História Gamers - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtanboys, Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rapmonster, Suga
Exibições 6
Palavras 822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Seventeen


- Tae, olha... Uma estrela cadente. Faz um pedido!

- Eu não preciso pedir nada, Wonnie. Já tenho tudo o que eu preciso. 

- Eu não!

- Ah não?

- Não!

- O que você precisa então?

- Que você não me deixe nunca!!!

- Eu não vou, minha Jagi... Fique tranquila... Eu não vou!


(***) 


Três dias haviam se passado desde a morte do Jimin, do Tae e do Hoseok. Jin ainda estava inconsciente, e eu já estava entrando em desespero. Acho que o Suga percebeu isso, pois ele me abraçou. Senti que Mi havia ficado desconfortável, mas conseguiu disfarçar muito bem. Achamos um outro lugar para nos escondermos, parecíamos estar cada vez mais perto da morte... Do nosso destino. Quando foi de noite, Suga trocou os ferimentos do Jin enquanto eu fui falar com Mi. Ela parecia tão triste... Tão quieta... 

- Mi, tá tudo bem?

- Eu pareço bem, Won?

- N-Não, é só que eu...

- Olha, você até pode ser a mais forte aqui, mas por mais que você ache que não, é a mais fraca emocionalmente. Se não fosse por você, o Hoseok não teria morrido 

- Não esqueça do Taehyung e do Jimin.

- Eles não eram meus amigos.

- Mas eram os meus, assim como o Hoseok não era meu amigo mas mesmo assim... Fiquei triste pela morte dele.

- Porque ele era seu cunhadinho. Se seu irmão não fosse viado você nem teria se importado com a morte dele.

 Acho que foi a raiva me subindo, que me fez dar um tapa em sua cara. Ela me olhou aflita, como se não acreditasse no que eu havia feito. Bem... Nem eu acreditava. Suga me lançou um olhar de fúria, abandonando Jin e indo abraçar Mi. Na mesma hora, senti meu rosto esquentar. Comecei a me desfazer em lágrimas, correndo para dentro da floresta. Eu tropecei numa pedra e cai de joelhos, me ralando toda. Abaixei a cabeça, ainda chorando. Não gostava quando brigava com algum amigo meu. O que eu mais queria era voltar pra lá e dar um abraço nela, mas algo me impediu. Senti uma forte dor na cabeça e em seguida, vi tudo escuro. 

 Quando recobrei minha consciência, estava numa sala de paredes de espelho preto, uma luz negra e uma roupa preta. Haviam câmeras em cada ponto da parede e um som insuportável vindo das paredes. O som só foi piorando, ficando mais alto e mais agudo, até que cessou de vez. A princípio, achei que havia ficado surda, mas então ouvi o tranco da porta e relaxei os músculos. Um homem de óculos e jaleco entrou na sala junto de uma mulher com longos cabelos negros, vestida de preto. Ela abriu um sorriso cínico para mim e puxou um chicote,  lascando-o nas minhas costas. Soltei um grito de dor, que chegou a arder minha garganta. A mulher soltou uma gargalhada de prazer e lascou mais uma vez o chicote nas minhas costas, desta vez, caindo de cara no chão. Ela me rodeou e me puxou pelo cabelo, me deixando em pé. Ela retirou uma seringa com um líquido verde de seu bolso e aproximou de mim.

- Diga adeus aos seus amiguinhos...

- É o fim de todos. - disse o médico se aproximando de uma mesa com um computador que refletiu a imagem dos meus amigos.

 Jin já estava acordado mas sua pele ficava cada vez mais pálida e seus cabelos molhados de suor. Mi estava nas costas do Suga, que seguia Jin. Minutos depois, Jin parou misteriosamente e caiu em seguida. Suga deixou Mi no chão e correu até Jin. A mulher gargalhou mais uma vez e andou até a parede que refletia as imagens. 

- Tadinho, foi envenenado e nem sabe.

- Como assim envenenado?

- Ora, nossa falecida amiguinha, Hyaerin, o envenenou quando o prendeu.

- Meu Deus... 

 A gargalhada dela já estava me irritando, quando misteriosamente as luzes da câmara se apagaram. Aproveitei a deixa para me levantar e tentar fugir, mas a chave estava com a mulher. Uma luz verde se acendeu e os olhos da mulher correram pela sala até me encontrar. O médico veio para cima de mim mas lhe dei uma cotovelada no pescoço e o chutei, fazendo-o cair no chão. A mulher tentou me chicotear mas desviei a tempo, segurando o fio e a puxando, dando-lhe um chute na barriga. Peguei a seringa que estava com ela e enfiei no seu pescoço. Ela gritou de agonia e caiu de quatro no chão. O médico tentou se levantar mas quebrei o computador na sua cabeça. Procurei desesperadamente a chave no cinto da mulher mas ela não estava totalmente morta. Ela agarrou meu pulso, quebrando-o com tamanha força. Soltei um grito e chutei sua cabeça. Esperei alguns segundos, até ter certeza de que ambos estavam mortos. Abri a porta e sai direto na floresta. Comecei a correr, gritando pelo Suga, pela Mi e pelo Jin. Distraída, esbarrei em algo que só depois reconheci....

- Meu Deus!! 


(To Be Continue...) 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...