História Game Of Thrones - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Drama, Romance, Violencia
Exibições 271
Palavras 1.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AQUI ANTES DE LER, MUITO IMPORTANTE:
- O nome da personagem principal ERA Daenerys, so que devido a ligação com a serie eu resolvi alterar, então o nome da personagem principal agora é MELISEY.

LEIAM AS NOTAS FINAIS, uma boa leitura <3

Capítulo 2 - Melisey


Terras de Miranda, 1882.

Point Of View by Melisey.

Quando sua voz parecia longe o suficiente consegui soltar a respiração, voltei a acariciar meus pulsos soltando um leve gemido de dor. Bando de brutos sem modos, haviam me puxado com tamanha força que meus braços estavam com diversos círculos avermelhados, que logo logo ficariam com um roxo escuro.

Levanto do chão ainda incerta de meus passos, onde merda eu fui me meter? Eu sabia que perto do pequeno vilarejo em que eu morava estava tendo uma grande batalha por território, tanto que recebemos ordem para evacuar, porém o sumiço dela mudou todo meu trajeto. Desde o momento que me pegaram até agora não senti nenhum pingo de medo do que poderiam fazer comigo, ou talvez eu me negasse a sentir. Sempre fui assim, sempre me meti no que não devia causando a revolta dos meus pais, que defendiam a típica certeza de que lugar de mulher é na cozinha ou na cama, servindo como uma escrava um pouco mais valorizada para os homens.

Eu não pertencia a esse século, não pertencia a esse mundo.

Já Miran era o meu oposto, a filha que com apenas dezesseis anos já sabia bordar impecavelmente, cozinhar e já estava de casamento marcado dali a uns meses anos com um grande herdeiro. Era a princesa da família e a pessoa que eu mais amava em toda vida.

Senti meus olhos encherem de lágrimas e apertei forte minhas pálpebras me sentindo fracassada e pela primeira vez no dia o medo me tomou. Eu estava perdendo tempo! 

Miran havia sumido no dia que iríamos sair da cidade para longe das tropas, quando acordamos ela não estava na cama ao meu lado. E eu não aceitava. Não aceitava que ela tivesse sumido por vontade própria, mas a ideia que alguém entrou ali e a tirou de nossas vidas era bem pior, por todos os Deuses, eu era sua irmã mais velha que estava ao seu lado e não havia ajudado em nada. Eu não sabia qual das hipóteses me causava ainda mais pavor.

Então eu sai, logo quando acordei escutando o berro desesperado da minha mãe ao constar que sua filha caçula havia desaparecido, sai sem olhar para trás, levando apenas comigo a certeza que não voltaria sem ela.

Eu tinha chance de sair agora dali e tentar escapar, mas não havia uma chance daquilo dar certo, eu estava em território inimigo, com praticamente uma população de homens no cio que me usariam e compartilhariam da pior forma.

Senti um longo arrepio correr em meu corpo ao pensar naquilo. 

Foco, Mel.

Pense, pense, pense...

Bufei esgotada segurando o nó na garganta. Ao soltar a respiração consegui reparar no local em que estava, era realmente a tenda de um homem importante para o exército, dava-se para notar pela cama feita de lençóis grossos de pelo, um por cima do outro, até parecer confortável o suficiente. Também afirmava minha suposição pela mesa de madeira a minha frente, com algumas frutas e jarras com várias cores de bebidas. Girei o corpo apenas para dar de cara com um grande pedaço de madeira que desenhava um corpo, o qual sustentava uma armadura. Aproximei da mesma tocando no ferro firme e reluzente que tinha no peito esquerdo a figura do que me parecia ser a bandeira da Inglaterra.

Passei os olhos pelo chão de terra a procura da espada, mas o tal homem parecia ser bem esperto por não ter deixado nada afiado o suficiente para o cortar perto de mim.

Senti a garganta secar ao lembra de seu rosto firme ao dizer as palavras frias com convicção, e se... Talvez ele soubesse se Miran havia passado por aqui? Sentei novamente na terra sentindo algumas pedras minúsculas me incomodarem sob o tecido fino do vestido. Ajeitei minha posição encostando a cabeça no que me parecia ser um boneco de madeira.

Meu pensamento viajou até Gerek, meu noivo desde meus quinze anos e somente agora com ambos na beira dos dezoito anos havíamos marcado a data do casório. Será que eu nunca casaria? Será que se eu conseguisse voltar Gerek me aceitaria?

Estava confirmado, eu não me encaixava nessa sociedade que só preza os homens, pouco me importa se Gerek irá ou não ter interesse em mim, eu nunca fui a favor de nossa união, assim como Miran.

Miran! 

Abracei meus joelhos escondendo minha cabeça ali pedindo por tudo para que Deus a protegesse por onde quer que ela estivesse. Mas assim que iria me benzer o som de passos me fez levantar a cabeça e olhar para a entrando ansiosa.

E logo vi seus olhos castanhos claros me fitarem sérios. Não consegui prestar atenção em sua roupa, apenas no balde médio e cheio de água que ele carregava, naquele momento ao voltar meus olhos para seu rosto, pude notar seus cabelos um pouco raspados úmidos. 

– Voltou a fazer o voto de silêncio ou decidiu abrir essa boca? — Falou colocando com brutalidade o recipiente na minha frente, um pouco de água caiu com o movimento molhando a terra a escurecendo ainda mais. – Se lave! 

O observei ainda incrédula. Aquela água era para mim? 

Céus, só Deus sabe o quanto eu desejava um bom banho naquele momento, mas não cogitaria fazer aquilo com aquele par de olho em cima de mim.

Um sorriso de canto malicioso surgiu em seu rosto enquanto ele se sentava sobre a cama.

– Se eu fosse você, Melisey — murmurou meu nome lentamente. – Usaria bem essa água, alguns homens lá fora estão há semanas sem saber o que é um banho.

Neguei com a cabeça olhando para um ponto atrás de si, apenas para que sua voz chamasse minha atenção novamente.

– Voltou a fazer a de menina muda? — Deu uma breve risada puxando um prato com alguns cachos de uva, senti minha barriga roncar após nove horas sem me alimentar. – Eu já sei que você entende muito bem o que eu falo.

Ah, como eu desejava nunca ter tido uma mãe britânica para me ensinar aquela língua, como eu queria que tudo que saísse daquela boca suja não passasse de zumbidos. 

Ele se levantou e senti meu corpo ficar tenso, pensei nele me puxando pelos cabelos e me forçando a dar meu corpo para satisfazer seu prazer. Não, ele não teria essa capacidade! Não poderia ter. Era podre me forçar a fazer isto. Já sentia um longo calafrio ao cogitar a possibilidade. 

Ele se agachou ao meu lado e pude observar melhor seu rosto. Ele tinha traços firmes porém leves que se destacavam na pele clara.

– Você prefere que eu te dê um banho? — Sussurrou perto demais do meu rosto.

– Tente encostar em mim. — O ameacei deixando o nojo evidente no meu tom.

Ele riu se levantando.

– Ande logo com isso, Melisey! Ou jaja eu mesmo farei isto e... — Jogou uma uva em mim – você não vai conseguir me impedir.

Engoli a seco enquanto o homem de nome desconhecido para mim se virava catando algo em um grande baú.

Ainda o encarando, virei-me para ficar de costas a ele e desci cada manga do vestido, o segurei quando ousou a parte de cima cair em minha cintura, e me levantei do chão permanecendo naquela posição, segurei com uma mão a peça em meu busto para a manter ali e com o braço livre segurei o pano limpo e o afundei na água gelada o trazendo para mim.

Esfreguei toda a área do meu pescoço fechando os olhos ao me deleitar com a sensação fresca daquele contato.

Abaixei o pano até o começo dos meus seios limpando a parte vermelha de um corte, aplicando um pouco mais de força no sangue seco.

Deixei o pano escorregar da minha mão quando um corpo forte e quente se encostou ao meu por trás. Eu não conseguia me mover, não tinha controle das minhas maos. Tremi ao temer o que poderia acontecer naquele momento.

Sua mão quente puxou levemente meu cabelo para o lado deixando um de meus ombros nus para si e seu nariz o acariciou me fazendo fechar os olhos e rezar baixinho para que não passasse daquilo.

– Esse cheiro... Tão doce... — Sussurrou, sua boca encostando em minha pele úmida. – Você é da nobreza. — Afirmou.

Suas mãos se encaixaram em minha cintura em um toque firme e me puxaram contra seu quadril me chocando na textura volumosa.

– Você ainda vai agradecer por ter caído nas minhas mãos. — Murmurou.

E com um suspirou forte me soltou, e suspeitei que estava caminhando para fora dali. Apenas quando ouvi seus passos distantes desviei meu olhar do tecido fino da cortina na minha frente. Minha respiração até então presa se soltou aliviada e me abaixei atordoada voltando a me lavar para terminar com aquilo antes que ele decidisse voltar.


Notas Finais


GENTE DO CÉU QUANTO TEMPO!!! To até com vergonha de aparecer aqui, mas venho com um recado: Eu voltei para ficar! Peço que comentem, me deem sugestões sobre a fic, e em breve teremos mais um capítulo!! O que vocês acharam?? Aiiiii to mt feliz por voltar a escrever e ver a fic com essa quantidade de favoritos com um único prólogo, vocês são demais! Espero que tenham gostado dessa capítulo :)
**Leiam minha nova fanfic:
https://spiritfanfics.com/historia/fanfiction-justin-bieber-only-one-agreement-6083263

Mil beijos, deixem suas opiniões<3


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