História Fushoku Ghoul - Capítulo 3


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Categorias Tokyo Ghoul
Tags Ação, Canibalismo, Drama, Ficção, Ghoul, Kaneki, Kaneki Ken, Original, Rize, Tokyo Ghoul
Exibições 7
Palavras 973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá. Os leitores mais antigos podem notar que deletei os outros dois primeiros capítulos. Escolhi deletar pois aqueles capítulos não interferiam em nada na história de Fushoku Ghoul, e as pessoas estavam lendo eles e não continuavam a seguir a história, pois não havia diferença deles para o anime/mangá.


Boa leitura!

NT: Manager é o apelido de Yoshimura (chefe em inglês), e eu prefiro Manager do que simplesmente "Chefe".

Capítulo 3 - A Place To Go


Fanfic / Fanfiction Fushoku Ghoul - Capítulo 3 - A Place To Go

O final de tarde estava límpido e luminoso. Soprava uma leve brisa do mar, que refrescava o calor de verão. Dentro das paredes de Anteiku, ocorriam os preparativos para a re-abertura que iria acontecer logo no dia seguinte. A re-abertura era algo muito importante para todos. Desde que Kaneki havia sido raptado eles não teriam abrido nenhum dia sequer. E ficar uma semana com uma loja parada é absurdamente prejudicial.
       Barulhos de pessoas subindo escadas em uma correria foi ouvido. Todos repararam e pararam com os arranjamentos, e prestaram atenção na porta. Até que o sino de quando a porta abre tocou. Yoshimura entrou primeiro, para mostrar a todos que não se tratava de algum assalto, muito menos algum ataque-ghoul maníaco. – Entre. – disse Yoshimura, fazendo um gesto com as mãos em referência para o desconhecido entrar.

Touka imediatamente soltou a bandeja que estava segurando de sua mão, deixando cair alguns pratos e xícaras. Ficou em estado de choque. Era Ayato. Ayato Kirishima é o irmão mais velho de Touka Kirishima. Possui cabelos azuis e olhos roxos, e utiliza um casaco preto com bordas brancas de pelos de animais, no pescoço. Sua personalidade pode ser simplesmente definida por “delinquente” ou “rebelde sem causa”.


Ayato parecia que havia acabado de sair de uma luta. Todo ferido e com cortes em suas roupas, mal conseguia falar. Apenas olhou para Touka, viu sua surpresa e então olhou para Kaneki, seguido de um olhar que demonstrava medo do mesmo.

- Suba as escadas e entre na segunda porta a esquerda. Me espere lá. – Yoshimura falou fazendo um sinal para a porta que havia atrás dos balcões da Anteiku, que levava ao segundo andar da loja.

Ayato, mancando, obedeceu.

- Manager*.... o que ele está fazendo aqui? – Touka perguntou, gaguejando. Sua voz demonstrava raiva, surpresa e tristeza. Touka não via Ayato desde que brigaram quando Kaneki havia sido rapitado. Ayato quase matou ela e Nishiki, até que Kaneki apareceu.

- Anteiku é um lugar que ajuda todos os Ghouls necessitados. Achei que eu havia demonstrado isso quando abrigamos Kaneki aqui. – falou olhando para Kaneki, e depois voltou a olhar para Touka. – Sinto muito se você tem alguma rixa com ele, Touka-chan. Mas isso vai além do que qualquer briga. Em breve trarei novidades e irei dizer a razão dele estar aqui.

Yoshimura então preparou o café, e colocou em duas xícaras floridas, em cima de pratos brancos. As xícaras estavam praticamente transbordando de tanto café, e então ele colocou dois pedaços de cubo em cada – os que Kaneki costumava a tomar junto com café – e então subiu.
 

Touka colocou seu casaco e desceu pela porta da frente quase que correndo. Kaneki decidiu não seguí-la, pois achou que ela precisava de um tempo sozinha. E além do mais, não haviam terminado os preparativos para a re-abertura.
       Passaram-se 30 minutos, e nada de Touka voltar ou Yoshimura descer junto com Ayato. Yoshimura sempre deixou bem claro que não gostava de interrupções enquanto estava conversando com alguém no segundo andar, então não havia muito o que fazer. Kaneki então colocou um casaco e foi procurar por Touka.
       Kaneki andou por mais ou menos vinte minutos, até ouvir a voz de Touka em um beco. Ela estava lutando com dois membros da CCG.

Enquanto isso, Ayato conversava com Yoshimura.

- Entendo sua situação. – disse Yoshimura, tomando um gole do café que havia em cima da mesa.

Ayato tremia. Yoshimura olhava para seu rosto, e tudo que Ayato conseguia fazer no momento era tremer e colocar a mão em uma das suas feridas.

- Nunca pensei que fosse chegar ao ponto de vir até aqui pedir ajuda, mas foi a única coisa que consegui. – Ayato falou, cabisbaixo.

Então Ayato tentou pegar a xícara de café que estava em cima de sua mesa, porém não conseguiu de tanto tremer, e deixou derramar um pouco de café. Com lágrimas descendo de seu rosto, deixou a xícara em cima da mesa.

- Venha para Anteiku. – disse Yoshimura.

Ayato arregalou os olhos, e começou a chorar mais ainda. Desde que seu pai havia desaparecido, ele não era bem-tratado. Toda sua vida se resumia em lutas junto com os membros da Aogiri, e olhos de ódio. Mas... naquele momento, depois de tanto tempo.... ele sentiu que tinha um lugar para ficarUm lugar para ir. Um lugar para chamar de lar.

- O que? – respondeu, olhando para Yoshimura.

- Venha para cá. Não temos muito a oferecer, mas você pode abandonar essa vida de ódio e ter uma vida decente junto com todos nós da Anteiku. – disse enquanto pegava a xícara de café e tomava um gole. – Garanto que todos irão entender e você será muito bem recebido.

Yoshimura sorriu. Da mesma forma que sorriu para Kaneki, quando o viu em desespero e sem saber para onde ir, e muito menos o que fazer. – E então, o que me diz? – perguntou Yoshimura.


E enquanto eles conversava, Touka corria perigo. Por sorte estava vestindo sua máscara de coelho, então não havia como os detetives a indentificarem. Porém, por mais que ela estivesse utilizando sua máscara, ainda era muito perigoso para ela estar ali. Quando você enfrenta um investigador da CCG, eles fazem o possível para guardarem o máximo de informação sobre você. Roupas, cabelo, voz... e por isso é necessário uma máscara.
      Kaneki então colocou sua máscara e começou a correr para ajudar Touka. Enquanto corria, lembrava de suas outras lutas. Lembranças da luta contra Jason. Da luta contra Ayato. Da luta contra Amon Koutaro. De todas as vezes que foi forçado a lutar. De todas as vezes que sofreu. De todas as vezes que pediu ajuda e ninguém o socorreu. A cada segundo que passava, a cada passo que dava, seus pensamentos aumentavam e o devoravam. E então, ao chegar na luta, Kaneki reconheceu um dos investigadores.



Asuna Sednaref.


 



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