História Game of Thrones: Winds of Winter - Capítulo 4


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Benjen Stark, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Cersei Lannister, Daario Naharis, Daenerys Targaryen, Davos Seaworth, Euron Greyjoy, Gendry, Jaime Lannister, Jon Snow, Jorah Mormont, Melisandre, Olenna Tyrell, Petyr Baelish, Samwell Tarly, Sandor Clegane, Sansa Stark
Tags Cersei Lannister, Daenerys, Fire Blood, Game Of Thrones, Jon Snow, Season 7, Starks, Winter Is Coming
Visualizações 155
Palavras 1.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Spoils of War


Cersei  recebera uma carta de Jaime, na qual informava que os Tyrell rumavam a batalha contra os exércitos Lannister.  Ao ler a carta, a rainha sorriu ao tomar o vinho. Qyburn, que antes fora meistre, apresenta-se e pergunta:  - Boas notícias, Vossa Graça?

 - Um ataque contra as nossas tropas. Embora, creio que Ollena Tyrell aprenderá o seu lugar quando isso terminar. Quero que ela seja trazida até mim viva. Então ela vai ser arrepender de ter vivido para me desafiar.

 - E quanto a Mãe dos Dragões? 

 - Ela não viverá para ser mãe de mais nada. Não importam quais sejam meus inimigos, Qyburn. Todos eles vão acabar do mesmo jeito: No chão. E quanto maior a altura, mais dolorosa é queda. – Concluiu Cersei, começando a escrever uma carta para Jaime. “ Quero que me traga Ollena com vida, ela sofrerá da mesma forma que eu sofri fazendo a Caminhada da Vergonha e farei questão que Sor Gregor a torture até a morte. Estarei auxiliando na batalha... Mandei em barris para o exército deles...  Cinco mil frascos de fogo vivo. “

 Pedra do Dragão 

 Daenerys  preparava-se para ir com seus dragões até Porto Real, quando Tyrion aproxima-se e pede para falar com ela. - Vou ser breve. Prometo. – Falou Tyrion, enquanto ela assente com a cabeça.

 - Matou aqueles homens, por quê?

 - Me insultaram e recusaram minha oferta. 

 -  Qualquer soberano faria o mesmo. Mataria a ambos. Mas me diga o que é justiça? Você quer ser uma rainha ou a rainha?

  - Eu sou o que sou. Estou jogando, assim como você disse. Preciso que me ajude a fazer isso. Posso ter me precipitado, mas, não sou como meu pai. Nunca serei o que ele foi.

 - Não foi o que pareceu. Eu acredito em você e no que pode fazer, mas lembre-se: Os fins não justificam os meios. Faça o fizer, mas faça justiça e lute para que Westeros seja melhor. Eu sei que consegue. – Concluiu Tyrion.  

- Obrigada. 

 Winterfell 

 Lyanna Mormont decidiu ficar um tempo em Winterfell, pois queria auxiliar Sansa quanto as necessidades do Norte. Embora fosse uma criança, a menina teve que crescer rápido no tocante ao comando de sua Casa. Sansa caminha enquanto a neve cai em seus cabelos ruivos, embora fosse acostumada a conviver com o inverno, este parecia ser o mais frio que sentira. Fantasma a acompanha, e ela acaricia sua cabela, passando delicadamente os dedos nas orelhas do lobo gigante. Ela se senta em meio a neve e começa a fazer algo com ela. 

 - O que está fazendo? – Perguntou Lyanna. 

 - Um castelo. 

 - Isso é coisa de criança. 

 - Bem que eu gostaria de voltar a ser criança, mileide. Já fez um castelo na neve? - Não.

 - Gostaria de tentar? - Eu... Tudo bem

. – A garotinha sorriu e juntou-se a Stark, sentando-se e começando a fazer o alicerce do castelo na neve. Enquanto isso, Sansa olhava para ela e lembrou-se de Arya, do jeito alvoroçado e forte da irmã, e de Bran, do brilho no olhar do garoto quando voltava com seu pai e os irmãos para Winterfell, quando neste momento ouve-se bradar: 

 - Abram os portões! Sansa levanta-se e levar o olhar até os portões, que vão se abrindo no momento em que um rosto que não via a muito tempo. Bran estava em um cavalo e ao seu lado Arya.  Edd Doloroso, Lorde Comandante da Patrulha da Noite, os havia escoltado até Winterfell.  Sansa corre até os irmãos, Arya desce do cavalo e vai ao encontro dela, Bran sorri e parece não acreditar que depois de tudo, voltou para casa. As duas se abraçam e falariam alguma coisa, mas aquele abraço significou mais do que muitas palavras. Lyanna olha para os dois e sorri ao lembrar-se do ditado que ouvira sobre os Starks: “Quando o inverno chegar Não se ouvirá o rugido dos leões... Não haverá veados pastando no campo... Não haverá rosa crescendo nos prados... nem serpentes nas areias... As lulas congelarão nas profundidades... Os homens esfolados apodrecerão Não haverá trutas nas terras fluviais O voo da águia cessará Nem o vapor da narina do dragão aquecerá os salões... Somente os lobos uivarão na noite fria. Os lobos... Voltarão.  “ 

 Jaime ordena que as tropas marchem rumo a batalha, em direção a Campina. Ao prosseguir com o exército, ele avista ao horizonte, cerca de quarenta mil homens prontos para a guerra. Lady Olenna. - Pensei que tinha dito que eles estavam em menor número, parecem estar bem equilibrados. – Replicou Bronn. - Parece que as coisas vão ficar bem sérias. Temos vinte mil dos nossos e mais trinta mil do Vale. 

 - Vale? Onde eles estão? Soube que ajudaram os Starks. - Temos fogo-vivo. Cortesia da rainha. – Disse Jaime. 

- Cinco mil? Se essa merda explodir, vamos todos virar churrasco, sabe disso não é? – Perguntou Bronn. - Mandarei preparar as catapultas. - Prefiro caça-putas. – Disse Bronn com um meio sorriso no rosto, Jaime, ri um pouco e diz:

 - Você é um péssimo piadista também.

 - Sou um mercenário. Sou o melhor no que faço, mas o que eu faço não muito agradável. Pelo menos o que estou prestes a fazer agora. 

 - Sinceramente eu não quero lutar.

 - Eu também não iria querer se tivesse apenas uma mão.  

Neste instante, os Tyrell começam a marchar em direção a eles, enviado seus cavaleiros a frente. - Arqueiros, preparar! – Bradou Jaime

. - Apontar!

 - Atirar! -  As flechas voam no ar, transpassando cabeças, e derrubando cavaleiros de seus cavalos. No entanto o exército Tyrell continuava avançando. Neste momento, Jaime olha para horizonte e retira a espada da bainha com a mão esquerda.  - Preparem as catapultas! – Os frascos de fogo-vivo são ali cuidadosamente depositados, enquanto os homens puxam as alavancas que firmam as cordas . 

 - Soltar! As chamas verdes espalham-se por todo o campo massacrando tudo, ouve-se gritos de dor e agonia. Muitos mortos, o odor de combustão e sangue espalhava-se pelo ar.  Todos que partiram rumo a tropa Lannister, morreram. O resto dos Tyrell parte em retirada, quando Jaime Lannister ordena: 

 - Atacar! – Os cavaleiros perseguem aqueles que não foram atingidos pelo fogo vivo e matam a todos. Embora, estivessem em maior numero, os Tyrell foram massacrados pelo fogo-vivo, a substância era tão letal que dez mil frascos colocariam Porto Real em cinzas. Jaime prossegue até Jardim de Cima e encontra Olenna Tyrell. Não houve resitência pois não havia guardas no castelo. Ollena surpreende-se por ver Jaime, mas volta o olhar, agora melancólico para o horizonte. Um dos oficiais Lannister se aproxima com uma adaga quando Jaime diz: 

 - Não faça isso. 

 - Ela é uma inimiga senhor... 

 - Mataria uma senhora? Que tipo de homem você é? Isso não é necessário, saia. – Disse Jaime com a voz gelada. 

 - Foi uma bela vitória. – Disse Ollena, ainda voltada para a janela,estava sentada em uma mesa, na qual possuia uma jarra e um copo. - Eu chamaria de desperdício de vidas. Mas você não me deixou escolha. Está satisfeita? – Perguntou Jaime, cruzando os braços.

 - Amou seus filhos, Jaime?

 - Não tenho...

 - Sou velha, mas não estúpida. Sei sobre você e Cersei. – Interrompeu Ollena.

 - Qualquer pai ama seus filhos. 

 - Eu também. Loras e Maegary eram meus netos e Cersei os tirou de mim. Então me responda, o que faria no meu lugar, Regicida? 

 - Minha resposta não mudará o que vai acontecer hoje. Cersei quer que você seja levada a Porto Real.

 - Já tenho em mente o que ela planeja. Creio que não será algo cordial. – Disse Olenna, enquanto Jaime lembrava-se da carta. 

 - Saia daqui. Fuja e procure refúgio. Você tem uma hora. – Disse Jaime, virando as costas para ela. - Não. Eu tentei e  fracassei. Não tenho mais porque viver, mas você ainda tem. – Disse Olenna colocando o conteúdo da jarra. 

 - Eu disse que pode ir. Porque não vai de uma vez? 

 - A justiça chegará para Cersei, um dia. Apenas me deixe morrer, tomando isto.

 – Após ela dizer isso, Jaime percebeu o líquido no copo era veneno. 

- Faça como quiser. – Concluiu, virando-se para a porta novamente, começando a andar. 

 - Jaime... - Ela fala e ele vira-se.

 - Você ainda tem tempo, lembre-se disso. – Concluiu Ollena, levando o copo á boca. Ele caminha para fora, onde encontra Bronn e suas tropas. - Parece que foi uma boa conversa.

 - Ela está morta. Vamos voltar para Porto Real. -  Neste momento, uma grande criatura surge no céu.  Era um dragão negro, para espanto de todos. Ouve-se uma voz feminina bradar: - Dracarys!    



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