História From Me To You - Capítulo 42


Escrita por: ~ e ~KimJuly

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Jessica, Yuri
Tags Drama, Romance, Smut, Snsd, Yulsic, Yuri
Exibições 171
Palavras 1.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 42 - Capitulo 42


Yuri

Passei a noite inteira sem conseguir pregar os olhos… Nossa!

A imagem daquele homem parado na porta de Jessica permanecia presente na minha cabeça como um tormento. A cada minuto que eu fechava os olhos, via-o tocando-a. Deitando-se na cama em que nós fizemos amor… Beijando-a com loucura… Arrancando a roupa dela… Aí eu chorava mais, né? Putz! 

Minha mãe ficou do meu lado, enquanto eu chorei por horas abraçada a ela. Quando acordei já passava das onze da manhã. Minha mãe já havia se levantado. Tomei um banho e fui pra rua, eu precisava andar, espairecer, antes de enlouquecer, é claro!

Andei por alguns minutos sem destino, depois resolvi dar uma passada na casa de Hyoyeon. Toquei a campainha e quem veio correndo pelo quintal atender-me foi Minah. Ela abriu os braços e pulou no meu colo, assim que destrancou o portão para eu entrar.

- Oi tia Yul! – Beijou o meu rosto – Meu pai não está em casa, você pode entrar – Disse ela esperta como sempre.

- Imaginei que ele não estaria.

- Se não tivesse beijado a minha mãe, ele não iria ficar tão aborrecido de você vir nos visitar.

- Dei mole, né?

- Deu sim… Quando não quero que meus pais fiquem sabendo de alguma coisa eu faço escondido, e não na sala da minha casa como vocês duas fizeram! – Ela por acaso estava querendo me repreender?

- Ah, é? Então quer dizer que você anda aprontando, né sua espertinha? – Fiz cócegas na sua barriga enquanto entravamos na casa.

- Até que provem, eu não faço nada de errado tia Yul! – Piscou os olhinhos pra mim.

- Sei… – Balancei a cabeça negativamente, sorrindo pela carinha engraçada que ela fez – Cadê sua mãe?

- Tomando banho – Pulou no sofá – Te faço companhia até ela chegar – Bateu com sua mãozinha no sofá indicando que era para eu me sentar.

- Ótima companhia por sinal! – Sentei-me ao seu lado. Apoiei as mãos nos joelhos.

- Tá triste? – Inclinou a cabeça para frente a fim de ver o meu rosto.

- Um pouco. – Baguncei o cabelo dela.

- Pela sua cara parece muito – Disse passando as mãos pelo cabelo para ajeitá-los.

- É! Estou muito triste… – Tentei sorrir.

- Foi a tia Jessica quem te deixou assim? – Continuou o interrogatório.

- Mais ou menos…

- Você tem que ser mais objetiva pra eu poder te ajudar! – Disse assustadoramente impaciente.

- Objetiva? Me ajudar? – Sorri achando graça daquele jeito de adulto que ela tentava exibir. Deitei minha cabeça no colo de Minah. Senti suas mãozinhas delicadas deslizarem pelos meus cabelos – Está bem minha psicóloga em começo de carreira… – Suspirei – A Jessica me magoou… E pare de chamá-la de tia, ela na merece ser sua tia.

- O que a tia… – Calou-se um instante – O que a Jessica fez de tão grave?

- Mentiu pra mim.

- Você nunca mentiu pra ninguém? Minha mãe mentiu para o meu pai dizendo que não estava tendo um caso com você, mas, depois meu pai te viu beijando ela e…

- Nem me lembre disso… – Sorri sem graça. Jesus! Ela disse mesmo: “tendo um caso” – Ele quase me matou!

- E você disse que tinha agarrado a minha mãe a força, só pro meu pai não acabar o casamento.

- É porque gosto da sua mãe… Tinha que protegê-la de alguma form… – Levantei-me de sobressalto do sofá – Meu Deus! – Coloquei a mão na cabeça.

- Tá passando mal tia? Quer água? Remédio?

- Não… Mas…. – Andei de um lado pro outro pensativa.– Você devia mesmo fazer psicologia, sabia? Tem talento!

- Sou ótima em tudo que faço. – Sorriu segura.

- Também acho! – Dei-lhe um beijo no rosto – Diz pra sua mãe que a vejo na academia mais tarde.

- Não tá esquecendo de nada?

- Estou? – Fitei-a completamente inocente.

- Já estava me devendo três sorvetes… Agora depois da consulta, me deve pelo menos uns cinco.

- A área de cobrança também ficaria feliz em ter você, sabia?

- Não me enrola! Quando eu verei os meus sorvetes de chocolate? – Retribuiu o meu beijo.

- Um dia… Pode apostar! – Disse, dei-lhe mais um beijo e sai.

- Tchau! – Gritou assim que fechei a porta.

Onde eu fui? 

Última tentativa, pode apostar. Cheguei na boate, mas, por precaução dei a volta pelos fundos. Liguei para o Key. Ele atendeu no segundo toque.

- Alô – Disse ele.

- Abre a porta pra mim, Key! – Apertei o automático – Estou aqui fora, nos fundos da boate.

- Olha… Yul… A Jessica não tá… Ela foi… Foi… Atender um cliente! – Estava com a voz aparentemente nervosa.

- Há essa hora? – Olhei o relógio, eram meio dia e cinqüenta e oito – Preciso conversar com ela! Sei que a sua amiga tá mentindo pra mim, ela quer me proteger do Teuk… Eu fiz isso uma vez por uma pessoa, e só…

- Escuta Yuri! – Disse interrompendo-me – A Jessica é uma prostituta! Drogada e mau caráter! Vai pra casa menina! Segue com a sua vida, e tenta esquecer… Olha…

Desliguei o telefone antes que ele terminasse de falar. Teuk e Hyuk estavam parados atrás de mim. Fitei-os com raiva.

- Ainda correndo atrás da Jessica? – Teuk aproximou-se. Fez um gesto pra Hyuk que segurou o meu braço.

- Vim falar com ela… Só isso…

- Que feio! Tentando entrar pelos fundos da minha boate. – Apertou meu queixo com uma das mãos – Sabe que se eu der um sumiço em você agora, ninguém vai saber? – Nesse instante ele deu um soco no meu estômago que eu perdi o ar, logo cai de joelhos no chão. Ele puxou meu cabelo até aproximar-me da sua face assustadora – Vou ter que dar um jeito em você pra conseguir te afastar da Jessica, não é mesmo?

- Vá se ferrar! Seu otário! – Apertei o automático, eu achava que ele iria me matar mesmo, pedir pra não morrer seria perda de tempo, né? Se vou morrer, ao menos iria xingá-lo. Nesse instante senti um golpe na minha nuca que me fez perder os sentidos e eu cai no chão frio inclinando todo o meu corpo para frente, desacordada. 

 

 

 

 

 

 

 



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