História Fucked Up World - Capítulo 3


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Palavras 2.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey Yo beberes 😘❤

Só queria mandar um beijo eapecial para vcs que favoritaram e para tu que comentou: beijo no fundo do kokoro 😘❤❤❤❤

Tinha mais coisa para falar, mas realmente estou com muito sono para isso.
Então bom capítulo
Xx 😘❤

Capítulo 3 - Muito sono para pensar no nome


Fanfic / Fanfiction Fucked Up World - Capítulo 3 - Muito sono para pensar no nome

Okay, confesso que o Yukio se superou com o meu quarto. É muito lindo e foda. Tenho que agradece-lo minimamente depois. Enquanto me livrava dos meus sapatos para poder tomar um banho os dois com quem eu vivi por todos esses anos – faltou só um que a última vez que eu vi estava no Japão – se jogavam na minha cama.

- Certeza que vai ir em um boate? Nem chegamos direito, Noona – falou o Kiji

- Lógico, é para comemorar a minha volta – abri um sorriso prendendo o meu cabelo e pegando uma toalha que estava dobrada encima do criado mudo.

Tomei um banho rápido sem molhar o cabelo, não estou com paciência para secar e com o tamanho atual do meu cabelo é praticamente impossível a noite sair com ele molhado.

Voltei para o quarto onde não tinha mais ninguém. Fui até o meu maço de cigarro que eu tinha jogado na cama, tirei o isqueiro que estava dentro e acendi um. Sim, voltei a fumar regularmente a algum tempo, mas não se preocupem, esse é o menor dos meus problemas.

Coloquei minha lingerie, dando destaque para o sutiã preto de tachinhas também pretas.

Peguei minha maleta linda e maravilhosa de maquiagem que eu fui colecionando por todos os países que eu passei nesse tempo. Abri ela com aquele espelho maravilhoso que vem embutida – Vocês não tem ideia de quanto custou apenas a maleta – me sentei no chão mesmo e comecei a fazer a minha maquiagem.

Quando terminei meus olhos passando o rímel minha porta foi aberta e o Jae se jogou na minha cama todo gato, esse olhar dele me mata.

Comecei a passar o batom.

- Vai usar o piercing na volta da boca? – perguntou da bolinha que eu usava em cima do lábio superior e embaixo do nariz

- É nessas horas que eu tenho que usar – lancei um sorriso malicioso para ele pelo espelho e o vi negando com a cabeça enquanto sorria e olhava para o celular.

Terminei o batom e coloquei o piercing no lugar, assim como meus alargadores de 3mm e a as argolas pretas nos segundos furos. Mexi em uma das minhas malas e coloquei a meia calça rasgada e depois a saia preta de prega. Peguei o cropped solto transparente que mostrava o sutiã.

Quando peguei meus saltos o Kiji entrou todo lindo. Os dois também estavam todo de preto, afinal somos Slayers e querendo ou não – pelo menos aqui na Coréia do Sul – temos que usar a cor oficial do “uniforme” Slayer.

Por fim coloquei minhas luvas que tampava meus quatro anéis. Anéis esses que eu não consigo tirar para nada, apenas para tomar banho, igual meus dois colares.

- Aqui temos montada a Evil Angel dos Slayers – o Jae disse divertido segurando minha mão e me fazendo dar uma volta

- Não essa é a Angel Stark dos Slayers, a Evil Angel só aparece quando eu estou em trabalho – lancei um sorriso sádico fazendo ele rir

- Então vamos, Lady de Winterfell? – disse divertido

- Claro, lord de Dragonstone – soltei minha mão pegando meus dois celulares e meu maço de cigarro. – E você Lord do Castle black, vamos? – estendi a mão para o Kiji, que pegou contrariado

- Olha, olha, se não temos a sorte de ter a princesinha por aqui – uma voz irritante chamou nossa atenção no hall principal

- Ah vai tomar no cu, Dongsu, não vem fuder com o mínimo da minha paciência quando eu acabei de chegar. Deixa para amanhã quando eu estiver com uma arma na mão – falei com tédio

E todos nos encaravam. Bem era estranho uma recém chegada falando daquele jeito com o segundo no comando e sem nenhum medo.

- Vou adorar te encontrar na sala de treino, vamos ver o quanto você melhorou – me desafiou e eu suspirei com tédio

- Não vai ter nem graça, mas podemos nos encontrar. Tenho umas contas antigas para acertar contigo – tombei a cabeça lançando um sorriso sádico

- Não espero a hora para ver – devolveu o sorriso sádico

- Chega os dois – o Yukio se intrometeu e me olhou dos pés a cabeça. Segurou meu braço e me puxou para um canto me jogando, não com muita força, contra a parede – Não acha que está indo longe demais para me provocar? – disse baixo perto de mais do meu rosto

- Aprenda, bebê, você não é o sol para o mundo girar em torno de ti – falei cínica e puxei meu braço o empurrando o suficiente para que eu saísse dali – Kiji, Jae, vamos – chamei

- Para falar que eu nunca te dei nada, princesa – o Lamar chamou minha atenção para ele e me jogou uma chave – cuida bem dele que me deu trabalho conseguir – deu um sorrisinho que queria dizer que não deu tanto trabalho assim

- Você não vai ganhar nada de mim em troca – avisei – Mas obrigada, por enquanto ainda não vou te matar – lancei um sorriso cínico e ele riu negando com a cabeça.

Segui em direção a escada e meus dois bebês estavam me seguindo. Quando passava pelas pessoas apenas uma coisa chamou a minha atenção.

- Quem é essa? O Hyungnim já não está namorando a Noonim? – a indagação de um deles baixo para outro

Quem é Noonim? O Yukio namorando? Finalmente estou livre dessa praga? Se isso é verdade, gostaria de agradecer todos os deuses existentes no universo. Amém Cher.

No caminho até a boate fomos conversando nada que se aproveitasse e cantando músicas que vinha do spotify do Kiji.

Chegamos no local que a muito não ia. A fila está gigante, mas não para mim.

- Pirralha – Jaehyun e a linda mania dele de me chamar assim – não está com frio? O vento está gelado e você não colocou nenhuma blusa – observou, é algo público que eu odeio frio

- Já vamos entrar e lá tem aquecedor – sorri para ele – Sabe o que eu percebi – chamei a atenção dos dois ao constatar – Não fizemos nem um esquenta antes – fiz careta

- Para que esquenta se podemos pular para a melhor parte – o Kiji deu um sorriso malicioso passando o braço pelo meu ombro e eu o abracei pela cintura tentando me esquentar.

Fomos até o homem com as listas e dei o apelido que estava na lista vitalícia de entrada. Não lembro se meu nome é o segundo e o da Hyuna é o primeiro ou vice-versa, mas sei que nossos nomes estão lá.

O local estava cheio, as luzes brilhantes, o gelo seco, a música alta, as pessoas dançando e principalmente o bar maravilhoso.

Lógico que fomos direto para o bar, pedi uma dose dupla de Jack daniel's e parti para a pista já me perdendo dos dois guris que me acompanhavam.

A música foi trocada começando a tocar The Eve, puta merda quanto tempo eu não ouço essas vozes a um milênio, tudo bem que quando eu estava com saudades eu colocava as músicas deles para tocar, mas mesmo assim continuo com saudades.

Fiquei dançado e bebendo por um longo tempo. Vi de longe o Jae e o Kiji algumas vezes, cada vez estavam se pegando com alguém diferente.

Não peguei ninguém. Na verdade, fazia quatro anos que eu não dava nem um beijo em alguém e muito menos ia para a cama com alguém. Mas isso não significa que eu não provocava e atiçava principalmente quando era para conseguir o que eu queria.

Fui para o bar pela sétima vez provavelmente.

- Que tal dar uma segurada, little angel? Ou devo te chamar de Evil Angel? – perguntou o barman, porra eles não trocaram de barman nesses últimos 5 anos?

- Que tal cuidar da sua vida? – lancei um sorriso falso

- Pirralha, vai com calma. Não faz um mês que você entrou em coma alcoólico – o Jae brotou do meu lado tomando o copo de whisky da minha mão

- Relaxa, Jaejae, eu estou bem – abri um sorriso confirmando e tomando o copo da mão dele voltando para a pista de dança

Quando voltei a mexer meu corpo ao som da música uma mão segurou meu braço.

- Kimi? – me virou para ele e ali estava o Kim Taehyung me olhando confuso e assustado.

Eu estava do mesmo jeito, mas Angel não deixa seus sentimentos transparecer. Apenas abri um sorriso para ele e gentilmente me soltei da sua mão e segui para entre as pessoas a procura de um dos meninos.

- Kiji, vamos – falei quando o achei com uma guria, ele me olhou e arregalou levemente os olhos quando viu algo atrás de mim

- Vamos – segurou minha mão me puxando para o meio das pessoas.

Depois de deixar meu copo em um lugar que nem me importei em saber qual é, peguei meu celular “secreto” – que é blindado de ser vigiado pelos Slayers – e mandei mensagem para o Jae, avisando que estávamos esperando ele no carro.

Quando eu e o Kiji finalmente chegamos no carro que o Lamar nos deu, me encostei no carro jogando minha cabeça para trás suspirando.

- Eu vi o Taehyung – confessei para o menino ao meu lado, ainda olhando para o céu

- Eu vi o Woong e o Namjoon-hyung – o Kiji também suspirou.

Para o Jae provavelmente não seria nada, mas para mim e para o Kiji voltar para Seul e principalmente encontrar com eles é um baque e tanto para nós.

- Porque já querem ir embora? – o Jae apareceu confuso – Tu tava muito animada pegando o whisky – tombou a cabeça estreitando os olhos me olhando desconfiado

- Tem muitos problemas lá dentro – fiz careta

- Vai querer ir para onde agora? – o Jae ficou do meu outro lado passando o braço pelos meus ombros e eu encostei minha cabeça no ombro dele

- Para a casa do Yeon, logicamente – falei óbvia com um sorriso – não estou afim de ver o trio Slayer e muito menos que eles descubram meu lindo esconderijo – me referi ao telhado. Até porque é óbvio que esse carro tem rastreador, o Yukio não confia em ninguém, nem mesmo nele então é óbvio que o Lamar colocou um rastreador.

- Não acha que está muito tarde para ir no detetive? – perguntou o Kiji

- Precisamos de um lugar para dormir e estou com saudades dele e da Unnie, até porque ele mandou eu ir lá quando voltasse, não estipulou horário – dei de ombros me levantando – Kiji, tu é o mais sóbrio, tu dirigi – joguei a chave para ele que pegou no ar

Deitei no banco de trás deixando os dois ir na frente. Encarei o teto escuro do carro.

Kim Taehyung, como você conseguiu ficar ainda mais bonito e continuar mexendo comigo?

Não queria ter me encontrado com ele hoje. Sei que todos estão magoados comigo e sei que os fiz sofrer e a última pessoa que querem ver sou eu. Até iria essa semana dar uma olhada de longe em todos, mas não me encontraria com nenhum.

Eu espero do fundo do meu coração que ele não me reconheça. Mas não sei realmente se ficaria feliz com isso.

O carro parou.

- Chegamos – avisou o Kiji. Suspirei levantando.

Só estive na casa do detetive duas vezes, foi as duas vezes que eu fiquei um dia na Coréia cada, mas como eu falo com ele quase todos os dias, não parecemos estranhos.

Sai do carro e fui direto apertar a companhia. Tive que apertar umas dez vezes para o Yeon sair enrolado em um roupão.

- Angie? – me olhou confuso

- Me – dei um sorriso inocente.

**

Desci as escadas com a calça de moletom estampada que fazia conjunto com a blusa rosa de pijama e uma meia verde água. Já tinha tirado minha maquiagem – queria agradecer ao removedor da minha unnie, porque se não me daria muito trabalho. Isso que dá usar maquiagem ocidental e não coreana – e meus piercings também, não conseguia dormir com eles, ou ficar muito tempo

- Unnie essa roupa está muito colorida – fiz careta quando cheguei na cozinha e me sentei ao lado do Jae e do Kiji que já estavam com as roupas do Yeon

- Tu para com essa mania emo gótica sua, tu é uma criança, não pode ficar usando só essas cores depressivas – revirou os olhos óbvia e eu suspirei, estava cansada demais para discutir

- Tem pelo menos uma touca para que eu não fique tão desconfortável? – perguntei e ela me olhou confusa

- Mania dela de criança – o Jae respondeu, eu falei que ele estava lá no começo

A Mina me olhou por alguns segundos e depois levantou da mesa saindo da cozinha. Neste momento o Yeon colocou uma panela grande na nossa frente.

- Onde já se viu beber sem comer? – negou com a cabeça falando mais para ele mesmo

- Thanks, hyung – o Kiji agradeceu pegando os hashis

- Salvou vidas, Hyung – o Jae também agradeceu

Eu não pude agradecer porque estava ocupada demais comendo para isso.

- O que houve para vocês voltarem para Seul tão de repente? Não estavam na Colômbia a ultima vez que falei contigo? – nos encarou analisando, já que ele e detetive o Yeonmin tem mania de analisar tudo

- Parece que vai haver um problema e nosso chefe nos chamou – o Kiji explicou por cima

Só pude perceber que a Mina voltou quando uma touca foi colocada na minha cabeça e segundos depois de arruma-la ela se sentou ao lado do marido de frente conosco

- Não estão fazendo nada ilegal, não é? – o Yeon estreitou os olhos para nós.

- Relaxa, oppa, não queremos que você nos investigue nem que a unnie nos denuncie – abri um sorriso inocente, mas duvido que mostrava mesmo inocência

- Angie – a Mina tombou a cabeça apertando os olhos me analisando ainda mais

- Ah, vocês conhecem alguém com o codinome Healer? – perguntei.

- Ah não, Angel, não me venha falar que você está se envolvendo com ele – minha unnie começou a brigar.

- Não, só vou fazer um trabalho e ele vai estar lá, mas não sei nada sobre ele – expliquei por cima voltando a comer já que os dois que me acompanham já estavam acabando com tudo enquanto eu falava

- Healer é um mensageiro noturno muito procurado e misterioso. Tem um colega que está atrás dele. Não sei ao certo com o que ele trabalha, o que sei é que ele pega uma coisa de uma pessoa e entrega a outra em perfeita segurança. Pelo que fiquei sabendo, ele nunca perdeu uma carga ou seu rosto já foi visto – o Yeon me explicou o que sabia

- Aaah então ele é tipo o correios do submundo profissional – constatei – vai ser divertido esse próximo trabalho – abri um sorriso sádico


Notas Finais




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