História Game of Shadows - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Milinhas2fofa

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Exibições 8
Palavras 3.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ^^

Beijocas

Capítulo 2 - O Coletor de Almas


Fanfic / Fanfiction Game of Shadows - Capítulo 2 - O Coletor de Almas

Pov Jungkook

 

Passei direto pelos corredores da área conhecida como purgatório, umas alas separadas do inferno para almas especiais, basicamente a entrada dele. Os gritos daquela área eram diferentes dos das profundezas, haviam pausas e descansos, até mesmo momentos de prazer e paz, o motivo era simples. As almas dali, apesar de parecerem sortudas eram as que mais sofriam, nunca esqueciam o que é viver sem dor e sofrimento, provavam do alivio e alegria apenas para serem tomados deles novamente depois. Portanto ali era repleto de súplicas ao próprio deus por salvação,como se fosse funcionar, eu sabia que Deus não perdoava ninguém, era apenas alguém louco por adoração e vingativo, que odiava ser traído e criava leis ridículas, deixando as pessoas sofrerem na terra por diversão, porque ele perderia o tempo dele com pessoas que sucumbiram ao pecado?

Assim que desci alguns níveis eu cheguei onde queria, a lagoa escarlate.

O inferno é dividido em alguns poucos níveis, o primeiro é o purgatório,das almas especiais. E então seguem as especificas. São sete pecados capitais e as variações deles, e cada uma tem sua área.

A Gula, daqueles que consomem em demasiado. Almas abrigadas pela gula são de pessoas que consomem mais do que precisam apesar de já satisfeitos. Seja por comida, como é mais comumente conhecida pelos homens, ou seja, por bens ou mesmo emoções.

A inveja, daqueles que desejam o mal para aqueles que têm algo que almejam. Querem o que é do próximo, e mesmo desejam o mal para que possa usufruir desse bem. Muitas pessoas perdem a alma para esta ala por conta da fornicação, por saírem com pessoas casadas.

A ira, daqueles que espalham ódios e rancor na terra. Pessoas que odeiam e anseiem por vingança como forma de descontar a raiva, guardar rancor contra o próximo ou pior, contra ele mesmo.

A avareza, daqueles que giram em torno de riquezas. Adoram tanto o bem que acaba virando idolatria, a avareza também pode estar associada a pessoas ou sentimentos e não apenas a coisas.

A preguiça, daqueles que deixam de agir por conforto. Deixam de fazer as coisas por cansaço ou falta de vontade, se preocupando apenas com o próprio conforto.

A luxúria e a vaidade, daqueles mergulhados em sexo e seus atrativos, além da aparência. Esses ligados aos prazeres da carne, como sexo, bebidas e drogas. Também perdidos na própria imagem, transferindo a idolatria para si.

Soberba, lar dos orgulhosos e arrogantes. Aqueles que se acham maiores que todo mundo, incluindo Deus.

Cada uma dessas alas tem seu líder, e eles seus subordinados e entre eles sempre há os coletores. E é aí que eu entro.

Parei de andar em frente a uma porta de madeira enorme, essa foi aberta e eu me deparei dentro de um escritório grande. Ali mais parecia uma imensa área administrativa de uma empresa, organização é tudo, porque com o inferno seria diferente?

 

"Jeon, venha cá que nosso senhor tem um trabalho pra ti."

 

A voz ruidosa soou desagradável aos meus ouvidos e eu caminhei para o baixinho, esse tinha cara de rato e cabelos loiros, se vestia de maneira elegante e social como todas as pessoas ali.

Aquele lugar, chamado de lagoa escarlate era o contato com Lúcifer, preso pelocadeado sagrado abaixo de nós, esse só pode ser solto por uma criatura de pura luz, com a chave que permanece guardada nos céus, e lá ele espera que os dias do apocalipse cheguem e enfim ele possa sair. Até lá,só resta a ele esperar e passar as ordens pelo administrativo, que nos passava suas vontades em forma de citação direta, e nós obedecemos sem falhar nunca, falhar é morrer.

 

- Alguém para ser levado ao purgatório?

 

Questionei mesmo sabendo da resposta, eu era o maior e melhor coletor do purgatório. Meu trabalho era subir na terra e corromper almas especiais, pessoas boas que carregavam com sigo um carinho especial do divino por conta da pureza e doçura mesmo após ou durante a puberdade. Meu trabalho era os fazereles pecarem e clamarem pelo pecado, sujando a alma e a fazendo se entregar no fim, através do suicídio. Não era difícil, era até divertido, até porque era um trabalho minucioso que levava tempo, não bastava jogar a pessoa em um dos setes e viciar ela neles, era fazer a pessoa em sã consciência praticar cada uma dessas coisas, ser o motivo que a trará para a pior das áreas do inferno. 

 

"Se não fosse você não teria sido chamado, é seu trabalho e você está aqui embaixo já faz um tempo"

 

Era certo, eu já não trazia uma alma havia duzentos anos, isso em meus cem mil e poucos, sequer me lembrava da minha idade, mas desde que cai eu trabalho com isso e nunca dei uma pausa, foi minha primeira. Então eu achava muito chato estarem me pressionando a voltar logo à rotina, isso era totalmente desnecessário.

 

- eu sei. Não fale como se fizesse muito tempo, apenas diga logo o que nosso senhor mandou. Me dê detalhes.

 

A impaciência era um dos meus defeitos, e eu também me irritava facilmente. Odiava a enrolação deles na hora de passar a informação, e não fazia ideia do porque daquilo tudo, era sempre a mesma coisa afinal. Ou uma garota virgem ou um garoto virgem, sempre igual, pessoas que hesitavam e relutavam, cediam a mim pela luxuria e acabava tudo facilmente, chegava a ser tediante lidar com cada um deles,por mais que eles me dissessem para ser rápido, eu não demoraria mesmo que quisesse.

 

"Park Jimin mora na Coréia do Sul com sua família, garoto doce, puro e sensível. É de suma importância que o trabalho seja feito devagar, mesmo que na ordem de sua preferência. Essa alma é valiosa e deve ser bem preparada, carrega consigo uma dificuldade de nível elevado por conta da companhia direta de um anjo, seu irmão adotivo Namjoon. Boa sorte."

 

Depois que o baixinho acabou de ler eu recebi telepaticamente as coordenadas do garoto, não sabia sua aparência e nada além das informações ditas. Teria agora que planejar uma forma de entrar na vida dele, era uma ordem que fosse devagar, então eu o faria com calma, mas corromperia pouco a pouco a pobre alma protegida. Tirar elas das mãos do divino era o queda prazer ao nosso senhor, esse devia ser importante, até porque era acompanhado de um anjo. Se há uma verdade no mundo é que não existem coincidências, e essa não é uma, se o anjo está lá então ele foi posto propositadamente, mas por quê?

Essas eram duvidas que eu tiraria depois, agora que iria subir eu tinha que ver uma pessoa importante, sai dali sem mais, seguindo direto para alguns níveis abaixo do meu próprio, entrando na área abafada pelo cheiro forte de incenso e sangue, lar da luxúria e vaidade. Tinha que me despedir do meu namorado, e foi só pensar nele que um sorriso safado tingiu meus lábios.

 

- Taehyunggye... – Chamei já abrindo a porta do grande quaro onde o garoto descansava, seu corpo nu estava esparramado na cama enorme e era coberto apenas pela fina seda do lençol. Sua pele era repleta de marcas, minhas? Claro que não, eu não era o único a marcar o pescoço e ombros banquinhos com mordidas, não era o único que o tomava naquela cama que mais parecia tirada de um filme pornô. Taehyung era um grande coletor de almas pelo sexo, o único no inferno que contava com quase os mesmos números que eu, e o preferido de Lúcifer.

Mesmo assim eu não era bem um qualquer na cama de V, não, eu era o único que ele declarava abertamente amar mais do que ele, amar mais do que a própria luxuria. Claro que esse não é um sentimento reciproco, é divertido e intenso, é gostoso, mas apenas isso, não passa d algo carnal e uma distração pra mim, e eu sempre deixei isso claro pra ele, apesar de ele sempre insistir na besteira de amor e paixão.

 

“Kookiee, eu estava com saudade.” - Ronronou feito um gato e se atirou em mim assim que eu me sentei na cama macia, deixando o corpo à amostra, exibindo as curvas maravilhosas diante dos meus olhos. Foi difícil não jogar ele na cama e repetir o que havíamos feito mais cedo naquele dia, mas eu não podia agora. Então apenas segurei o fogo que começava a me queimar enquanto o garoto se ajeitava no meu colo, rocando em mim de maneira provocante, tentando me fazer perder a pouca sanidade que me restava. – “Eu estou tão quente Kookie, vamos brincar um pouquinho”

 

- Tae, eu não posso agora. – Falei entre dentes, fechando meus olhos ao sentir a boca tentadora brincando no lóbulo da minha orelha, a língua atrevida escapando e me causando arrepios. Taehyung era a própria sedução, sua voz, seus gestos, eram sempre eróticos, ele falava como se estivesse gemendo, uma manha arrastada que enlouquecia o mais frio dos demônios. Por sorte eu tinha um bom autocontrole, então não entrei na dele.

Claro que isso não significava que eu não tocaria aquele pedaço de desgraça, mesmo que corresse o risco de me perder na pele quente. Minhas mãos subiram firmes pelas coxas torneadas que me rodeavam, meus lábios escapando e provando o gosto da pele levemente avermelhada do pescoço macio, mordendo forte quando ele insistiu em rebolar em meu colo, com força o suficiente para rasgar a pele em meus dentes e arrancar um belo som de prazer vindo de sua garganta, o gosto adocicado tomando meu paladar.

“Porque não pode? Não me quer agora?” – Seu tom era choroso e eu apenas ri me afastando para tomar os lábios dele em um beijo selvagem. Não havia um segundo que eu não quisesse Taehyung, e só deus sabe o quanto eu desejava jogar ele nessa cama e foder até ele sangrar, mas eu tinha que ir. E pensando nisso eu o afastei, recuperando o folego e o deitando na cama. Minhas mãos percorrendo seu corpo, acompanhadas de meus olhos. Ele apenas ficou parado lá, recebendo o carinho ainda com um bico nos lábios, era incrível como mesmo tentando ser fofo ele ficava provocante.

 

- Eu tenho uma missão especial, tenho que subir pra terra e não sei quando vou voltar, sabe que eu só posso descer quando terminar. – Expliquei pacientemente e recebi um sorriso pervertido como resposta, claro que eu sabia o significado daquilo. Taehyung adorava se meter em meus trabalhos, aparecia pra causar discórdia, geralmente me ajudava com a ira, forjando uma traição ou com a inveja, fingindo ser um namorado ou algo assim. Mas seu maior prazer mesmo era ter sexo na frente dos outros, eu não entendia bem esse fetiche, mas ele adorava ser pego comigo em algum lugar ou mesmo espiado por frestas e sempre era nos meus trabalhos, sempre para ferir minha alma e eu no geral deixava. – Já sabe da regra, me deixa conquistar ele primeiro, depois se meta como quiser, desde que não atrapalhe. Essa requer mais atenção, então eu te aviso quando quiser entrar em cena. – Seu sorriso se alargou e ele voltou a me beijar, esse como despedida. Então antes que eu começasse algo que sei que não conseguiria parar eu me levantei e deixei o quarto sob protesto, agora sim eu podia ir fazer o que me fora pedido.

 

....

 

A primeira coisa que eu fiz ao pisar na terra foi suspirar profundamente, absorvendo o ar diferenciado, não que o inferno fosse ruim, muito pelo contrario, mas eu não subia a tanto tempo que já havia até me esquecido de como era aqui fora.

Estava gelado, o meu maior problema com a terra era que sempre parecia fria pra mim, como todo demônio eu tinha sangue e corpo quente, febril aos sentidos humanos, então mesmo o mais quente dos desertos deles pra mim era apenas fresco, então em lugares com temperaturas baixas eu passava por maus bucados pelo tempo, pelo menos enquanto não adequava minha temperatura. Coloquei as mãos dentro do casaco escuro e caminhei na direção que sabia que o garoto morava, estava de madrugada na superfície, então as ruas estavam vazias e a energia obscura era forte. Durante a noite éramos muito fortes, era de noite que o consumo de drogas, álcool e sexo eram maiores, também era de noite quemaioria das traições acontecia, que as pessoas matavam e roubavam, estupravam, a noite era nossa aliada e eu estava feliz por chegar essa hora, provavelmente até de manhã eu já terei me adaptado.

 

Cheguei na casa silenciosa e eu podia sentir a luz que emanava de lá de longe, tanto pelo anjo quanto pela bondade do humano que ali vivia. O cheiro de flores era intenso e diferente do habitual era agradável, todas as almas puras cheiravam assim e o cheiro ia sumindo conforme íamos sujando elas. Mas essa seguia imaculada, tão doce quanto o desabrochar da primavera, onde a terra é coberta pelo aroma adocicado das diversas flores da época.

Dali minha curiosidade apenas me atiçava, então precisei de uns minutos para concentrar energia e logo me levei para dentro do quarto, fonte daquele aroma tentador, apenas pra ser agraciado com uma criatura que merece o adjetivo divino. Park Jimin dormia profundamente em sua cama, embalado por sonhos alegres e bons, podia saber pela curva sutil de seus lábios para cima, em um sorriso discreto e quase imperceptível, mas não para meus olhos. O garoto tinha ou rosto redondo de bochechas fartas, o nariz pequeno e perfeito e os lábios carnudos levemente ressecados pela respiração quente, mas ainda assim tentadores. Os olhos eram duas linhas, fechados pelo cansaço e sono profundo, me peguei curioso para ver a cor deles, o brilho, deveriam ser intensos e gentis.

Caminhei pra perto da cama, me ajoelhando ao lado da mesma para poder olhar de perto. Deixei meu indicador tocar de leve a pele macia, parecia que se desmancharia sob meus dedos, tamanho a suavidade. Um sorriso malvado tomou meus lábios antes de minha língua passar por eles, os umedecendo em puro deleite.

 

- Park Jimin. – o nome soou como musica da minha boca, cantarolado em um sussurro junto de um riso abafado. Aquilo havia acabado de se tornar interessante, a atração que eu sentia por ele era quase palpável. – eu vou corromper cada pedacinho de você, até que você esteja tão sujo quanto a mais impura das almas que habitam essa superfície nojenta. E você vai adorar isso tanto quanto eu.

 

Dito isso eu me levantei excitado, queria começar isso de uma vez, mas sabia que tinha que ser paciente. Então deixei a casa e observei de longe a noite que se passava, e também a manhã. Acompanhei Park com os olhos durante todo o dia, avaliando sua rotina e absorvendo aquela sensação deliciosa que era estar próximo a ele, era a primeira vez que eu queria atacar algo tanto quanto Tae, e toda vez que eu via a bondade e sentia a inocência dele eu tinha uma louca vontade de ir lá e acabar com elas, mas me segurei pacientemente, enquanto meu corpo ainda se adaptava ao novo ambiente.

 

....

 

O dia da minha matricula demorou a chegar, pelo menos pra mim. No papel constava o nome Jeon Jungkook, garoto de quinze anos, emancipado pelos pais que mora sozinho próximo a escola. Eu até arrumaria uma família, muitos adoradores ao nosso senhor nos davam apoio na terra, principalmente as bruxas, mas eu não estava a fim de carregar uma família nas costas dessa vez.

Eu já estava acabando de preencher a papelada quando o cheiro familiar me atingiu, identifiquei imediatamente como Park Jimin e o sorriso voltou a minha expressão. Acabei de preencher os papeis, agora mais rápido, e praticamente os joguei para as mãos da mulher alta e magrela que mantinha aquela cara de vagabunda que não quer trabalhar, a má vontade dela não me incomodava, na verdade alimentava, então não liguei. Assim que estava pronto ela me entregou as chaves dos armários que eu usaria e minha grade de aulas, acompanhadas de um mapa da escola. Me desejou boa sorte, coisa que eu agradeci educadamente antes de sair rumo à presença do meu alvo. Podia sentir mesmo de longe o medo que o rodeava e entendi assim que virei o corredor e avistei o menino encolhido enquanto alguns valentões se divertiam com o gatinho assustado. Pobrezinho, estava tão encolhido que parecia uma bola. Esperei, assistindo um pouco da diversão deles com um leve sorriso nos lábios, me arrepiando com a fragilidade que exalava do baixinho. Eu esperei alguma reação de raiva ou rancor vinda dele, mas essa não veio, ele estava apenas com medo, mesmo com os insultos e a forma que era tratado feito lixo.

Apenas quando cansei de assistir que eu coloquei uma mascara repreensiva no rosto, caminhando pra eles discretamente e agarrando rapidamente o braço de um dos garotos quando ele ia bater em Jimin novamente, torcendo pra trás até ouvir o osso estalar, ameaçando quebrar.

 

- Está divertido agora? É legal bater nos outros não é? E apanhar? É bom também? – sussurrei pra eles em tom ameaçador e senti o garoto preso em minha mão tremer, eu sabia que ele podia sentir a frieza sombria em minha voz, e os outros também podiam, então saíram correndo abandonando ele ali comigo. Eu apenas forcei mais o braço dele pra trás, ouvindo um urro de dor, acompanhado de um choro e suplicas.

 

“Por favor, me solte, não vou fazer mais... ”– Pediu e eu apenas ri abafado no ouvido dele, de maneira que apenas ele percebesse como eu me divertia com aquilo.

 

-Esta errado, não é essa palavra magica que tem que dizer, e não é pra mim. – forcei e ele guinchou.

 

“Ok, ok,ok... D-desculpe Park” – Pediu e eu finalmente o soltei, vendo correr pra longe aos tropeços. Deixei que a preocupação tomasse minha expressão e abaixei para o garoto que chorava, limpando as lagrimas do rosto fofo gentilmente. Um sorriso doce tomou meus lábios quando nossos olhos se encontraram e eu me deixei matar a curiosidade de ver de perto o brilho intenso, mesmo que causado pelas lagrimas.

 

O jogo estava começando agora, quanto tempo você vai demorar pra cair Park Jimin... ?



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