História Game On - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Joy, Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Joyri, Kpop, Red Velvet, Seulrene
Visualizações 130
Palavras 3.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente!!! Bom, gostaria de dizer que estou bem nervouser por estar publicando essa historinha por motivos pessoais mesmo.
Essa história navegava pelos mares da minha imaginação a muuuito tempo, então ela é bem especial para mim e espero que seja especial (ou só legalzinha já ta bom) para vocês também!!

A gente se vê nas notas finais
pas

Capítulo 1 - Automático


-Agora são 7:50, você está ouvindo Ani Station a radio informativa número 1 de Seul. - Anunciava uma voz feminina, metálica e pouco humana.

 

- Por que você ainda escuta essa estação? - Seulgi encarava sua mãe que mantinha a atenção voltada para a estrada a sua frente. 
 

- Já passou por sua cabeça que, talvez, eu goste dessa estação? - Seulgi apenas revirou os olhos com a resposta e voltou a mexer em seu celular.

 

        Elas estavam a caminho da escola de Seulgi, que por sinal, não ficava perto de sua casa. Como de costume, Seulgi chegará atrasada, mas isso já não a incomodava mais. Já era um habito chegar atrasada na primeira aula, até mesmo suas amigas já estavam acostumadas. 

    Ela não culpava totalmente seus pais, na maioria das vezes a culpada era a própria adolescente. Assim que entrou no ensino médio seus pais permitiram que ela tivesse mais liberdade e cuidasse por conta própria de sua vida, parte dela, pelo menos. Mas para Seulgi aquilo só significava noites acordada jogando jogos multiplayer online, ou desenhando. Algumas vezes Seulgi nem dormia, ia direto para escola, e por outras, ela não conseguia acordar com o despertador e acabava perdendo a hora. 

   Ela perdeu a conta de quantos sermões ela ouviu de seu pai sobre como aquilo estava destruindo seu corpo e mente. Hoje tinha sido diferente, quem a acordou foi sua mãe, e não seu pai. Sua mãe tem um método diferente, digamos assim, para acordar Seulgi. O método consiste em puxar todas as cobertas da cama, enquanto a mulher berra aos quatro cantos do mundo para que Seulgi levante logo.

 

- A avenida está quase sem movimento, meio incomum para uma sexta feira. – Sua mãe voltou a falar enquanto Seulgi apoiava o queixo na porta para observar a rua através do vidro fechado. - Faça um favor para mim, ligue para seu pai e diga que, talvez, eu chegue a tempo para a reunião.

- Ok. - Seulgi começou a discar o número de seu pai enquanto voltava a se encostar no banco.

   A família de Seulgi tem uma pequena corretora de seguros no centro da cidade, onde sua mãe, Kang Danbi, e seu pai, Kang Yoo, trabalham junto de seu avô paterno, fundador da empresa. A empresa estava passando por uma fase complicada, 2 de seus melhores clientes encerraram contrato e migraram para outra corretora. Seulgi sentiu o impacto disso em casa, o clima estava mais tenso e estressante, principalmente com sua mãe. 

 

- Pai?
 

- Oi, princesa, aconteceu alguma coisa? - Seulgi deu um leve sorriso após ouvir seu apelido.

 

- Nada de preocupante. Mamãe pediu para avisar que, talvez, ela chegue a tempo para a reunião. - Ela ouviu seu pai soltar um riso curto do outro lado.

 

- Tudo bem, então, princesa do atraso. Você por acaso pegou a caixa que estava no balcão da cozinha? - Seulgi franziu suas sobrancelhas, e sentiu os olhos de sua mãe pousarem em si. 

 

- Que caixa? – Perguntou ela, com curiosidade.

 

- Pelo jeito, não. - Ele soltou outra risada. O bom humor dele pela manhã era de dar inveja a Seulgi. - Seu irmão te mandou alguma coisa pelo correio, ele não avisou mas tem seu nome e o remetente dele, então...

 

- Você abriu, não foi? - Seulgi disse com desanimo na voz. Seu pai sempre abria os presentes que seu irmão mandava para ela por "questão de segurança". 

 

- Esse eu não abri, mas não parece ser grande coisa. A caixa é pequena e não fez muito barulho quando chacoalhei. - Seulgi riu quando a imagem de seu pai chacoalhando uma caixa surgiu em sua cabeça. - De toda forma, me espere para abrir de noite. Papai tem que ir trabalhar agora, manda um beijo para sua mãe e diz que amo vocês duas. 

 

- Nós também te amamos, papai. Bom dia de trabalho. - Seulgi virou o rosto para a janela tentando abafar o som, para que sua mãe não escutasse o que estava prestes a dizer. - Boa sorte com a mamãe hoje, vi ela tomando uns remédios para dor de cabeça.  

 

- Eu ouvi, Seulgi. - Sua mãe dizia elevando sua voz, mas sem tirar os olhos da estrada. Seulgi endireitou a postura ignorando a frase de sua mãe, e ouvindo seu pai rir.

 

- Boa sorte para você também, princesa. – Ele disse ainda rindo.

 

- Tchau, papai. -  Seulgi encerrou a ligação e olhou para sua mãe. - Por que você não me falou da caixa? - Seulgi estava irritada com sua mãe desde quando acordou, mas não sabia ao certo o motivo. Ela se lembrava de ter ido dormir com raiva, mas não se recordava do porquê.

 

- Estávamos atrasadas, ainda estamos na verdade. - Uma das mãos de sua mãe massageava a têmpora enquanto a outra se mantinha no volante.   

 

- Mas você podia pelo menos ter avisado... - Seulgi deu de ombros. 

 

- Você já pode parar de implicância comigo, Seulgi. Eu sei o motivo e já dei minha resposta. - O carro tinha acabado de parar em um sinal vermelho.
 

   Seulgi então se lembrou do motivo de sua raiva e mau humor em plena sexta feira. Na noite anterior, durante o jantar com seus pais, ela havia pedido para passar o fim de semana na casa da Yeri para uma festa de pijama com as meninas. Seu pai não via problema, por outro lado sua mãe disse não de imediato.

 

Noite de quinta-feira 

 

- Mas por que não, mãe? - Seulgi ainda mastigava a comida em sua boca ao mesmo tempo que esbravejava para sua mãe, que estava sentada a sua frente. 
 

- Termine de mastigar antes de falar, Seulgi. - Sua mãe repreendia enquanto fazia cara de nojo. Na ponta da mesa seu pai apenas ria da cena. - Vocês estão chegando perto dos exames finais, deveriam estudar ao invés de fazer festa do pijama. -
 

- Nós vamos fazer essa festa exatamente para aliviar um pouco o estresse pré prova, mãe. Por favor!! - Seulgi implorou a sua mãe fazendo sua melhor cara de cachorrinho. 
 

- Eu disse não, então é não, Seulgi. Ponto final. – A mulher a sua frente tinha um olhar firme, assim como o tom de sua voz.
 

- Papai, me ajuda nessa, por favor!! - Seulgi agora implorava a seu pai, que terminava de mastigar. 
 

- Princesa, eu tenho um acordo com a sua mãe. Ambos precisamos concordar com a situação em questão. Por mais que eu entenda seus motivos, e os ache válidos...talvez não seja o momento apropriado, Seulgi. – Seu pai sempre foi mais calmo que sua mãe, mas aquilo só serviu para irritar Seulgi um pouco mais. A garota acabou bufando em derrota.
 

  Após o jantar Seulgi subiu para seu quarto, que ficava no andar de cima da casa, e se trancou ligando o som no último volume. 

 

- Pensei que você iria contar que foi um pedido dos Bae proibir as meninas de irem a essa festa. - Yoo dizia enquanto passava os dedos pelos cabelos de sua esposa, que estava deitada em seu peito, aninhados no sofá da sala. 

 

- Eu concordei com essa ideia, Yoo. A responsabilidade também é minha. Irene precisa focar no vestibular e Seulgi também. Pretendo coloca-la em um cursinho ano que vem. - Ela fechou os olhos enquanto sentia o cheiro de amaciante e colônia de barbear, ainda forte, na camisa de seu marido. 
 

- Seulgi ainda é jovem, Danbi. Ela precisa viver a adolescência e aprender com os próprios erros. – Yoo tentava defender seu ponto de vista com calma na voz.
 

- Ela não é mais uma criança, precisa aprender a viver no mundo por conta própria. Não estaremos aqui para sempre e você sabe disso. – Danbi por outro lado, tinha uma abordagem mais fria.
 

- Então deixe ela viver o sonho dela, tem tantos cursos artísticos bons e...
 

- Yoo. - Danbi cortou seu marido, levantando a cabeça para olhar em seus olhos. - Bons anos de estudo são necessários para que Seulgi consiga entrar em uma boa faculdade, artística ou não. Você sabe disso, já conversamos sobre esse assunto milhares de vezes. – Danbi diminuía o tom da voz conforme ia falando.
   

   Yoo soltou um suspiro em desistência, ele sabia que sua esposa estava certa e só queria o melhor para Seulgi. 
 

- Eu sei, eu só...não quero que ela perca a inocência e amor pelo sonho. Eu só não quero que ela termine trancada em um escritório para o resto da vida. Ela tem muito talento para ser desperdiçado dessa forma. – Yoo parou de fazer cafuné e agora abraçava sua esposa com força.

  Danbi sentiu o amor na pele através das palavras ditas com tanto sentimento envolvido. Viu os olhos de Yoo encherem de lágrima enquanto falava de Seulgi. Sentiu um nó na garganta quando ele, olhando em seus olhos com carinho, disse uma última frase antes de enterrar a cabeça no seu pescoço aprofundando o abraço: 

- Eu não quero que ela termine como eu.

 

Presente
 

- Se você mudar de ideia eu paro de implicar. - Seulgi propôs, era sua última tentativa. 
 

- Seulgi, eu acabei de dizer não. - O sinal abriu e Seulgi observou sua mãe dar seta e virar à esquerda. Sua escola agora só estava a alguns metros de distância. - Sabe, eu estava conversando com seu pai e achamos que seria uma boa ideia te colocar em um cursinho ano que vem. – Disse com calma na voz.

Seulgi parou o olhar em sua mãe que começava a estacionar o carro em frente à escola. Ela começou a tirar o cinto de segurança e arrumar a mochila no ombro esquerdo. Colocou uma mão no bolso de sua blusa e voltou a encarar sua mãe, soltando um longo suspiro indicando cansaço. 
 

- A gente pode conversar sobre isso em casa? Eu não quero atrasar mais você. - Seulgi se inclinou em direção a sua mãe e depositou um beijo em sua bochecha. Ela tentou sair do carro, mas sua mãe segurou seu braço a impedindo de sair.

- Seulgi, você sabe que eu te amo, e faço tudo para seu bem, não sabe? – Seulgi pode perceber a preocupação no olhar de sua mãe que esperava uma resposta.
 

- Mãe, eu sei, eu só não quero piorar sua dor de cabeça e te atrasar mais. - Seulgi puxou o braço de volta e saiu do carro. Antes de fechar a porta retornou na direção do carro voltando a encarar sua mãe. - Te vejo em casa, mãe. Bom dia no trabalho. – Seulgi não esperou algum tipo de resposta e seguiu em direção ao prédio.

Naquele momento ela não conseguia definir o que estava sentindo. Sentia raiva, mas ao mesmo tempo entendia os motivos de sua mãe. Ela não se importou muito com a notícia do cursinho, é comum estudantes frequentarem cursinhos enquanto estão no ensino médio para conseguir bolsas na faculdade. E ela já tinha conversado sobre isso com seu pai, que é a favor de uma educação mais dinâmica do que um cursinho comum. Ele queria que ela frequentasse cursos direcionados a arte, que é a faculdade que ela pretende fazer. 

   O país tem um sistema de ensino direcionado a áreas especificas do ensino superior. Escolas, ou cursos, que preparam os alunos para vestibulares específicos, como o de artes. Era esse caminho que seu pai gostaria que ela tomasse, e ela tentou. Seulgi fez a seleção na instituição de ensino médio artístico, mas não passou. Mesmo assim seu pai não parou de apoiar seu sonho a todo custo, sua mãe também a apoiava, só que de uma maneira diferente. 

  Seulgi encontrou Joy entrando no prédio da escola e foi recebida com um tapa nas costas. 

- Deulgi-deulgi, passou protetor solar de Laranja na cara? - Joy apoiava seu braço no ombro de Seulgi enquanto elas andavam pelo corredor. 
 

- Hãn? O que você bebeu hoje de manhã? – Seulgi disse confusa.
 

- Não bebi nada, é porque sua cara está um bagaço. - Joy disse segurando o riso. Seulgi a empurrou cortando o contato.
 

- Bagaço vai ficar a SUA cara quando você receber o que merece, sua sem educação. - Seulgi tentava bater em Joy desesperadamente enquanto a maior segurava seus braços e ria. 
 

- Vocês amanhecem bem agitadas. É o clima de sexta-feira? - Uma terceira voz fez Seulgi e Joy pararem o que estavam fazendo no mesmo momento. 
 

- Irene unnie! Eu só estava brincando com Seulgi, mas parece que ela acordou com o pé esquerdo hoje. - Joy foi para o lado de Irene deixando Seulgi sozinha. 
 

- O que aconteceu, Seulgi? - Irene perguntou levantando apenas uma sobrancelha. 
 

- Não aconteceu nada demais. – Seulgi falou enquanto arrumava sua roupa.
 

- Sua mãe te proibiu de jogar aqueles jogos de namoro virtual, não foi? – Joy disse diretamente para Seulgi, com os braços cruzados. Irene começou a rir no mesmo momento.  



Seulgi arregalou os olhos e desferiu um soco no ombro de Joy. – Eu nunca joguei esse tipo de jogo idiota.
 

 Joy revirou os olhos e Irene apenas continuava rindo tapando a boca com uma mão. 
 

- Eu não acho que você precise desse tipo de jogo, Seulgi. - Irene disse parando de rir.
 

- O que quer dizer com isso? – Seulgi perguntou franzindo a testa.


- Você já tem muitos pretendentes na vida real. – Irene deu de ombros. Seulgi a olhou mais confusa ainda.

- Não mais que você, Unnie. – Seulgi não sabia bem o que dizer naquela hora, mas não havia mentido. De fato, irene tinha muitos pretendentes na escola devido a sua beleza.


Joy apenas observava a discussão por fora. – Vocês realmente vão ficar disputando quem tem mais pretendentes? Se for o caso eu ganho, e o final de tudo vocês nunca saem com ninguém. – Joy jogou o cabelo para o lado assim que terminou de falar.


- Não vamos. De qualquer forma, Seulgi sabe que perderia para mim no final. – Irene piscou para Seulgi que desviou o olhar na hora. -  E eu saio com pessoas.


- Saiu algumas vezes com Bogum e ainda foi só para fazer um trabalho da escola. – Joy rebateu


- Mas do jeito que todo mundo da escola falava não parecia que era só para fazer trabalho. – Seulgi acabou pensando alto sem nem perceber. Ela tinha uma leve expressão de irritada enquanto fitava o chão.


- A ferida ainda está aberta pelo jeito... – Joy alternava os olhares entre Irene e Seulgi. Irene estava desconfortável com o clima e acabou desviando o olhar para o chão também.

Foi nesse momento que Seulgi sentiu o clima pesar e percebeu o que havia acabado de dizer. Ela abriu a boca para falar algo, mas Joy foi mais rápida.

– Ih, olha a hora – Joy olhou em seu pulso fingindo ter um relógio. - Vem, Seulgi. Vou te levar para sala antes que Wendy apareça dando chilique.


- Eu também já vou indo, vejo vocês no refeitório. - Irene acenou para as duas garotas e começou a se afastar. 

 

- Irene!! Yeri pediu para que no encontrássemos no pátio hoje, então o almoço vai ser lá. – Joy informou enquanto segurava Seulgi pela alça da mochila. Irene apenas concordou com a cabeça e continuou o trajeto até sua sala. 

 

- Baechu, eu não queria ter dito aquilo, me desculpa. Tenha uma boa aula! – Seulgi gritou fazendo com que Joy e Irene se assustassem. Irene olhou para trás com um sorriso forçado e concordou com a cabeça, mais uma vez.

- Eu me pergunto como é possível alguém ser tão palerma como você é quando Irene está por perto. - Joy puxava Seulgi pela alça da mochila. – Aliás, vocês precisam resolver essa tenção que rola toda vez.

Seulgi parou bruscamente no mesmo momento em que joy terminou a frase. A força foi tanta que fez Joy recuar três passos para trás cambaleando. 

 

- Ficou louca de vez? - Joy disse se equilibrando. 
 

- O que quis dizer com isso, Joy?. - Seulgi perguntou.


- Vocês deixam evidente que gostam uma da outra. Você sentiu a tensão que surgiu, não sentiu? Aquilo foi tão desconfortável. – Joy tinha voltado a andar puxando Seulgi consigo.


- Você que está ficando louca. A tensão foi por causa do assunto de Bogum, você sabe que ela não gosta de lembrar. – Seulgi encarava os próprios pés.


- Foi você quem comentou sobre os boatos. Vai me dizer que não ficou irritada com o assunto? A sua cara denunciava, você fica com ciúmes de Bogum só de lembrar. -


- Eu não fico com ciúmes, Sooyoung! – Seulgi Empurrou Joy que nem se moveu direito do lugar.

- Tá bom, então você não ficou com ciúmes, vocês não escondem uma paixão fervorosa e eu não sou sexy. – Joy disse irônica, mas Seulgi apenas a olhou confusa.

 

- Não entendi...- Seulgi estava se referindo da última parte da frase de Joy.

Joy era uma das garotas mais sexy da escola, não somente por seu corpo ser bem definido e com proporções impecáveis, mas sua personalidade também retratava aquilo. Seu longo cabelo castanho-escuro, cintura fina, pernas e busto invejáveis, e rosto delicado, com traços maduros, faziam uma bela combinação com sua personalidade extrovertida e engraçada.
 

- Deixa para lá, Slowgi. Vai logo para sala. – Joy parou ao lado da porta da sala e soltou a alça da mochila de Seulgi.

- Mas depois você me explica o que quis dizer, fechado? – Seulgi levantou o punho fechado para que Joy batesse. Aquele era um sinal que elas costumavam usar quando fechavam apostas.

Joy sorriu com o ato, Seulgi conseguia ser fofa sem nem perceber. – Fechado, Seul bear. – Joy fechou seu punho e o bateu contra o de Seulgi para selar o compromisso.
 

Seulgi sorriu de volta e estava entrando em sua sala quando Joy voltou a chamar sua atenção:

- Não se esqueça que a gente vai se encontrar no pátio hoje, avise a canadense. – Joy reforçou, pois, sabia que Seulgi era desligada e poderia acabar se esquecendo de avisar Wendy.
 

- Pode deixa, eu não vou esquecer. – Seulgi sorriu e entrou na sala, avistando Wendy em seu típico lugar.

Seulgi caminhou até a carteira ao lado de Wendy, direcionando um sorriso para a garota que retribuiu.

- Bom dia, Seulgi. Que milagre não ter se atrasado hoje. – Wendy disse se virando para encarar Seulgi.
 

- Bom dia, Wannie. Na verdade, eu ia me atrasar, mas não teve congestionamento então acabei chegando mais cedo. – Seulgi deu de ombros. – AH! Antes que eu me esqueça, Joy pediu para avisar que hoje nós vamos almoçar no pátio. – No mesmo momento que Seulgi terminava de falar, a professora entrava na sala.

 

- Ah, sem problemas, tem algum motivo especifico? - Wendy agora sussurrava para não chamar atenção da professora.

- Hum, não sei. Joy disse que foi um pedido de Yeri. – Seulgi sussurrou de volta.

- Ah, bom...pode ser algo relacionado com a festa nesse final de semana. – Wendy olhou para a professora, que já passava formulas no quadro, e voltou a encarar Seulgi. – Você vai dormir nessa aula?

Seulgi deu um sorriso travesso para a garota e estalou as juntas dos dedos. – Pode apostar que sim. – Wendy apenas riu e balançou a cabeça em negação.


Notas Finais


Espero de coraçãozinho que vocês tenham gostado, luvs. E por favore perdoem qualquer errinho que escapou rsrs
Eu vou >>tentar<< postar semanalmente, falou? Tenho 4 capítulos prontos (mas sem revisão) para vocês uhu

Mereço feedback positivo, negativo ou nem mereço?


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