História Futebol: A ascensão dos Reis- Interativa - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Aventura, Campeonatos, Colegial, Dádiva, Derrota, Drama, Emoção, Futebol!, Gol, Guarda, Interativa, Jogo, Objetivos, Quatro, Reis, Romance, Rrvelacoes, Sociedade, Sonho, Tática, Vida, Vitoria
Exibições 39
Palavras 2.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Shounen
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yooo eu consegui acabar o capítulo mais rápido do que o esperado, então desculpem pois acredito que ele nao tenha ficado da forma que eu idealizei.

Mas porque?

So falta um genteeeee boraaaa para que eu possa começar a DELÍCIA.

Capítulo 4 - Tríade dos Reis


Fanfic / Fanfiction Futebol: A ascensão dos Reis- Interativa - Capítulo 4 - Tríade dos Reis

 

Lacrimosa. O sinônimo de perfeição, o som afinado do violino munido da grave presença do violoncelo apenas no início era mais do que suficiente para levar sua mente a outro mundo, um mundo apenas dele, uma grande e interminável praia iluminada somente pela luz da lua cheia.

Ele corria, seus cabelos pretos não balançavam muito devido o curto cumprimento porém ainda  assim eram capazes de auxiliar a beleza quase palpável de tal homem, os olhos eram tão castanhos que mais se aproximavam de uma profunda tonalidade negra.

Ele corria, na eterna maratona de seu mundo, seus pés nus eram incapazes de deixar marcas na areia. Porém em determinado momento ele estagnou. Com o fim da mais famosa melodia de Mozart o vocal que mais parecia ser cantado por um coral de cem mais uma vez o encorajou a desbravar o desconhecido. O mar negro e profundo, não importa o quanto ele tentava nunca era o suficiente para sequer encostar em sua água. Ele queria saber

Era fundo ou raso? 

Frio ou quente?

Porém outra vez ele desistiu. Ao finalmente abrir os olhos o sol invadiu sua retina enquanto que de pé em meio a uma praia deserta sentia uma leve pressão nos ombros.

– Ian Somerhalder, este é um local que você não é capaz de andar – Uma voz grave e extremamente intimidadora – Ao invés disto, porque não treina um pouco mais? – Indagou.

Se virou o mais rápido que pode, estava surpreso e ao mesmo tempo assustado, porque? 

Porque mesmo com toda a sua velocidade de reação pode apenas vislumbrar uma cicatriz por de baixo dos olhos azuis.

No mesmo instante o capacete branco tapou seu rosto por completo – Mas não importa o quanto treine, é impossível vencer o futuro desolador que te espera – O jovem por fim desapareceu em meio a vasta quantidade de areia levantada por sua motocross inteiramente branca.

– Mas que droga aconteceu agora?  – Confuso e de certa forma irritado ele se questionou, estava no início da manhã e com sua clássica roupa de corrida, uma bermuda larga, camisa regata e tênis feitos apenas para tal – Bom, não importa pensar sobre isso agora, afinal – Sorriu de canto enquanto colocava seus fones de volta – Que tipo de exemplo eu seria se chegasse atrasado? 

Como últimas palavras o capacete negro bem como a sua motocross saíram da praia e seguiram em direção a cidade.

[...]

Paradigma: Oriundo do termo grego paradeigma. Um exemplo, aquilo que deve ser visto como modelo. E mesmo no futebol existem paradigmas, totalizando três eles se dividem em:

Técnico. O especial, aquele acima de todos os jogadores, alguém que coordena e prepara seus homens para o “combate”, alguém de considerável carisma e mente afiada.

E este alguém caminhava de modo relaxado. A pele de forte tonalidade marrom ostentava certo brilho, como um estrela ele caminhava assobiando. Seus cabelos por serem quase que nulos denunciavam uma extensa cicatriz em forma de Cruz. Com as mãos estavam praticamente afundadas no casaco castanho ele retirou o celular.

Tateou tão rápido quanto a idade mandava enquanto que ao fim seus dedos vacilaram por um instante – “Então eles vão tentar mais uma vez” – Pensou, um curto sorriso escapou dos lábios negros e carnudos – Como eu não tenho escolha, vamos ver o quanto eles podem suportar... – Com o afiado olhar direcionado para uma das centenas de câmeras ele guardou o aparelho. Deixou de assobiar enquanto estalava os dedos no fundo dos bolsos. Nenhum dos poucos alunos dentro de Phedora   ousava entrepor o caminho do Celestial. O insano sorriso espantava qualquer ser consciente. 

[...]

O capitão, líder dentro e fora de  campo. O mais respeitado e temido dentre os jogadores, o responsável pela segurança mental e moral o capitão é o guardião. O primeiro a comemorar e o último a chorar, o capitão carrega os desejos e fraquezas dos outros dez.

Mas desta vez o capitão não poderia ajudar – Ahh, não acredito que nos colocaram para limpar toda a bagunça dos outros – Depressivo Duke apoiava o queixo por cima do cabo de uma vassoura.

– É... E eu não acredito que fui arrastado com você – De certa forma rancoroso Pedro estreitou o olhar resignado em direção ao amigo – Francamente ser incumbido de limpar a sujeira dos outros clubes não estava nos planos de hoje – O perceptível tom irônico tomou conta da atmosfera.

– Convenhamos que foi uma punição exagerada demais – Erguendo com a ponta dos pés Duke chutou um grande emaranhado de papel... Que passou longe da cesta.

– Certeza? – O sorriso cínico plantado na face do Yzak fez com que o moreno apenas bufasse com o miserável erro – Porque gritar no meio de uma multidão propagando o caos como se fosse um protagonista de Shounen não fosse exagerado – Brincou atuando como Duke a instantes atrás.

– O seu cinismo me comove – Duke o respondeu após finalmente acertar o cesto. Batendo com as mãos em volta do corpo eles removiam grande quantidade de poeira, largando os equipamentos de limpeza recostado em uma parede Duke tomou a palavra – Vamos? Por sorte Samira disse que ia nos esperar.

– Então é melhor não deixar ela esperando – Com a conclusão de Pedro ambos tomaram o apressado caminho para dentro da escola.

[...]

Além dos ginásios próprio para o esporte e seus respectivos clubes existem também os quatro principais prédios, além de separar os jovens por nível estudantil alguns professores em específico podem usufruir de salas projetadas unicamente para suas aulas.

Por serem divididos em quatro andares os dois primeiros são reservados para as salas comuns e armários os dois últimos dispunham desde laboratórios, salões de atividades diversas e principalmente o último andar reservado unicamente para aulas com o professor Ronald.

Iluminada pela forte luz solar não era uma construção capaz de bater de frente aos ginásios porém, com janelas bem colocadas bem como a estrutura elaborada apenas para as aulas poderia ser considerado um local digno para os jovens ali agrupados.

O grupo de sete jogadores que até o momento apenas jogavam conversa fora ou então se apresentavam para seu mais novo integrante se virou de imediato após o estrondoso bater de portas.

Com os braços escancarados Duke respirava ofegante o suor bem como o gratificante sorriso tomavam conta de sua face enquanto que atrás dele Pedro chegava tão cansado quanto.

 – Droga – Exasperou – Porque diabos eu fui apostar corrida com você? – Pedro perguntou mais para o além do que qualquer outra coisa.

– Não faço ideia amigo – Sorridente o outro apontava o polegar em direção ao peito – Mas eu venci – Com o clássico “joinha” ele se virou para o grupo – Chegamos – Anunciou.

– Pois é, percebemos – Sem rodeios Samira falou por todos – Juntem-se a nós, estávamos prestes a nos apresentarmos formalmente.

Seguindo prontamente as ordens da morena os dois completaram a roda de nove membros.

– Então, como antes fomos inesperadamente forçados a fugir do pátio antes que fôssemos arrastados pela confusão de Duke – Não existia réplica em sua entonação, muito pelo contrário não apenas ela mas todos os membros se sentiam revigorados com o ato do Moreno – Mas se não fosse por você, eles ainda estariam nos vendo como uma piada – Sorridente ela fitava Duke que de certa forma estava constrangido – Portanto, comesse as apresentações... Herói.

Após uma curta série de risadas ele respirou fundo, ainda em recuperação devido o recente cansaço – Duke Tolue “O palhaço sorridente” camisa 11 e meio ofensivo dos Reis, se precisa de um espetáculo deixe comigo – Finalizou ao se colocar no centro do grupo com as mãos cerradas.

Acompanhando o gesto do amigo aqueles que se apresentaram também se posicionavam como tal aos poucos fechando o grande círculo.

 – Pedro Yzak “O gavião certeiro” camisa 8 e meia-armador dos Reis, com meus olhos toda a jogada vai ser um perigo – Calmamente se pronunciou com uma das mãos nos bolsos.

– Petrus Füher Cupertino, “ O gladiador destemido” camisa 9 e atacante dos Reis eu tenho fome de gols – Devidamente animado exaltou.

– Kevin Richard “ A presença maligna” camisa 5 e lateral dos Reis, não existe um cretino mais rápido que eu nessa cidade – Com orgulho estufou o peito.

– Denis Thompson “ O eterno sonhador” camisa 19 e também atacante dos Reis, nenhuma distância é demais pra mim – Com certo entusiasmo elevou mais ainda a moral.

– Bruno Steiner “O gigante escarlate” camisa 1 e goleiro dos Reis, não importa como eu não vou permitir mais de dois gols – Certo de sua “aposta” ele se manteve quieto e sério.

– Gabriel Oliveira “ O guardião real” camisa 3 e zagueiro dos Reis, logo eu lhes mostrarei todo meu potencial – Com um sorriso fitou a todos.

– Samira Solo Campbell “ A rainha das trevas” camisa 7 e capitã dos Reis, acredite em mim, confiem em mim, pois em campo eu absoluta – Séria e focada mais uma vez em mostrar sua força olhou para o mais novo membro – Sua vez – Disse enquanto o deixava para trás.

– Bom eu ainda não tenho um título mas... – Ergueu o punhos junto a suas lembranças e também o colocou em direção ao grupo – Thiago Díaz “ A tempestade azul” camisa 10 e também meio ofensivo dos Reis e vou ultrapassar todos os meus limites sempre que preciso for – Finalizou.

Com a declaração de todos os membros Samira estava pronta para finalmente colocar em pauta o assunto que a tanto eles gostariam: A questão do técnico.

Porém ele simplesmente surgiu ao seu lado, o sorriso descontraído bem como a exagerada força física forçou sua ida levemente para o lado.

O terceiro paradigma dos Reis. O presidente, aquele responsável por tudo a respeito do time, papeladas, finanças, equipamentos, direção e principalmente aquele que é capaz de amar o esporte além de qualquer coisa.

 – Ian Somerhalder e mesmo que eu não goste deste título “ O coração de ouro” camisa 4, presidente e zagueiro dos Reis, não se preocupem, mesmo que eu quebre vou proteger todos os meus valorosos companheiros.

 – Fala chefinho – Decido em irritar o mais velho Denis o chamou, sabia que em pouco tempo ela iria agir – Estava correndo de novo?

– Pois é, correr de manhã na praia é o romance dos homens – Ainda com o cintilante sorriso ele respondeu.

– Romance? – Duvidoso Petrus arqueou uma sobrancelha – Acho que isso é mais como um fascínio.

– Que cruel gente – Fingindo estar ofendido Ian continuou – Todos precisamos de um passa tempo certo?

– No fim isso é só mais uma desculpa – Suspirando em decepção por mais uma vez perder o clímax eles cruzaram olhares – Seu rato de academia – A voz calma pesou nos ombros de todos que esperavam uma bronca por parte de Samira.

Era estranhamente bom, afinal de certa forma ninguém consegue ficar bravo com o verdadeiro herói dos Reis – Então, porque se atrasou? – Trouxe o assunto à tona Bruno.

– Bem – Procurou as melhores palavras, não poderia dizer que perdeu tempo pensando naquele homem.

– Hora, isso é simples, ele se encontrou com um antigo companheiro meu– Uma voz ao fundo da sala ressoou, fria e arrogante ela pertencia ao mais novo técnico.

– Alexander Roderick “ O fantasma galáctico” – Bruno disse aquilo que se passou pela cabeça de todos – Então meus pressentimentos estavam corretos – Franzindo o cenho trincava os dentes em uma fúria jamais vista.

– Ei Petrus quem é ele? E porque o Bruno está tão brabo? – Thaigo quem estava por trás de Petrus o cutucou.

– Bom, a julgar pela reação do Bruno, ele é nosso novo técnico – Em meio a sussurros Petrus respondeu.

– Quanto a fúria do Bruno – Kevin tomou a palavra também em baixo tom – Aqueles dois tem uma história, antes mesmo do Bruno ter vindo jogar aqui já enfrentou o Alexander, mesmo que ele seja um monstro seu estilo de jogo é no mínimo cruel.

– Aqueles capazes de o acompanhar são tratados e ordenados como máquinas, quando menos percebem já estão agindo como uma, aqueles sem talento ou seja incapazes de seguir suas ordens e acompanha-lo são dispensados como se fossem gados para o abate – Terminou de contar Gabriel, mesmo que fosse maior que o técnico era como se cada um ali não fosse nada além de poeira no caminho de um Deus.

– O que foi Bruno? Ainda esta com triste por ter perdido para meus homens? – O sorriso diabólico era capaz de causar medo até mesmo em Ian.

– Triste? – Com as mãos fechadas ele se aproximava – Você e aqueles quatro brincaram conosco como se não fossemos nada! – Olhando para baixo estava a cerca de dois palmos de distância.

Desta vez fora a vez dele arquear as sobrancelhas, bufou tirando sarro do maior –  Mas isso não é normal? Facilitar as coisas e no fim fazer um gol contra para que tudo termine igual é um ótimo meio de prender a atenção dos jogadores.

– Normal? – Incrédulo era como se um titã estivesse gritando – Seu desgraçado me diga onde um jogo que acaba 11X1 é normal.

– O que? – Thiago uma vez mais surpreso direcionou seu olhar para o lado esperava alguma explicação de Samira porem ela  já não estava mais lá.

Assim logo na segunda vez do dia Bruno sentido o forte impacto nos joelhos, despencando como uma árvore ele cairia por cima da morena se não tivesse sido amparado por Ian – Não perca sua cabeça esqueceu? – Com um peteleco ele voltou a razão – Volte para perto dos outros... Eu vou conversar com ele agora – Em um tom calmo ela falou, e mesmo que a contra gosto ele obedeceu – É bem verdade que você e seus “homens” ficaram conhecidos depois daquela partida. Mas me diga porque vocês se separaram dois meses depois... Celestiais?

Agora era sua vez de olhar para baixo, aquela garota o enfrentava como se fosse capaz de fazer algo contra ele e isso, isso – “É hilário” – Pensou incapaz de segurar as risadas, segundos se tornaram minutos e ele apenas parou depois de se satisfazer – Obrigado... Fazia um bom tempo que eu não ria assim, mas se quer saber porque nos separamos, é simples... Para nos matamos – Sua expressão era mais séria do que nunca – E se for vontade daquele velho eu os treinar que seja porém vou usar de todo o seu corpo, mente e alma para massacrá-los – Girou se aproximando da grande porta de entrada – Portanto venham comigo, não permitirei que treinem nesta... Zona.

Dito e feito Alexander tomou a frente, no lado direito Samira e no esquerdo Ian, por trás os outros apenas seguiam seus comandantes. A tríade dos Reis.


Notas Finais


Tadaaa então pensaram que eu não teria personagem.... muahahaha desafio a descobrir quem é kkk.

Se estiver afim de mudar qualquer coisa apresentada sobre seu personagem comenta ai 😎

Vlw flw


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