História From a Kidnap - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Lysandre
Tags Diva
Visualizações 16
Palavras 2.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oieeeeeeeeeeeeeee

Tudu bom?
+ Um capitulo!

Boa Leitura!!!!!!!!!!!

Capítulo 2 - One


Fanfic / Fanfiction From a Kidnap - Capítulo 2 - One

Cheguei ao meu andar. Abri a porta do meu apartamento. Entrei e me sentei no sofá. Abri a carta. Tinha uma foto minha. Andando na rua. E atrás da foto estava escrito:

“Não é bom andar sozinha na rua.”

“Melhor tomar cuidado.”

“Assinado: WG”

--O que é isso? –Falei. –“WG”... Onde é que eu já vi isso?

        Observei a carta por mais alguns segundos. Logo comecei a rir.

--Deve ser uma brincadeira... –Disse rindo um pouco. –Ou não... –Meu riso acabou. Joguei a carta em cima da mesa e levantei. Fui para o banheiro. Tomei banho e sai. Coloquei um pijama. Cheguei na cozinha fiz algo para comer. Comi e logo meu celular tocou. Era Rosa.

{Ligação –On}

Eu: Olá Rosa...

Ela: Eai Mih! Tudo bom?

Eu: Tudo e você?

Ela: Também. Então eu liguei para perguntar se você não quer ir comigo e com o pessoal em uma pizzaria.

Eu: Não sei não... Tenho muito dever pra fazer.

Ela: Qual é Mih... Hoje é sexta-feira... Vamos aproveitar!

Eu: Okay... Eu vou.

Ela: Ótimo. Passo pra te pegar as 20:00, tá bom?

Eu: Tá.

Ela: Bom, é isso. Te.

Eu: Te.

{Ligação –Off}

        Fui até o meu quarto e escolhi uma roupa e a deixei em cima da cama. Depois escovei os dentes e fui assistir TV. As 19h00min eu comecei a me arrumar. Sentei-me na minha penteadeira. Prendi o cabelo e me maquiei. Em seguida fiz o cabelo. Depois me troquei (Notas Finais).

        Peguei uma bolsa de ombro pequena e coloquei dentro minha carteira e meu celular. Em seguida o interfone tocou. Era Rosa que tinha chegado. Desci até o Térreo.

        A encontrei lá. Seguimos para o carro. Havia dois carros na verdade.

--Quantas pessoas você convidou? –Falei para Rosa.

--Bastante. Olhe que ainda tem mais gente, mas vamos nos encontrar tudo lá. –Disse ela rindo.

--Loka.

--Sempre fui.

        Entrei dentro do carro. Lá estava o Leigh que é o namorado da Rosa e irmão do Lysandre, Lysandre e Alex. No outro carro estavam Armin, que é o irmão gêmeo do Alex, Priya, Melody, Nathaniel e Iris.

        Seguimos para a pizzaria. Fomos conversando sobre varias coisas. Chegamos lá e encontramos o resto do pessoal. Entramos no estabelecimento e a moça nos levou até uma mesa. Na verdade ela juntou as mesas, já que éramos muitos.

        Todos se sentaram. Eu me sentei ao lado de Lysandre. Fizemos nossos pedidos. Pedimos três pizzas. Uma de Mussarela, outra de calabresa e outra de Pepperoni. Pedimos também duas garrafas de Coca-Cola. E eu pedi uma Batidinha de Pêssego com Limão. É uma bebida alcoólica. Já que eu gosto.

        Fizemos os pedidos e ficamos conversando.

--Foi engraçado... E lembra quando o Kentin entrou no palco na hora errada? Foi hilário. –Disse Alex.

--Foi mesmo. –Concordou Priya. Estamos falando sobre o dia de visita que teve uma vez na escola. O dia que fizemos a peça da Chapeuzinho Vermelho.

--Fazer o que? O Kentin e o Castiel não se davam bem. –Falou Rosa.

--Se odiavam. –Falei.

--Pra cacete. –Completou Armin.

--Em falar no Castiel, confesso que sinto saudades dele. –Falou Ingrid. Todos a olharam com um olhar malicioso. E eu idem. –Que foi? Por que estão me olhando assim?

--Hahahaha... Você ainda tem uma queda por ele neh? –Falou Leth.

--Que? E-Eu? Não! –Disse ela. Seu rosto estava vermelho.

--Sabia! –Falei. Continuamos a conversar. Até que eu olho para a entrada do estabelecimento e vejo uma pessoa que eu realmente não pensei que a veria tão cedo. –Ah fala serio! –Disse com um tom de desconforto e com a cara fechada.

--Que foi? –Disse Lysandre.

--O capeta tá entrando aqui. Olhem... –Falei e apontei para Debrah que entrava na pizzaria. O sorriso de todos se foram. Ela nos viu e veio em nossa direção. Ela chegou sorrindo. O sorriso mais falso do que ela mesma.

--Nossa... Há quanto tempo não nos vemos... Estão todos bem? –Disse ela sorrindo e alegremente.

--Estávamos, até a um minuto atrás. –Falei.

--Ainda tem raiva de mim, só porque o Castiel me escolheu em vez de você? –Falou ela. Sínica.

--Claro que não querida. Até por que... Lixo tem que ficar com lixo. Não acha? –Falei e dei um sorriso sarcástico. Ela me olhou e em seguida se virou em foi embora.

--Nossa... –Falou Iris.

--Parabéns! –Disse Rosa.

--Voltou a ser a nossa Mih Destruidora! –Disse Alex. Rimos. Logo as pizzas chegaram. Comemos, nos divertimos. Pagamos e fomos embora. Cheguei em casa, coloquei um pijama, escovei os dentes, tirei a maquiagem e fui dormir.

        Acordei às 11h15min da manhã. Tomei banho e tomei café. Depois comecei a fazer as tarefas da faculdade. Elas são meio difíceis, mas não a nada que eu não possa fazer... Só que não... Mas isso não vem ao caso.

        Terminei os exercícios e me troquei, pois iria para a academia. Já que tenho que manter meu corpo Fitness. Coloquei uma roupa (Notas finais). Amarrei o cabelo em um rabo de cavalo. Coloquei um tênis. Peguei meu Headphone branco sem fio e meu celular. Também peguei uma bolsa pequena e coloquei dentro o meu Headphone, meu celular, uma troca de roupa –Já que lá tem lugar pra tomar banho—uma toalha, uma toalhinha de rosto, minha carteira e uma garrafa de água.

        Sai de casa e caminhei até a academia. Cheguei lá. E logo na entrada encontrei Kentin.

--Eai Kentin... Quanto tempo! –Falei sorrindo enquanto o abraçava.

--Michely... Continua muito gata. –Falou ele.

--Obrigada. Você ficou mais gato ainda. Mas enfim, o que faz aqui? Pensei que estava no QG na Carolina do sul.

--Pois é, mas meu pai me deu folga e falou para eu vim passar uns dias com a minha mãe. Então eu vim. Agora ela está em casa descansando e eu aproveitei pra vim treinar aqui na academia. –Disse ele.

--Entendi. Alex ficará muito feliz quando eu dizer que você vai passar uns dias aqui. –Disse com um tom brincalhão.

--A não... –Falou ele e eu ri.

--Relaxa... Ele já arranjou um boy magia pra ele. –Dei um tapinha de leve no seu braço. Ele parecia surpreso quando eu disse que Alex tinha desistido dele.

--Ele... A-Arranjou outro...? –Ele desviou o olhar dos meus olhos.

--Eh... Por quê?

--N-Nada não. Bom, foi bom te reencontrar, mas agora eu tenho que ir. Até. –Falou ele e passou por mim e foi embora.

--Oxe...?... Gente doida... –Falei para mim mesma e entrei na academia. Fui até o meu armário. Coloquei dentro minha bolsa. Só peguei meu fone, meu celular, minha garrafinha de água e minha toalhinha.

        Tranquei meu armário e sai do vestiário, que é lá onde tem os armários. Fui até a bicicleta. Coloquei minha agua e minha toalha no chão ao lado da minha bicicleta. Coloquei uma música e comecei a pedalar.

        Fiquei lá na bicicleta até a momento que sinto alguém tocando meu ombro. Olho para trás. Era o meu treinador. Tirei o fone.

--Eai treinador. –Falei sorrindo.

--Você e suas musicas no ultimo volume... –Falou ele rindo. Seu nome é Daniel. Ele é um cara muito bonito. Lindo, na verdade. Ele tem 25 anos.

--Me deixa ser feliz? –Falei colocando as mãos na cintura. Ele se posicionou ao meu lado. Ficou bem próximo de mim. Estávamos quase se beijando na verdade.

--Vamos começar o treino dona Michely. –Ele falou sorrindo. Também sorri. Ele se separou de mim e eu desci da bicicleta. Abaixei-me para pegar a minha garrafa e a minha toalhinha. Caminhamos até o outro lado da academia. Enquanto eu bebia água.

--Eai? O que vamos fazer hoje? –Falei animada.

--Vamos trabalhar a suas pernas em geral. Ou seja, bunda, coxa, panturrilha e tals. –Ele sorriu pra mim enquanto falava. Retribui o sorriso. A qualquer momento eu pego esse cara... Ele me deixa louca com esses sorrisos e olhares.

--Gostei da ideia. Vai deixar, tanto a minha bunda quanto as minhas coxas, mais durinhas e macias.

--E grandes. –Completou ele sorrindo maliciosamente.  Retribui o sorriso. –Vamos para o Leg Press.

(...)

        Estou saindo agora da academia. Mas eu não estou indo pra minha casa. Daniel me convidou para jantar agora. Então estamos indo para um restaurante. Fomos até o carro dele e entramos e fomos. No caminho fomos conversando. Quando chegamos ao restaurante, entramos e fizemos nossos pedidos. Continuamos conversando. Depois nossos pratos chegaram. Comemos e nos divertimos. Depois ele me levou pra casa.

        Assim que estava passando pela portaria, o porteiro me disse que tinha outra carta para mim. Peguei a carta e em seguida subi para o meu apartamento.

        Cheguei e entrei rapidamente no meu apartamento. Abri a carta para ver o que tinha dentro. Tinha uma foto minha com o Daniel agora no restaurante. Arregalei os olhos. Virei a foto. Atrás estava escrito.

“Cuidado.”

“Não confie muito nos caras a sua volta”

“Você vai se ferrar bonito”

“Mas não digo que deve confiar em mim também”

--Grrrrrrrr!!!!!!! Quem é você?????????? –Gritei. –Mas... O que ele quis dizer? Será que o Daniel só quer-me... Comer? –Disse baixinho para mim mesma. –E agora? –Fiquei em silencio. Por que eu sinto em confiar no que essa carta está dizendo? Não sei. Mas eu vou fazer o que o meu coração está mandando. –Saio daquela academia ainda hoje... –Falei e liguei para o dono do estabelecimento falando que eu sairia da mesma. Ele entendeu. A partir de agora não sou mais membra daquela academia. –Ok... Agora é melhor eu tomar um banho e dormir. Amanhã... Vou jogar novamente.

        Levantei e fui até o banheiro. Despi-me e entrei de baixo do chuveiro. Sai e me troquei. Fui até a cozinha e fiz um chocolate quente para mim e depois fui dormir.

(...)

        Já são 20h15min da noite. Estou me arrumando para ir para o Casino Party Services.  Look de hoje? Um vestido vermelho cheio de brilho colado ao corpo que também tinha uma fenda. Eu amo vestidos de fenda. Uma peruca curta de cor castanha com mechas loiras. Um salto vermelho. Uma lente de contato castanha. E como, hoje, vai ser uma noite de mascaras, eu vou colocar uma mascara vermelha. Sim, o look de hoje é praticamente todo vermelho.

#DivaRainhaVermelha... Kkkkkkk...

        Enfim. Fiz a maquiagem depois coloquei as lentes e em seguida o vestido. Depois coloquei o salto e por fim a peruca. Peguei uma bolsa pequena vermelha com detalhes dourados e coloquei dentro, dinheiro, meu celular reserva, e a chave do carro. Coloquei algumas joias e então peguei a mascara e sai de casa.

        Desci até o estacionamento. Entrei no carro e fui. Quando eu cheguei lá, antes de sair do carro eu coloquei a mascara. Sai do carro e entrei no casino.

        Chegando lá, logo me deparei com varias, muitas, pessoas com roupas lindas e mascaras elegantes. Muitas mesas de jogos que estavam alotadas. Logo um garçom passou com uma bandeja de taças de vinho branco e eu logo peguei uma para mim.

        Andei calmamente até a mesa da roleta. Esperei aquela rodada acabar. Só observei os jogadores. Aquela rodada acabou e então eu entrei.

--Façam suas apostas –Falou o cara que comanda o negocio.

--Eu aposto... –Eu ia falar quando outro cara que também estava jogando me interrompeu. Ele estava usando um terno preto muito bonito sua gravata era da cor vermelha. Sua mascara também era preta. Mas o que dava um “chan” nele era o seu cabelo que era vermelho.

--Vou apostar seis de 1000 no verde. –Falou o homem que tinha me interrompido. Impossível. Como ele iria apostar o mesmo tento e no mesmo local que eu? Ele lê mentes agora? Ele me olhou. –Desculpe-me...

--Não tem nada. Bom, eu aposto... Seis de 1000 no verde. –Falei. O cara colocou as fichas no local. Depois os outros falaram suas apostas. Eu e aquele homem nos encarávamos sem parar. A bola foi lançada e parou no verde, ou seja, no 0. Aquele homem e eu empatamos. Não sei como isso é possível, mas ok. Ganhamos a mesma quantidade de dinheiro.

        O jogo foi continuando até que acabou. E eu e aquele homem vencemos. Ou seja, empate. Podem me chamar de infantil se quiserem, mas... Eu não gosto de perder muitos menos de empatar. Eu gosto de vencer. E se não for pra vencer que eu perda de uma vez e não que de empate.

        Sai daquela mesa irritada. Fui até o bar. Pedi uma bebida e bebi enquanto pensava na vida, até que aquele homem que empatou comigo sentou-se ao meu lado.

        Fiquei incomodada? Sim. Mas não posso fazer nada. Ele pode sentar onde quiser.

--Quero uma Margarita azul, por favor. –Disse ele ao balconista.  Continuei a tomar meu drink. Fingi que ele não estava ali. Mas, meio, que era impossível, já que o cheiro do perfume dele era muito bom. –Você é a moça que empatou comigo no jogo, não? –Olhei para ele. Seus olhos eram muito bonitos. Eram da cor cinza, mas com um pouco de castanho, algo assim. Eram lindos. Era como se ele conseguisse olhar dentro da minha alma.

--Sim. Sou eu. –Falei calmamente.

--Prazer, Collins. Você é...?

--Prazer... –Pensei em um nome rápido. –Mirella... Collins? Parece mais um sobrenome.

--Todos dizem isso. –Disse ele. O balconista trouxe sua bebida. –Você joga bem. Parece até uma profissional.

--Obrigada. Você também. E assim... Você lê mentes? Porque na primeira rodada você apostou a mesma quantidade e no mesmo local que eu iria apostar.

--Percebi. Mas não. Não leio mentes. –Falou ele rindo um pouco. Sua voz é bem pesada e rouca. Uma voz bastante sedutora. E então começou a tocar uma música lenta. Varias pessoas começaram a dançar juntas. Na verdade, muitos casais. Ele olhou para as pessoas dançando e depois me olhou e sorriu. Em seguida se levantou. –Me concede essa dança, linda donzela? –Ele falou esticando a mão.

-É só uma dança, neh? Tudo bem. –Pensei.

Sorri.

--Claro. Por que não? –Coloquei minha mão sobre a dele e seguimos de mãos dadas até a grande pista de dança. Sua mão era quente, pesada e macia.

        Ele colocou sua mão na minha cintura me prensando contra ele, enquanto a outra mão pegava minha mão. Coloquei a minha mão esquerda no seu ombro. Começamos a dançar lentamente. Ele começou a fazer movimentos de tango.

--Sabe dançar? –Disse ele no meu ouvido de uma forma que me fez arrepiar dos pés a cabeça. Comecei a dançar de acordo com ele. Eu gosto muito de tango. É minha dança preferida. E eu fiz curso de tango quando eu era pequena. Ou seja, eu sei dançar.

--Isso te responde? –Falei no ouvido dele da mesma forma que ele falou comigo. Senti que ele sorriu. Começamos a dançar tango no meio de todos. Percebi que abriram uma roda para que tivéssemos mais espaços para dançar. Teve varias vezes que nossos lábios ficaram próximos.

(...)

        Estou sentada em uma mesa conversando com Collins. Ele é um cara muito legal e ele me lembra de alguém.  

        Depois de muito tempo voltei para casa.

--Ai que noite foda... –Falei me jogando na cama. –Amei...

        Levantei e me troquei. Coloquei uma blusa listrada. Depois tirei as lentes e a maquiagem. Em seguida fui até a cozinha.

        Quando cheguei lá, vi um papel branco em cima da mesa. Aproximei-me e peguei o papel. Outra carta?

        Abri aquele papel em formato de carta. Tirei de dentro uma foto de eu me arrumando, mas eu estava de lado na foto na frente do espelho. Na foto eu colocava a peruca.

Arregalei os olhos.

--Como? Só isso foi hoje antes de eu sair? Como? –Fui correndo até o meu quarto. –Como?? Só da para tirar foto desse ângulo se... –Olhei para dentro do meu closet. –Se estiver dentro do meu closet... Como? Impossível...

Virei a carta. Na parte de trás estava escrito:

“Devia trancar a porta de casa, sabia?”

“Estranhos podem acabar entrando na sua residência...”

“OBS: Você não vai fugir de mim...”

--Não... Não... Não... NÃO!!!!!!!!!!!!!! –Gritei e fui correndo até a porta de entrada de casa e me certifiquei que estava trancada. E estava. Ótimo. Sentei no sofá da sala. –Duas cartas de uma vez só? Tô começando a achar que isso não é brincadeira... Esse negocio é sério... Muito sério... Muito mesmo.

 

Continua...


Notas Finais




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