História Fuck tonight - Incesto Park Jimin - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bias, Bts, Imagine, Ultimate, Você
Visualizações 147
Palavras 1.492
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oh my "gawd"! Kkkkkkk.
Muito obrigada pelos favoritos e comentários, eu fico muito feliz com o progresso que essa fanfic está tendo. ^ ^
E estou feliz também em estar postando mais cedo hehehe.
Obrigada meus queridos bffs que sempre estão comentando que nem loucos nos comentários e sempre respondendo imediatamente as minhas notificações KJXJSJXH.
Enfim, ignorem os erros ortográficos, os cracks que eu uso para escrever isso, ou até as cagadas que eu faço escrevendo.
Obrigada, de nada, um beijo na bunda e boa leitura S2.

Capítulo 3 - "Just a normal day" ft. Jovana


Fanfic / Fanfiction Fuck tonight - Incesto Park Jimin - Capítulo 3 - "Just a normal day" ft. Jovana

13:35 PM

 

 

Após o fim das aulas, tomei rumo a minha house, vulgo Carmilda.

 

Carmilda tinha uns 4 anos.

 

Coitada, vive ouvindo e vendo as besteiras que eu falo e faço.

 

Ninguém mandou ela estar no meu terreno.

 

Ou será que eu que estou no terreno dela?

 

Não pera...

 

What the fuck?

 

Okay, deixa para lá.

 

Não vou perder tempo pensando nisso, eu tenho muito tempo ainda para me admirar diante a minha radiante pessoa.

 

Chego em casa e vejo a luz da cozinha acesa.

 

Entro no cômodo e vejo papai cozinhando.

 

- Já chegou? - Não, não 'tô na escola ainda para avisar que eu estou vindo.

 

- Sim. - ele finalmente se vira e da um pequeno sorriso.

 

- Filha, tem visita em casa, now. - odeio quando ele fala em inglês e rouba minhas falas.

 

- Sério? - perguntei entediada. - Quem?

 

- Eu. - ouvi uma voz feminina. Se for quem eu estou pensando... Alguém me segura ou eu não respondo pelos meus atos.

 

- Olá. - falei fingindo que estava  acostumada com sua presença.

 

- Quanto tempo, não é mesmo, querida? - deu um sorriso que enganaria qualquer um, menos a mim.

Identifico vacas de longe, monamour.

 

- Sim, bastante tempo. - sorri falsa novamente.

 

- Pois é, como vão as coisas? - fez uma carinha "fofa".

Por que será que me deu uma vontade enorme de vomitar agora?     E de preferência, vomitar em cima dela?

 

Aliás, como essa tribufu de quinta tem coragem para querer puxar assunto comigo? É de propósito, ela quer fazer isso para me irritar e se fazer de inocente na frente do meu pai.

 

Vou entrar em seu jogo.

 

Até porque, quem sabe jogar aqui, sou eu.

 

- Com licença, eu irei trocar o uniforme. - levantei e fui em direção ao único quarto rosa, - vulgo meu. - querendo quebrar qualquer coisa que estivesse em minha frente.

 

Depois de 2 anos.

 

Exatamente 2 anos, ela vem querer conversar?

 

Vem falando como se nos falássemos faz tempo?

 

E eu vou deixar a minha suposta vingança que posso completar agora, passar?

 

Mas é claro que não!

 

Prepare-se, hoje você verá pela primeira vez a minha versão psicopata, a minha versão dark.

 

A minha verdadeira versão.

 

Rs.

 

Aliás, boa sorte, você irá precisar, e muito.

 

Que os jogos comecem, querida Maddie.

 

(...)

 

Estou usando uma calça jeans cintura alta preta, um cropped branco com detalhes em rosa, um tênis branco com preto da Adidas, e o cabelo amarrado.

 

Já ouviram falar no filme "Vestida para matar"?

 

Estou me sentindo a protagonista dele, agora.

 

Estou me vestindo, para matar.

 

Quem dera se eu pudesse fazer isso, se não fosse presa pelo IBAMA por matar animais, eu matava as inimigas, tudo.

 

"Fazer o que".

 

Todo esse lixo em excesso vai poluir o mundo, mas as pessoas não entendem isso.

 

Depois eu que sou demente.

 

- S/N, venha almoçar! - escutei a voz angelical de appa.

 

Desci as escadas e sentei-me ao lado do mais velho e em frente a pata manca.

 

- Boa refeição. - disse o mais alto e a substância tóxica a minha frente.

 

- Igualmente... - murmurei.

 

Que igualmente o que?

 

Eu quero mesmo é que ela morra engasgada comendo a comida.

 

Bixa escrota.

 

(...)

 

Se passam alguns minutos e eu logo termino a minha refeição, o estrume a minha frente, me dá enjoo.

 

Sai de lá, falando que iria descansar pois estava puta da vida.

 

Mentira, eu falei que eu estava com dor de cabeça mesmo.

 

Essa vaca piranhuda não vai arrancar-me nenhuma coisa que me faça ficar como culpada perto do meu pai.

 

Ela vai ver só, eu ainda vou pendurar o corpo morto dela em praça pública.

 

- Posso entrar? - ouço a Jovana, esqueci o nome dela, bater na porta.

 

Não, você não pode, é proibido a entrada de Jovanas nesse cômodo.

 

Hum...

 

Querido quarto, me desculpe, porque eu vou deixar ela entrar...

 

Vai ser por um bem maior, relaxe.

 

- Entre. - logo a porta é aberta e a Pe... Pe... Petrusca? A Jovana entra.

 

Qual é o nome dela mesmo?

 

Ah! Tanto faz, posso inventar qualquer apelido "carinhoso", que vai servir até mais que o próprio nome do ser.

 

- O que você quer? - perguntei sem paciência.

 

- Você é bem direta, não? - falou vasculhando o quarto com os olhos.

 

- Com Jovanas assim, eu prefiro não ter tanto tempo ao lado.

 

 

 

 

 

- Jovana? Meu nome é Maddie.

 

 

- E eu com isso? Foda-se!

Eu não perguntei seu nome, Jovana.

 

- Nossa, você mudou muito.

 

- Óbvio né, pelo menos eu mudei para melhor, já você, parece que o Pokémon não evoluiu direito, e nem veio com saúde ainda por cima, essa demência é de nascimento mesmo.

 

- Eu estava tentando ter uma conversa civilizada com você, mas vejo que isso é impossível.

 

- Tanto faz, não disse que queria conversar com você mesmo.

 

- Mas eu quero conversar.

 

- Vai catar beterraba da horta, sua cara de bunda mal comida. - murmurei.

 

- Que?

 

- Nada, as vezes eu falo sozinha porque gosto de conversar com pessoas civilizadas.

 

- Então eu sou civilizada?

 

- Eu não disse que gosto de conversar com você.

 

- Aish! Odeio quando você se faz de difícil.

 

- Eu? Me fazendo de difícil? Eu simplesmente não quero estar junto a sua presença. Do you understand?

 

- Yes, I do. - falou com cara de bunda. Quer dizer, com cara de Jovana.

 

- Okay, okay, vamos direto ao ponto agora, sério. O que você veio fazer aqui?

 

- Eu vim pedir desculpas, eu me arrependi muito, a cada dia, eu venho me arrependendo cada vez mais, se você não for me perdoar de verdade, apenas me fale, é muito torturante ficar com esse peso na consciência. - falou desesperada.

 

Eu hein.

 

- My dear, isso é problema seu, eu já esqueci isso, faça que nem eu, siga em frente, é inútil se culpar tanto pelo passado que nós infelizmente tivemos. Tudo bem que, pode ser quase impossível esquecer esse ser maravilhoso chamado Park S/N, mas se for você, eu prefiro que não saiba nem o meu primeiro nome.

 

- Okay, eu entendi. Adeus, S/N. Você irá se arrepender de cada palavra dita aqui. - murmurou baixinho a última parte, mas eu consegui ouvir.

 

Ata! Você que vai se arrepender de ter colocado as patas dentro da minha casa.

 

Vou ter que desintoxicar a casa inteira, esse veneno de Jovana pode ser contagioso.

 

- Adeus, Jovana.

 

- Meu nome é Maddie.

 

- Ah! Senta lá vai, Cláudia.

 

(...)

 

Depois de uma limpeza bruta em toda a casa, eu consegui fazer os deveres da escola e afins.

 

Alelúia!

 

Pego a pipoca e um refrigerante estranho que havia dentro da geladeira e me esparramo no sofá.

 

O que está passando na Netflix?

 

Por que eu faço perguntas idiotas desse tipo, para mim mesma? 

Eu tenho cara de Netflix? 

Não! Então como vou saber o que tem para ver? 

Odeio minhas teorias.

 

Quer saber? Vou ver Bob Esponja. Será que tem aqui?

 

Osh! Né que tem mesmo?

 

Oh my god!

 

Tem até Winx!

 

Que saudades.

 

Vou assistir, é tudo.

 

Pego Jordão, o pão-travesseiro e o abraço.

 

Sim, eu dou nome e apelido para tudo, me julguem.

 

Caralho! Tem até "O incrível mundo de Gumball", "Gravity Falls" e muitos outros.

 

É hoje que eu passo a "madrugs" vendo parte minha infância novamente.

 

- S/N? - papai fala no alto da escada.

 

- Meu nome.

 

- Vá dormir, está tarde e amanhã ainda tem aula, depois você vê isso. - falou calmamente.

 

- Okay... - murmurei frustrada.

 

Por que quando eu posso ter um dia sossegado, um dia feliz e calmo, dá tudo errado?

 

Deve ser a minha doença, a doença de S/N. Conhece?

 

Não? Vai conhecer agora! Bom, os sintomas são : se irritar facilmente, bipolaridade a mil, mente maliciosa? Que isso? A minha mente é sexy, é diferente. Demência de sobra, drogada sem drogas, bêbada sem beber, estar vivendo sem viver corretamente, perda de memória recente, entre outros.

 

Oh! Você tem esses sintomas?

 

Se fodeu!

 

A doença de S/N pode ser contagiosa, dependendo do quão você é influenciado por uma pessoa assim.

 

Existem também o grau de gravidade do quanto essa doença está evoluída em você.

 

Por exemplo, se você tem a doença de S/N e mais algum nome do lado, não tem mais cura, você está totalmente com S/N.

 

Acho que quem tem também essa doença é a Jovana, ela apresenta sérios sintomas de demência, bipolaridade e outras coisas. Não vi evolução em seu comportamento, ela parece ser aquela bostona ambulante como sempre.

 

Ainda bem que ela foi embora, não queria tomar providências precipitadas.

 

Ou queria?

 

Até que não seria uma má ideia tortura-la até a morte, não?

 

Não, não seria.

 

Será que eu já sei o que irei fazer nesse final de semana?

 

Have a good day dear Jovana, you will need. 

 

 


Notas Finais


Olá novamente!
Espero que tenham gostado desse capítulo. :3
Quem será que é a tal Maddie, quer dizer Jovana?
Até o próximo cap!
Bye, and be careful!
You're gonna need it.


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