História Fun Of Horrors - I'm Your Nightmare - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Motionless In White
Personagens Christopher "Chris Motionless" Cerulli, Devin "Ghost" Sola, Joshua Balz, Personagens Originais, Richard "Ricky Horror" Olson, Ryan Sitkowski
Tags Motionless In White
Exibições 14
Palavras 3.754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


táaaaaaa, já sei! ss eu demorei de novo saushuahsuah maaaaaaaas eu estou muito ocupada galerinha! trabalho, escola, família... aaaaaaaaaah! Mas finalemnte chegoooou e está aí mais um cap quentinho e divo p vcs! c umas coisinhas aí hehehe ¬u¬
Kissuuuus e boa leitura <3

música 1- Amaranth- Nightwish
música 2- Dark Passanger
música 3- Dead As Fuck

Capítulo 4 - I'm Sorry, But You Will Be My- Icy Tears And Opaque Smile(2)


Fanfic / Fanfiction Fun Of Horrors - I'm Your Nightmare - Capítulo 4 - I'm Sorry, But You Will Be My- Icy Tears And Opaque Smile(2)

I'm Sorry, But You Will Be My- Icy Tears And Opaque Smile

Ficar sentada naquele chão frio e ainda chorando não foi umas das melhores opções que eu tive, mas naquela situação que eu estava não encontrei nada melhor. Minha cabeça estava transtornada demais, eu estava com medo desse lugar, dessa gente, desse louco! Qual era o problema dele? Qual o motivo dele fazer isso comigo? Eu não entendia mais nada disso, já estava me afundando no desespero, eu queria desaparecer. Devo ter ficado ali por um longo tempo, pois percebi que minha pele estava mais do que gelada e meus cabelos pouco húmidos.

Respirei fundo e relaxei por uns instantes, até então perceber que se encontrava umas vestes em minha cama, bem como Abgail havia dito, mas eram um tanto “estranhas”, como as que eu estava antes. Retirei a toalha de meu corpo, expondo ao frio meus pelos eriçados e minha pele gelada, cobrindo-as agora com uma pequena roupa íntima preta que a moça havia deixado e escondi os seios marcados com um corpete preto e justo, totalmente de couro com alguns detalhes em prata, trançado na frente. Vesti para finalizar uma calça justíssima de couro, uma bota trançada na frente –um tanto antiga- que ia até o joelho e um casaco pesado de pele de animal.

O mesmo era de um cinza chumbo muito grosso, com pelagem “extra” nas mangas e no enorme capuz, num tom amarelado. No seu interior, encontrava-se uma grossa lã negra de carneiro, pesando e esquentando-me por inteiro. Terminei de me arrumar passando uma maquiagem que Abigal deixara para mim na penteadeira, escondendo a vermelhidão do rosto e protegendo os lábios com um gloss simples contra o frio. Penteei meu cabelo e o deixei preso em um rabo de cavalo alto (N/A: Quem tiver cabelos curtos, ela apenas deixou-o todo para trás).

Pensei no que faria depois de me vestir: esperar no quarto? Dormir? Perambular pelo mesmo? Não. Fitei a porta, com a esperança de finalmente sair dali, então obtive uma resposta, quando segui em sua direção e, cruzando os dedos, girei a maçaneta torcendo para que não estivesse trancada, que por sorte não estava.

Sai dali rapidamente, andando rapidamente pelos longos e vermelhos corredores, tentando abrir todas as portas que via, porém estavam trancadas. Sem sucesso, fiquei perambulando por eles até tentar encontrar alguma coisa, que não demorou muito. Segui por umas pequenas escadas que levaram para mais um corredor, porém mais estreito e sem portas aos lados, exceto uma que se encontrava aberta, revelando uma luz forte que saía dali. Como sou “um pouco curiosa”, fui ver oque era parando escondida em frente a porta, e me surpreendi ao ver o homem ao pouco em meu quarto agora ali, treinando sua mira com uma dúzia de pequenas facas na mão, atirando-as em um desenho de uma moça na parede. Ele se encontrava com o cabelo preso num leve coque, pelo que parecia por causa do suor que saia de seu corpo e seu sobretudo agora estava atirado no chão, mostrando a blusa social branca e o colete de couro em seu tronco.

Ele tinha êxito em todas as jogadas, não acertava nenhum dentro do desenho, apenas no contorno da garota, mas foi aí que eu percebi que sua feição era de raiva, e jogava aquilo com extrema força, como se quisesse “errar” seu treino.

(MÚSICA 1 NOW :3)

-Nossa...

-Legal né?

Tomei um susto com a voz masculina que estava bem próxima de mim. Me virei para ver quem era e me surpreendi ainda mais ao ver o homem “palhaço” com o queixo apoiado em meu ombro, enquanto olhava fascinado seu amigo com as facas. Ele logo recebera um tapa na cabeça de um dos seus companheiros que estava chegando, no caso, Ryan.

-Para de assustar a menina!

-Outch! Pra que fazer isso!?- Falou com uma falsa irritação na face enquanto coçava freneticamente a cabeça.- Mas to mentindo? Não é legal?

-É interessante, mas não com ele irritado desse jeito!

-Ainda mais por causa dessa aqui!- Disse risonho num tom debochado, enquanto me apertava pelos braços e os sacudia. Me desvencilhei rapidamente e fui para perto de Ryan, não queria ele perto de mim.

-Antes você deveria se desculpar com ela antes de ficar falando essas idiotices, sabe...

-Não é idiotice, mas deixa quieto. Respondeu revirando os olhos- Mas enfim, você não deve saber meu nome né querida? Meu nome é Devin Sola, mas me chama de Ghost mesmo!

Ele esticara seu braço direito para um comprimento, mas eu me encolhi mais ainda em Ryan, que me abraçou e fez uma cara de desaprovação para o amigo. Ghost acabou ficando sem jeito, e colocou a mão nos cabelos, enquanto os coçava freneticamente.

-Tá, tá certo! Eu fui um pouquinho agressivo contigo...

-UM POUQUINHO!?

-TÁ RYAN! FUI PRA CACETE! Mas enfim, eu espero que você me perdoe, eu estava obedecendo ordens, então esperava que eu te afetasse tanto quanto você me afetou.- Riu apontando para o nariz vermelho e com vários curativos- E eu não esperei que Chris fosse fazer oque ele fez ontem... Todos nós ficamos putos com ele, mas ele tem motivo...

-MOTIVO!? Desde quando me atacar daquele jeito tem motivo!?- Esbravejei para Ghost que agora se assustara- Eu te perdoo, pelo menos uma desculpa veio de você, mas ele... Aquilo não tem perdão!

-Entenda, ele não fez isso por vontade própria...- Tentou Ryan, mas acabei cortando-o

-Se não foi por vontade própria, foi pelo oque então!?

-Assim, eu te ataquei e não era a minha intenção, e mesmo que você diga que ele não recebeu ordens, na verdade ele recebeu da cabeça dele.- Olhei pra ele como se ele fosse retardado, afinal, qualquer ação do corpo vem direto do cérebro, não é mesmo?- Tá isso foi idiota...

-Cala a boca, eu te explico melhor... Bem, é que quando ele era melhor, uma coisa aconteceu com ele, uma coisa bem grave.- Ryan desviou seu olhar para, que o acompanhei e percebi a seriedade em seu rosto.- E isso o afetou, e muito! E por causa disso, ele começou a ter uma série de problemas de saúde e transtornos mentais: veio hipertensão, pressão alta, estresse... Ele foi melhorando bem lentamente, mas acabou que o cérebro dele, sem sabermos o motivo, acabou obrigando-o a fazer coisas sem pensar...

-Como assim..?

-Digamos que quando a pressão dele sobe, ou ele se descontrola, ele entra numa espécie de transe, e faz coisas sem pensar, e quando alguém realmente o distrai, ele volta a si e percebe a merda que ele fez...- Completou Ghost que igualmente olhava para ele.- Já aconteceu várias vezes, é meio que uma culpa que ele criou, e quando percebe que vai explodir ou perto de fazer algo errado de novo, ele trava, mas o corpo não para... É difícil de explicar, mas ele não fez aquilo por querer, ele perdeu a cabeça ontem, Ricky quase o espancou hehe...- Terminou colocando a mão no queixo rindo, enquanto recordava da lembrança do último dia.

-Como assim!?

-Digamos que ele ficou nervosinho pelo fato do Chris ter quase te comido, aí ele pulou no Chirs e começou a estrangular ele, aí Chris soqueou a cara dele! Depois os dois começaram a lutar e...

-DEU NÉ GHOST!?- Advertiu Ryan com uma cara assustadora.

-Foi mal...- Respondeu o amigo cabisbaixo

-Como é bom ficar falando da vida dos outros né...?

Nos assustamos com a voz que nos cortou friamente, e percebemos Chris virado para nós com uma das facas na mão e com expressão séria. Agarrei firmemente a veste dos meninos que estavam na minha frente, barrando a porta como se fossem guardas me protegendo. O homem ameaçou se aproximar de mim, porém eu com medo recuei bruscamente para trás. Ele riu cabisbaixo de meu ato, logo levantando a cabeça com um sorriso sarcástico estampado em sua face, mostrando então as marcas arroxeadas em seu pescoço.

-Você NUNCA irá confiar em mim né? Mesmo que eles te digam a verdade, você não vai passar de uma medrosinha não é?

Ele voltou com sua expressão séria para nós, e com uma rápida virada com o corpo, arremessou com toda sua força e brutalidade a última faca, acertando finalmente na cabeça da moça. Ele se virou e saiu pela porta, empurrando-nos para fora de seu caminho até então travar antes de sair, virando-se para mim e apertando minha face com sua mão.

-Você é repugnante...

-Olha quem fala! Eu não machuco as pessoas diferente de você!

-Machuca, não fisicamente, mas machuca... E ainda perdoa eles como se não fosse nada oque eles te fizeram.

-Eles não abusaram de mim, abusaram?- Falei arrogante, com um olhar desafiador sobre ele. O mesmo então enraiveceu ainda mais sua expressão, largando estupidamente meu rosto – marcado com seus dedos agora – e terminou:

-Se você pudesse ver oque realmente tem que ver, não estaria falando essas idiotices.

Chris, encarando por uma última vez seus companheiros se retirou dali, seguindo agora pelo que pareceu ser o seu quarto. Respirei em alívio, quase caindo para trás, mas as mãos fortes de Ryan seguraram meus braços e recostando-me sobre seu corpo. Ouvi passos apressados, e percebi que a garota de longos cabelos vermelhos se aproximava de mim com a face assustada, que agora me abanava com suas mãos.

 

-x-x-x-x-x-x-

 

Já era noite, estava frio, e eu não parava de andar de um lado para o outro no que acho eu ser o quarto de Ryan, com a presença do mesmo e de Abigail lá. Ela estava aflita com o meu comportamento tenso, ou talvez pelo fato deu estar agarrada firmemente na caneca quente de chá de maracujá que ela preparou – acho que estava com medo que eu derrubasse o líquido no chão, já que quem teria que limpar depois seria ela. Eu estava indecisa, estava confusa e principalmente aflita, não sabia oque fazer.

-Ryan, acho que se ela ficar andando tanto, o seu tapete vai ficar marcado...

-Ei Bunny! Se acalma vai!

-MAS EU TO CAL... Bunny?

-Bunny?- perguntou também Abigail, sem entender muito.

-É, Bunny! Era como a gente te chamava quando... ah claro, não vai se lembrer né?

-Bem, não... Mas gostei!

-Claro que sim, você adorava esse apelido!

-Se não se importam vocês dois, temos um assunto para resolver sabe!- Interrompeu Abigail um tanto irritadiça com o assunto, mas trazendo a tona o verdadeiro motivo deu estar ali andando de um lado para o outro no quarto de Ryan.

Sentei-me junto a eles na cama e aos poucos fui tomando o delicioso chá preparado pela ruiva ao meu lado. Quando ambos viram que eu havia terminado de ingerir a deliciosa bebida, Ryan perguntou.

-Oque pretende fazer agora?

-Como assim?- Perguntei disfarçadamente, não queria que soubessem o motivo deu estar aflita.

-Se eu te conheço bem, e conheço, sei que ficou nervosa com oque Chris te disse... – Bingo Ryan, acertou! – E agora ficou com a consciência pesada e quer pedir desculpas, mas...- Terminou a frase encarando Abigail para terminar sua frase.

-Mas está com muita raiva pelo oque ele fez a ela?

-É m-mais ou menos isso... É só que, como eu consigo ficar mal por alguém que me fez tanto mal desde que eu cheguei aqui? Como eu consigo me sentir assim logo por ele? Sabe, eu sinto uma agonia gigantesca dentro de mim, só não consigo entender o porquê...

-Sabe, em situações como essa, você deveria conversar com ele, entende? Ir tentar resolver as coisas...- Aconselhou a moça com um sorriso acolhedor nos lábios.

-Mas ele...

-Olha, eu fiquei bem puto com ele, mas por incrível que pareça, eu acho que você deve fazer isso, afinal, se ele te machucar, você obviamente vai gritar e eu vou te “salvar” mais umavez!- Sinalizou o homem as aspas com os dedos, enquanto dava um leviano sorriso.

-Tá, eu faço isso, mas eu estou com medo...

-Medo!? Olha como você espancou a gente e está com medo de uma conversa?

-Mas é com ele...

-Acho que você deveria encarar esse medo que tem dele de uma vez...- Aconselhou Abigail.

Encarei os dois por uma última vez e, respirando pesadamente, me levantei da cama e segui para a porta juntamente com Ryan, que me guiou até novamente a porta que me fez tremer da cabeça aos pés. Ele se despediu com um sorriso calmo nos lábios e uma piscadela, seguindo então pra o final do corredor até ser impossível vê-lo na escuridão. Meu corpo todo tremia, mas sabia que tinha uma obrigação comigo mesma para fazer. Bati algumas vezes na porta, porém ninguém respondeu só que minha ansiedade era tanto que entrei calmamente no quarto pouco iluminado.

(MÚSICA 2 NOW <3)

Novamente ali, com o coração quase saindo pela boca, o tremor percorria em minhas veias, mas estranhamente ninguém estava ali, ninguém perturbador para me amaldiçoar todas as noites. Andei todo o cômodo, chamando por alguém, perguntando por algum sinal de vida e nada. Ótimo, vim até aqui quase que morrendo de tão apavorada para não ter ninguém? Quando já estava indo para a porta para me retirar, escutei um barulho de água correndo, e algo “mergulhando” nela... Virei-me e percebi que não tinha procurado bem o suficiente naquele lugar, ainda faltava um último cômodo: o banheiro. Atravessei o quarto mais trêmula do que antes, agora parando em frente a porta simples no canto do local. Bati um única vez, escutando a voz rouca que gelou meu corpo inteiro numa única vez.

-Entre...

Girei a maçaneta dourada e fria, abrindo devagar a porta, revelando um amplo lugar escuro, com as paredes e chão revestido de granito negro, com pouquíssima iluminação. Em seu meio havia uma grande banheira de hidro quadrada, com as bordas igualmente escuras, com várias velas – a única iluminação do lugar – em sua volta. Estava tão encantada nos detalhes que demorei para perceber a figura masculina dentro da banheira, recostado com os braços escoradas nas paredes da banheira branca, e quando notei-o corei instantaneamente.

-AI MEU DEUS!- Abaixai a cabeça rapidamente, apertando os olhos sem querer encará-lo.

-Oque foi...?

-V-você poderia ter dito que não estaria vestido!

-Primeiro: como eu saberia que era você batendo? Segundo: Eu to dentro d’água, não tem como você ver o meu...

-DEU! JÁ ENTENDI!

-Certo, então oque você está fazendo aqui?

-Bem eu...

-Ajudaria se você chegasse mais perto de mim para conversar não é?

-OQUE!?- Percebi que realmente estava longe dele, escorada na porta para ser mais exata.- Tá c-certo...

Caminhei até perto do mesmo, virando o rosto corado para o lado, para evitar ver certas “coisas” dele. Mas não pudi deixar de notar sua face pálida e séria me encarando, seus cabelos negros molhados para trás, suas tatuagens e peitoral a mostra, seus braços largos e finos recostados na banheira... Tudo isso, me deixou estranhamente ofegante, quente e um excita... Não, excitada nunca! Tentei tirar essas coisas da minha cabeça, e agradeci pelo fato dele achar que o rubor nas minhas bochechas ser por ele estar daquele jeito

-Então...?

-Bem, eu... Eu... Eu vim te pedir desculpas...

-Como?

-EU VIM TE PEDIR DESCULPAS!- Gritei nervosamente, percebendo que o mesmo tomou um susto.- Foi mal...

-Tá, tanto faz....- Ele encostara a cabeça na borda da banheira e fechou os olhos, ignorando o meu perdão. Por que aquilo me magoou?

-Sério, me desculpe... Eu não deveria ter te tratado daquele jeito...

-Não seria eu a te pedir desculpas?

-Sim, quer dizer, não! Mas... Ah estou confusa!

-Não tem medo de mim?

-Que? N-não, claro que não...

Ele se levantou rapidamente da banheira – sim, nu – e parou na minha frente. Eu devia estar parecendo um tomate, de tão corada que eu estava agora, mas por sorte eu não vira nada que eu não precisasse. Fechei ainda mais meus olhos para não encará-lo dessa forma, porém, diferente de mim, ele me encarava intensamente, puxando-me para perto de si pela cintura com uma de suas mãos, e com a outra levantou meu queixo, pondo minha face perto da sua. Com essa proximidade, pude sentir seu membro encostando perto de mim, aquilo estava me causando pânico, medo e por incrível que pareça, uma vontade horrenda de me “fundir” a ele.

-Tem certeza? Eu acho que não...

-EU NÃO TENHO MEDO DE VOCÊ!

-Então por que não abre os olhos, hm?

-PRONTO, ABERTOS! SATISFEITO?

Ele sorriu maliciosamente e aproximando-se mais, passou lentamente sua língua sobre meus lábios. Num ato de impulso, coloquei minhas mãos em seus ombros, como se fosse empurrá-lo para longe. Ele parou o ato e, com um leve riso de deboche disse:

-Viu? Tem sim, e nem perto quer ficar de mim... Você me odeia!

Ele ia se afastar, porém apartei o seus braços, travando-o, o que o surpreendeu, com os olhos arregalados. Virei meu rosto para o lado e abaixei meu olhar para as velas, não acreditando no que iria falar.

-Não é isso... É só que... Tá, eu te odeio, desde o mento que eu pisei aqui eu te odeio! Só que estranhamente, toda vez que eu te vejo, eu sinto uma sensação de nostalgia, uma sensação boa... Meu coração dispara e isso me deixa confusa! Eu queria ficar perto de você pra descobrir oque era isso, mas quando fiquei, você fez... aquilo...

Ele me olhava abismado, não acreditando no que eu estava dizendo.

-Então, se você acha que terá meu perdão sobre aquilo, a minha resposta é não! Mas, eu quero que você me ajude, me ajude a parar essa dor que eu sinto quando te vejo ou ouço a sua voz... E principalmente, essa sensação estranha que eu sinto quando sinto sua respiração, quando te vejo... Assim! Eu vou me arrepender profundamente por dizer isso, mas agora eu... eu quero vo... vo...

-Você quer...?

-Ah, que se dane!

(MÚSICA 3 ^^)

Num ato rápido, puxei-o contra mim, e selei meus lábios nos seus. Eu fechava meus olhos agressivamente, sentindo uma única lágrima escorrer pela minha face, enquanto ele me encarava assustado com seus olhos extremamente arregalados e suas mãos paralisadas no ar, sem saber oque fazer. Oque eu estava fazendo? Oque eu estava pensando? Por que eu estava fazendo aquilo e por que eu estava me sentindo daquela forma? Eu não deveria ter beijado ele! Eu não deveria estar excitada! Eu não deveria estar com o coração a mil! Eu não queria isso! Eu não quero estar com ele! Eu não quero fazer isso! Eu... eu... Eu quero o Chris!

Eu estava extasiada e queria por mais, por mais dele! Por isto, aprofundei o beijo, pedindo timidamente permissão para posicionar minha língua, mas acho que ele estava tão feliz com o fato deu finalmente ser “dele”, que invadiu antes com a sua língua e abraçou apertadamente minha cintura. Aquilo era intenso demais, bom demais e eu? Queria por mais! Fui arranhando suas costas com minhas unhas, arrancando um leve gemido dele. O mesmo não perdeu tempo, arrancando de uma vez a minha blusa que atrapalhava o caminho para o contato de nossos corpos. Blusa retirada, agora era ele que queria por mais, segurando agora as minhas coxas, levantando-me do chão, que compreendi o recado, entrelaçando minhas pernas em sua cintura. Chris sem perder muito tempo de seu delicioso prazer, mergulhou ambos os corpos na água da banheira gigantesca.

Ele foi descendo os beijos em direção ao pescoço, enquanto eu ofegava agarrada em seus cabelos. Ele se ocupava em tirar ao mesmo tempo os meus sapatos e minha calça – ambos encharcados – deixando-me apenas com a roupa íntima branca simples que Abigail havia me dado. Ele agora foi descendo sal língua para o meio de meus seios, pousando suas mãos cautelosamente sobre o fecho de meu sutiã, com medo de cometer outro erro. Percebi seu medo e preocupação, mas eu estava tão fora de mim que não liguei, simplesmente cochichei em seu ouvido enquanto lambia um “continua” bem pausadamente, o que foi motivo para excita-lo ainda mais.

Ele arrancando o meu sutiã e jogando-o no chão, igualmente as outras roupas, posicionou-se entre minhas pernas e com uma mão ousada em cima de meu seio, abocanhou o outra, passando lentamente a língua sobre o mamilo. Aquilo me arrancou um gemido forte, estava tão bom tudo aquilo, eu quero ele! Eu gemia cada vez mais a cada vez que ele “sugava” meus seios, e era ainda melhor sentir a sensação gelada do piercing dele em mim. Ele novamente voltou com os seus lábios sob os meus num beijo cada vez mais intenso, descendo a sua outra mão – já que uma estava apoiada na borda da banheira – para o meu ventre, massageando levemente a região com os dedos.

Gemi alto entre nosso beijo, e percebi sua ereção, já que seu membro estava encostando perto de mim, e eu queria mais! Ele foi escorregando os dedos devagar para debaixo de minha calcinha, massageando primeiro um pouco a região, até então finalmente penetrar seus dedos em mim.

Gemi mais alto ainda, me desvencilhando de sua boca e agarrando-me em seu pescoço, e a outra mão arranhando suas costas. Ele aumentava a velocidade, acelerando o meu prazer e o dele igualmente. Ele arfava, respirava forte em meu ouvido, enquanto eu gemia perto dele, com o coração a mil e sentindo uma sensação nova e maravilhosa, estava sentindo que algo estava “vindo”. Foi então que o mesmo parou, encarando-me com seus olhos negros e intensos, selando sua boca delicadamente na minha. Ele segurou firme minhas coxas e me levantou dali, me levando agora para seu quarto e posicionando-me em sua cama, se deitando por cima. Ele dava leves beijos em meu pescoço e na região, sendo o mais delicado possível, até então se levantar e dizer:

-T-tenho que pegar... Uma coisa..- Disse o mesmo extremamente ofegante e voltou ao banheiro, desaparecendo dali.

Coloquei o braço sob a testa ofegante, com um sorriso bobo nos lábios, enquanto encarava o teto. Eu estava ali feliz e fodidamente excitada só de calcinha na cama dele e agora eu ia tran... Espera... .EU ESTAVA ALI FODIDAMENTE EXCITADA SÓ DE CALCINHA NA CAMA DELE E AGORA EU IA TRANSAR E LOGO COM ELE!? Dei-me conta do que estava fazendo e levantei num salto da cama, tapando os seios com os braços, e percebend que estava encharcada, minhas roupas também e... MINHAS ROUPAS!

Olhei para a portado banheiro e lembrei-me que elas estavam ali! Não podia simplesmente entrar e pegar! Analisei  lugar e vi o sobretudo dele numa cadeira. Vesti-o e dando uma última olhada no quarto, sai dali, sem acreditar no que eu havia feito.


Notas Finais


espero q tenham gostado, bjusssssss


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