História Game Of Thrones - Interativa - Capítulo 21


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Olenna Tyrell, Personagens Originais, Petyr Baelish
Exibições 34
Palavras 1.492
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction Game Of Thrones - Interativa - Capítulo 21 - Capítulo 19

O Leão e A Aranha

Pycelle queria falar com ele, caminhou tranquilamente por aqueles corredores.

Se sentiu mal por Cersei, independente das coisas que havia feito, ela tentava se limpar da sujeira, mas nada parecia suficiente.

O Pardal cortou as garras da leoa.

Entrou no aposento, estava pouco iluminado, olhou para a janela aberta e um vento que entrava.

Deu as costas para a janela.

Algo cortou seu peito entre as costelas. O ar sumiu e cambaleou para trás.

Se apoiou na janela e viu a flecha cavada em seu peito.

Não entendeu direito o que estava acontecendo, não viu quem havia atirado uma flecha. Mas sabia que seu irmão tinha morrido assim.

– Pycelle – murmurou, confuso. – Ajude-me... eu...

Ele viu a cabeça do meistre sobre sua mesa, parecia dormindo, mas o corte na sua cabeça e o sangue escorrendo mostrava algo diferente.

Deveria ter deixado guardas com o homem, ele pediu por guardas.

Pensou em Cersei, talvez a leoa estava certa sobre Tyrion.

– Tyrion? – Chamou. – Onde...?

– Muito longe. – Ele reconhecia a voz.

Estava parado perto de uma estante de livros, a besta estava em suas mãos.

– Varys?

A aranha abaixou a besta.

– Sor Kevan. Perdoe-me, se puder. Não lhe tenho nenhum ressentimento. Isso não foi feito com malícia. Foi pelo reino. Pelas crianças.

Kevan também tinha filhos, uma mulher. Pensou em Dorna.

Fechou os olhos, a dor percorria seu corpo, abriu o olho com esforço.

– Há... Há centenas de guardas Lannister nesse castelo.

– Mas nenhum neste quarto, felizmente. Isso me dói, meu senhor. Você não merece morrer sozinho em uma noite escura e fria como esta. Há muitos como você, bons homens a serviços de causas más... Mas você está tramando para desfazer todo o bom trabalho da rainha, queria reconciliar Jardim de Cima com Rochedo Casterly, ligar a Fé com seu pequeno rei, unir os sete reinos sobre o governo de Tommen. Então... – Kevan tremeu violentamente, estava começando a ficar com frio. – Está com frio, meu senhor? Perdoe-me. O Grande Meistre se sujou enquanto morria, e o fedor estava tão abominável que pensei que fosse me asfixiar.

Kevan tentou se levantar, mas estava fraco. Sua vida deixava seu corpo lentamente.

Naquele breve momento se questionou se realmente foi Tyrion que matou Tywin, poderia ter sido Varys e incriminado o pequeno.

Varys compartilhou um pedaço de seu plano, falou sobre Aegon e negou a morte daquela pequena criança.

Mas Kevan lembrava do corpo enrolado sobre o manto carmim. Nunca se esqueceu dos corpos sobre o pé de Robert.

Estava na hora de matar um leão, o leão que realmente representava perigo aos Targaryen.

Assobiou e crianças deixaram as sombras, suas mãos seguravam algo e Kevan notou que eram adagas.

Tudo estava acabado, apenas pensou em sua família.

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Estrela Negra

Ele poderia cuidar dos homens que Doran enviou, mas quando matasse ele só iria enviar mais e mais. Passar o resto dos dias fugindo não faz parte de seus planos.

Com a chegada dos Targaryen ele poderia facilmente mudar isso, conseguir livrar sua cabeça ou ser enviado de presente para Cersei.

Todas espadas e lanças foram erguidas contra ele, mas ele não teve medo delas.

Levantou as mãos de forma inocente, mas ainda tinha maldade em seu olhar.

– Vim jurar lealdade para os Targaryen. – Aquele tom perigoso na voz.

– Vai cortar a orelha de um deles? – Reconheceu a voz de Arianne e sorriu.

Se virou lentamente, manteve o sorriso no rosto.

– A orelha não era o meu alvo, mas o pescoço. Não vou fazer o mesmo com os Targaryen, coloco minha espada sobre seus pés e vou marchar para derrubar os Lannister, Lady Arianne.

Ela não ia confiar em Gerold Dayne, mas isso estava nas mãos dos Targaryen.

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O Passado Gelado

Varro pegou o garoto e arrastou até os aposentos da mulher, aquilo se tornou usual.

Elva usava o garoto para seu prazer sexual, depois ela era usada por seu marido.

Talvez tivesse algo entre ela e Tallon no passado, mas ela conseguiu matar qualquer sentimento que ele tinha por ela.

Tallon entrou no quarto iluminado pelas velas, ela saboreava o vinho e corpo do rapaz na sua frente.

Seu marido era gordo e estava suado na maior parte do tempo, Tallon também podia estar suado, mas havia algo diferente nisso. Tallon por causa dos treinos e seu marido de tanta bebida, dois tipos de homens.

– Dormiu com a escrava? – Tallon negou. – Tem permissão para falar. O que fizeram durante toda noite?

– Conversamos.

– Sobre?

– Coisas da arena, se sinto medo, sobre essas coisas estúpidas.

Elva começou a se aproximar dele, acreditava nele.

– Bom, dessa vez não vou ter que sumir com uma escrava. É meu hoje, Tallon, só meu.

Elva tocou sua pele, obrigou-o a tomar o vinho e selou seus lábios.

Ele deslizou a para o pescoço dela, seria tão fácil acabar com tudo aquilo. Apenas um aperto e ela não poderia fazer nada.

Porém ele não poderia matar quem realmente lhe interessava.

– Eu te amo, Tallon, meu animalzinho.

Ela sussurrou, ele só ouviu uma mentira.

Elva se tornou a pessoa mais fria que ele conheceu.

 

Elva olhou para o garoto na sua frente.

– Vou trazer seu papai de volta.

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O Segredo da Mentira

Daemon sentiu a mão de Kaylee sobre suas costas.

– Ele lembra Baelor. – Comentou.

Deixou um suspiro escapar de seus lábios.

– Sei o que está pensando, aposto que nem você acredita nisso.

– Conheço meu irmão e sei o que pode acontecer aqui. Não vou deixar ninguém mexer com ele, usar ele. – Daemon molhou os lábios. – Sentia falta da minha mãe e pai todos os dias e todos os dias Baelor cantava para mim, a mesma música que minha cantava.

– Foi um bom irmão.

– Nunca tive uma chance de retribuir isso, ele nunca permitiu. Mas agora posso.

Poderia apenas ser uma ilusão, talvez fosse o filho de Rhaegar e isso explicasse a aparência dele.

No entanto para ele as mentiras são feitas com verdade ou elas não duram muito tempo.

O segredo de uma boa mentira, esse sempre foi o segredo.

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Apenas provações

Ela não podia ir para Dorne com Baelor, mas tinha conhecimento que Ashara deveria seguir o mesmo rumo que ele.

Antes disso ela tinha que conversar com a Dayne, esclarecer algumas coisas, ter certeza que a Dayne não tinha desistido de seu marido.

Bateu na porta e viu Ashara, a mulher tinha um sorriso no rosto.

– Lady Lydia Stark, entre.

Ashara nunca foi uma garota inocente, ela sabia que Lydia sabia.

– Veio me mandar ficar longe de Baelor?

– Vim saber o que exatamente quer.

Ashara sabia cada coisa que queria e não precisava esconder isso da Stark.

– Baelor casou com você, parabéns. Mas lembre-se que eu o fiz homem, ele disse que amava e nunca iria me esquecer. – Parou na frente de Lydia. – Talvez quando ele dorme com você ele pense em mim, na mulher que ele precisa. Ele não precisa de uma garotinha.

Lydia sorriu para mulher, talvez em outro momento poderia ter batido em seu rosto, mas ela viu além de Ashara naquele momento.

– Se Baelor te amasse ele estaria aqui, procurando ficar cada momento com você e não tentando arrumar nosso casamento. Estou aqui porque você foi na minha casa e se apresentou como uma Septã e depois enviou um bilhete para mim brigar com Baelor, mas isso não deu certo. Estamos melhor que antes.

– Nunca enviei um bilhete, Lydia. Não preciso que briguem, e tenho muito menos motivos para ter falado quem eu sou.

– Não acredito.

Lydia entregou o bilhete para Ashara, a mulher reconheceu a letra de Varys e amassou.

Olhou para a loba indo em direção a porta, tinha que medir suas palavras com cuidado.

– Eu e ele temos um laço, Lydia, algo que nunca pode ser desfeito.

– E você perdeu quando o abandonou.

Ela nunca o abandonou, nunca o esqueceu.

– Lydia! – Chamou. – Não tem medo que ele durma comigo novamente? Repita aquela noite em Harrenhal? Talvez ele não sinta nada por mim, mas nunca se sabe o que o vinho e algumas memórias fazem.

– Pode tentar. – Lydia olhou por cima do ombro e sorriu. – Se fizer isso vai ser a mulher que ele dormiu duas vezes por culpa de um vinho, mas eu sou a mulher que ele se casou e que vai lhe dar seus herdeiros.

Ashara lembrou de Aegon, ele já tinha seu herdeiro e não precisava de outro.

Olhou para Lydia saindo do quarto e deixou seu corpo desabar na cama.

Sabia que estava o perdendo para uma garota e Varys só estava ajudando isso acontecer.

Mas ela ia fazer a Aranha pagar por isso.

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Sonhos de Gelo

Só tinha neve ao seu redor, nenhuma pessoa, mas ele sentia o cheiro de sangue.

– Eles estão vindo, mas temos nosso campeão – Uma voz feminina, tinha doçura nela. –, mas se o berrante soar.

Escutou um som ensurdecedor, alto e ecoando por toda local.

Então ele viu o olho gélido, ele viu a morte.


Notas Finais


1. Quero dizer que o roteiro dos capítulos finais está decidido (Capítulos finais, não o epilogo), vocês ainda vão receber decisões, mas nenhuma delas vai afetar esse final.
O que foi decidido: Principalmente contra os Outros.
Isso o que foi decidido não vai ser mudado por nenhuma hipótese, independente se for agradar ou não.
Por que acho importante falar que o final está pronto e que algumas decisões estão seladas? Porque acho importante dizer que tenho um final planejado.


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