História Gangsta - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Letícia, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Rosalya
Tags Amor Doce, Armas, Aventura, Castiel, Criminal, Drogas, Gangsta, Gangster, Traficante, Trafico
Visualizações 150
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey hey hey

Quase 100 favoritos e eu tô como? Surtando né. Acho que quando chegarmos nos 100, vou fazer uma surpresa pra vocês ksks então convidem todo mundo pra ler Gangsta aaa 💜

Capítulo 35 - Sensação


Terminei o texto faz um tempo. Escrevi tanto que minha mão chega a doer.

Guardei na minha pasta e coloquei na mochila. Posso entregar amanhã mesmo. Deitei na cama, observando o teto. Quando eu era menor, tia Agatha deixou eu colar adesivos que brilhavam no escuro de estrelas ali, e já que a iluminação do quarto estava fraca (apenas minhas luzinhas ligadas), as estrelas estavam brilhando. Era surpreendente que eles ainda funcionavam.

(...)

Só me dei conta que tinha que acordar quando me remexi na cama e fiquei desconfortável. Eu havia dormido de roupa. Merda. Levantei ainda meio zonza e desliguei o maldito despertador. Joguei o celular em cima da cama e corri para o banheiro, pegando uma muda de roupa. Assim que sai do banho, vesti o top preto e coloquei a blusa amarela por cima. Botei a calça rasgada e meus tênis, prendendo o cabelo em um rabo de cavalo. Passei uma maquiagem leve e coloquei meu óculos não funcional (estilo é tudo).

Andei até a cozinha com a mochila nas costas, e procurei algo para comer. Não achei nada, então sai de casa sem comer nada mesmo. Estava bem quente hoje, então peguei o ônibus. Ele parou em frente a escola, e desci. Passei pelos grandes portões de Sweet Amoris, olhando para o relógio em meu pulso. Falta dez muitos para a aula começar. Sem enrolação, entrei na sala de ciências. Vi Lysandre sentado em sua mesa, sozinho. Seu parceiro era Castiel, mas quando o mesmo foi embora, a professora não fez questão de colocar alguém com ele, então quando existem oportunidades, alguns dos nossos colegas sentam com ele. Hoje resolvi sentar com o platinado.

- Bom dia, Lys. – Sorri para ele. Ele tirou os olhos de seu bloco de notas e olhou para mim.

- Bom dia, senhorita.

- Está ocupado? Posso sentar com você?

- Não estou ocupado, e claro, pode sentar. – Ele riu.

Me acomodei na cadeira, colocando meu material em cima da mesa.

- Falei com Castiel hoje. – Ele disse, olhando fixamente para mim.

Fingi não me importar.

- Parece que Debrah surtou de madrugada e quebrou os vidros do carro dele. – Olhei para ele.

- Nossa...

- Ele está bravo. Muito bravo. – Dei de ombros.

- Bem feito.

- Não haja como se não se importasse. – Arquei a sobrancelha. Lysandre também – Sei que se importa.

- Eu nem sei mais. Acho que com o tempo a gente vai esquecendo.

- Está mentindo. – Ele apoiou os cotovelos na mesa.

- É que é engraçado. – Admiti.

- O que?

- É engraçado como alguém pode partir seu coração e você ainda amá-lo com todos os pedaços partidos.

- É difícil mesmo, mas pense pelo lado positivo. – Ele piscou.

- Existe um lado positivo nisso?

- Você amadureceu. Sabe que nem tudo são rosas, e se deu uma nova oportunidade de amar, não é? – Franzi o cenho – Violette me falou que viu você em uma lanchonete com um garoto loiro.

Dake. Foi a vez que saímos pela primeira vez.

- Aquilo não foi nada. – Balancei a cabeça.

- Se você diz... – Nossa atenção foi voltada para Delanay, que começou sua aula. Nem tinha visto ela entrar...

O restante da aula foi normal, até. Só tivemos um drama de Li, que não queria misturar as substâncias, fazendo com que Nathaniel falasse para a professora. Li xingou ele e a professora. Ou seja, teve uma Li muito puta por ter levado uma advertência da diretora, e uma continuidade de aula tensa.

Estava na hora da aula de português, com Faraize. Assim que ele entrou na sala, fiz questão de correr atrás dele.

- Bom dia, professor.

- Bom dia, Meghan. – Ele deu um breve sorriso.

- Então, sobre o trabalho, eu terminei ele ontem, será que eu poderia entrega-lo hoje?

- Desculpe, mas só vou aceitar amanhã. Aliás, estou pensando em outra coisa também. – Ele olhou para cima da minha cabeça, como se estivesse pensando.

- Sério? – Soei desapontada. Ele concordou.

Voltei cabisbaixa para minha classe.

- Psiu. – Alguém me chamou. Procurei pela sala, até meus olhos pousarem em Peggy – Também tentei entregar hoje. Não rolou.

Ela revirou os olhos.

- Estou curiosa. Sobre o que escreveu, Peggy? – Ela lançou um sorriso falso.

- Não te interessa.

- Grossa. – Murmurei.

(...)

No final de tudo, resolvi sair com Dake. Ele me convidou para almoçar no Bubba Gump Shrimp Co., e aceitei. Ficamos de nos encontrarmos lá. Fui rapidamente e entrei, vendo o loiro sentado em uma mesa.

- Oi. – O cumprimentei.

- Oi! – Ele levantou para me abraçar.

Sentamos. Uma garçonete veio nos atender e fizemos nossos pedidos.

- O dia foi cheio pela manhã. – Ele falou, passando as mãos pelo cabelo.

- Posso saber o que você fez? – Cruzei as mãos.

- Fui para todo o canto de Manhattan. Tinha que vender, se é que me entende. — Ele lançou um olhar sugestivo.

- Entendi, entendi. – Abaixei a cabeça – Eu queria sair disso tudo.

Suspirei, e ele também.

- É complicado.

- Muito. – Admiti – Dajan precisou de mim nesses últimos meses, e perdi três vendas por falta de experiência. Castiel era quem me ajudava com isso.

- E falando no diabo, ele não falou mais com você?

- Não. – Ainda era difícil admitir isso em voz alta. Me entreguei para um cara sabendo das consequências disso, e agora estou fudida – Mas ontem eu fiz um texto sobre o amor. Obviamente foi sobre ele, e quando o li depois de pronto, senti raiva. Raiva por ter confiado nele, raiva por ter me importado com ele, raiva por ter amado ele.

Bufei.

- E o que eu ganhei em troca disso tudo? – Irônica, falei – Uma mensagem. Uma mensagem, Dake! Não foi nem uma carta! Ele não se deu o trabalho de escrever pelo menos uma carta! Argh!

Eu tinha me exaltado. Dake cruzou os braços.

- Já te falei, Collins foi burro. Ele está fora faz dois meses, e até agora não vi a “carreira” dele. – Dei de ombros.

- Talvez não tenha levado a nada. Debrah canta bem e tudo mais, mas não é boa o suficiente.

- Vamos mudar de assunto. Você já comeu aqui antes?

Continuamos a conversar. A comida chegou logo depois e assim que acabamos ele me levou para casa.

Horas se passaram, e eu não fiz nada o dia inteiro. Estou chegando a conclusão de que sou uma inútil. Eu poderia pensar em que faculdade gostaria de cursar, mas em vez disso estou aqui, pensando no nada. Tenho uma estranha sensação de que amanhã será um dia diferente, não sei porquê.

Meus pais vieram jantar aqui, e pedi uma pizza, porque todos estavam com vontade. Eles se mostraram bem mais interessados em mim, o que é bom. Digamos que eu mais ou menos os perdoei.

Assim que eles saíram, fui dormir, ainda com aquela sensação.


Notas Finais


Pequeno, eu sei, mas foi preciso para introduzi-los ao próximo, que vai ser bem tenso (e adivinha quem vai chorar escrevendo? Isso mesmo, eu). Até o próximo amores, bjo bjo 💜

Meghan - http://pin.it/rbXX59v


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