História From station to station - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Nalu
Exibições 145
Palavras 2.925
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


~Sei que deveria estar atualizando ''Meu melhor amigo Gay'' porém enquanto tentava escrever, acabei por escrever isso aqui e quando fui ver tinha dado esse tanto. Não estava muito inspirada para Sexo ou algo assim, então fiz algo bem bobo. Essa não é uma das minhas melhores ones, mas eu gostei de escreve-la - apesar dos grandes erros não-revisados - então espero que gostem da leveza dela. De estação a estação desejo um beijo para vocês

Capítulo 1 - Last season


Fanfic / Fanfiction From station to station - Capítulo 1 - Last season

A experiência nunca falha, apenas as nossas opiniões falham, ao esperar da experiência aquilo que ela não é capaz de oferecer.

Leonardo da Vinci

 

Inverno

 

Já estava cansada de repetir milhares de vezes a mesma coisa. Será que ele nunca escutava o que dizia? Tudo bem que Natsu nunca foi o melhor irmão-mais-novo-da-minha-melhor-amiga, mas também nunca foi um mal menino comigo. Seu único problema era a insistência e teimosia que ele tinha, o que chegava a limites surpreendentes.

- Quando brigar com seu pai trate de ficar quieto! – Apertei seu nariz com certa força, ouvindo-o gemer baixinho enquanto me afastava, de braços cruzados – Sei que maior parte das vezes você está certo, mas você sabe muito bem como seu pai é! Cada dia mais se afundando no álcool, sempre procurando um motivo para te bater, e você, sempre dá os devidos motivos.

Se não fosse tão tarde da noite eu teria o expulsado do meu quarto, mas era muito tarde para deixa-lo sozinho na rua.  Em pensar que ele conseguiu abrir a janela do meu quarto com apenas uma moeda...

- E adianta alguma coisa?! – Resmungou, passando a mão no nariz vermelho, já que havia dado belas apertadas ali – Se eu não dou um motivo ele faz alguma coisa e me culpa! Sorte da Erza, ela está morando sozinha e ele pagando o apartamento enquanto ela faz a faculdade. E eu?  Se eu pedir ele destrói a cada aos berros, dizendo que eu sou irresponsável, que seria um desperdício total de dinheiro. E como não aguento quieto, acabo respondendo!

- Natsu, sei que não tenho nenhum direito de ficar dando sermão em você, mas não acha deveria dizer isso para Erza? – Senti no chão ao seu lado, encostando minhas costas na parede – Você sabe muito bem que ela pode fazer isso parar, ou até mesmo tirar você daquela casa...

- Ela está muito ocupada com as provas, não quero sobrecarrega-la – Disse cabisbaixo. Conhecia Natsu desde que ele nasceu, lembro perfeitamente de quando o peguei no colo, desde nascido era cheio de energia. Me pergunto para onde foi parar aquele pequeno e sorridente Natsu – Só tenho que aguentar mais alguns meses, depois falarei com Erza.

Suspirando encostei minha cabeça em seu ombro, puxando minhas pernas para mais perto de mm e fechando os olhos.

- Se quiser, pode ficar quanto tempo precisar comigo, tenho espaço o suficiente aqui em casa Meus pais também não vão se importar, colocaram ela no meu nome e se mudaram para outra – Abri os olhos, o encarando. Ele estava aparentemente surpreso e vermelho. Muito fofo por sinal – Contanto que me ajude nos afazeres domésticos.

Ele evidentemente estava tendo um conflito interno. Mesmo com os abusos do pai, mesmo com todos os problemas que ele passava em casa, Natsu amava muito o pai, foi a única família – Retirando a Erza – que sobrou. Ele não tinha coragem de deixa-lo sozinho, por puro medo. Medo dele fazer besteira enquanto mora sozinho, medo dele acabar se acidentando, medo de todas as situações possíveis que poderia acontecer. De certa forma eu o entendia, família é família.

- Quando era pequeno, quando minha mãe ainda estava viva, meu pai vivia dizendo para mim: O olhar de quem odeia é mais penetrante do que o olhar de quem ama – Suspirou, perdido nas boas memorias – Até pouco tempo atrás eu não entendia, mas quando eu pensava que meu pai me odiava, lembrava dessa frase – Deu uma leve tossida. Estava fazendo frio. Havia esquecido de fechar a janela – Eu sentia que ele não me odiava. Pois quando eu olhava bem para seus olhos, só via tristeza e arrependimento, sem ódio, sem nada.

- Essa frase é de Leonardo da Vinci, um grande renascentista. Tem uma frase que me lembro até hoje, desfrutei dela na minha puberdade, quando meus sentimentos estavam confusos e eu meio que... Culpava meus pais por tudo – Dei uma leve risada, queria destruir aquele clima ruim, era demais para mim – Leonardo da Vinci dizia:  A paciência faz contra as ofensas o mesmo que as roupas fazem contra o frio; pois, se vestires mais roupas conforme o inverno aumenta, tal frio não te poderá afectar. De modo semelhante, a paciência deve crescer em relação às grandes ofensas; tais injúrias não poderão afectar a tua mente – Levantei e fechei a janela, logo indo em direção ao guarda-roupa e pegando um cobertor – Mesmo que eu diga para você sair logo daquela casa e falar com sua irmã, seja paciente. Só você sabe o que realmente é bom para você Natsu.

Então o cobri com o cobertor. Seu rosto ganhou uma coloração ainda mais avermelhada, junto a um fino sorriso que apareceu em sua face. Natsu havia crescido, tinha ficado um belo garoto de 16 anos. No verão completaria 17, e no outono faria seu vestibular. Eu não entendi o porquê isso me incomodava tanto, ele estava crescendo, isso não seria motivo de orgulho?

~*~

 

Outono

Beberiquei da bebida quente enquanto olhava a movimentação das pessoas. Dentro da cafeteria estava quente, um clima muito bem agradável nessa época do ano. Ver o vapor do café subir deixava as coisas ainda mais interessantes e me desligava da conversa das minhas amigas, não estava muito animada. Hoje era o vestibular de Natsu, isso me deixava preocupada. Esperava e ansiava com todo o meu coração que ele passasse, assim poderia cumprir a promessa; caso ele passasse sairíamos para comemorar. E isso era o que eu mais queria.

- Lucy, você está tão distraída... – Comentou Erza, sorrindo de lado – Por acaso está preocupada com meu irmão?

- Não deveria? Hoje é um dia muito importante, cheguei a ajuda-lo nos estudos. Quero muito que ele passe, foi muito esforço e suor envolvidos! – Disse firme e o sorriso de Erza aumentou gradativamente.

- Tem certeza que é apenas isso? – Levy perguntou maliciosamente. Estava tão na cara assim? – Pois você parece mais ansiosa do que nervosa. Será que o Natsu finalmente te chamou para sair?

- Claro que não, ele nunca faria isso! – Negou Erza – É muito mais provável ele buscar uma desculpa para sair com a Lucy, do tipo ‘’ Comemoração’’.

Engasguei com minha própria saliva, encarando Erza incrédula. Ela apenas deu de ombros, bebendo um pouco do café e cochichando logo depois, algo no ouvido de Levy.

- Eu sabia! – A azulada disse animada, chamando atenção de todas as pessoas da cafeteria. Ela nem ligou muito – Será que nessa comemoração vai rolar alguma coisa? Cuidado viu Lu-chan, ele é o irmão de sua melhor amiga...

- Eu sei muito bem disso, parem de falar esse tipo de coisa! – Resmunguei, tocando em meu rosto extremamente vermelho – E como diabos você sabe disso Erza!? Era para ser um segredo nosso.

- Desde que eu ouvi quando você falava com ele no celular – Revirou os olhos, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo – Vocês estão nesse rolo a muito tempo sabia? Primeiro foi o Natsu, depois você...

- Não temos nada desse tipo, somos apenas bons amigos de infância. Vou apenas comemorar com ele – Desvio o olhar – Só me sinto meio incomodada sobre ele entrar em uma universidade, não sei o porquê.

Eu sei muito bem o porquê, mas ao mesmo tempo eu não sei. É confuso. Acompanhei seu crescimento, o ajudei, sempre estive ao seu lado e agora, tudo que eu deveria estar era feliz. Mas não estou. Ele agora é quase um adulto. Conhecerá novas pessoas, viajará e isso não me agrada. Pensei que ficaria feliz com isso, mas não, estou triste. É como se ele estivesse me deixando, o que tinha de errado comigo?

- Me lembro de alguns anos, debaixo da cerejeira – Comentou Levy – Se não fosse por mim, Juvia e Erza você ficaria mais de uma semana sem olhar para cara do rosado. Em pensar que tudo isso aconteceu na primavera... Me sinto velha – Riu – Pelo menos não fico velha sozinha.

Cerejeira? Lembro-me perfeitamente daquele dia.

Primavera, alguns anos atrás.

 

Estava sentada debaixo de uma cerejeira, com Natsu ao meu lado. Ele tinha doze anos e eu catorze, logo faria quinze. Lembro que estava desabafando com ele, que tudo que eu havia construído estava mudando. Que o mundo era assustador, que eu não queria crescer, era demais para uma pessoa para mim. Lembro também que ele se levantou, comprou dois picolés e deu um para mim, voltando a sentar ao meu lado. Eu agradeci, claro. Mas aquilo me deixou mais nervosa do que eu já estava. Como se um simples toque dos nossos ombros fosse me matar, sentimentos confusos demais naquela época. Sentimentos que hoje são claros e inaceitáveis, mas que antes eram desconhecidos.

- Você deveria parar de reclamar sabia? – Disse Natsu, retirando o picolé da boca e deixando a embalagem no bolso – Fazer quinze anos não é tão ruim assim, tem suas vantagens. E não importa se você fizer 50 anos, vou estar lá, com 48, do seu lado.

Dei uma leve corada, mordendo um pedaço do meu picolé.

- Não precisa exagerar tanto assim, imagino como as meninas estão reagindo a isso. É irritante crescer, coisas que ates eram fáceis se tornam ainda mais difíceis. O jeito que eu via o mundo também está mudando, assusta. Quando você chegar na minha idade vai entender – Dei um peteleco em sua testa, sorrindo.

- Não sou tão novo e nem tão velho. E você sabe muito bem como é minha relação com meu pai, quando a Erza não está preciso estar em alerta, então não reclame. Encarei esse mundo injusto mais rápido que você imagina – Se aproximou de mim, fazendo nossos ombros se tocarem. Senti meu coração acelerar e o encarei confusa, mesmo que por dentro meu coração estivesse fazendo a festa – Sabia que é estranho você está falando comigo? Garotas da sua idade nos desprezam, como se fossemos vermes. Mal elas sabem que vermes são as maquiagens de bozó que as fazem na cara.

Dei risada. Mal sabia Natsu que ele era muito famoso na minha antiga sala, já que sempre que podia ia me buscar para voltarmos juntos. Já tive que ouvir muito das minhas colegas interessadas nele. Ele era muito lindo para a idade dele naquela época e hoje é muito mais. Lembro perfeitamente que cheguei a dar várias patadas quando alguém me perguntava sobre ele, aquilo me irritava muito por algum motivo.

- Lucy, o que você acha de um garoto namorar uma garota mais velha? – Aquela pergunta repentina fez todo o meu corpo vibrar, como se me alertasse sobre perigo. Senti meu rosto ferver. Havia imagino nos dois em uma relação, que foi ao mesmo tempo assustador e bom.

- Eu não vejo problema, acho normal. Mas também se a pessoa for muito mais velha, aí eu não acho legal.  Tipo, uma garota de 20 anos namorando um cara de 40, nem pensar! – Me virei para encara-lo e tomei um susto. O rosto dele estava muito perto – Natsu? – Ele estava muito vermelho e se aproximando cada vez mais, meu corpo estava paralisado. Não conseguia me mover, parecia que eu queria aquilo.

E foi assim que eu perdi meu primeiro beijo. Não foi a melhor coisa do mundo, mas foi algo que durou por um tempo. Ficamos nos beijando – De um jeito atrapalhado, já que era nossa primeira vez – até o sol de pôr, que foi até que rápido. Depois que eu percebi o que tínhamos feito, levantei e sai correndo. Ficamos sem encarar um ao outro por uma semana e se não fosse por minhas amigas, teríamos ficado por muito mais tempo.

Outono, atualmente.

Senti meu rosto ferver.

- Nem me lembre, foi o dia que eu perdi meu primeiro beijo. Tenho vergonha até hoje – Cobri o rosto com as mãos – Tão vergonhoso...

- Ah Lucy, admita que você gostou! – Senti os dedos de Erza sobre meus ombros – Você mesma disse na época que você quase teve um infarto na hora, que não foi um dos melhores beijos porque foi o primeiro, mas que mesmo assim foi bom.

- ERZA! – A reprendi, claramente morrendo de vergonha – Droga, agora só o que me faltava, todo mundo me encarando...

- Isso não importa muito agora, você já deveria estar se arrumando para encontrar o Natsu certo? – Lembrou-me Cana, que trabalhava por ali como garçonete e que depois de um bom tempo, havia aparecido – E não pergunte mais nada, vocês falam alto demais, todo mundo ouviu a conversa de vocês. Daria uma bela de uma novela mexicana de dois ou três capítulos viu.

Suspirei envergonhada. Era só o que me faltava.

~*~

 

Natsu estava em frente a porta do meu apartamento, endireitando o cabelo, todo nervoso. Deixei uma leve risada escapar e me olhei no espelho. Estava simples, afinal, sairíamos apenas para beber – E eu estava tão nervosa que não consegui escolher um traje bem bonito a tempo – e papear. O short não estava muito curto e a camisa de um dos meus animes favoritos – Tokyo Gholl – estava bem passada. Amarrei o casaco na minha cintura, prendi meu cabelo em um rabo de cavalo e preferi não sair de óculos dessa vez. Tinha uma leve impressão que o perderia.

Peguei minhas chaves, celular e um pouco de dinheiro – Não sei como coube tudo nos meus bolsos – e sai, dando de cara com Natsu. Ele estava mais charmoso que de costume; uma camisa de mangas longas preta, uma calça jeans cinza e um colarinho em formato de V. Seus cabelos pareciam muito mais bagunçados para aquela noite – Não como se eu me importasse, estava extremamente sexy – e o sorriso sapeca de sempre estava plantado em seu rosto. Ainda me pergunto como ele não conseguiu uma namorada ainda.

- Luce, você está linda! – Disse completamente impressionado. Me olhei de cima e baixo e não vi nada demais, ao contrário dele – Vamos?

- Olha, você tirou as palavras da minha boca. Pois quem está realmente bonito nessa noite é você – Corei, entrelaçando nossos braços, indo rumo ao bar mais próximo e que amávamos – Então, me diz, passou?

Ele ficou em silêncio. Meu coração bateu acelerado, mas após ver um grande sorriso se formar em sua face, não resisti e dei-lhe um tapa no braço. Ninguém ousava me assustar desse jeito, mas ao que parece, Natsu é diferente.

- Você passou! – Exclamei sorridente e morrendo de felicidade. Adentramos no bar e sentamos em um canto mais afastado. Gostávamos de privacidade – Isso é ótimo Natsu, estou tão feliz...

- Está feliz que eu passei ou feliz por eu ter vindo comemorar com você? – Arqueou uma sobrancelha, fazendo um pedido.

- Ambas coisas – Dei de ombros, me servindo da bebida trazida – Sabia que eu adoro quando você faz esse tipo de pergunta? É divertido.

- Você sempre foi estranha Luce, e isso não mudou até hoje. E beba devagar, devemos comemorar, não ficar bêbados tão rápido assim! E do jeito que você é fraca com bebida não vamos comemorar direito – Resmungou. Taquei um guardanapo amassado nele, parando de beber – Depois me perguntam quem é o adulto da relação...

Pera. O que ele disse?

- O que você disse? – Perguntei vermelha, ele apenas desviou o olhar, completamente corado – Natsu... Lembra da cerejeira?

Ele parecia surpreso e ao mesmo tempo feliz. Talvez ele realmente esperasse que eu não esquecesse aquele dia. Mas como esqueceria?

- Lembro. Foi o dia que eu beijei duas pessoas, uma foi meio que a força e a outra foi um sonho – Me encarou com aqueles olhos felinos. Aqueles olhos hipnotizantes e que lhe capturam sem você perceber – E foi até hoje o melhor beijo que já dei e que eu não posso esquecer... Também lembro que você não olhava para minha cara sem corar ou gaguejar. Esperava uma reação melhor, pensava que já era ‘’ Experiente’’, mas ao saber que não era... – Cobriu o rosto com as mãos, envergonhado – Me senti como o garoto mais sortudo do mundo!

- Hey, foi meu primeiro beijo. Mas então... – Sentei do seu lado, sussurrando em seu ouvido – Vamos conversar mais um pouco? Em outro lugar?

Eu sei, foi repentino. Mas o efeito da bebida havia tomado o meu corpo.

 

~*~

 

Verão.

 

Acordei com beijos em meu pescoço. Resmunguei de olhos fechados, dando as costas para seja lá quem for. Mas a pessoa era insistente e continuou beijando meu pescoço, até eu abrir os olhos e me virar. Era Natsu, ele estava sorridente e completamente despido. Me lembrei da noite passada. Após a festa de noivado da Erza, voltamos para casa completamente excitados.

- Bom dia meu amor – Deu um beijo em minha bochecha – Como está se sentindo? – Passou as mãos em meu ventre e eu não pude suprimir um sorriso – E como está nossos bebês?

- Estão em ótimo estado – Dei risada, me levantando da cama e acariciando minha barriga – Ela está grande não é? Em pensar que são só 4 meses de gestação...

- Mas você continua linda – Respondeu do outro lado do quarto, entrando no banheiro – Já escolheu os nomes?  Minhas opiniões ainda estão de pé...

- Para o menino vai ser Luke, como você disse – Me olhei no espelho, sentindo ambos bebês chutarem – Energéticos em plena manhã... – Sai de perto do espelho e adentrei o banheiro do quarto – Mas não irei aceitar ‘’ Nash’’. Como você considerou meu nome na hora de criar o do nosso filho, nossa filha se chamara Nashi.  

- E qual é o significado de Nashi? – Perguntou.

- Nada – Prendi meus cabelos – Pois creio que ela mesmo irá criar seu significado, igual ao seu irmão.

E foi assim que eu acabei construindo minha vida. De estação á estação.

 



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