História Game - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~cigwrette

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Bambam, Cwstle, Got7, Jackson, Jinyoung, Júnior, Mark, Xiumin_a, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 94
Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drabble, Escolar, Festa, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


• Notas finais

Capítulo 2 - Level 1


Fanfic / Fanfiction Game - Capítulo 2 - Level 1

YoungJae caminhava tranquilamente até sua escola, e encontrou dois rostos familiares na entrada da mesma, tentou esconder as bochechas vermelhas ao ver JaeBum, mas por sua sorte, aquele dia estava frio e havia outra justificativa por estarem coradas, então, colocou os fones e atravessou a rua.

 

Tudo ia um belo mar de rosas até que..

 

— Não olha pra onde anda idiota? —  dizia uma voz rouca, YoungJae o encarou e seu corpo se arrepiou por inteiro.

 

Era ele.

 

—  M-me desculpe —  ele tentou não ficar mais parecido com um pimentão, porém, as tentativas falharam.

 

JaeBum percebeu quem era, e um suspiro pesado saiu de sua boca.

 

— Da próxima vez, você sai roxo.

 

Choi manteve a calma e seguiu seu caminho até chegar na sala de química avistando Mark e BamBam — recém-chegado da Tailândia — que estavam brincando de algum tipo de “lutinha”.

 

— Perdeu Playboy — dizia Mark rindo do mais novo.

 

— Não é justo — dizia o outro arrumando o uniforme.

 

Mark percebeu a presença do outro parado na porta rindo da cara dos dois e o convidou para sentar com eles.

Após todas as aulas terem acabado, YoungJae avisou aos pais que iria pra casa do amigo americano e só voltaria às 18 horas para o jantar.

 

Enquanto a mãe de Mark preparava o almoço, os meninos estavam no quarto conversando assuntos aleatórios até mencionarem o nome de JaeBum.

 

— Hyung! YoungJae está aqui! — dizia BamBam reprimindo o mais velho.

 

— Pessoal, tudo bem…. Podem ofendê-lo… eu não me importo.

 

Na verdade, ele se importava.

 

Só não demonstrava pra não deixar seus colegas chateados.


 

JaeBum estava entediado vendo seus primos brincarem com o irmão mais novo de Jackson, até que escuta algumas gritarias no lado de fora da casa, no começou, ignorou o barulho, mas quando o barulho começou a ficar maior, saiu lá fora para ver.

 

Im JaeBum

 

Era umas 20 horas quando tudo começou, eu estava em casa, sem nada pra fazer —  como sempre — e escutei um barulho vindo do lado de fora. Poderia ter sido na casa da família Park, pois era aniversário de casamento dos pais de JinYoung e o barulho significava que um tio dele estaria bêbado. Foi isso que pensei, porém quando saí para fora, era outra coisa.

 

O tio “bêbado” tinha sido atropelado. Sua mulher gritava por conta da perda inesperada do marido. JinYoung ligava para uma ambulância e seu pai abraçava a esposa que chorava descontroladamente ao ver o irmão jogado no chão morto.

 

A vizinhança inteira saiu para olhar, mandei Nayeon, Namjoon e Scott ficarem lá dentro com Jackson; crianças dessa idade ficam traumatizadas com a cena.

 

Quando a polícia chegou, resolvi voltar pra dentro e ver como as crianças estavam, percebi que elas e Jackson dormiam, dei uma risada fraca e me encostei no batente da porta da sala.

 

— Hora das crianças irem para cama!

 

Jackson se assusta e acaba caindo no chão, as crianças riam da situação do loiro.

 

— Jackson Oppa é um bobão! — dizia Nayeon, o outro ficou vermelho por conta do comentário.

 

— Vocês já deveriam estar na cama — dizia ele, com uma voz rouca — já está tarde para ficarem acordadas.

 

Jackson foi para casa com Scott e eu coloquei as crianças para dormir, voltei pra sala e comecei a assistir qualquer filme que passasse tudo apenas para buscar o sono que não vinha.

 

“— Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.”

 

Quando a moça dizia esta frase comecei a pensar em minha mãe, ela faleceu ano passado, dois anos depois da separação dos meus pais.

 

A única coisa que ela me deixou de lembrança, foi sua gata siamês Nora, de 5 anos.

 

Ela me dizia que queria ter mais tempo de vida e me ver formado em uma faculdade, casado e com filhos.

 

Im Min-Ah faleceu no dia 25 de setembro de 2016 com câncer de colo de útero. Até hoje eu tento compreender o porquê disso ter acontecido…Uma mulher saudável, com câncer?

 

Lembro-me de suas últimas palavras, seu último toque e suspiro. No velório, eu não tinha coragem de chegar perto, fiquei longe do túmulo observando que estava acontecendo, naquela época, eu odiava meu pai e o acusei de ter matado-a.

 

Com 13 anos, eu estava em casa dormindo e escutei alguns barulhos estranhos, me levantei e fui no quarto de meus pais reparando que havia uma mulher — que não era minha mãe — em cima de meu pai fazendo alguma coisa que depois de alguns anos eu descobri o significado. Comecei a gritar e chorar, meu pai percebeu que eu estava ali mas nem se importou. No dia seguinte, meu pai tentou falar comigo e eu simplesmente o ignorei e o mandei ir pro inferno. Eu amava minha mãe, não queria que ela sofresse… E para que sua dor fosse menor, — uma coisa que não foi e eu não me arrependo de ter dito — eu contei que meu pai a traía.

 

Meu pai escutou o que eu disse e quis me bater até não conseguir mais, todavia, minha mãe não deixou.

 

“ — Por 15 anos, você jurou ser fiel…. JaeBum foi sincero e não escondeu o que você fez. Pelo menos ele é sincero e não escondeu nada, já você Yejun, foi capaz de fazer isso comigo… Eu tenho nojo de você! Nojo!”

 

Esse foi o último dia que vi minha mãe antes de sua morte, meu pai nunca deixou eu visitá-la, tentei várias vezes e cada uma delas sofri uma consequência severa de meu pai.

 

Agora, tudo está mudado, meu pai quase não pára em casa por conta do trabalho e eu não tenho a mínima vontade vê-lo.

 

O filme acabou e então resolvi ir pra cama, amanhã ia ser um dia longo e cansativo por conta do campeonato de basquete da escola.

 

Estou ansioso para ver YoungJae e seu time jogar, se eles ganharem, provavelmente ele vai retirar sua camiseta suada e erguer o prêmio como capitão do time deixando a mostra seu corpo definido.

 

 

 

 

 

 

E eu vou adorar essa cena.


Notas Finais


• E agora, o que será que vai acontecer?

Fiquei com pena de JaeBum :( ele teve uma vida difícil....

Esperam que tenham gostado!

Desculpe-me pelos erros de ortografia. Aceito críticas construtivas!

Tenham uma boa tarde e até o próximo capítulo!! <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...