda se fazia presente.

- Agora eu irei tomar um banho com a minha mulher, logo em seguida iremos nos vestir pra sair para um jantar romântico. Pois exatamente há anos atrás, eu tornava Camila Cabello minha mulher diante de tantas pessoas. - ela falou carinhosamente, fazendo com que o meu coração errasse as batidas. 
 


Notas Finais


Queria que a Lolo da vida real fosse que nem a Lolo das fanfics, ao invés de ser essa égua que sai distribuindo "thank you" pra minha bixinha. Mas fazer o que, né? Querer is not power


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