História Fuggitivo - Capítulo 2


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Categorias Adelaide Kane, Dylan O'Brien, Jensen Ackles, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Adelaide Kane, Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Dylan O'Brien, Jensen Ackles, Loki, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Steve Rogers, Thor
Tags Dramas, Fugitiva, Passado, Revelaçoes, Romances, Segredos
Exibições 10
Palavras 3.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei né?
Mas pra pedir desculpas trouxe o primeiro capítulo pra vocês u.u
Revisei ele, mas pode ter sobrado algum erro então, peço que me desculpem logo.
Boa leitura :**

Capítulo 2 - Duas tentativas de assalto?


Fanfic / Fanfiction Fuggitivo - Capítulo 2 - Duas tentativas de assalto?

 

O sol começava a nascer e a iluminar a cidade de Manhattan, em um bairro simples, os primeiros raios de sol invadiam o quarto e repousavam em cima do lençol da garota que dormia serenamente. O despertador que estava sobre a cômoda ao lado da cama, tocou a fazendo suspirar e sentar-se na mesma. Encarou o relógio e decidiu se levantar ou chegaria atrasada na escola. Rumou em direção ao banheiro e despiu-se sentindo a água gelada bater em sua pele que ainda estava quente pela noite de sono. Xingou-se mentalmente por ainda não ter comprado o chuveiro elétrico para seu pequeno banheiro antes que o inverno chegasse a cidade.

Após o banho, enxugou-se e vestiu sua calça jeans skinny e uma blusa regata preta que marcava seu corpo fino e com curvas. Calçou os tênis e soltou os cabelos indo para frente do espelho olhar-se pela primeira vez no dia. Mia Cavasin Bortolotto encarou seu reflexo e viu suas olheiras bem marcadas pelas noites de sono que não tinha desde que chegara a cidade, Mia tinha constantes pesadelos e quando acordava no meio da noite preferia ficar acordada até o dia amanhecer. E quando isso acontecia seu humor nunca era dos melhores e durante a escola, seu namorado Troy Peterson a irritava ainda mais. Pegou sua mochila e a chaves de sua NCR Leggera 1200, sua motocicleta na cor cinza. Era um modelo bem caro, mas havia conseguido compra-la de um ferro velho totalmente destruído e como era bastante inteligente e boa em mecânica conseguiu dar vida novamente a motocicleta, e ela acabou virando seu meio de locomover-se rapidamente pela cidade. Na sala pegou o capacete e saiu de seu minúsculo apartamento o trancando, guardou as chaves no bolso de sua calça e desceu as escadas rapidamente. Mia não costumava tomar o café em casa, dificilmente comia algo ali, não tinha tempo sobrando para ficar de bobeira, de manhã tinha aula, a tarde ia para o trabalho e quando saía às nove horas, voltava para casa e ia apenas estudar. Mia gostava de trabalhar no café, afinal Amélia sua chefa uma senhorinha de 68 anos, deu-lhe um emprego quando ninguém queria empregar alguém tão jovem. Subiu em sua moto e colocou o capacete dando a partida e indo em direção ao Colégio de Manhattan, o nome era simples, mas a educação oferecida para seus alunos era uma das melhores de todo o estado. Havia ganhado uma bolsa ao chegar à cidade, e de todas as maneiras evitava entrar em confusão, suas notas eram excelentes era considerada uma do grupo dos nerds, mas Mia não pertencia a nenhum grupo não se considerava uma garota sociável. Parou no sinal vermelho do lado de um Porsche 718 Boxster S de cor vinho, Mia conhecia todos os modelos de carro, e sabia que aquele carro era um novo modelo lançado só deveria existir um na cidade. O sinal finalmente ficou verde e Mia acelerou pegando a interestadual que dava acesso à escola, entrou na rua e finalmente avistou o grande prédio e o seu extenso estacionamento. Deixou a moto em sua vaga e com o capacete em mãos entrou no corredor vendo os grupinhos passarem e andarem até seus respectivos armários. Mia colocou sua senha e guardou o capacete e pegou alguns livros que usaria hoje nas aulas, sua primeira aula seria de Física Quântica, depois Cálculos Matemáticos Avançados e por último e a melhor de todas Física Avançada II. Suas matérias foram escolhidas com o propósito de entrar na faculdade local de Engenharia Robótica, ela não sabia por que, mas era a única coisa que mais queria no mundo.

Andou até a sala respectiva, sentou-se no fundo e esperou o sinal tocar para o professor finalmente adentrar a sala e começar a aula de hoje. Mia olhou todos os alunos que entravam, conhecia cada rosto, mas não era amiga de ninguém, caso ele a encontrasse não queria magoar alguém caso fosse embora outra vez. Suspirou, esperava que esse dia não chegasse nunca, não queria mudar-se, ter que vender seus pertences e encontrar um novo local para morar. Está certo que não se sentia em casa em seu apartamento, era como se lá fosse apenas um local onde a mesma apenas dormia ao chegar do seu dia cansativo. Seu celular vibrou dentro do bolso e o pegou, encarou o símbolo de mensagem e o seu remetente Troy Peterson, abriu a mensagem para lê-la, dizia apenas “13 horas, no local de sempre, XXTROY.” Balançou a cabeça e guardou novamente o telefone, Troy era legal, mas vinha de uma família muito rica e metida os Peterson. Já havia encontrado algumas vezes a mãe de Troy, Leona. Uma mulher sem nenhum caráter que já havia oferecido quantidades absurdas em dinheiro para afastar-se de Troy. Mia jamais aceitara, e isso provocava a ira de Leona, afinal ela queria que o filho namorasse a herdeira dos Bittencourt, Abby. Abby estudava na mesma escola que Mia, consequentemente era a patricinha, capitã das líderes de torcida e a insuportável de toda a escola, os garotos caíam a seus pés. Quando Mia chegou à escola, Abby achou que ela seria uma grande rival, não que Mia considera-se muito bonita, afinal suas roupas eram totalmente o oposto das que Abby utilizava, após fingir ser sua amiga a mesma armou contra ela, mas para a infelicidade de Abby, Mia descobriu e virou o jogo a deixando totalmente raivosa por ter sido humilhada por uma novata. Logo Abby entendeu que Mia jamais roubaria o seu lugar e a deixou em paz para a felicidade da garota.

As aulas haviam começado há apenas um mês, e Mia queria que logo esse ano terminasse para enfim respirar e ficar longe de todos os riquinhos que existiam ali. 90% da escola eram riquinhos que estudavam porque os pais pagavam, os outros 10% eram bolsistas como Mia. Nem todos os riquinhos eram populares, alguns pertenciam a outros grupos sociais da escola. Mia lembrou-se de responder a mensagem de Troy e enviou apenas um “ok”, já tinha decidido terminar o relacionamento. Não era apaixonada por Troy e jamais poderia ser, era um metido que adorava tirar sarro dos bolsistas e nerds da escola, ele precisava de alguém como ele, decidiu deixar o caminho livre para Abby e assim realizar o sonho de Leona. O professor finalmente havia entrado na sala e começara a aula.

******

- Antes que vocês saiam desesperados por essa porta, gostaria de fazer um convite a vocês. O diretor convida a todos para um trabalho voluntário na biblioteca, iremos organizar todas as bibliotecas de nossa escola e para isso precisamos de uma ajudinha extra de vocês.

Já na última aula o professor Ryan antes que o sinal tocasse falou sobre as bibliotecas já estarem reformadas e que só faltavam organizar os livros em suas prateleiras. O colégio possuía três bibliotecas – uma externa onde ficava próxima ao estacionamento, uma interna ou central que ficava dentro do prédio no último andar com acesso restrito aos alunos e uma subterrânea que era um pouco próxima da caldeira e do porão onde se guardava os equipamentos quebrados - enormes que guardavam em seu acervo milhares de livros novos e antigos que guardavam toda uma história, duas das bibliotecas a externa e a subterrânea, precisaram de uma reforma urgente, por causa do inverno que havia sido bem rigoroso, a umidade foi tão grande que as paredes velhas e o piso em madeira começaram a estragar-se e consequentemente poderiam desabar a qualquer momento, após longos seis meses de reforma elas estavam prontas para abrigarem novamente seus livros e alunos que precisavam esconder-se pelo meio de livros apenas para estudar ou para fugirem de suas vidas reais tediosas.

- Vamos ganhar algo por isso? – Alessa Bombom perguntou ao professor, que a encara por cima de seus óculos e sorri de lado.

- Vou deixa-la descobrir ao pesquisar a palavra voluntário no dicionário. Estão liberados. – Mia sorrir ao ver uma das garotas do grupinho de líderes de torcida que é metida a inteligente levar um corte do professor Ryan. Mia pega seus materiais e guarda em sua mochila. – Mia poderia dar uma palavrinha com você?

- Claro. – ela se aproxima da mesa onde o professor ainda está sentado e fica na sua frente.

- Mia você sabe que tem excelentes notas não é mesmo? – ela assente. – E pode entrar em qualquer universidade, eu gostaria de saber se você não quer fazer a prova de monitoria para os laboratórios de física da escola nesse último ano?

- Oh, eu não havia nem pensado nisso professor. – confessou. – Mas acho que talvez não consiga lidar com tanta coisa.

- Sei que você é capaz Mia, mas pense bem você ganharia mais horas extras em seu histórico e além de um dinheiro a mais para você. – ele sorriu.

- Vou pensar, eu prometo. Agora preciso ir, ou vou me atrasar.

- Até mais.

Mia saiu da sala e foi direto para o armário guardar alguns materiais e escolher o que levaria para casa, pegou novamente seu capacete e após colocar a mochila nas costas foi até o estacionamento e antes de montar em sua moto viu Troy acenando para ela. Havia se esquecido da conversa que teria com ele, mas era melhor assim que se livrava logo desse problema. Andou até o garoto loiro de olhos azuis que sorriu para ela, Mia retribuiu o sorriso e parou alguns centímetros longe dele.

- Aconteceu algo meu amor?

- Sim. – odiava quando ele a chamava de meu amor, mas nunca havia dito isso a ele. O mesmo a encarou e aguardou que ela lhe contasse o que ocorria. – Eu quero terminar.

- O quê? Mas por quê? Eu fiz algo... – Mia o interrompe.

- Não, você não fez nada. Eu só não posso continuar em um relacionamento onde eu não... Desculpe Troy, mas eu não consigo me apaixonar por você. – mordeu o lábio em nervosismo.

- Isso não acontece tão rápido Mia.

- Eu sei disso, e também somos diferentes demais. Não posso continuar te prendendo a mim e a minha vida miserável Troy.

- Você não me prende, não é assim Mia.

- Troy entenda. Não posso ficar com você porque não teremos futuro, você jamais teria coragem de enfrentar seus pais para ficar comigo. Você não quer perder o seu luxo. – o garoto baixou o olhar e ela suspirou. – Viu? Saiba que eu gosto muito de você, mas não o suficiente para esperar você se decidir. Fique com sua família, namore com Abby e case-se com ela. Seja feliz Troy. – beijou a testa do garoto e saiu o deixando ali parado um pouco frustrado, Mia montou sua moto e rumou para o Café Express Plints, chegou em menos de 30 minutos e ao entrar com seu capacete e sua mochila andou até o vestiário e colocou sua roupa de serviço e guardou suas coisas em seu armário. Andou até a cozinha onde se serviu e foi almoçar.

- Não tomou café de novo Mia? - Amélia sua chefa sentou-se ao seu lado e a olhou com repreensão.

- Sim, mas é que não sinto fome pela manhã dona Amélia.

- Não quero mais ouvir essa desculpa, agora todo dia pela manhã antes de ir para a escola passe aqui e tome o café da manhã comigo em minha casa.

- Negativo, não vou incomodar a senhora.

- Deixe disso menina, sabes que é muito bem vinda aqui. E eu exijo que compareça todo dia pela manhã.

- Vou concordar apenas porque a senhora não esquecerá isso. – sorriu.

Mia terminou seu almoço e foi para o seu lugar, o caixa do café. O Café Express Plints era localizado em uma rua comercial, era bastante movimentado já que as pessoas que faziam compras, e resolviam alguns assuntos ou saíam do trabalho gostavam de passar ali para tomar um café e comer os bolos feitos por Amélia. Amélia morava aos fundos do café, tinha apenas uma cozinha e dois quartos cada um com banheiro e uma pequena sala com sua tevê onde assistia a suas novelas. Os funcionários do café resumiam-se a oito pessoas: Crystal, Roma e Breno eram os atendentes; Fred, Poli e John eram os garçons; Victor ajudava Amélia na cozinha e Mia a caixa. Todos eram amigos, mas Crystal era a única que não gostava tanto de Mia, ela não acreditava que Mia decidiu deixar a Itália para vir morar em Manhattan, tinha certeza de que ela escondia algo, mas é claro ninguém se importava com as loucuras de Crystal. Por outro lado as outras duas garotas que também trabalhavam no local, Roma e Poli adoravam Mia, mesmo ela não falando muito. Todo dia era da mesma forma, ia para a escola, almoçava no café, estudava no tempo livre quando chegava em casa, e depois dormia, mas sempre acordava de madrugada devido aos seus pesadelos que a faziam perder o sono e voltar a estudar até o nascer do sol. Ás 21h00min o café fechava e os funcionários o arrumavam para o dia seguinte, Mia sempre ajudava já que não vinha pela manhã. Ao terminar foi até dona Amélia lhe entregar todo o dinheiro do caixa para a mesma guardar em seu cofre.

- Amanhã vamos ao banco depositar o dinheiro na conta do café.

- Claro.

- Não se esqueça de vir para o café da manhã Mia.

- Tudo bem dona Amélia. – deu-lhe um beijo na testa e saiu do café indo até sua moto e antes que colocasse o capacete viu Roma e Victor aos beijos e não deixou de sorrir. Montou a moto e saiu devagar para não atrapalhar o casal, quando se distanciou o suficiente acelerou e foi direto para seu apartamento, estava exausta. Ao chegar guardou a moto em sua vaga e subiu os quatro lances de escadas que levavam ao seu minúsculo apartamento, girou a chave e entrou em seu apartamento trancando a porta em seguida, guardou sua mochila em seu quarto e pegou os livros e cadernos que usaria para estudar e os colocou sobre a mesa da cozinha. Decidiu tomar um banho já que só banhara ao sair de casa, era a única coisa que mais detestava em passar o dia fora, sentiu a água fria bater em sua pele e fez uma anotação mental para lembrar-se de comprar o material para fazer seu próprio chuveiro elétrico.

Ao sair do banho vestiu um short folgado e uma camiseta grande com a frase “fuck you” estampada na frente, foi até sua pequena cozinha e preparou uma xícara de café e pegou alguns biscoitos que restavam no armário e sentou-se a mesa para comer e para estudar. Decidiu começar com Geografia, já que de longe era uma de suas matérias preferidas.

*****

No dia seguinte quando Mia e dona Amélia saíram do banco e andavam em direção ao carro da senhora, as duas foram surpreendidas por dois homens que portavam armas e anunciavam o assalto.

- Nós não temos nada. – dona Amélia disse.

- Tem sim, acabaram de sair do banco. Queremos o dinheiro e ninguém morre.

Mia odiava isso. Pessoas que não faziam nada atacavam e levavam o dinheiro que as pessoas suavam para conseguir. Antes que conseguisse planejar algo viu um vulto a sua frente e ouviu disparos.

- Ele tem um escudo.

- Melhor irmos embora.

Ouviu o som dos passos rápidos dos assaltantes e em seguida o som da sirene avisando que a polícia havia chegado ao local. Finalmente abriu os olhos e não se lembrava de quando os fechou, viu o homem a sua frente com uma roupa azul, olhou para o lado e percebeu que estava abraçada com dona Amélia como se estivesse a protegendo.

- Vocês duas estão bem? – o homem finalmente as encarou, olhou os olhos azuis e a estampa de uma estrela em sua roupa. Amélia sorriu e assentiu.

- Estamos bem. Obrigada Capitão.

O homem sorriu e foi até os policiais, em seguida montou em uma moto, provavelmente a sua e acelerou. Mia entrou no carro após ajudar Amélia a entrar no banco de motorista e as duas voltaram para o café, após contarem o ocorrido todos ficaram preocupados e surpresos com quem as tinha salvado.

- Não consigo acreditar que o Capitão América salvou vocês. – Roma falava alegremente ao lado de Poli e Mia. – Então Mia ele é bonito?

- Ele é. – a mesma deu de ombros.

- Forte?

- Ele é um super soldado não? – Roma revirou os olhos. – Aliás, não foi possível ver seu rosto por completo, ele usa uma máscara.

- Você não vem trabalhar no sábado não é mesmo? – Poli perguntou a Mia.

- Não, vou ser voluntária para organização da biblioteca da escola. Só venho na segunda, já que dona Amélia me deu folga esse final de semana.

- Você precisa de folga, é a única que nunca tirou uma folguinha se quer.

- Eu gosto de trabalhar. Isso me ocupa.

A verdade é que Mia trabalhava demais por um único propósito, para assim ficar cansada e acabar dormindo a noite inteira sem interrupções dos seus pesadelos. O café já estava fechado e Mia ajudava Roma e Poli a arrumarem o café para o dia seguinte, enquanto Mia limpava ela olhava o relógio na parede que já marcava às 22h40min. Roma parou de limpar o balcão e encarou as outras garotas.

- Vocês ouviram isso?

- O quê? – perguntou Poli.

- Um barulho.

- De onde veio? – Mia perguntou baixinho e desconfiada deixou o esfregão de lado.

- Lá dos fundos. – respondeu Poli em um sussurro.

As três encararam-se e ouviram a porta dos fundos ser aberta, a mesma tinha um sininho que anunciava a entrada de alguém. Não poderia ser um dos garotos já que eles tinham ido embora as nove, Dona Amélia só voltaria na manhã seguinte, pois havia ido para a casa de seu filho Arthur.

- Vamos nos esconder ali atrás perto do banheiro. – sussurrou Mia. – Devagar sem fazer nenhum barulho.

Elas andaram na ponta dos pés tentando não fazer nenhum barulho tão alto, para não chamarem a atenção para elas. Após esconderem-se ouviram passos aproximarem-se da bancada e logo em seguida ouviram vozes.

- Olhem a caixa registradora.

- Você acha que vai ter alguma coisa aqui?

- Claro que sim, é o único café localizado nessa avenida movimentada. Agora faça o que eu mandei.

Elas ouviram o som da caixa registradora ser aberta e o espanto dos homens ao verem que não tinha nada. Mia pegou seu celular que estava em modo silencioso e discou os números da polícia.

“– Alô? Qual a emergência?

- Assalto na Rua 234, no Café Express Plints. Estou escondida no banheiro com mais duas funcionárias.

- Viatura a caminho.”

Guardou o celular novamente no bolso e sorriu confiante para suas amigas, logo a polícia estaria ali e não aconteceria nada com ninguém. Mas o celular de Roma começou a tocar dentro do seu bolso, as três se assustaram e os dois homens que estavam ainda encarando a caixa registradora também.

- Você acha que tem alguém aqui ainda?

- Vamos descobrir.

As garotas entraram em uma das cabines e subiram em um dos sanitários para impedirem de verem suas pernas, Roma já havia deixado o celular sobre a pia do banheiro, pois assim os mesmos achariam que tinham esquecido o telefone ali. Quando o som dos passos se fez presente dentro do banheiro feminino, o coração das garotas batia freneticamente.

- Olha tem um celular aqui. Devem ter esquecido.

- É, devem. Vamos sair logo daqui, outro dia voltamos.

Os passos distanciaram-se e Mia logo ouviu o som da porta dos fundos sendo aberta com força.

- Mãos para o alto ou vamos atirar!

Poli suspirou aliviada junto com Roma e Mia, as três logo saíram de seus esconderijos e viram alguns policiais levando os dois homens, e outro veio ao encontro delas.

- Vocês estão bem garotas?

- Sim, foi só um susto. – respondeu Poli.

- Querem fazer uma inspeção para ver se alguma coisa sumiu?

- Não será preciso, não temos nada de muito valioso por aqui. A não ser o dinheiro, mas já havíamos guardado no cofre.

- Muito bem, então fechem o café e vão para suas casas descansar. Após darem um pequeno depoimento, pode ser? – as três garotas assentiram.

Após o depoimento Mia despediu-se das duas amigas e montou em sua moto e acelerando dirigiu-se até seu apartamento o dia havia sido longo demais. Duas tentativas de assalto em um só dia era algo que deixava os cabelos em pé.


Notas Finais


Tivemos uma pequena aparição do nosso querido Capitão América *u*
Espero que tenham gostado desse primeiro capítulo o próximo com toda a certeza vocês já vão conhecer nosso mocinho Dante (representado por Dylan O'brien meu amor <3)
Até o próximo e espero não demorar muito, XX Cami :*


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