História Friendzone - Camren G!p - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Camren G!p, Lauren G!p
Visualizações 1.295
Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 25 - Capítulo 24



Algumas meses depois...

O colégio, ultimamente, estava um caos. As pessoas corriam atrás de matérias, professores faziam discursos longos e passavam centenas de trabalhos para "ajudar os que ainda não alcançaram a nota mínima".

Era fim de ano. Mais uma semana ou duas, e adeus, ensino médio! Tem noção de que passei 4 anos presa aqui e agora sou livre para escolher o que serei para a vida inteira?

Também tem isso, os testes para faculdades. Muitos já haviam se inscrito, outros pediam cartas de recomendação aos professores e alguns realizavam o teste vocacional do colégio para saber que rumo seguir.

- Qual o resultado do seu?

Lucy saia do auditório ao meu lado. A garota lia a folha que estava em suas mãos: o teste vocacional.

Eu havia feito, também.

Sabe, é difícil. Minha cabeça grita que eu deveria fazer cursos que dêem dinheiro, que me dêem um futuro certo, ou quase certo. Porém, o meu coração... Ele só pensa em Música.

- Artes e Linguagens empataram. E você?

- Artes, também. Eu já sabia o resultado, mas fiz para ter certeza. Teatro, aí vou eu!

A garota falou animada.Revirei os olhos, não me importando tanto com a notícia.

- Ah! Eu... Segui seu conselho e conversei com Vero e já olhei alguns lugares para ir.

- Qual foi a reação dela?

- Ela disse que eu só saio da casa dela amarrada. - ela riu, mas não parecia achar tão engraçado - Mas eu vou sair. Quer ela queira, quer ela não. - nada disse e ela tomou um silêncio como um passe para prosseguir - Eu falei com uma garota, ela não mora longe daqui, ela é estrangeira e estuda em outro colégio. Vou olhar a casa e conhecê-la pessoalmente em dois dias. Estou muito animada!

Ela deu pulinhos de felicidade e se despediu de mim com um beijo no rosto. Em seguida, foi correndo pelo corredor ao ver a namorada no meio deste. Vero passou seus braços ao redor dela, mas não chegou a olhar a garota.

Voltando ao assunto. Eu fiz o teste, mas ele só me deixou mais confusa.

Acredito que você saiba o que abrange os cursos de Linguagens, não é? Inglês-Gramática, variados cursos de línguas estrangeiras e Literatura.

E Artes, como Lucy já disse, abrange teatro. Mas também, curso de artes e as variadas formas de música. E curso de teoria musical, também.

- Mas, eu vou pra Yale, não é?

Sussurrei sozinha, olhando o papel amassado em minhas mãos.

Passei em frente a sala do coral e pude ver pela porta aberta, sr. Cowell com sua batuta guiando os jovens que cantavam uma música qualquer.

Ele olhou em minha direção e sorriu.

- Ensaio encerrado. Muito bom, crianças! Continuem assim.

Eu sorri mínimo para ele e ele veio com um sorriso caloroso para mim.

- Lauren, minha cara, a quanto tempo não lhe vejo!

- Pois é. - cocei a nuca - Sabe como é, último ano, sem tempo, quase sem vida social.

O homem de meia-idade se virou para guardar suas coisas que estavam jogadas em uma cadeira aleatória da sala.

- Você veio pegar sua carta?

Engoli em seco.

- Como?

- Sua recomendação. - ele finalmente me olhou e, vendo minha expressão, parou de organizar as coisas para vir até mim - Sei que você esconde muito esse seu lado artístico, mas você é boa! Lauren, você é muito boa com a música, em ouvir, em tocar e até em cantar. Não me venha negar, eu já a ouvi balbuciar canções antes. O que digo é, eu fiz sua carta e mesmo que você opte pela sua faculdade favorita, com um curso dos sonhos, não deixe a música de lado. - ele ajeitou o óculos e me entregou um papel dobrado - Se eu fosse você, me inscreveria em uma escola de música. Só para tentar, entende?

- Mas... Senhor, eu se quer pedi a cart-

- Eu a fiz porquê eu quis, Jauregui. A época que me ajudou no coral foi ótima, receio o seu último ano ter chegado e você não ter me ajudado este ano. Esse é meu agradecimento. Você só precisa usar se quiser.

E saí da sala assentindo. Guardei a carta dentro da mochila e segui meu caminho para a saída.

O senhor Cowell é maestro e também coordenador do coral da escola. No primeiro ano, o colégio nos influencia a fazer uma atividade extra ao menos no primeiro ano, pois "pesa no currículo". Eu tentei tudo.

Não entrei para o basquete. Nem para o time de futebol. Líderes de torcida, nem pensar! Vários clubes que não me interessavam...

Até que em um dia, uma garota bonita entregou um folheto do coral para uma outra garota, e eu me interessei por essa última. Fui ao coral para vê-la e descobri depois do terceiro ensaio, que ela estava no time das líderes de torcida e só foi ao primeiro dia do coral.

Eu me apeguei ao coral. Por isso fiquei no primeiro ano e nos dois seguintes, mais ajudando do que propriamente participando. Senhor Cowell dizia que meu ouvido era bom, por isso eu identificava facilmente um erro, por menor que fosse.

E essa carta me deixava cada vez mais louca e confusa. O que devo fazer?

Eu estava encostado na parede ao lado do portão do colégio, no mínimo, uns 15 minutos. Até ver a garota vir sorrindo em minha direção.

- Hey, Lolo!

- Hey, Camz! Vamos?

A garota assentiu e passamos a andar, enquanto ouvia ela tagarelar sobre seu dia.

- Que cheiro é esse? - puxei o ar diversas vezes, para todas direções possíveis - Está sentindo?

Ela franziu o cenho.

- Não.

- É um cheiro bom... - me aproximei do seu corpo e fechei os olhos, soltando lentamente o ar - É você. O que andou passando? É realmente bom.

Camila ficou vermelha como um tomate e negou abaixando a cabeça.

- Mas eu nem passei perfume algum antes de sair...

- Então, - abri a porta do carro para ela - saiba que seu cheiro natural é muito bom.

Eu sorri e fui para o outro lado, entrando no lado do motorista.

- Como vai o namoro com você sabe quem?

Ela tirou os olhos do celular que a pouco pegara em sua bolsa.

- Hum... Bem, acho. Quer dizer, e-eu queria te falar um negócio.

- Pode falar.

Dei de ombros.

- Mas, assim? De cara? Não, eu prefiro conversar com você num lugar onde ninguém nos ouça.

Olhei a garota e estranhei a atitude. Mesmo assim, fechei as janelas do carro para mostrar que estamos de fato sozinhos.

- Prossiga, Cabello.

- Ér... Você já fez sua inscrição para faculdade? As inscrições da Yale abriram anteontem e eu ainda não fiz. Achei por bem te lembrar.

- Camila...

- Sabia que você ainda não me disse que curso vai fazer? Acho até que você nem se decidiu ainda. - ela riu falsamente sozinha - Cuidado, as inscrições não duram para sempre, Lauren. E...

- Camila Cabello, esse não é o assunto. Eu sei disso. - ela se encolheu voltando ao celular - O que aconteceu?

A garota se encolheu no banco e não me olhou. Eu já estava com o maxilar travado pela dívida.

- É complicado demais falar assim do nada...

- FALA LOGO!

- O Shawn não confia mais em mim e me disse que eu devo transar com ele, por bem ou por mal. - falou tudo rápido demais e com olhos fechados, para não ver as consequências.

Meu corpo foi impulsionado para frente e quase fui de cara na buzina, tudo pelo solavanco que uma freiada repentina com o automóvel causou.

O barulho, que a roda fez no asfalto ao parar o carro, poderia ser ouvido a distância. Talvez até ser confundido com um acidente de carro.

- Como é que é?
 



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