História Fugitive - Imagine BTS - Park Jimin - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine Bangtan Boys, Imagine Jimin, Imagine Park Jimin, Você
Visualizações 74
Palavras 880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Um mês depois estou eu aqui '-'
Aish, me desculpem pelo capítulo méh, mas é que eu estou pensado seriamente em sair do spirit de uma vez por todas.
As coisas aqui vem estando estranhas para mim e eu acho que tudo já não é mesmo, tanto em minha vida real quanto a minha vida aqui.

Ahn, não se esqueçam que você é Jung Sook, e também que esse nome é falso por que você está fugindo. Muitas vezes as outras personagens irão se referir a você em seu disfarce já que ninguém sabe quem você realmente é.

#mesintoabandonada

As vezes quero sumir.

Capítulo 11 - Chapter Eleven


Fugitive - Imagine Park Jimin

Chapter Eleven 

 

Era estranho ela ser o que eu procuro agora, um professor de inglês oras, poderia ser mera coincidência?

Ah quer saber?

Se me eu me ferrar Amanda me defende

- O-Okay. - Estendi minha mão que estava trêmula para selarmos o acordo. - Negócio fechado.

 

Uma Semana Depois - Narrado por ________

Eu havia me levantado cedo, eu deveria estar às nove horas na porta da casa de Park Jimin, seria tempo integral, apenas sairia para almoçar, o que era um tempo de uma hora e meia, e voltaria para o domicilio até às seis horas da tarde, era um período bom com um salário ótimo. 

Eu caminhava pelas ruas em busca do endereço que havia pegado nos dados enviados por Jimin depois de sua última deixa "Negócio Fechado".

Eu fiquei confuso quando percebi que ele não era nada que aparentava, um homem sério, e totalmente formado, apesar de seus traços delicados também parecia ser rude, mas essa minha ideia e desconfiança desapareceu quando vi que o mesmo era "frágil" para as minhas ações, e as reações que eu causava naquele ser me deixava embasbacada de como o mesmo poderia ser tão... tão... estranho, parecia ser inocente demais, ingênuo demais para aquele mundo cheio de maldades, por algum lado que eu tentava negar eu gostava daquilo, talvez até demais.

Olhei em volta, eu já estava na rua certo, por alguns segundos procurei o número condizente com o que havia no e-mail e achei uma casa um tanto grande para ele que parecia morar sozinho. As cores neutras da casa me davam boas-vindas, apenas suspirei fundo tocando a campainha, minhas mãos suaram e eu estranhei aquele fato, senti meu coração disparar e tentei fazê-lo parar respirando fundo de olhos fechados, e não deixei de estranhar aquele fato também. O que estava acontecendo comigo?

Apenas me recompus balançando minha cabeça, como se fosse possível espantar aqueles pensamentos, e logo após isso vi uma figura feminina um pouco mais alta que eu abrir a porta aparecer ali.

Era uma típica coreana, era magra, mas nem tanto, cabelos pretos, olhos pequenos, e como eu citei antes... um pouco mais alta que eu.

- Ah, você deve ser Sook, certo? - O tom suave de sua voz atingiu meus ouvidos e meus pensamentos e suposições ativaram. Ela seria algo de Jimin? Namorada talvez? Ou apenas uma amiga? 

- A-Ah, sim. - Praguejei mentalmente por ter exitado em lhe responder.

- Pode entrar, logo Jimin já desce, ele geralmente acorda tarde. - O modo natural que ela pronunciava o nome de Jimin deixava explícito que já se conheciam a algum tempo, fiquei mais intrigada ainda. 

Ela deu passagem para que eu adentrasse na casa e eu apenas fiz uma reverência passando por ela, percebi malas no canto da espaçosa casa e me perguntei para que elas serviriam, mas algo fazia concordância já que a mulher estava bem vestida.

- Acho que Jimin errou ao falar de você... - Me voltei para ela que havia terminado de fechar a porta e caminhava em minha direção. - Você não é bonita. - Pisquei atônita. Ela parecia séria. - Você é muito bonita e fofa! - Pisquei novamente ainda processando a informação e o susto enquanto a mesma abria um sorriso dócil.

- Obrigada. - Murmurei e vi a mesma caminhar até o sofá da sala. 

- Venha, sente-se. - Retirei a bolsa de meus ombros e me juntei a mesma sentando em frente ao sofá que ela estava. - Jimin! - Ela deu um grito um tanto alto chamando-o e eu novamente me perguntei o que ela seria dele. - Aish, me desculpe, eu o acordei mais cedo, mas ele é como uma criança, aproveitou para dormir quando eu saí e agora está se arrumando igual a um louco.

Assenti com a com a cabeça.

- Aish, pare de gritar! - Uma voz rouca se pronunciou no final da escada atraindo minha atenção e encontrei um ruivo de cabelos levemente bagunçados, uma calça jeans preta e um moletom largo listrado. O olhei e quando seu olhar caiu sobre mim eu pude ver suas bochechas ganharem uma coloração vermelha e ele puxar ar para seus pulmões.

- Enfim, foi bom lhe conhecer Sook, mas tenho que sair, o amor da minha vida me espera no Brasil, e meu vôo sai daqui quarenta minutos. - Estranhei. "O amor da minha vida me espera no Brasil". - Tchauzinho primo! Deu um beijo rápido na bochecha de Jimin e foi até as malas, assim que a mulher abriu a porta da casa pode se ouvir uma buzina estridente vinda do lado de fora. 

- E-E-Ei! - Ele tentou protestar, mas a porta fora fechada.

- Hm... bom dia. - Falei em um murmuro baixo, talvez aquele hora não seria de cumprimentá-lo, pois o mesmo parecia incrédulo.

- B-Bom dia. - Vi o mesmo coçar a nuca, sem graça.

- Está pronto para começar? Nosso horário já foi adiado. - Percebi que já era nove e meia e o olhei como se quisesse começar logo aquilo, aliás, eu estava aqui para trabalhar, não é?

- Sim... - Ele parecia perdido.

Narrado Por Jimin

Aish, eu não sabia onde eu enfiava a cara, eu realmente não sabia.

 

 

 


Notas Finais


Nada a declarar...


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