História From The Sea - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce, Mako Mermaids, Mitologia Grega
Personagens Armin, Castiel, Iris, Lynn, Lysandre, Nina, Personagens Originais
Tags Armin, Castiel, Lynn, Lysandre, Mar, Mitologia, Sereia, Tritão
Exibições 1.076
Palavras 2.575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


YOHOOOOOOO, VOLTEI! \o/

Só vou dizer, para lerem as notas finais, porque tem recadinho importante! :D

Abracitos e boa leitura! <3

Capítulo 12 - Confessions


Fanfic / Fanfiction From The Sea - Capítulo 12 - Confessions

Lynn

 

O som incessante do meu celular vibrando na cabeceira da cama, fez com que eu despertasse, um pouco atordoada. Esfreguei meus olhos tentando clarear um pouco a visão e olhei em volta, identificando meu tão habitual quarto. “Como vim parar aqui? Eu não estava com Lysandre ontem à noite?” – perguntei-me, confusa. O smartphone continuou a vibrar e estendi meu braço para pegá-lo. Era Armin ligando.

 

— Alô? – atendi, sem forças.

— Bom dia, dorminhoca! Não vai me dizer que acordou agora?

— Que horas são?

— Meio dia.

— Já? Nossa... Não acredito que dormi por tanto tempo. – murmurei, aconchegando-me melhor no cobertor.

— Bom, pelo menos descansou bastante! Quero que esteja bem disposta para hoje. – disse ele, animado do outro lado da linha.

— Disposta para o quê? – indaguei, sem entender.

— Hoje é domingo. Nem pense em ficar presa dentro de casa! Vamos a praia dar uma volta. – explicou. Olhei para a janela e notei que não havia sol.

— Armin, hoje o dia está nublado. E nem mesmo está calor. Por que você quer ir até a praia?

— Deixa de ser preguiçosa, não precisamos ir para tomar banho. – ouvi ele soltar um suspiro baixo do outro lado – Vamos apenas caminhar um pouco e conversar, está bem?

— Tudo bem. Vou levantar e comer alguma coisa. – falei – Que horas a gente se encontra?

— Eu te busco daqui à duas horas, está bem?

— Ok, combinado.

 

Nos despedimos e desliguei a ligação. Olhei fixamente para a tela do celular, pensativa. Sabia que Armin provavelmente gostaria de conversar sobre tudo o que aconteceu, mas não sei se gostaria de fazer isso. Iris havia dito com todas as letras que eu era apaixonada por ele e não conseguirei mentir se ele me perguntar algo a respeito disso.

 

— Aaaaaah, que droga... Parece que o mundo resolveu conspirar contra mim! – bufei, balançando as perna debaixo do cobertor.

 

Para ajudar, ainda tinha o problema chamado “Lysandre”. Nem percebi que comecei a sorrir ao lembrar do dia anterior. Eu estava completamente fascinada por ele, por saber que tudo o que acreditei a vida inteira era verdade, por finalmente encontrar o garoto que me salvou. E apesar do jeito fechado de ser, Lysandre sabia ser gentil com pequenos gestos, que talvez, nem mesmo ele percebia. Isso era uma das coisas que o tornava ainda mais encantador.

Uma risada abafada escapou, quando me recordei dele comendo meus brownies de chocolate. Quem diria que tritões gostariam tanto de chocolate, não é mesmo?

Tem tantas coisas que gostaria de saber sobre ele. Tenho tantas dúvidas... E principalmente, gostaria de retribuir o que ele fez por mim no passado. Entendo que ele foi exilado por ter me salvado, mas como um pai pôde fazer isso com o próprio filho? Ninguém além de mim o viu e até mesmo eu, não havia visto ele completamente. Arch. Esses seres são realmente esquisitos.

 

— LYNN, O ALMOÇO ESTÁ PRONTO! – ouvi a voz do meu pai gritando da cozinha.

— JÁ ESTOU INDO! – gritei em resposta.

 

Levantei em um salto, olhei para minhas roupas e só então me dei conta que estava usando as mesmas de ontem, após as aulas com Lysandre. Por que diabos não consigo me lembrar de nada do que aconteceu após o lanche dos brownies?! Fui até o banheiro para fazer minha higiene pessoal, troquei de roupa e vesti algo confortável — uma camiseta simples, uma legging e um tênis esportivo — depois fui em direção à cozinha.

 

— Bom dia, meu velho! – cumprimentei meu pai, enquanto sentava à mesa. Ele corria da cozinha até a sala de jantar terminando de trazer todas as panelas. O prato do dia era ensopado de camarão.

— Velho era seu avô! – reclamou, como de costume, me fazendo rir – E para você já é boa tarde.

— Desculpe, eu realmente apaguei. Na verdade, pai... Como foi que...

— Seu chefe a trouxe para casa. Parece que você pegou no sono dentro do táxi. – explicou.

— Lysandre me trouxe até aqui? Ele é mesmo insistente... – falei baixinho, mais para mim mesma.

— O quê?

— Não, não é nada. – sorri fraco – O engraçado é que nem mesmo lembro de ter descido do carro ou lhe cumprimentado. Falei alguma coisa estranha? Devia estar com muito sono...

— Você não se lembra porque não acordou. Seu chefe a trouxe no colo até seu quarto. Você parecia uma criança. – engasguei com a informação, tossindo com força depois.

— ELE FEZ O QUÊ?!

— Foi um péssimo comportamento da sua parte. Esperava conhecer seu chefe de um jeito melhor. Tem noção do susto que eu...

— VOCÊ DEIXOU ELE ME CARREGAR NO COLO ATÉ MEU QUARTO?! – o interrompi, nervosa – ESPERA, ELE ENTROU NO MEU QUARTO?!

— Entrou, afinal você estava literalmente desmaiada. Me ofereci para carregá-la, mas ele insistiu que estava tudo bem e a levou até o quarto. – minha respiração estava ofegante e eu estava roxa de vergonha, não acredito que ele fez isso! Aquele... Aquele... Peixe!

— O que aconteceu depois? – perguntei, com receio.

— Ele se despediu e voltou para o táxi. Não precisa fazer esse escândalo. – meu pai reclamou – Se não queria passar por essa situação constrangedora de ser carregada pelo chefe, por que dormiu no meio do caminho? Deveria ter sido mais atenta. E afinal de contas, mocinha... Desde quando você fica no trabalho até tão tarde?

— Ah, isso... Bem... – pensa, pensa, pensa – Lysandre contratou alguém para me dar aulas sobre como nadar da melhor forma como sereia. Mas essa pessoa só pode dar as aulas naquele horário. Desculpe por não ter ligado antes para avisar, papai.

— Tudo bem, mas não faça novamente. Fiquei preocupado com esse seu sumiço. Mande uma mensagem de texto, eu sei ler, sabia?

— Sei sim, farei isso da próxima vez.

— E então, quais os planos para hoje? – ele perguntou, enquanto se deliciava com o ensopado – Quer assistir comigo a final do jogo dos Wests Tigers contra os Cronulla Sharks?

— Pai, você sabe que eu detesto rugby. E combinei com Armin que iríamos dar uma volta na praia. Faz um tempo que não conversamos.

— Verdade? Achei que se falassem todo dia. – comentou, surpreso.

— Aconteceram algumas coisas e nos afastamos um pouco. – tentei explicar, evitando encará-lo.

— Oh... – murmurou, assentindo com a cabeça – Compreendo. Bem, espero que se resolvam.

— Está tudo bem, papai. Fique tranquilo. – “Acho que, está tudo bem...”.

 

Duas horas se passaram e pontualmente, Armin estava lá, batendo na porta. Ao abrir, encontrei seus olhos azuis reluzindo ainda mais do que o normal e ele estava com a barba por fazer. “POR QUE ELE NÃO HAVIA FEITO A BARBA?!” – gritei mentalmente, ao constatar o quão bonito ele ficava daquele jeito.

 

— O-Olá! – falei, tentando não encará-lo demais.

— Está pronta?

— Uhum.

— Então vamos lá! – ele enfiou a cabeça para dentro de casa – Devolvo ela em algumas horas, Carl!

— Quero ela em casa até às 20h. – meu pai falou, deitado no sofá.

— Sim, senhor! – Armin respondeu em um tom brincalhão e me puxou para fora, em direção ao carro.

 

Ele parecia mais animado do que o normal, ou ele estava com algum problema e estava tentando disfarçar isso com toda aquela animação, pois era dessa forma que Armin costumava agir. Ele dirigiu tranquilamente até a praia e fomos ouvindo “One More Night” do Maroon 5, durante todo o trajeto. Mais cantávamos do que conversávamos e eu estava agradecida por isso, afinal, sempre era divertido cantar com Armin. Demorou apenas trinta e cinco minutos para chegarmos à praia. Ele estacionou próximo às dunas e saímos para descer até a areia úmida, na beira do mar. Quando estávamos chegando perto da água, tirei meus tênis e fiquei com os pés descalços para sentir melhor a areia. Armin estava de chinelo, mas resolveu fazer o mesmo, levando-o na mão. Caminhamos por alguns minutos em um silêncio absurdo, sem trocarmos uma palavra sequer. A única coisa que soava ao nosso redor era o barulho das ondas quebrando no mar e eu já estava ficando deveras inquieta com aquilo.

 

— Então... – comecei, meio sem jeito.

— Olha, não precisa dizer nada agora. Apenas escute, está bem? – paramos de andar e sentamos na areia um ao lado do outro.

— Tudo bem. O que você queria conversar? – o encorajei a prosseguir.

— Lynn, aconteceram muitas coisas nos últimos dias. Muitas mesmo, e algumas delas eu peço desculpas por tê-la envolvido, como a discussão que tivemos com a Iris. – ele fez uma pausa e desviou seu olhar para o mar – Tanto eu quanto você estamos tentando agir como se nada tivesse acontecido, para não estragar nossa amizade, mas a verdade é que... Não está dando certo. E para voltarmos a ser como antes, precisamos ser sinceros um com o outro. – disse ele, enquanto suspirei baixo, olhando para frente também.

— Você está certo.

— Antes de qualquer coisa, preciso confirmar uma coisa.

— O quê?

— Você e o Lysandre estão tendo alguma coisa? – perguntou, seco.

— Armin, é óbvio que não! Ele é meu chefe, nosso chefe! Somos apenas amigos. – expliquei, virando-me para encará-lo.

— Isso é verdade? Não está rolando nenhum clima entre vocês? – insistiu, olhando-me nos olhos.

— Armin Dillenburg, quantas vezes terei que dizer isso?

— Está bem, acredito em você. – ele passou a mão pelos cabelos, ajeitando-os – Apenas não compreendo porque você está andando tanto com ele.

— Não acredito que está com ciúmes. – brinquei.

— Cala boca, só estou me certificando de que está tudo bem.

— Sim, está. E ele não irá roubar seu lugar no meu coração, não se preocupe. – abracei-o de lado, quebrando aquela distância desconfortável que ainda havia entre nós.

— É bom ouvir isso. – ele fez uma pausa, enquanto afundava os pés na areia fofa — Eu e Iris terminamos.

— Vocês o quê? – perguntei, surpresa.

— Não estava mais dando certo. Eu já deveria ter feito isso antes, mas por algum motivo não tive coragem e insisti nesse erro. Quando houve toda aquela discussão, finalmente pude ser sincero com ela e dizer o que eu pensava. Também vi que ela nunca pensava em mim antes de tomar qualquer decisão e até o último instante, tentou me convencer a ir com ela para os Estados Unidos.

— Isso é... Nossa, eu... – não conseguia formular alguma frase coerente para dizer a ele. A culpa pelo término deles caiu com força sobre mim e estava me corroendo por dentro.

— Lynn, por favor, não se sinta culpada sobre isso.

— Mas é minha culpa, eu deveria ter sido uma boa amiga e aceitado o fato de que não poderíamos mais ser aqueles melhores amigos que sempre fazem tudo junto. Eu devia tê-lo mandado embora aquele dia, pelo menos aquele beijo nunca...

— Ei, me escuta. – me interrompeu, segurando em meus ombros e fazendo-me olhar para seu rosto — O único errado aqui fui eu. Deveria ter terminado com Iris no momento em que começamos a ter todas aquelas divergências. Eu deveria ter ido para casa aquele dia, mas não consegui deixar você doente e sozinha em casa. Deveria não tê-la beijado... – ele fez uma pausa e meus olhos procuraram os dele, em busca de uma resposta – Foi errado beijá-la naquela noite, pois eu já gostava de você.

 

Não sei o que aconteceu com meu corpo, mas tudo ficou mudo de repente. Como um filme sem som. O movimento das ondas, o vento, os cabelos de Armin balançando. A única coisa que ainda ecoava em minha mente eram suas palavras. Eu ouvi mesmo aquilo?

 

— Você... Gostava... De mim...?

— Lynn. – chamou, segurando meu queixo – Eu gosto de você.

 

Todo meu sangue fervia naquele instante, meu coração batia tão rápido que já estava começando a doer em meu peito. Pisquei algumas vezes tentando digerir a informação e só então, lembrei-me de respirar, acabando por soltar uma grande lufada de ar. Armin sorriu largamente ao ver meu nervosismo e eu podia jurar que minhas bochechas e todo meu rosto estavam corados.

 

— Armin, você tem noção do que acabou de me dizer? Olha, você acabou de terminar seu relacionamento com a Iris e entendo que está confuso... Mas...

— Eu não estou confuso, Lynn. Eu apenas finalmente enxerguei a pessoa que sempre esteve aqui ao meu lado. – uma rajada mais forte de vento veio e bagunçou meus cabelos, mas Armin delicadamente os ajeitou com sua mão direita – Enfim eu percebi, que era você quem sempre se preocupava comigo e já sabia as coisas que eu gostaria, antes mesmo de eu pensar ou falar. Era você que sempre ouvia meus desabafos e sonhos, torcendo pela minha felicidade. Quem me dava puxões de orelha quando eu fazia algo errado.

— Isso está soando como se eu fosse sua mãe. – brinquei, tentando aliviar meu nervosismo.

— Estou falando sério. – disse firme, com a mão em meu rosto – Aos poucos, vi você com outros olhos e não percebi que já estava me apaixonando. Naquela noite em que nos beijamos, eu sabia que poderia perder o controle a qualquer hora, pois estava sendo extremamente difícil para mim, ficar tão perto de você. Mesmo assim, decidi arriscar e quando nos beijamos... Ah, Lynn. Algo em mim dizia mais do que nunca, que você era a garota certa. – ele ajeitou seu corpo, virando seu corpo para ficar de frente para mim – E eu não consigo parar de pensar em você. Principalmente, depois do que a Iris disse.

— Ah... Aquilo. Ahn, bem...

— Por favor, seja sincera comigo. Você gostava mesmo de mim?

— Armin, isso não importa mais. – disse e levantei-me apressada – É melhor nós voltarmos agora.

— Não. – ele segurou meu braço, me impedindo de ir embora – Se você não sentir o mesmo por mim, eu vou entender e tentarei te esquecer. Mas eu preciso saber a verdade, Lynn.

 

Não consegui virar novamente para encará-lo, então permaneci de costas. O que eu deveria fazer? Ele não me deixaria ir embora sem uma resposta. Devo mentir e negar o que sinto em favor à nossa amizade? Mas ele acabou de se confessar para mim e eu não estou conseguindo acreditar que ele realmente me notou e se apaixonou por mim. Seria isso um sonho? Talvez seja errado. Mas... Não posso mentir para ele sobre isso. Não quando ele está sendo tão sincero.

 

— SIM! – gritei, com a voz embargada — Eu gosto de você.

 

Virei-me em um movimento brusco para poder encará-lo nos olhos. Precisava dizer isso diretamente para ele.

 

— Eu gosto de você, Armin. – repeti, tímida – No colegial, eu tive uma paixão platônica por você. Iris sabia disso, sabia que eu iria me declarar, mas fez isso primeiro. Ao vê-los tão felizes, apenas aceitei o fato e segui adiante. Mas esses últimos meses, tem sido os piores. Porque eu não consegui parar de pensar em você e eu estava tentando esquecê-lo, mas aí acabamos nos beijando e então tudo virou de cabeça para baixo e...

 

Ele não me deixou terminar. Deu apenas um passo rápido à frente e puxou-me para seus braços, me beijando.

 

Com sua mão direita, ele envolvia delicadamente minha cintura, segurando-a com firmeza, quase como se tentasse impedir que eu fugisse a qualquer instante. E com a mão esquerda, ele acariciava com ternura meu rosto e nuca, me fazendo arrepiar a cada toque.

Seus lábios tocaram os meus com urgência e logo sua língua pediu passagem, aprofundando ainda mais o beijo. Havia paixão, ternura e carinho a cada movimento que ele fazia, e eu estava completamente entregue a ele. Meus braços envolveram sua cintura em um abraço forte, pois o queria mais próximo de mim, queria senti-lo por inteiro. O gosto da boca dele estava levemente salgado devido ao ar salino da praia, mas não me importei. Finalmente, havia dito o que sentia para ele. E descobri que ele também sentia o mesmo por mim.

 

Era tudo o que eu precisava naquele instante.

 

(...)


Notas Finais


Então, meus amores! EU TENHO UMA BOA NOTÍCIA PRA VOCÊ QUE ESTÁ CANSADO DE ESPERAR ESSA FIC ATUALIZAR! xD

Pois bem, resolvi colocar uma meta de terminar essa fic até dezembro. E portanto, vou ir escrevendo vários capítulos durante a semana (conforme a agenda e o horário permitir!). Mas a ideia inicial, é atualizar aqui 2x por semana. Até encerrar. Acredito que a fic vá até no máximo o capítulo 25. \o/

E logo após essa maratona, farei isso com outra das minhas fics, então fiquem ligados! ^u^

Espero que tenham gostado do capítulo! E mil perdões pela demora! *3*

~kissu


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