História Gangsta - Capítulo 13


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Letícia, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Rosalya
Tags Amor Doce, Armas, Aventura, Castiel, Criminal, Drogas, Gangsta, Gangster, Traficante, Trafico
Visualizações 250
Palavras 1.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey hey hey

Pessoal, no capítulo anterior, eu coloquei links de como eu imagino os personagens, porém, eu fui entrar neles e vi que tinha colocado os links errados. Eu já corrigi isso, então, se quiser voltar no capítulo anterior e ver de novo, estão lá! Vou colocar de novo nesse, caso não queira voltar.

Até lá em baixo!

Capítulo 13 - Vozes


Fanfic / Fanfiction Gangsta - Capítulo 13 - Vozes

- Como ela pode achar isso!? – Perguntei indignada.

- Eu também acho uma loucura, mas a Clary está determinada. Ela realmente pensa que foi você. – Matt gesticulava.

Bufei, me atirando na cadeira.

- Não fui eu. Nunca me envolveria com isso. – Murmurei. Não gostava de mentir para ele.

- Eu sei, pequena. – Matt era tão fofo. Me doía mentir.

Terminamos o almoço em silêncio, e ele foi trabalhar, em seguida.

Esperei que ele saísse e fui até a casa de Castiel. Era um pouco longe, então fui de ônibus. Chegando lá, ele não demorou para abrir a porta.

- Oi. – Sorri. Dei um beijo nele e entrei.

- O que te traz aqui? – Apoiei-me no sofá, olhando para ele.

- Lembra que eu te falei que a namorada do Matt era da polícia?

Ele juntou as sobrancelhas, confuso.

- É, acho que sim. – Deu de ombros.

- Ela acha que fui eu quem vazou a informação. – Lancei. Castiel arregalou os olhos.

- A polícia já sabe?

- Pelo que Matt me falou, ela está fazendo uma investigação a parte. – Me sentei. Castiel sentou ao meu lado.

- Ela não vai descobrir, fica tranquila. – Concordei com a cabeça. Ele pareceu lembrar de algo. – O que você contou para a Rosalya? Lysandre falou que ela estava muito elétrica no almoço.

Lys era cunhado de Rosalya, e provavelmente ela foi almoçar na casa deles.

- Eu falei que estávamos ficando. Tudo bem? – Perguntei, receosa.

- Melhor do que nada. – Ele riu. Me larguei no sofá. – Hein, consegui outro tráfico. – Sorriu.

- Aonde ?

- Springfield. Fica em Massachusetts.

- É um pouco afastado daqui, não acha? Tipo, nós vamos ganhar pouco para ir tão longe. – Ficava quase fora de cogitação ir para Massachusetts só para quinhentos reais, no máximo.

- Ai é que está. Um amigo meu vai também, porque é bastante mercadoria. Ou seja... – Sorri.

- Me deixa adivinhar? Mil e quinhentos? – Um sorriso pretensioso surgiu em seus lábios.

- Três mil. – Foi a minha vez de arregalar os olhos.

- Mas... Vai ter o que na droga? Ouro? – Castiel riu.

- Não gatinha, apenas enganamos ele. O cara é novo nisso, então não sabe quanto que vale cada coisa. – Um sorriso estava estampado em seu rosto.

- E você acha muito engraçado, né? – Cruzei os braços, como se estivesse dando uma lição de moral nele.

- Sabe o que é engraçado? – Neguei. – Isso aqui.

Suas mãos rápidas foram a encontro de minha barriga, e começaram a fazer cócegas em mim. Meu ponto fraco.

- Ai meu Deus... Para! – Pedi, rindo.

- Mas isso é engraçado. – Ele imitava minha voz.

Ele se deitou em cima de mim, sem parar de fazer cócegas.

- Eu vou morrer! Não consigo respirar! – Tentei apelar.

Ele parou de repente, e começou a me encarar. Olhei confusa para ele.

- Se eu tivesse contado para outra pessoa que eu era traficante, provavelmente ela teria me entregado para a polícia. Você não. Eu admiro sua postura perante a isso. – Me sentei novamente.

- Vai acabar me deixando envergonhada. – Coloquei uma mecha do meu cabelo para trás da orelha. Ele me olhou com ternura. Sorri.

- Eu amo suas pernas. – Ele estava as encarando.

- Seu pervertido! – Castiel levantou as mãos em sinal de rendição.

Passamos o resto da tarde juntos, e acabei por saber que iríamos para Springfield no final de semana.

Lá pelas seis, fui para a casa maratonar Shadowhunters.

No quarto episódio, o telefone da casa começou a tocar. Pausei o episódio e fui atender.

- Alô?

- Quem fala? – Era uma mulher, a voz dela estava trêmula.

- Meghan. – Respondi com certa desconfiança – Quem é?

- É... – Ouvi outra voz no fundo. – É você mesma, Meghan?

- Quem é? – Perguntei mais uma vez. Já estava começando a me irritar.

- Continuam em Manhattan? – Foi a vez do homem perguntar. O que estava acontecendo?

- Eu vou desligar. – Bati o telefone com força no gancho.

Atrapalhar minha maratona para falar bobagens no telefone? Ah, me poupe, se poupe, nos poupe.

Voltei a assistir a série, e o sono bateu, então fui para o quarto. Coloquei meu pijama e fui dormir.

- Meghan! Volte aqui! – Era minha mãe. Ela estava correndo atrás de mim pelo antigo apartamento. Eu deveria ter uns três anos de idade quando morávamos lá.

Escorreguei no piso da cozinha e ralei meu joelho.

- Nós falamos para não correr, Meghan Carly! – Foi meu pai que gritou comigo.

(...)

Acordei suando. Eu sonhei com meus pais. Ou melhor, tive uma lembrança deles. Isso realmente aconteceu.

Aquelas vozes estavam tão claras na minha mente agora que me davam enjôo. Espera... as vozes. Não, é impossível, eles não me ligaram.

Levantei da cama e fui para a ducha. Coloquei uma blusa preta com alguns detalhes ladeados e uma calça jeans rasgada. Sequei os cabelos e desci para pegar minha maçã matinal. Feito isso, busquei a mochila e fui para a escola. No caminho, mais uma vez aquelas malditas lembranças invadiram minha mente.

Passei as mãos em meu rosto e senti alguém me seguindo. Apressei o passo, mas a pessoa foi mais rápida, e segurou meu braço, me empurrando para um beco.

- Lembra de mim, linda? – Era Dake. Merda.

- Me solta. – Tentei, sem sucesso, tirar meu braço dali. Ele era muito mais forte que eu.

- Eu sei o que você fez. – Dakota sorriu. – Matando pessoas, Meghan? Nunca imaginaria isso de você. – Gargalhou.

- Você não sabe o que aconteceu. – Me defendi.

- Sabe informações da polícia também? É uma garota de sorte. – Como ele sabia?

- O que você quer? – Meus olhos esbanjavam ódio.

- Seu cliente em Springfield. – Ri ironicamente.

- E eu quero um unicórnio rosa que brinque de Barbie comigo. Me poupe, Dake.

- Não brinque comigo, garota. – Ele apertou meu braço.

- Ei! O que está fazendo? – Uma voz ecoou do início do beco. Dake me soltou e olhou para o rapaz. Era Kentin.

Dakota voltou seu olhar para mim.

- Avise Castiel. – Ele piscou para mim e saiu dali.

Sai também. Kentin veio atrás de mim.

- Você está bem? Ele te machucou? Aliás, quem é? – Ele me analisava, procurando qualquer vestígio de algum machucado.

- Estou bem. Era só um idiota que eu tive o desprazer de conhecer.

- Seu braço está vermelho! Tem certeza que ficará bem? – Sorri.

- Agradeço sua preocupação comigo, Kentin, mas estou bem.

O braço ardia um pouco, mas não era nada demais. Fomos para a escola, e nos separamos assim que Castiel veio até mim.

- O que houve com seu braço? Está roxo!

Olhei para ele. Droga, tinha ficado roxo.

- Dake me encontrou. – A feição de Castiel ficou furiosa.

- E o que ele queria?

- Nosso cliente em Springfield. Vê se pode! – Me indignei.

- Vamos para a enfermaria cuidar disso. – Ele me levou até a mesma.

O braço estava começando a doer, e ficava incômodo para mim.

- Cadê a enfermeira? – Perguntei. Castiel procurou por ela no local, mas não a encontrou.

- Sente ai. – Apontou para a maca. Subi no banquinho que tinha ali e sentei.

Castiel pegou uma maleta do armário, e tirou de lá um spray, e passou em meu braço, espalhando com um algodão. Ele estava concentrado.

- E o que vamos fazer em relação ao Dake?

- Eu cuido dele, não se preocupe.

Desci da maca e o sinal tocou, nos levando para a sala de aula.


Notas Finais


Roupa da Meg - http://pin.it/6Ff8sOP

Os personagens:

Meghan Carly:

[img] http://pin.it/ByRCboc [/img]

Castiel:

[img] http://pin.it/xcLnEDz [/img]

Rosalya:

[img] http://pin.it/DkWwPWA [/img]

Alexy:

[img] http://pin.it/GKhDrNE [/img]

Debrah:

[img] http://pin.it/11vFTfh [/img]

Ambre:

[img] http://pin.it/rD3Nr8d [/img]

Nathaniel:

[img] http://pin.it/fp0DB0w [/img]

Matt:

[img] http://pin.it/sGTgYX- [/img]

Armin:

[img] http://pin.it/7pinAXm [/img]

Lysandre:

[img] http://pin.it/09V5gDv [/img]

Dake:

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Iris:

[img] http://pin.it/QcM-JTH [/img]

Priya:

[img] http://pin.it/ucS9sx3 [/img]

Kentin:

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Li:

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Charlotte:

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Até o próximo!


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