História Frisk tem que morrer - interativa - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Tags Love
Exibições 16
Palavras 1.658
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esse é um dos últimos capítulos, eu queria escrever mais, mas já torturei vocês demais, boa leitura :3

Capítulo 13 - Chapter thirteen


Fanfic / Fanfiction Frisk tem que morrer - interativa - Capítulo 13 - Chapter thirteen

"The end" part one

 

Os nossos protagonistas voltaram a caminhar, claro que, Mei e Annie haviam voltado a fazer as pazes.

 

 E Annie havia pedido desculpas para Richard, que agora apenas pensava em sair dali.

 

 A cada passo, nossos heróis enlouqueciam. Dias e dias se passaram.

 

 Eles já haviam saído de Waterfall, já haviam atravessado Hotland, que por sinal fez Mimi e Lenny desmaiarem de cansaço.

 

 Já ultrapassaram o núcleo. E agora, estavam dentro do castelo da rainha.

 

- Será que ela nos deixará ir para casa? –perguntou Mimi.

 

 Lenny a carregava nos ombros, enquanto Richard levava Julia nas costas.

 

- Pelo que eu ouvi dela, vamos ter que lutar. –falou o loiro.

 

 E o silencio reinou novamente.

 

- Hey pivetes, acho que vocês não deveriam entrar ai. –todos se viraram.

 

 Sans estava ali, novamente os seguindo.

Seu sorriso estava em seu rosto, como sempre. E seu olho vermelho estava mais brilhante que o normal.

 

- E por que iriamos te obedecer? –perguntou Annie irritada.

 

 Obvio que ela não se esqueceu daquela noite, a noite onde confessou seus sentimentos ao esqueleto.

 Que os rejeitou friamente.

 

- Vamos lá boneca, sei que você não quer que seus amiguinhos fiquem feridos. –ele disse.

 

 Em um piscar de olhos, literalmente, ele havia sumido.

 

- Aquilo foi uma, ameaça? –perguntou Mei confusa.

 

- Talvez, vamos prosseguir. –disse Julia abraçando o pescoço do loiro.

 

 Logo todos estavam na frente do portão, se estavam nervosos? Sim.

 Estavam com medo? Estavam se cagando.

 Eles iriam sair dali? Custe o que custar.

 

- É agora. –disse Annie respirando fundo.

 

- Vamos entrar. –eles passam pelo portão.

 

 O dia estava lindo lá fora... Pássaros cantando, flores desabrochando...

 

 Os nossos heróis agora estavam de frente para um trono real, e... Alguém estava ali.

 

 Parecia ser uma garotinha, de uns doze treze anos.

Seus cabelos castanhos escuros eram curtos, e seus olhos estavam fechados.

 Sua pele era morena, e em sua cabeça tinha uma coroa dourada, que aparentava ser de outra pessoa pelo tamanho.

 

- Finalmente os trouxe para mim Richard. –disse a garota ainda com os olhos fechados.

 

 O loiro deixou a morena no chão e se afastou do grupo.

 

- Richard?... –Annie disse.

 

 Richard a olhou. Seus olhos pediam perdão, mas seu corpo ia em direção à rainha.

 

- Bom menino, agora. Quero que mate cada um deles, começando pela morena. –disse a garota.

 

 Em sua mão apareceu um tridente escarlate. E ela apontou-o para Mei.

 

- Acabe com ela, e traga a alma dela. –disse rindo agora.

 

 Richard assentiu e foi em direção há Mei.

 

- Richard?... –Mei tentou falar, mas foi puxada violentamente.

 

- Larga ela! –gritou Annie pronta para pular em Richard.

 

 Mas algo segurou todos.

 

 Uma áurea vermelha prendia todos a onde estavam.

 E logo Sans apareceu suando, muito.

 

- Eu sabia... –disse entre dentes a garota dos cabelos bicolores (Mimi).

 

 Enquanto tentavam se mexer, Richard pegava seu taco de beisebol, e o levantava devagar.

 

- Por favor... Faça isso rápido. –ela disse abraçando o loiro.

 

 O mesmo largou o taco e abraçou Mei.

 

- Seu tolo, seu IMPRESTAVEL! –ela gritou.

 

 Seu grito ecoou por todo o salão, ate mesmo Sans se assustou, e soltou os humanos.

 

- Você merece morrer! –ela atirou a lança em direção a Richard.

 

 Mas... Algo aconteceu.

 

 Uma vinha grossa bloqueou o ataque da rainha, fazendo-a rosnar.

 

- Você não vai machucar mais ninguém, nunca mais. –disse Flowey, ficando a frente de Mei e Richard.

 

 Os dois ficaram surpresos. Não esperavam que Flowey fosse reagir.

 

- Você sabe que não pode contra mim... EU JÁ TE MATEI ANTES, POR QUE NÃO MATARIA AGORA? –ela disse abrindo os olhos.

 

 Mimi soltou um grito de horror, assim como Julia.

 

 O resto estava espantado.

 

 Os olhos dela não existiam apenas dois buracos negros e profundos.

 

- Ninguém desafia a rainha! Ninguém! Sans acabe com eles. –ela disse virando a cabeça para o esqueleto.

 

- Sabe... Eu aprendi muita coisa nesses últimos meses... Você é uma verdadeira vadia que veio do inferno. –disse.

 

 Richard agora estava rindo, muito.

 

- Acho que seu irmão adoraria ouvir isso. –ela disse.

 

 Ao ouvir isso, Sans parou de sorrir. Não poderia perder seu irmão mais uma vez.

 

- Excelente, mas... Por me desafiar, você terá que sofrer um castigo. –disse a rainha abrindo seus “olhos”.

 

 O tridente vermelho reapareceu em sua mão, e foi na direção de Sans.

 

Mei gritou.

 

 Richard havia se jogado na frente, recebendo todo o dano.

 

- Mano, por que fez isso? –disse Sans sorrindo, mas em seus olhos desciam lagrimas.

 

 Richard sorriu.

 

- Por que finalmente, eu salvei alguém deste lugar. –o corpo de Richard começou a se transformar em poeira.

 

 Todos ficaram chocados com a morte do mesmo.

 

Ate mesmo a rainha estava surpresa pela ação do loiro.

 

Mas... No meio da poeira, uma luz azul nasce.

 Flowey olha para essa luz, e vê a alma de Richard.

 

 A alma da paciência.

 

- Mas?... Como isso é possível? –disse a rainha incrédula.

 

 Sem mais delongas, Flowey absorveu a alma de Richard, e seu L.O.V.E. Aumentou.

 

- Rápido, me deem suas almas! –ele disse apressado.

 

 Todos ficaram sem entender.

 

 Mei já havia dado a sua alma, e aos poucos, seu corpo se transformava em poeira.

 

- O que quer que aconteça, espero que tudo de certo. –disse Julia entregando a sua alma.

 

 Lenny e Annie deram as mãos e entregaram as suas almas.

 

Mimi foi a ultima, antes de dar sua alma, deu um beijo na testa de Flowey, e disse.

 

- Te vejo depois. –seu corpo se transformou em poeira.

 

 Aos poucos, as almas de todos começaram a aparecer.

 

Lenny, a alma azul escuro, integridade.

Mimi, a alma laranja, bravura.

Julia, a alma verde, bondade.

Mei, a alma roxa, perseverança.

Annie, a alma amarela, justiça.

 

Flowey absorveu todas as almas.

 

 Seu corpo se tornou um brilho dourado, e então...

 

- Mas que caralhos?!... –gritou a rainha surpresa, ao ver Flowey em sua nova forma.

 

- Sentiu saudades rainhazinha? –era a voz de Annie falando.

 

 Flowey havia se tornado, o Ômega Flowey.

 

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! –a risada da flor dourada ecoou por todo o salão.

 

 Sans riu.

 

- O dia está lindo lá fora... –ouviu-se a voz de Mimi.

 

- Pássaros cantando... –disseram Julia e Mei.

 

- E flores desabrochando... –disse Lenny.

 

- Em dias como esse, crianças como você... –falou Richard.

 

- Deveriam queimar no inferno. –completou Annie.

 

 Varias sementes forma na direção da garotinha. Que não conseguiu desviar tão bem assim.

 

- Você só pode estar de brincadeira... –ela disse cuspido sangue.

 

Ela se prepara para seu ataque, mas é impedida por Sans.

 

 Que negava com a cabeça.

 

- Não é a sua vez de atacar. –ele disse.

 

 Duas cabeças de esqueletos (que tinham formato de cachorro) apareceram magicamente ao lado de Sans.

 

 Ambas as cabeças partem para cima da rainha, atirando raios laser azuis em cima da mesma.

 

- Você sabe que eu sei desviar de todos os seus ataques, parceiro. –disse a mesma.

 

 Seus lábios se abriram num sorriso psicótico, e agora era a sua vez.

 

 Um risco vermelho atingiu Flowey.

 

Sua vida caiu drasticamente, era como se, com aquele simples ataque, ele perdesse a sua alma.

 

- VADIA! –Mimi gritou frustrada.

 

 Flowey, sendo quase um deus, não se sente fraco e ataca.

 

- Vocês sabem que não podem me vencer, eu sou Frisk, Lúcifer em pessoa. –disse a garota.

 

 Ela conseguiu desviar tranquilamente dos ataques, e mesmo sendo a vez de Sans, ela atacou.

 

 Seu ataque acertou ambos, os fazendo se ajoelhar (Menos Flowey, Flowey é diferentão ‘-‘).

 

- Ninguém desafia a rainha. NINGUEM!  -gritou.

 

 Logo, o rosto de Flowey ( que é uma TV) começa a pifar, e a alma de Julia aparece na tela.

 

- Hora de morrer, Bondade. –com um hit, a alma verde se quebra.

 

- JULIA! –ouviu-se o grito de Mei, e alguns sons de choro ao fundo.

 

- Desgraçada! –Sans impaciente, começou a avançar na garota.

 

 Vários ossos foram na sua direção.

 A rainha não conseguiu desviar de todos.

 

- Toma! –Lenny falou.

 

- Vocês não vão conseguir me derrotar! NUNCA! –disse atacando ambos novamente.

 

 Agora sim, esse era o fim.

 

- Ultimas palavras? –perguntou segurando o queixo de Sans, que começava a virar poeira.

 

- Chara... –sussurrou Flowey.

 

- O que disse? –a morena jogou Sans no chão, e foi na direção de Flowey, que aos poucos começava a se tornar novamente uma flor.

 

- CHARA! –disse novamente.

 

Nossos heróis agora estavam no chão, sangrando.

 

- Você acha que ela ira vir aqui te ajudar? Ela te abandonou Flowey... Mas tente de novo, talvez ela venha aqui. –desafiou a rainha.

 

 Lenny começou a se levantar, e ao olhar para os lados, viu Mei chorando em cima do corpo morto de Julia.

 

- N-não, por que você Julia? POR QUÊ?! –gritava entre o choro.

 

- CHARA! –gritou Flowey, chamando a atenção de todos.

 

Silencio...

 

- Mas ninguém veio. –disse a morena levantando o tridente, pronta para atingir Flowey.

 

- Asriel? –todos viraram a cabeça.

 

 Uma garota parecida com a rainha estava ali, em sua mão, um buque de flores dourada.

 

 Claro, tinha suas diferenças. Seus olhos eram abertos, e vermelhos. E seu moletom era verde com apenas uma listra amarela.

 

- Você... –sussurrou Lenny.

 

 Ele já havia visto essa garota, em Hotland.

 

- Não, como você?... Você esta morta! –gritou (altos gritos neste cap :v)

 

 Chara em um piscar de olhos, já estava na frente da sua “gêmea”.

 

Uma alma vermelha, quase quebrada apareceu.

 

- Não! – Flowey pegou a alma vermelha, e as almas de seus amigos.

 

 E tudo ficou escuro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Um monstro parecido com Toriel, só que menor, talvez um filhote, estava no meio daquela escuridão, a sua frente, a rainha.

 

- Howdy, lembra-se de mim Frisk? Sou eu... Seu melhor amigo... – um clarão branco envolveu a escuridão, e logo a cabrinha, não era mais uma simples cabrinha.

 

- Asriel Dreemurr. – agora, a pequena cabra havia se tornado, um deus.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e hoje não tem perguntas ._. é... Até o próximo capítulo '3'


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