História Futur Amour - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Visualizações 247
Palavras 3.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEY HEY MY PUDDINSSS! Mais um capítulo da nossa querida fic, \o/. Espero que gostem. Não tenho muito o que falar aqui '-'

KISSES E MAIS KISSES AND ENJOY THE FANFIC! <3

Capítulo 8 - Jardim secreto.


Fanfic / Fanfiction Futur Amour - Capítulo 8 - Jardim secreto.

Adrien point's view...

Acordei ainda no sofá. Chloé não estava em casa. Meu celular começa a tocar. Atendi e tentei fazer a melhor voz que pude.

-Oi pai. Disse bocejando. Já falhei em ser um bom filho. Meu pai odeia quando acordo tarde.

-Adrien, ainda estava dormindo? Ele disse quase gritando.

-Nãão, imagina, éh, é que...

-Não importa, quero que me visite, faz tempo que não nos vemos.
Que ótimo, eu estou com tanta preguiça de tomar um banho, colocar uma roupa e ir. Queria ficar em casa hoje, dormindo e aproveitando que a Chloé não vai me mandar lavar panelas. Posso ser responsável, mas louça é a pior coisa que um marido pode fazer.

-Sou obrigado? Perguntei.

-É uma ordem. Ele respondeu.
Suspirei.

-Que horas?

-A partir das 15:00

-Mas já são 14:40, não pode ser mais tar...

-15:00 e ponto. Sem atrasos. Ele desligou.
Não que eu não estivesse com saudades do meu pai, nada disso, mas eu queria ficar em casa, hoje estou igual ao Plagg, completamente preguiçoso. Corri para o quarto, nem tomei banho, coloquei uma roupa, passei um perfume, arrumei meu cabelo, peguei as chaves e na escadaria encontro a Chloé. Ela estava cambaleando, que ótimo, chegou bêbada, ela disse que não ia sair ontem, por que ainda caio nessas conversas dela? Não pensei 2 vezes, peguei ela no colo e corri pra cima, coloquei ela na cama e desci de novo. Já era 14:53 e eu nem tinha ligado o carro. Então para meu azar, eu tinha perdido a carteira. Comecei a me xingar e fui lá pra cima procurar, não estava em lugar nenhum, até que encontrei ela no lugar mais obvio da casa, no sofá. Desci correndo de novo, liguei o carro, era 15:15. Já me atrasei. Que merda. Meu pai é muito rígido com atrasos, também, quem manda o filho ir visitar um pai as 15:00 sendo que falta 20 minutos. Que coisa idiota. Eu iria ficar solitário lá, meu pai não é muito de conversa, será que Marinette estava em casa? O que ia adiantar, eu ia me atrasar mais.
Cheguei na casa de meu pai as 15:45. Ele viu e já abriu o portão. Cheguei na porta e Nathalie já me atendeu.

-Seja bem vindo de volta, Adrien. Ela me cumprimentou.

-Obrigado Nathalie.
Meu pai já apareceu lá em cima na escadaria com um olhar furioso.

-Está atrasado. Ele disse irritado.

-Aconteceu alguns imprevistos e me atrasei, desculpe.
Ele desceu as escadas e me deu um abraço. Devolvi. Nos separamos e ele subiu um degrau.

-Venha, vamos subir. Ele disse.
Subi junto a ele e fomos na sala onde tinha o quadro da minha mãe. Eu sentia tanta falta dela. Suspirei. Sentamos em umas poltronas novas que ele havia colocado.

-Como está seu relacionamento? Ele perguntou.

-Então pai, estou pensando em me divorciar.

-O QUE?! Meu pai gritou surpreso.

-Eu e Chloé não temos nos dado bem ultimamente.

-Não importa, você não pode se divorciar.

-A vida é minha, por que ainda tenho que ficar sob seu controle?

-Por que ela não é qualquer uma que você anda pegando por ai.

-Eu vi a reportagem da boate. Ele completou.

-Isso faz tempo... Resmunguei.

-Inclusive não quero que se encontre mais com essa garota.

-Não pode fazer isso, é a única pessoa que está me deixando feliz nessa situação.

-Outra pessoa pode te fazer feliz.

-Qualquer pessoa pai, a Marinette não. Tenha misericórdia.

-SEM DISCUSSÃO, VOCÊ NÃO VAI MAIS SE ENCONTRAR COM ELA, NEM SE DIVORCIAR. ESTÁ ME ENTENDENDO?

-Vou sair, tenho algumas coisas pra fazer, você fica aqui, volto daqui algumas horas.

-E o que vou fazer até lá? Perguntei.

-O que sempre fez. Ele respondeu.
ELe saiu da sala, abaixei minha cabeça e comecei a chorar, por que? Por que não posso ser feliz, POR QUE TENHO QUE FICAR NO CONTROLE DO MEU PAI? Comecei a gritar loucamente. O que estava acontecendo comigo.

-Adrien! Pare! Plagg gritou.

-Vai atrair um akuma! Ele completou.
Ele tinha razão, me acalmei. Olhei para o quadro da minha mãe, encostei a cabeça. Mãe... Me ajuda.
Provavelmente Nathalie ouviu o barulho que fiz, ela veio correndo para sala.

-Adrien? Está tudo bem? Ela perguntou.

-Não. Respondi.

-Por qu...

-Por favor Nathalie, me entregue a chave do meu antigo quarto, e me deixe sozinho. Não quero encomodo algum, entendeu?

-S-sim senhor. Ela me entregou a chave.
Fui em direção ao meu quarto, ele estava limpo, quanto tempo. Deitei na cama de cobertas vermelhas, vermelhas igual a fita em seu cabelo, de sua roupa... Ladybug, só ela pode me acalmar num momento assim. Fiquei de bruços.

-Por favor Adrien, pensamentos positivos. Ou você será akumatizado. Plagg falou preocupado.

-COMO VOU ME ACALMAR NESSA SITUAÇÃO PLAGG? MEU PAI ME PROIBE DE FALAR COM A GAROTA QUE ME FAZ BEM, DE ME DIVORCIAR. COMO VOU ME ACAL...
Olhei para a parede enquanto falava, lá estava colado um papel do dia em que estudei física com a Marinette e do lado uma joaninha. Aquilo ainda estava lá? Eu colei a muito tempo atrás. Aquilo sempre me acalmava.

-Graças, você parou de gritar, admito, nunca achei que essas bobagens que você colou na parede poderiam te salvar de algo um dia. Plagg disse.

-Isso nunca foi bobagem, muitas vezes com raiva olhava para isso e ficava calmo. Respondi.
Meu pai voltaria daqui umas horas não é... Horas... Sorri e peguei meu celular.

Marinette point's view...

Não parava de pensar sobre ontem a noite, aquilo iria acontecer. Sai dos pensamentos quando meu celular vibra.

''Nova mensagem''

Oi Marinette, sabe minha antiga casa? Poderia vir aqui?

~Adrien.

Mais um encontro, mais um dia completo e feliz. Me arrumei rapidamente, o problema que era longe pra ir a pé. Mas não para a Ladybug.

-Tikki? Perguntei a sua procura.
Ela saiu de um canto bocejando.

-B-boa tarde Marinette. Ela disse coçando os olhos.

-Então, hora de transformar.

-Akumatizado?

-Na verdade não, preciso chegar na mansão Agreste.
Ela bocejou mais uma vez.

-Diga as duas palavras.

-Tikki, transformar! ÉH!
Cheguei lá em 7 minutos. Voltei ao normal discretamente no portão. Logo já veio aquela camerazinha estranha.

-Quem é? Perguntou uma voz feminina.

-Uma amiga do Adrien. Respondi.

-Pode mandar entrar. Ouvi Adrien dizer.
Os portões se abriram e Adrien me atendeu. Nos cumprimentamos, entramos na mansão.

-Pode ir indo ao meu quarto, já estou indo. Ele me disse.

Adrien point's view...

Marinette subia as escadas e Nathalie me olhava feio.

-Sabe muito bem o que seu pai disse. Ela reclamou.

-Por favor, não conte a ele, por favor Nathalie.
Ela suspirou.

-Não contarei, mas se ele descobrir sozinho, ficarei fora.

-Muito obrigado! Disse correndo para as escadas.
Subi as escadas e entrei em meu quarto, Marinette estava olhando a janela como se visse algo muito bonito.

-Mari? Perguntei.

-Ah, já chegou.

-Venha, quero te mostrar uma coisa. Disse.
Meu pai nunca tinha me contado que havia um jardim secreto muito bonito por trás da mansão. Descobri quando ainda morava aqui, lá tinha alguns bancos, uma pequeno lago artificial e como qualquer jardim, muitas flores. Pensei em levar Marinette lá, e ficarmos um pouco a sós, fugir do mundo.
Ela me seguia um pouco nervosa.

-Onde estamos indo? Ela perguntou.

-Você já vai ver. Disse indo atrás dela e tapando seus olhos.

-A-Adrien... Ela reclamou.

-Espera, você vai gostar. Insisti.
Abri a porta onde dava acesso ao jardim secreto. Quando guiei Marinette até após a porta tirei minhas mãos de seus olhos. Ela abriu o olho devagar. Quando abriu completamente colocou as mãos na boca.

-Estou sem palavras. Ela disse.

-Incrível não é. Disse indo ao seu lado.

-Deslumbrante.

-Pode ficar a vontade. Vou lá dentro pegar um suco. Disse.

-Obrigado.

Marinette point's view...

Quando Adrien passou pela porta, comecei a caminhar entre as flores, tinha bancos brancos de madeira, flores de todos os tipos, e o pôr do sol deixava tudo mais bonito. Mas o que realmente me chamou atenção, foi um pequeno lago que havia ali, ele tinha águas cristalinas e uma pequena cascata caindo sobre ele. Me aproximei dele, me ajoelhei na beirada e fiquei olhando meu reflexo. Decidi colocar a mão, a água não era nem quente, nem fria, era tão lindo.

-Gostou do lago, não é mesmo? Adrien disse rindo.
Levei um susto.

-Seu idiota. Que susto. Disse irritada.
Ele riu.

-Desculpe, mas a cena estava tão linda que decidi vir devagar.

-Esse lago é muito bonito. Disse.

-Pena que não é real. Ele reclamou.

-Não?

-É artificial.

-Ah, não importa, é bonito mesmo assim.
Ele ficou me olhando sorrindo. Por que ele faz isso? Ele quer que eu tenha um infarto só pode. Realmente, não deu para esconder a vergonha. Depois ele olhou para o lago, olhou para mim.

-Você e o lago são iguais. Ele disse.

-São brilhantes, lindos, e não existem igual. São perfeitos. Completou.
Corei.
Adrien pegou uma rosa vermelha e colocou no meu cabelo. Eu sabia algo que brilhava mais que o lago em minha frente, seus olhos, e principalmente seu sorriso.

Adrien point's view...

Nos aproximamos um do outro, nossos rostos estavam colados, até que finalmente, seus lábios doces encontraram os meus. Nessa hora eu não pensava mais em nada além do gosto dela, do cheiro doce dela, única coisa que eu pensava era... Marinette, apenas Marinette. Mas infelizmente como sempre, minha felicidade dura pouco. Meu pai entrou no jardim.

-O QUE ESTA ACONTECENDO AQUI?! Ele gritou.
Paramos imediatamente, olhamos para o lado e meu pai estava na porta com uma expressão furiosa, parecia que ele iria quebrar a maçaneta da porta.

-Adrien, o que eu disse?

-Você dis... Fui interrompido.

-NÃO ME RESPONDA!
Marinette olhava meu pai assustada.

-Oh Deus, onde foi que eu errei? Ele resmungava indignado.

-Adrien, o que está acontecendo? Marinette cochichou.

-Meu pai me proibiu que eu visse você de novo. Disse com a cabeça baixa.

-Não... Ela disse com lágrimas no rosto.

-Por que não me contou? Ela perguntou.

-Não sabia que ele iria descobrir tão cedo. Disse.
Meu pai olhava Marinette como se quisesse mata-la.

-Você desobedeceu. FEZ UMA COISA QUE EU DISSE PRA NÃO FAZER. Meu pai gritou.
Suspirei.
Marinette me olhou chorando, saiu correndo pela porta.

-MARI ESPERA! Gritei.
Comecei a chorar.
Pensamentos positivos Adrien, não vai querer dar trabalho para a Ladybug, uma hora dessa ela deve estar dando seu cochilo de sábado a tarde. Me acalmei.

-Não cansa de me ver sofrer não é pai. Disse sorrindo e tentando conter as lágrimas.

-Não sabe o que é sofrer. Ele disse.
Levantei, olhei profundamente a seus olhos, e quando passei por ele.

-E você sabe? Disse.
Vi a reação de meu pai, ele arregalou os olhos e rangiu os dentes.
Sai correndo da mansão e meu pai veio atrás, quando fui passar pelo portão.

-Adrien! Não me desrrespeite! Ele gritou.
O ignorei, abri o portão e abri meu carro, e quando fui entrar apenas olhei para meu pai com lágrimas nos olhos.

-E ainda diz isso, não dá pra ver? Perguntei.

-O que? Ele perguntou.

-O sofrimento está em meus olhos. Mas você é cego demais pra enxergar a dor do seu filho. Entrei no carro e acelerei.
Deu pra ver no espelho, a raiva expressa no rosto do meu pai. Eu não aguentava mais, Chloé me enchendo, meu pai sempre me aborrecendo, nunca mais verei a Marinette e nunca terei uma chance com a Ladybug. Eu não presto pra nada. Estacionei o carro, entrei em um beco.

-Plagg, mostrar as garras!

-Mas o... E foi puxado para dentro do anel.
Fui na praça, estava anoitecendo, não havia muita gente por ali. A torre Eiffel iluminava tudo, menos eu. Rangi os dentes.
Eu não conseguia libertar a raiva, até que uma voz doce diz meu nome.

-Chat Noir?
Olho para trás. Ladybug estava lá, me olhando confusa e com uma expressão tristonha.

-O que aconteceu? Ela perguntou.
Apenas olho para ela e caio no chão. Limpo minhas lágrimas com o braço.

-Vamos, me conte. Ela insistiu.
Eu estava com raiva de mim mesmo, por que diabos não conseguia parar de chorar. Tenho 26 anos e sou um chorão? Que babaca.

-Nada. Disse grosso.
Ela me olha espantada.

-Como nada? Você está chorando.

-NADA! Gritei.

-Não sairei daqui enquanto não me dizer.

-Problemas Ladybug, problemas, problemas, problemas, problemas, SÓ PROBLEMAS! APENAS PROBLEMAS. Gritei.

-Fique calmo, vão ser resolvidos.

-Como vou ficar calmo? Só tenho problemas e mais problemas, nunca tenho uma única sorte.

-Pense positivo Chat. Estou com bastante problemas, mas o que posso fazer? Só posso seguir em frente.

-Você só pensa positivo, qual o problema de pensar negativo uma vez? Você não sabe o que é sofrer.

-CALE A BOCA! Ela gritou.
Arregalei os olhos e engoli em seco.

-Eu sei o que está sentindo, o azar te dominando, um peso imenso te prendendo a si.
Comecei a pensar no que aconteceu mais cedo, eu rangia mais os dentes, a raiva me dominava ainda mais.
Me levantei rapidamente e o primeiro poste que vi eu chutei. O poste quebrou e a lâmpada fazia força para se manter acesa. Aquilo me representava.

Marinette/Ladybug point's view...

O que passava na cabeça daquele gato? O que estava acontecendo? Ele estava enfrentando os mesmos problemas que eu? Fiquei olhando surpresa para o poste quebrado. Não sei o que Chat é capaz de fazer quando está com raiva. Ele olhava atentamente o poste quebrado. Ele começou a chorar novamente. Ele me olhou forçando um sorriso, pegou seu bastão e saiu pulando nos prédios com a luminosidade do luar.

-CHAT ESPERA! Gritei. Mas ele não me ouviu.
É complicado ver dois amigos especiais estarem sofrendo e você não pode fazer nada. Fiquei olhando para o poste que ainda piscava. Comecei a chorar por algum motivo estranho, eu queria fazer alguma coisa, mas o que eu poderia fazer? Sou apenas uma heroína vestida de vermelho e pintas pretas. Tirando a fantasia não sou ninguém, apenas uma Marinette, uma garota desastrada, com mentalidade de criança, as vezes me sinto pior que a Chloé no colegial.
Decidi ir pra casa, aquele dia foi muito duro, muito magoante. Cheguei em casa.

-Tikki, desligar.

-Marinette, você está bem? Tikki perguntou.

-Eu pareço bem? Perguntei.

-N-não.

-Então, já te respondi.
Me joguei de cara na cama. Comecei a chorar.
Adrien não pode mais me ver, Nathaniel está me ameaçando, Chat está ficando cada vez mais difícil. Ouvi um estrondo lá fora, será mais um akumatizado? Que droga.

-Tikki, transformar.
Peguei meu ioiô e fui direto para o museu de Louvre. Chat não estava lá, comecei a lutar com o vilão brutamente. Depois de alguns minutos, eu jogo o vilão para longe e vejo Chat andando lentamente na direção do akumatizado. O vilão o olhou atentamente, pegou uma faca que brilhou em sua mão e jogou em direção de Chat Noir.

-CHAT! DESVIA! Gritei.
Ele não desviou e a faca passou de raspão em sua bochecha. Ele parou no mesmo instante, continuou com a mesma expressão vazia e sem sentido, como se ele não soubesse o que estava fazendo ou não soubesse quem era. O vilão se levantou rapidamente, nem se importou com minha presença, pelo jeito ele é aqueles que pegam o mais fácil de atacar. Foi correndo rapidamente em direção de Chat Noir.

-CHAT, SE CONCENTRE, DESVIE A ARMA, NÃO FIQUE PARADO! CHAT NOIR! PARE DE BRINCAR, NÃO É HORA DE SUAS PALHAÇADAS! Gritei.
Quando o vilão foi atacar, sem olhar Chat pegou a sua arma sem mínimo esforço, sorriu de canto, olhou para o vilão com um olhar convencido. Que jeito era aquele? Desde quando ele era tão forte?

-Cataclism. Ele disse baixo.
Ele simplesmente destruiu a arma, assim libertando o akuma. Fiquei olhando de boca aberta.

-Chega de maldade akuma.

-Hora de aniquilar a maldade.

-Te peguei.

-Tchau, tchau borboletinha.
Por sorte, nada havia sido destruído.
Chat Noir pegou o vilão e ergueu e o olhou com raiva, o que estava acontecendo na cabeça dele? O que esta acontecendo com ele? Ele está frio, parece o Félix.
Quando o vilão voltou ao normal, Chat arregalou os olhos e o soltou, pegou o bastão e quis bater na pessoa. Eu conhecia aquela pessoa, como posso esquecer? Gabriel Agreste. Chat Noir rangiu os dentes e quando foi o atacar com o bastão.

-Chat, não faça isso. O que ele fez pra você? Perguntei.
Chat desviou o ataque. Ele riu, olhou atentamente para Gabriel que o olhava assustado.

-Agradeça a heroína. Pegou o bastão e saiu pelos prédios.
Fui correndo na direção de Gabriel.

-O senhor está bem? Perguntei.

-O que deu nele? Que maluco. Ele disse.

-Não se preocupe, ele é um pouco, vamos dizer, emotivo. Respondi.
Ele me agradeceu e saiu andando como se nada tivesse acontecido. Eu ainda precisava resolver aquele problema que abalava Chat Noir. Vi sua sombra na lua cheia, segui ele.
Chat Noir parou e sentou em um prédio, ficou de bruços.

Adrien/Chat Noir point's view...

Depois que derrotei o akumatizado, dei um camembert a Plagg e me transformei de novo. Sentei em um prédio e fiquei de bruços, senti alguém se aproximar, levantei rápido e peguei o bastão.

-Ow, ow, sou eu. Ladybug disse rindo.
Dei um sorriso fraco.

-Entendo seus problemas, volte a ser o Chat Noir de antes, aquele que fazia piadas idiotas ou trocadilhos de gato. Sinto falta desse seu lado.
Eu entendi mesmo? Ladybug estava sentindo falta das coisas que ela não gostava que eu fazia? Como isso não ia tirar um sorriso meu.

-Já sorriu? Achei que ia ser um pouco mais complicado. Ela disse de braços cruzados.

-Me promete Chat, nunca vai deixar de ser aquilo que era, não perca quem é no borrão das estrelas, me entendeu? Ela disse.

-Promessa de gato. Levantei a mão.
Ela deu um sorriso enorme.

-Seja qual problema, você vai resolver, você é forte o suficiente pra vencer esses problemas banais que te envolvem.
Ladybug, a luz que me impedia de me aproximar, está realmente acontecendo isso. Acordei do meu pensamento sendo abraçado. Ela me abraçou de novo, qual o sentido da vida agora?
Começamos a conversar e rir, estar com aquelas garotas era a melhor coisa do mundo.

Enquanto isso...

Mestre Fu point's view...

Algo estava errado, se Ladybug continuar com aqueles sentimentos negativos e confusos, a sorte se transformaria no próprio azar, causando desordem, ou até o fim do mundo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo babies. Beijos, amo vocês! <3


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