História Game - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Game, Lésbico, Norminah, Trolly
Exibições 566
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, FemmeSlash, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Capítulo 10: Verdade.


Alguns dias depois...

Camila Pov.

Não sabia como aquelo iria ajudar Normani. Não estou falando que é ruim. Só que eu não sei se ela está pronta para isso.

— Fui molestada aos 7 anos. Fiquei calada, por medo e vergonha, mas os anos foram passando e eu fui me sentindo sufocada com aquilo tudo...

Olhei de lado e vi Mani suspirar.

— Estamos ao seu lado Beatriz. — Falou Danny.

Danny era diretora do grupo de apoio para pessoas com traumas. Ela era uma mulher gorda, sua pele era muito branca e seus cabelos negros eram curtos.

— Vamos lá pessoal. Vamos apoiar Beatriz.

— Estamos ao seu lado Beatriz! — Falamos em uníssono.

No total existia 17 pessoas no grupo. Todos haviam sofrido traumas e procuravam por apoio.

— Ela vai contar essa história novamente? — Sussurrou Dinah.

— Acho que sim. — Falei suspirando.

— Podemos ir embora? — Perguntou Mani.

— Não está se sentindo bem aqui?

— Não.

Olhei para Dinah e ela entendeu o recado, pegou sua bolsa e saiu devagar, eu e Normani fomos logo atrás.

— Não quero mais voltar aí, não sei como isso vai me ajudar a esquecer.

— Acho que o objectivo do grupo e fazer as pessoas aprenderem a conviver com o trauma. — Falou Dinah.

Entramos no carro e eu dei partida.

Mani estava reagindo bem ao tratamento e aos poucos ía se abrindo. Claro que ainda não estava boa, as vezes passava duas noites sem dormir e quando dormia acordava por conta dos pesadelos constantes.

— Vamos para a minha casa? — Perguntou Mani.

— Sim.

— Como está sua mãe? — Perguntou Mani.

Mani ficou sabendo do ocorrido em minha casa.
Desde aquele dia minha mãe estava mudada. Ela acordou para a vida e tirou Mike de seus planos. Claro que no início não foi assim, ela emagreceu e parecia abatida, mas levantou.

— Ela está indo bem. Me surpreendi. — Falei.

— Que barra. Esse homem é um cretino! — Falou Dinah.

— E a garota? Lauren? — Perguntou Mani.

— Eu não sei. Moro na parte de trás da casa e não tenho muito contato com os chefes, mas ela não mora mais lá não. — Falou Dinah.

— Eu sinto tanto por ela. Ninguém merecia passar pelo que ela passou e também me sinto culpada. — Falei sincera.

— Aquela família é uma maldição. — Concluíu Dinah.

Parei o carro em frente a casa de Mani e descemos.

O resto do sábado foi agradável. Dinah foi embora antes do pôr do sol e eu resolvi ficar.

— Você tem certeza que está pronta para voltar à escola? — Perguntei para Mani.

— Eu tenho que encarar isso. Minha psicóloga disse que quanto mais eu enrolar mas eu vou me apegar ao problema. — Falou Mani fechando seu caderno.

— Estou orgulhosa de você. — Falei sorrindo.

— Como está Lorenzo? — Perguntou Mani deitando ao meu lado.

Suspirei e logo em seguida bufei.

— Ele simplesmente sumiu. Eu já mandei mais de 500 mensagens e ele não leu nenhuma.

— Talvez seja melhor Camila. Você sabe que ele esconde algo.
— Eu sei. Mas eu o amo. — Falei tristemente.

Lauren Pov.

Terminei de comer e coloquei o prato na pia. Subi para o quarto e me joguei na cama.

Quando nasci eu e meus pais morávamos em um duplex. Dois anos depois do nascimento de Taylor eles acharam melhor comprar uma casa maior. Mas passaram o local para o meu nome. Estava esperando completar 18 anos para me mudar mas com tudo que houve resolvi me mudar antes antes.

Olhei para as paredes de meu quarto e suspirei. O quarto era branco e verde clarinho, tinha muitas estantes, eu quis um quarto moderno mais com um tom antigo. Mas ao olhar eu só conseguia ver o quarto rosa do passado.
Eu gostava naquele lugar porque ele só me trazia coisas boas.

- Ah! Que engraçado! Os dias aqui duram um minuto!
- Não é nada engraçado, disse o acendedor. Já faz um mês que estamos conversando.
- Um mês?
- Sim. Trinta minutos. Trinta dias. Boa noite...

Lauren olhava atentamente enquanto Clara lia seu livro favorito.

— Aqui na terra os dias também duram minutos. — Falou Lauren.

— Não meu amor. Duram horas, um dia tem 24 horas. — Respondeu Clara sorrindo.

— Não mamãe, vocês adultos vivem falando que os dias estão voando, talvez as horas tenham mudado e vocês não perceberam.

Claro riu e beijou o rostinho da filha.

— Talvez você tenha razão. Como eu tive uma filha esperta.

Lauren sorriu e beijou o rosto de Clara.

— Continua. — Falou Lauren bocejando.

Claro voltou a ler o livro e não demorou para Lauren cair em um sono leve.

Mesmo sendo pequena eu lembrava de muitas coisas que vivi ali. E também de outros momentos da minha fase adolescente.

Lauren saiu do banheiro insegura, ela usava apenas uma peça íntima. Quando ela olhou para a garota em sua frente ficou vermelha.

— Hey! Você é linda. — Falou Lucy levantando e indo até Lauren.

— Estou com vergonha. — Falou Lauren de cabeça baixa.

Lucy sorriu e levantou a cabeça de Lauren.

— Não precisa, acho que eu nunca vi nada mais belo.

Lucy capturou os lábios de Lauren e sorriu entre o beijo ao ser correspondido. Lentamente ela deitou e deixou Lauren por cima.

— Quero que você perca a vergonha. Quero que você conheça meu corpo. — Falou Lucy que estava apenas de calcinha.

Lucy pegou as mãos de Lauren e passou pelo seu corpo, parou em seus seios e vez Lauren aperta eles. Lucy gemeu com o toque e isso animou Lauren e sentou em cima da garota deixando sua intimidades coladas uma na outra.

— Não tenha vergonha Lauren. Estamos sozinhas aqui. Nada pode nos atrapalhar. — Falou Lucy ofegante pela excitação.

Lauren abaixou a cabeça e passou a língua no seio direito de Lucy e apertou o esquerdo. Lucy gemeu e entrelaçou suas pernas em Lauren.

Afastei esses pensamentos. Lucy era passado, desde o dia que ela me traiu com a minha melhor amiga Veronica.

Levantei da cama e caminhei até uma das estantes. Ela era branca e tinha detalhes de flores. Peguei minha boneca Lilly e sorri.

— Você é tão esperta. — Falou o avô de Lauren sorrindo.

— Minha mamãe fala isso direto. — Falou Lauren enquanto se sujava de terra. Ela e seu avô estavam cuidando do jardim.

— Tenho algo para você. — Falou o velho senhor.

Lauren sorriu animada e pulou em seu colo.

— O quê? — Perguntou a garotinha animada.

— Vamos lá.

Eles entraram na casa e o senhor deixou Lauren no chão para poder pegar um pacote que estava em cima da estante.

— Feliz dia das crianças meu amor.

Lauren sorriu e abriu a embalagem vendo uma linda boneca. Mas seu formato era diferente das outras.

— Essa é Lilly. Ela é uma boneca de porcelana feita a mão.

— Lilly?

— Sim. Só existe a família dela com esse modelo. Era a última da loja. — Falou o idoso.

— Eu adorei. Obrigado vovô. — Falou Lauren abraçando ele.

Esse foi o último presente que Lauren ganhou de seu avô.

Abracei Lilly e sorri.

— Faz tempo que eu não cuido de você não é mesmo? — Falei olhando para Lilly que estava com poeira.

Deixei Lilly na estante e peguei meu livrinho. De todos os livros o pequeno príncipe era o meu preferido.
Voltei para a cama e comecei a ler, sorria com a as palavras. Era tão doce e infantil. Mas aí veio a famosa frase. E essa frase me fez lembrar de algo.

"Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa."
05/02/2016

KarlaC.: Estou cada dia mais apaixonada por você.

19/02/2016

KarlaC.: Não vai ainda. É tão bom quando passa a noite no chat comigo.

29/03/2016.

KarlaC.:Sonho em ver seu rosto e ter você ao meu lado. Quando vamos nos ver?

02/04/2016

KarlaC.:Sei que estamos brigados, mas eu realmente quero que você tenha um bom dia. Eu te amo.

Levantei e tirei o notebook da minha mochila.

Eu havia cativado Karla e havia me tornado responsável por ela. Eu não podia enganar ela. Não mais.

Abri o chat do jogo e meu coração gelou ao ver que ela estava on-line.

LorenzoM.: Sabia que essa dia iria chegar, Karla eu te amo e não posso mais viver em uma mentira, eu não sou igual ao meu pai. Depois dessa noite eu posso te peder para sempre ou ter você ao meu lado em carne e osso. Tudo dependerá da sua escolha.

Enviei essa mensagem e vi que ela visualizou mas não respondeu. Eu não poderia desistir agora. Era tudo ou nada. Meu dedos tremiam ao digitar.

LorenzoM.: Eu sou uma garota.

"Mensagem enviada."



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