História Friendship By Contract - Capítulo 36


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Hailey Baldwin, Jailey, Justin Bieber
Visualizações 214
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores!!!!!
Duvido que a maioria das leitoras ainda estejam aqui porque honestamente se eu fosse vcs tbm já teria desistido de mim. O que tá acontecendo é o seguinte: minha vida virou de cabeça pra baixo e MUITA coisa aconteceu comigo. Falar que não tinha tempo para postar não justifica, mas agora tem realmente muita coisa acontecendo na minha vida pessoal. É muita responsabilidade com trabalho, faculdade e vida social kkkkkkk. Enfim, eu voltei mas não vou postar com tanta frequência, só quando der mesmo. Mas saibam de antemão que nao pretendo e nem vou abrir mão dessa fanfic. Já falei muito, boa leitura!!!!!! Leiam as notas finais por favorzão.

Capítulo 36 - Don't let him go


Fanfic / Fanfiction Friendship By Contract - Capítulo 36 - Don't let him go

Sophie P.O.V

Ter Justin em meus braços era de longe uma das melhores sensações do mundo, mas não quando ele se encontrava naquelas circunstâncias; tão frágil e emotivo. Apertei-o mais diante de meu corpo, desejando com todas as minhas forças que fosse possível meu amor cura-lo daquela angústia repentina. Pude ver Ryan e Alfredo se aproximarem ao final do corredor, mas assim que fizemos contato visual, eu balancei minha cabeça em sinal de negação para que eles não continuassem e assim o fizeram, retornando o mesmo caminho de volta. Os soluços incessantes de Justin inundavam o local de dor e meus olhos se encheram de lágrimas por vê-lo daquela forma. Não o interrompi ou ao menos o questionei, apenas permiti que ele tirasse tudo aquilo de seu peito pelo tempo que achasse necessário. Sua respiração foi se tornando mais controlada e o som do sofrimento de antes havia se transformado em algo quase inaudível. Fui me soltando dele com um pouco de incerteza, mas o mesmo não relutou, então tomei aquilo como uma afirmação para me afastar. Ele manteve sua cabeça baixa, mas ainda assim foi possível notar a vermelhidão em seus olhos cor de mel que agora possuíam um tom enegrecido.  Estiquei minha mão na altura de seu rosto fazendo com que ele olhasse pra mim, tive que engolir em seco para não ser a minha vez de desmoronar quando seus olhos sem vida foram de encontro aos meus. Eu não sabia ao certo o que fazer ou como agir, apenas deixei que meus extintos guiassem aquela situação. Acariciei sua pele macia e lhe lancei o meu melhor sorriso de compreensão.

- Você quer falar sobre isso? – perguntei hesitante. Ele negou com a cabeça e eu concordei sem nem ao menos considerar insistir.

O resto da noite foi conforme o humor de Justin: silencioso e frio. Não toquei mais no assunto, porém, deixei bem claro que se ele quisesse conversar, eu estaria ali para ouvi-lo. Chegamos ao hotel e ele saiu a minha frente, subindo para o nosso quarto sem nem ao menos me esperar. Entendi aquilo como se ele quisesse um momento sozinho e eu respeitei. Segui em direção ao restaurante, onde avistei Alfredo de longe. Me juntei a ele e seus olhos me fitaram enquanto eu me acomodava na cadeira posta à sua frente. Respirei fundo pensando no quanto as últimas horas tinham sido extremamente exaustivas. Não queria que Justin passasse por aquilo, era como se ele sentisse que qualquer passo em falso que ele desse ou erro que cometesse, todas as pessoas ao seu redor iriam desaparecer o deixando sem ninguém. Bufei com desânimo me sentindo incapaz de fazer qualquer coisa naquele momento. 

- Você sabe que isso tudo é apenas um reflexo de quem ele já foi, não sabe? – Alfredo disse quebrando o silêncio entre nós. Eu pensei naquilo por um segundo, mas acabei afirmando com a cabeça. – Soph, teve muita coisa que você não viu. Esse Justin que se mostrou presente é o mesmo Justin que ele foi por quase um ano. Na frente da mídia e das pessoas à fora ele aparentava ser completamente dependente e dono de si, mas entre quatro paredes ele se fechava, criava um círculo de fogo em sua volta e não deixava que ninguém se aproximasse no meio de suas crises. - ele pausou suspirando com tristeza antes de prosseguir. - A verdade é que ele nunca teve alguém que o sustentasse da forma que você faz. Digo, nós nunca saímos do lado dele, mas também nunca conseguimos ser fortes a ponto de evitar isso, de quebrar esse gelo que ele empunha. As vezes eu sinto como se tivéssemos falhado com ele em certo ponto. Não levamos a sério quando ele dizia que a vida que estava vivendo não era o que ele queria, achávamos que era apenas uma fase e um dos dramas de Justin, mas todo aquele sentimento de insuficiência e desânimo era real e infelizmente só fomos capazes de perceber isso quando o dano já estava feito. – ele fitou suas mãos que estavam sobre a mesa, a culpa transparecia à sua volta como uma áurea. – O que eu estou querendo dizer é que ele vai ter seus momentos de fraqueza, ele vai impedir que você se aproxime pois só quer que você veja as coisas boas, mas ele precisa de você. – ele me olhou. – E ouso dizer que a necessidade é tanta, que ele nunca precisou de alguém dessa forma. – Digeri todas aquelas palavras em uma questão de tempo considerável e sem pensar duas vezes me levantei da mesa e fiz meu caminho até o elevador, apertando o número do meu andar logo em seguida. Abri a porta do quarto com rapidez e adentrei no mesmo com afobação. Justin estava na sacada, perdido na paisagem que parecia completar aquele cenário. Ele não notou minha presença, seus pensamentos pareciam o levar para outra dimensão. Me encostei no batente da porta e contemplei o céu iluminado pensando em quantos infinitos haviam naquele meio.

- Eu não quero só as coisas boas. – disse com a voz baixa mas clara o bastante para tirar Justin do transe e olhar pra mim. Continuei encarando o céu estrelado, mas sabia que ele me olhava com interrogação.

- O que? – ele perguntou com o tom de voz tão baixo quanto ao que eu havia usado.

- Eu não quero só as coisas boas, Justin. – disse finalmente olhando para ele e me aproximando. – Eu não quero só a metade, quando podemos ser completos. Não estou aqui porque me é conveniente quando você está de bom humor. Um relacionamento não é fundado apenas de rosas, ele também tem seus espinhos. Você não pode simplesmente se afastar quando as coisas ficam ruins. Eu quero estar aqui pra você e não há nada que me faça mudar de ideia. – segurei em suas mãos, olhando fundo em seus olhos desejando que aquilo tocasse sua alma. – Me deixe estar aqui. Deixa eu cuidar de você. Eu me apaixonei por tudo o que te constitui, suas qualidades e seus defeitos. Me apaixonei por inteiro, não por uma parte. Eu amo você e eu estou aqui. Então desista de me afastar quando as coisas não saírem de acordo com o planejado, porque honestamente qualquer tentativa será falha. - em um movimento sutil e inesperado ele me puxou para um abraço nos transformando em um só corpo. Seus braços me apertavam com firmeza e seus músculos rígidos me cercavam como se ele não quisesse me deixar escapar. E eu não escaparia. Justin se afastou de mim e colou sua testa na minha. Um sorriso sincero enfeitou seu rosto e eu podia jurar que seu brilho poderia ser facilmente confundido com uma estrela cadente. Ele fechou os olhos e eu não pude ignorar o fato de como seu semblante havia passado de destruído para aliviado depois do que eu dissera. Talvez o meu efeito sobre Justin fosse muito maior do que eu imaginava e isso até poderia ser assustador, mas eu não tinha medo. Pelo menos, não mais. Eu pertencia a ele porque tinha a plena certeza de que deveria ser assim.

-Eu não entendo. - ele disse ainda de olhos fechados.

-O quê? - perguntei confusa.

-Como eu posso ter tanta sorte? - ele se descolou de mim e eu resmunguei mentalmente pela sua distância. Seus olhos se direcionaram aos meus e eu quis limitar a frequência das minhas piscadas para não perder nada daquele momento. - As vezes eu acho que tem algo de muito errado com o universo porque eu simplesmente não mereço você, mas eu sou egoísta demais para deixar você ir. - ele sorriu sem graça desviando o olhar por um breve segundo. -Você é a mulher da minha vida, Sophie Manson e eu não posso perder você porque seria como se eu estivesse me perdendo também. - Justin se aproximou segurando meu rosto com as duas mãos. - Eu te amo. - e então ele selou nossos lábios de forma calma e singela.


Notas Finais


Eu sei que o capítulo foi pequeno e meio ruinzinho, mas foi só um come back. Só uma confirmação de que eu vou continuar a postar e Jophie tá mais vivo do que nunca. Eu ia deixar pra postar só qndo tivesse mais um capitulo pra soltar os dois mas não me aguentei, queria que vcs soubessem que eu ainda to aqui. Enfim, deixem seus comentários e digam o que acharam, opinem tbm no que vocês acham que devo mudar, sei lá. Amo vocês e prometo que vou tentar postar logo, logo.


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