História Fronteiras - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Amor, Descobertas, Dinheiro, Drama, Ódio, Originais, Romance
Exibições 1
Palavras 2.639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá,espero poder estar atualizado em breve novamente,quando eu tiver um tempo livre e estiver descasada,claro!
Espero que gostem e sem mais delongas,boa leitura!

OBS:
Capa especial no capítulo anterior e nesse agora,uma maneira de brincar com a mente de quem ler,mostrando como são nossos protagonistas,antes o de Izabella e agora o do Eduardo,link da imagem usada na capa nas notas finais,é isso abraços!

Capítulo 6 - Domínio


Fanfic / Fanfiction Fronteiras - Capítulo 6 - Domínio

Izabella está sendo atendida,depois do raio X foi constatado a fratura,tendo que imobilizar o braço,Eduardo faz companhia em quanto os pais dela não chega.

-Se sente bem?

O rapaz pergunta preocupado.

Izabella olha sorrindo.

-Estou sim,não precisava ficar aqui comigo,devem estar precisando de você lá,tudo ficou tão bagunçado depois daquilo lá.

Eduardo se senta na poltrona ao lado subindo as mangas da blusa social.

-Está tudo sob controle agora,os feridos foram enviados pra hospitais e vamos dar um jeito quanto as perdas.

-Por mim está tudo bem,não precisa se preocupar.

Ela se senta tocando o braço imobilizado.

-É o que podemos fazer,o mínimo.

Eduardo observa um hábito dela,incrível como a mínima mania dela se tornava algo fascinante pra ele,ela sempre puxa os longos cabelos vermelhos de lado,algo simples,mais para ele,uma nova descoberta sobre ela.

-Sabe notícias das minhas amigas?

-Olha,a que machucou a mão está sendo pontiada agora,e as outras estão na sala de espera.

-Tudo bem,estão legais então,o importante que não foi nada tão grave.

Eduardo levanta sem jeito.

-Meu chefe veio pra cá também,o tiro bateu de raspão no braço dele,sorte!

Izabella leva a mão a boca surpresa.

-Sinto muito por ele.

-Ele é forte,um bom homem,Deus guardou ele.

Ele olha pra ela com um sorriso de canto.

-Não nos apresentamos de forma adequada,me chamo Eduardo.

Ele estende a mão pra ela.

-Me chamo Izabella,pode me chamar de Bella!

Ela aperta a mão dele levemente sentindo uma pequena corrente de tenção pesar em seu corpo,os dois se olham intensamente alguns segundos,Eduardo umedece os lábios.

-Droga...

Ele sussurra levantando.

-O que foi?

Izabella pergunta desapontada.

-Eu sinto muito eu...

A conversa interrompida pela porta que é aberta inesperadamente.

Eduardo ver o casal entrar nervoso,a linda mulher que ele supôs ser a mãe da garota, abraça ela sorrindo,agora descobriu de onde a moça tirou tanta beleza,tinha uma bela mãe,e observa o homem alto também com trajes formais e uma maleta de lado,o homem de expressão séria,os cabelos levemente grisalhos dar um ar mais assustador aquela postura inabalável.

-Quem te deu ordem pra sair?

O homem grita fazendo a esposa se assustar.

-Pai...Eu...

Vejo ele jogar a maleta em cima da poltrona praticamente em cima de mim,me levanto indo pro lado.

-Nada Izabella,nada,ninguém te autorizou sair,ninguém!

-Querida...Hum...

Vejo a mãe dela fazer um sinal,o homem se vira pra mim.

-E você seria?

Ele me olha de cima a baixo,como se não tivesse me visto ao jogar aquela coisa pesada quase sobre mim.

-Prazer senhor me chamo Eduardo.

Fico com a mão estendida sem obter resposta.

-Trabalha na espelunca onde minha filha se feriu presumo.

Respiro pesadamente e baixo minha mão.

-Não foi nossa culpa senhor,sentimos muito pelo ocorrido!

-Querido o moço não teve culpa e muito menos os donos do local.

Fala a mulher afagando os cabelos da Izabella,em seguida puxa levemente os cabelos de forma nervosa,diferente de sua filha ela têm os cabelos curtos na altura dos ombros e pretos.

-Se fosse um bom lugar isso não teria ocorrido.

Ele aponta para o braço quebrado da Izabella.

-Papai,já chega,ele foi super educado me acompanhando e...

-Cala a boca,você sabe de quem ela é filha?

Vejo ele andar até mim e parar a minha frente.

-Por tamanho cuidado do senhor então,acredito que seja sua filha.

-E você sabe quem eu sou?

Quantas vezes vi aquela prepotência de merda,muitas pessoas querem sapatear sobre as outras por terem poder e dinheiro,cara nojento.

-Olha senhor...

Ele me interrompe.

-Eu,vou acabar com aquele lugar!

-Converse com meu patrão quanto a isso.

Izabella olha triste pra Eduardo e ver ele vindo até ela.

-Desculpa por isso,eu sinto muito por tudo,os ânimos estão exaltados,melhor eu me retirar.

Eduardo sorri.

-Não se culpe,depois eu apareço por lá e falamos melhor,certo?

Eduardo respira pesadamente.

-Certo!

A mãe de Izabella estende a mão sorrindo para Eduardo.

-Me chamo Elisa Casto e quero agradecer por toda ajuda e carinho para com minha filha.

Eduardo aperta a mão de Elisa de forma educada.

-Prazer senhora Elisa,me chamo Eduardo e foi um prazer ajudar sua filha,preciso ir agora,fiquem bem!

Eduardo olha a moça deitada em seguida sai evitando contato com Pedro que olha irritado.

-Você nunca mais vai ver esse insolente e muito menos pisar naquela espelunca!

Elisa olha o esposo com desaprovação.

-Papai eu sou grata por tudo que ele fez,diferente do senhor!

-Um cretino mal educado,isso sim!

Elisa entra entre a cama que a filha está e o esposo.

-Já chega disso,devemos comemorar que nossa filha está bem e não brigar.

-Mamãe,eu posso ir pra casa hoje?Preciso da minha cama,dormir.

Pedro sai porta a fora em busca do médico ignorando as palavras da esposa.

-Tenha paciência com seu pai querida...

Elisa afaga os cabelos da filha carinhosamente.

-Ele pode ser o maior o empresário do Brasil,mais está longe de ser o melhor pai...

-Precisa ter calma,ele está cansado,a reunião foi cansativa!

Izabella se deita novamente.

-As empresas como sempre,olha que estávamos falando de mim mamãe...

-Bella...

A jovem fecha os olhos evitando conversa.

Distante dali...Sala de espera...

-Está indo já?

Larissa levanta olhando o jovem.

-Digamos que o pai de sua amiga não seja nada amigável e preciso voltar pra casa,já deram um jeito no restaurante,mais minha mãe deve está preocupada.

Larissa abraço o jovem,ele retribuo confuso.

-Obrigado por tudo hoje,foi muito cuidadoso com Bella e Ana,obrigado mesmo.

O jovem se afasta sorrindo.

-Era o mínimo.

Vitória estende a mão se aproximando.

-Também quero agradecer,olha você quer o número da Bella?Vocês diante disso tudo acabaram fazendo a amizade,criando um laço!

Vitória sorri cúmplice para Larissa que dá uma piscadela.

-Claro,será bom ter notícias dela e claro,da Ana também,alias diga ela que deixei uma abraço e espero que a mão dela melhore logo.

Larissa anota o número de Bella em uma folha do bloquinho rosa,em seguida destaca entregando.

-Obrigado,até depois então,nos vemos na praia meninas!

Eduardo acena e vai em direção a saída do hospital.

-Que cara gostoso e com esse uniforme de garçom,ele fica tão sexy,delicia demais amiga,notou a barriga tanquinho?

Larissa fala animada olhando Vitória.

-Ele é um gostoso assumido e sem negar,as roupas entregam oras e sem falar que nossa amiga linda Bella adorou ele,vi os olhos dela brilhar,juro!

Larissa se senta novamente.

-Parece que sim,vamos ver no que vai dar essa amizade,mais eu achei ele super legal!

-Todas achamos,ele foi um verdadeiro cavalheiro.

Uma senhora vestida de trajes do hospital se aproxima,uma enfermeira.

-Senhoritas já podem ver suas amigas agora,as duas passaram por médicos e estão bem,nada tão grave!

-Obrigado!

As duas falam juntas levantam sorrindo indo em direção o grande corredor que dá acesso aos quartos.

Algumas horas depois...

-Meu Deus,meu Deus!

Edina abraça o filho dando vários beijos no rosto dele,aperta mais um pouco antes de soltar.

-Eu estou bem mãe!

Em seguida Alana abraça o irmão chorando.

-Seu idiota...Tivemos tanto medo...

Eduardo abraça a irmã carinhosamente.

-Calma,eu estou bem,estou legal,não aconteceu nada comigo.

Eduardo percebe a presença de Marina e
que vem da cozinha com um copo de água com açúcar,entrega a Edina que agradece sorrindo enxugando as lágrimas recentes.

-O João está bem?A bagunça acabou afetando toda praia,foi um arrastão daqueles.

Marina senta no sofá ao lado de Edina.

-Ele está bem,falou que vem aqui amanhã,ele está tomando banho,minha mãe também quase enlouquece quando ele ligou avisando,ela está bem agora que ele chegou.

Marina olha Alana sorrindo ao lado do irmão.

-Maninho por que você não veio com o João?

Alana pergunta segurando a mão do irmão.

-Tive que ajudar um grupo de garotas,acompanhei até o hospital,duas delas acabaram se machucando.

-Elas estão bem?Não quero problemas com aquela gente meu filho.

Fala Edina.

-Estão sim,Bella quebrou o braço e Ana está com a mão pontiada,poderia ter acontecido algo pior,elas estão bem então!

-Bella?

Fala Marina com uma sobrancelha arqueada.

-Uma burguesinha?

Fala Alana empurrando o irmão levemente.

-Elas são gente fina,é Izabella,Ana,Larissa e Vitória,sim,são burguesinhas,mais não são nada tão frescas quanto pensam,o pai dela que é maior idiota mesmo,até a mãe dela foi gente fina comigo.

Edina levanta.

-Nao quero problemas com essas pessoas,sabe disso,além do mais,estou feliz que meu bebê está bem,preciso agradecer a Deus por isso!

Edina abraça o filho mais uma vez apertando o cobrindo de beijos.

-Estou bem mamãe,vai descansar,amanhã conto tudo direito a senhora,durma bem.

Eduardo beija a testa da mãe.

-Durma bem Edina e descanse!

Fala Marina sorrindo.

-Obrigado por tudo querida!

Edina agradece e vai em direção o quarto terminando de tomar a água.

-Então maninho,me fala mais sobre essas tal garotas.

Alana senta no sofá levantando a sentando sobre a perna de forma mais confortável.

-São bacanas,gente fina como eu já disse.

Fala Eduardo abrindo alguns botões da blusa.

-Frescas?

Marina fala debochando.

-Hahaha...Claro que são Marina!

-Está enganada Lana,elas são legais,eu já disse!

Alana passa as mãos nos olhos cansada.

-Vai dormir Lana,parece cansada.

Fala Marina piscando.

-Entendi,boa noite maninho e durmam bem!

Eduardo olha sem entender e apenas ver sua irmã sorrindo ela vai em direção o quarto que divide com a mãe.

-Agora é com a gente...

Sussurra Marina indo em direção a Eduardo e senta sobre ele colocando uma perna de cada lado do corpo dele.

-Eu estou cansado Marina...

Ele fala passando as mãos nas costas dela.

-Isso não é problema,deixa que eu faço tudo!

Ela fala manhosa terminando de desabotoar a blusa social.

-Garota safada!

Ele diz mordendo os lábios dela e apertando a bunda de forma maliciosa.

-Eu quero você agora...

Ela diz passando a língua sobre os lábios dele.

-Tem certeza Marina?

-Tenho!

Fala ela de forma imediata rebolando no colo dele já sentindo o membro pulsar sobre sua peça de roupa.

-Safada...

Ele fala levantando e levando ela em direção o quarto dele,a jovem sorrir ao ver ele retirar a blusa de uma vez e a calça apreçado.

-Vou te foder muito hoje!

Vai em direção ao guarda roupa pegando um preservativo,em quanto isso Marina toda oferecida adianta o trabalho retirando toda roupa ficando nua.

-Prontinho...

Ele retira a cueca box e coloca preservativo,vai até a cama e fica entre as pernas da jovem,sem aviso penetra com movimentos rápidos e precisos.

-Safada...

Ele sussurra mordendo os lábios dela em quanto continua os movimentos rápidos e fortes.

-Eduardo...

Marina geme o nome dele sentindo o prazer  invadir o corpo dela,as noites com Eduardo sempre foram as mais quentes,ele era bom no que fazia,o melhor que ela já havia tido,tinha sentimentos fortes por ele,Eduardo havia sido seu primeiro,depois de muitas idas e vindas,conheceu outros rapazes,passou noites e até namorou,mais ele era dono do seu coração,eles jamais assumiram nada mais todas as periguetes da área sabia que ele era dela,pelo menos ela imaginava assim.

-Poha...

Ele fala ofegante soltando a perna dela que havia levantado em meio tantas posições naquela noite,sentiu grande prazer ao sentir o gozo chegar de forma tão incrível.

-Gostou?

Marina pergunta cansada.

-Deliciosa como sempre!

Ele fala levantando retirando o preservativo e jogando em uma sacolinha de lixo  juntamente a embalagem que estava ao lado da cama.

-Eu te amo!

Ele se vira e olha sorrindo vestindo a cueca.

-Sabe que isso não rola entre a gente não têm nada haver com sentimentos,já te falei várias vezes Marina.

-Mesmo assim eu te amo!

-Isso é muito infantil da sua parte,saiba disso,especialmente comigo.

Vai em direção o guarda roupa e pega uma bermuda vestindo.

-Eu preciso ir pra casa.

Ela fala triste,sempre soube desde de o inicio que com ele era assim,a infância passou,são jovens agora,ele amadureceu até mais rápido que ela apesar dos dois ano a mais de diferença,ela com seus 20 anos de idade ainda de sentia a mesma menina boba de quando entregou sua virgindade a ele,mais para sua tristeza  ele havia mudado,tantas responsabilidades e foco não o permitem viver preso a ninguém,apesar de ser algo nada instável esse tipo de relação,ainda sim ela se sentia dele.

-Deveria,está tarde e não quero problemas com seus pais.

Ele veste uma blusa sem mangas.

-Tudo bem então...

Ela pega as peças de roupa do chão e veste rapidamente,vai na direção dele abraçando,em seguida dá um selinho.

-Durma bem e descanse,deve estar precisando.

-Estou e muito!

Ele retribuo segurando a mão dela a guiando até a sala,abre a porta.

-Obrigado Marina,por tudo!

Ela sorrir de forma divertida.

-Eu que agradeço deus grego!

 morde o pescoço dele e se afasta indo em direção a casa dela que não ficava tão longe dali.

-Merda...

Passa as mãos nas têmporas cansado,nunca enganou Marina,mais odiava quando aquele tipo de momento acontecia,ela sabia como ele se sentia e mesmo assim embarcou,sempre estavam se pegando em um lugar ou outro,mais nunca assumiram nada na real,era assim,sempre seria,seu foco é seu trabalho e sua família,nada mais entraria na sua vida,pelo menos ele pensava assim,em toda transa,em cada posição não existiu um só momento que ele não desejou que ali na cama dele fosse aquela garota de olhos profundo e cabelos vermelhos.

-Menina foda de linda...

Sussurra sentindo o copo quente novamente,adoraria tomar ela de todas as formas mais insanas que existisse,adoraria puxar aqueles cabelos longos vermelhos e fazer ela gemer seu nome.

-Izabella...

Deita de bruços deixando os sonhos mais loucos envolverem seus pensamentos,Izabella estava dominando sua vida a partir so momento que ela pisou os pés naquele restaurando,adormece sonhando beijando os lábios rosados dela,embargado por uma esperança quase que impossível para ele.

Bem longe dali...

-Eu estou bem Maria,eu já disse,foi apenas uma fratura,logo estarei lhe dando trabalho novamente.

A jovem dá uma risada gostosa ouvindo os berros de Maria do outro lado da linha.

-Sim,amanhã você puxa minhas orelhas,estou bem,durma  e descanse,amanhã tenho muito para lhe contar,te amo muito,beijo!

Olha a tela do celular da mãe e ver a ligação finalizar,quando chegou do hospital Maria já havia ido para a casa dela,mais avisou que assim que eu chegasse eu mesma ligasse para ela,Maria é muito mais que uma simples governanta ou amiga,é uma segunda mãe para mim,e como tal recebi suas broncas por tudo que houve,liguei pra ela para garantir que eu estava realmente bem e inteira,coloco o celular na minha mesinha do abajur ao lado da cama.

-Ligou querida?

Vejo minha mãe entrar sorrindo já com uma camisola de dormir,ela estava pronta para se recolher.

-Sim,obrigado mamãe,e o papai?

Elisa se senta na cama da filha.

-Ele está no banho,se acalmou,falou que amanhã vocês conversam direito querida.

-Tudo bem mamãe...

Elisa beija o topo da cabeça da filha.

-Descanse,foi um dia cheio,deve estar exausta minha flor.

Elisa levanta e coloca o cobertor sobre o corpo da filha.

-Eu te amo mamãe,avisa o papai que amo ele também,durma bem!

-Certo querida!

Elisa vai até a porta e apaga a luz deixando o quarto iluminado apenas pela pouca luz do abajur,fecha a porta em seguida.

-Eduardo...

Izabella sussurra lentamente sentindo as palavras fluírem em seus lábios,depois que ele foi embora,o doutor  deu alta para ela e para a amiga,Larissa e Vitória trouxeram Ana para o quarto de Izabella em quanto os pais de ambas acertavam as documentações da saída delas conversaram alguns minutos e elas contaram que passaram o número,estava rezando que apesar do mal humor do pai dela e isso não afetasse uma futura amizade e quem sabe...

-Não!

Esfrega os olhos tentando esquecer a imagem do rapaz,cada traço,os olhos,os lábios,a blusa social deixava bem nítido o corpo bem malhado,ele era um exemplo de beleza e claro,inteligência,pelo pouco tempo que passaram conversando no quarto do hospital ele mostrou muita personalidade,esperava receber uma ligação dele,seria maravilhoso.

-Espero que sim...

Ela fala deixando o ambiente calmo,a paz e o silêncio influenciar,sente os olhos pesados e adormece lembrando de cada parte dele,os mínimos detalhes de Eduardo,embargada em um sono pesado e cheio de luxuria ela se perde nos braços daquele rapaz que mal havia conhecido,mais que se sentia tão dominada como nunca antes,até seus sonhos ele passou habitar.

"A mina é densa, intensidade..."
-3030


Notas Finais


É isso,obrigado pela atenção,beijocas no coração!
Link da imagem usada para a capa:
https://ensaiosdegenero.files.wordpress.com/2012/04/masculinidades-mc3baltiplas-e-hierarquizadas-2.jpg


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